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18/11/2009 - 17:05

Penske e o anúncio

SÃO PAULO | A Penske vai fazer um anúncio amanhã. De pilotos e de patrocinadores.

Alguma mudança deve vir. Para falar em comunicado, muito estranho que seja só para confirmar Helio Castroneves, Ryan Briscoe e Marlboro. 

Vediamo.

Autor: Victor - Categoria(s): F-Indy Tags: , , ,
31/05/2009 - 22:06

A entrevista de Helio

SÃO PAULO | Até que a sonora não ficou tão ruim quanto o iG havia me falado. Dá para ouvir legal, pelo menos da câmera. Vou resolver isso, mas creio que as imagens devam entrar num documentário que pretendo organizar.

A entrevista que fiz com Helio Castroneves durou cerca de dez minutos. Foi realizada às 11h da segunda-feira passada, num coberto que antes foi reservado à Firestone para sua espécie de hospitality center e que serviu para fazer a foto do vencedor que não pôde acontecer na linha de chegada por causa da chuva torrencial. Daí a qualidade mid-mouth da gravação.

Agradeci à atenção — Helio tinha falado por mais de meia hora com a imprensa americana, e eu era o único representante da imprensa brasileira lá. Castroneves estava atrasado para uma outra entrevista e ainda precisava ir voando, com e sem conotação, para Nova York.

Abri a conversa perguntando se aquela conquista ultrapassava o feito nas pistas, se de fato era uma vitória da vida. Helio respondeu que era uma “honra vencer as 500 Milhas pela terceira vez”. “A maior vitória eu conquistei, que foi provando minha inocência, em um caso que foi muito sério e muito difícil, para falar a verdade. Mas a gente não pode controlar a cabeça de todos. Você passa por coisas na vida que não sabe por que está passando”, disse.

Há dois meses, quase, o brasileiro se livrava de sete crimes, seis deles envolvendo sonegação de impostos. Pelo embasamento do indiciamento aberto pela Corte de Miami, o resultado chegou a ser surpreendente. “Sinceramente, dei a volta por cima, mostrando o que eu sei fazer. Esse é meu território”, falou Helio, que pretende transformar a história em algo a ser relatado em um livro. “E se virar um filme, o pessoal vai ter que esperar, porque já sabe o final.”

Então parti para a corrida em si. Castroneves revezava com o companheiro Ryan Briscoe a liderança nos treinos livres durante o mês de maio. Fez a pole no dia de seu aniversário, 34 anos. Liderou o Carb Day e ajudou à Penske a vencer o concurso de pit-stops na sexta anterior às 500 Milhas. E a três minutos da largada, eis que pintou um problema para o qual a reação do piloto foi se socar e soltar uma série de “fuck, fuck”. Seria um prenúncio de que as coisas não poderiam ser boas justamente naquele dia?

“Eu não cheguei a pensar nisso”, comentou Helio. “Eu pensei que, se deu tudo certo até agora, não é o rádio… o que aconteceu foi que meu fone de ouvido, os speakers estavam estourados, então dava aquela sensação de que eu não estava escutando muito. Mas eu tinha outras pessoas, os spotters, na curva 1, na curva 3, então eram eles que poderiam me dar essas informações, e foi isso que aconteceu.”

Veio um segundo contratempo. “A gente também teve nos pit-stops. Hoje a gente tem aquele sistema de borboleta. Quando acabava o pit-stop e eu colocava a primeira marcha, em vez de as engrenagens se encaixarem, elas batiam, e o sistema lia como errado e deixava em neutro”, contou. “E tem um botãozinho atrás do volante que você aciona ele, e ele praticamente volta mecânico, como se fosse alavanca.” Aí Helio entendeu o sincronismo do sistema, “e eu pude vencer”.

Helio não chegou a acompanhar as 3h18 da prova. “Só vi as últimas 40 voltas”. Viu, pois, que seu carro sobrava. “Comparado a eles, tanto quanto à Andretti Green quanto à Panther, a gente estava com uma vantagem muito grande. Sobre a Ganassi não era tanta, eles estavam muito fortes no começo”, declarou. “Mas é uma corrida muito longa, não adianta tentar abrir logo no começo. A gente manteve sempre a calma, e foi uma das chaves para vencer a prova. Mesmo com essas situações inesperadas, a gente manteve a calma e soube ultrapassar.”

Castroneves até tirou o pé para cruzar a linha de chegada. Ainda que por décimos ou milésimos de segundo, teve tempo para resgatar tudo por que havia passado. “A volta de comemoração foi um momento muito especial. tinha forças, para falar a verdade. Você grita, você berra, e eu realmente não tinha forças, eram só lágrimas. Foi um momento único, íntimo, difícil de descrever”, afirmou.

Com três conquistas na mais importante corrida do automobilismo mundial e reconhecimento da crítica e do público de que é um dos melhores pilotos da categoria, o tema F1 brotou. Por que não houve a chance?, eu perguntei. “Até chegou. Eu tive uma oportunidade com a Toyota, mas não era para ser. Meu lugar é aqui”, disse Helio, que, aliás, já está arrumando a papelada para se tornar cidadão americano.

Castroneves mostrou decepção com a “política muito grande” da F1. “E isso para mim… talvez eu não seria feliz, talvez eu nem estivesse mais correndo. O Cara lá de cima escreve por linhas certas, então testei o carro, que era uma coisa que eu queria fazer muito. Realmente é um carro é muito bacana, é uma super bacana, mas a política me deixou um pouco de fora, e isso não é tão saudável.”

E falando em Deus, o religioso Helio comentou que a provação que quase lhe tirou a liberdade o levou a questioná-Lo. “Eu sempre acreditei, nunca duvidei, sempre tive muita fé. Mas eu questionei por que estava passando por tudo isso, qual era o motivo. E ontem eu tive a resposta. Se Ele estava me dando essa cruz, é porque eu podia carregar. Hoje, se estou aqui falando como vencedor das 500 Milhas, mostra que Ele existe.”

Autor: Victor - Categoria(s): F-Indy Tags: , ,
28/05/2009 - 13:06

A chuva

INDIANÁPOLIS | Aí eu abro a caixa de e-mails e vem um do pessoal de edição de vídeos do iG. “O barulho da chuva atrapalhou completamente a gravação. O áudio tá muito, muito ruim”.

A exclusiva com Helio Castroneves. Que beleza.

Vamos ver o que dá para aproveitar. A tendência é entrar num documentário sobre Indianápolis que devemos preparar em breve. Tendência. Vediamo. Mas é uma pena.

Só para “adiantar” algumas coisas. Perguntei a Helio se ele achava que além de uma vitória nas pistas, as 500 Milhas foram uma conquista da vida. Ele concordou, falou que foi algo que mereceu pelo que passou nos tribunais. Que não sabia o que fazer assim que cruzou a linha de chegada, que foi como um filme. Que notou que no fim não tinha como perder a corrida por saber que tinha o melhor carro da pista. Que teve problemas no começo, com o rádio — mais precisamente com o som do fone — e com as engrenagens do câmbio durante a prova. E muito mais.

Chuva maledeta.

Vou-me de Indy. E está garoando.

Autor: Victor - Categoria(s): F-Indy Tags: , ,
25/05/2009 - 23:06

O astro Helio e a estrela

INDIANÁPOLIS | Choveu muito pela manhã, e os organizadores tiveram de levar a foto tradicional do vencedor na linha de chegada para uma tenda coberta que fica atrás do media center.

Helio Castroneves, que ganhou mais de US$ 3 milhões, lá estava, posando para fotos ao lado do carro 3 da Penske e do troféu Borg-Werner, que terá pela terceira vez a face do brasileiro.

Poucos repórteres, em comparação a ontem, estavam lá. Helio atendeu a imprensa americana por uma meia hora. Depois falou comigo. A entrevista em vídeo vai ao ar amanhã, se eu conseguir mandar o vídeo para o pessoal do iG. Vai dar tudo certo.

Tinha algumas impressões de Helio. Umas ainda permanecem. Do tipo: Helio ultrapassou o status de piloto, de fato. Helio é um artista. E como tal, comporta-se e age como um personagem de si mesmo. Não é uma crítica, nem um julgamento. Todos nós acabamos sendo personagens de nós mesmos. Mas os anônimos não precisam cuidar de sua imagem como uma celebridade, que é o caso de Helio, faz.

Helio sabe se promover com maestria. Domina as palavras numa entrevista, posta-se muito bem diante de uma câmera, controla os sentimentos e conquista o público. Diria que se trata do piloto que melhor se vende — entenda-se por isso que se trata de uma relação ídolo-fã, que envolve carisma — em toda a história do automobilismo.  

Muito se falou sobre estrela nos últimos tempos depois que Hortência se meteu a falar da de Rubens Barrichello. A do astro Helio é que, neste meio, mais brilha. De longe.

Autor: Victor - Categoria(s): F-Indy Tags: , , ,
24/05/2009 - 18:52

Círculo vicioso

INDIANÁPOLIS | Helio Castroneves ainda está tirando fotos no Círculo da Vitória aqui. Tem uma dúzia de torcedores nas arquibancadas que ficam abaixo do media center, que gritam “tricampeão” e entoam o canto de que são brasileiros com orgulho e amor.

Vou pegar um café e já volto.

Autor: Victor - Categoria(s): F-Indy Tags: , , ,
24/05/2009 - 17:53

Helio e a maior vitória

INDIANÁPOLIS | A vida tem dessas, de pôr as pessoas à prova. Se até outro dia Helio Castroneves lutava e sofria para se manter livre, eis que meses depois, neste domingo (24), obteve o máximo da glória que pode alcançar na carreira. Confirmando o favoritismo, pelo que fez nos treinos e pelas estatísticas, o brasileiro venceu as 500 Milhas de Indianápolis.

Helio aproveitou-se da briga entre Dan Wheldon e Danica Patrick no fim da prova para desgarrar e sobrar no oval de 2,5 milhas, subindo os alambrados do circuito pela terceira vez. É a coroação de um piloto que precisou vencer uma batalha judicial das mais ferozes até outro dia.

Townsend Bell foi a surpresa da corrida, levando a KV ao quarto lugar. Will Power, que chegou em determinado momento a ser a ameaça de Helio, ficou em quinto, numa corrida marcada por um gravíssimo acidente entre os brasileiros Vitor Meira e Raphael Matos.

A corrida começou após uma largada falsa, por conta da pressa de Helio, e durou uns dez segundos em bandeira verde. Porque Mario Moraes e Marco Andretti, dois dos pilotos mais jovens do grid, acharam-se logo na saída da primeira curva. Proporções devidas, a cena foi semelhante ao toque de Bia Figueiredo na sexta, pela corrida da Indy Lights. Como a piloto brasileira, o compatriota não viu e não foi avisado pelo spotter de que Marco estava na linha de cima. Moraes, tido como o azarão da Indy 500, arrastou-se no muro.

Marco era a desolação pura; a voz e o desabafo nem precisavam denunciar; Moraes, o nervosismo. A repórter da ESPN chegou e perguntou a Mario sobre o acidente. “Eu sei que o [número] 26 me acertou. O que ele disse? O que ele disse?”, respondeu, querendo saber sobre o desafeto daquele momento. A jornalista contou que Marco foi na base do “não tenho ideia”. “Ele me acertou. Estava na minha linha. Não sei de onde ele veio”, disse, gaguejando, nervoso e em passos largos. “Onde você vai agora?”, ela continuou, e ele respondeu: “Vou perguntar para ele”, em tom ameaçador.

E segundos depois, os dois, em seus respectivos boxes. Marco, desolado, olhando para o nada. E Mario, de óculos, escondendo o choro.

A relargada veio, e com ela a ascensão de Dario Franchitti à ponta da prova. Que demorou até a volta 19. No intervalo, outra bandeira amarela, causada pela batida de Ryan Hunter-Reay na curva 4 — e o impacto jogou o norte-americano da Vision do outro lado, no muro interno, e posteriormente aos pits — e a primeira parada coletiva nestes.

No primeiro quarto de prova, ficou visível que seis carros se destacavam dos demais naquelas condições: as Ganassi, as Penske, Tony Kanaan e Graham Rahal. Que deixou o grupo reduzido a cinco ao encher o muro no mesmo lugar de Hunter-Reay. Foi passar o retardatário John Andretti entre as curvas 3 e 4, usou a linha externa demais e restou-lhe a lamentação.

A segunda janela de pit-stops, ainda em amarela, manteve Briscoe em primeiro e pôs Dixon à frente de Franchitti, Kanaan e Castroneves, nesta ordem. Só que o ressurgir da verde viu um Briscoe lentíssimo. “Não sei o que aconteceu. Perdi toda a aderência”, logo o australiano falou para a equipe via rádio. Dixou pulou à ponta, enquanto Ryan voltava aos boxes. Problemas nos pneus.

Por conta das estratégias em banho-maria, com poucas ultrapassagens, as atenções começaram a se voltar para os “excluídos” do grupo da ponta. No caso, Raphael Matos. Sétimo no início da prova, beneficiou-se com o abandono de Rahal e com o contratempo de Briscoe e superou Castroneves para ficar na quarta colocação com o carro da Luczo Dragon. Pouca coisa mudou até o terceiro acidente do dia: Davey Hamilton deu no zicado muro da curva 4.

Terceira parada programada, e os mecânicos de Franchitti foram mais rápidos que os do companheiro Dixon. O escocês voltava à liderança, e nada de novo surgiu entre o “novo grupo dos 5″, que passava a contar em definitivo com Matos. Mas bastou o pano verde aparecer para que Dixon recomandasse as ações, por recomendação da Ganassi.

Antes que as 500 Milhas chegassem à metade, eis que o destino aprontava mais uma com Kanaan. Após mexer no botão do volante para um pequeno ajuste, sob controle absoluto do carro, eis que algo se quebrou na parte traseira. Tony foi jogado imediatamente ao muro já perto do fim da reta oposta. O impacto ainda o jogou na entrada da curva 3. Kanaan nada sofreu. Na verdade, Kanaan sofre com Indianápolis.

Então brotou um momento de companheirismo explícito. Via rádio, na volta seguinte à batida, Danica Patrick soltou: “Meu Deus, como é que o Tony está? Está tudo bem, está tudo bem?”, e a equipe acalmava a piloto, então na sexta posição.

Foi a deixa para a quarta parada nos pits. A dupla Dixon-Franchitti seguiu na frente, passando a comboiar Will Power, o até então apagado terceiro carro da Penske. E ainda a prova seguia uma procissão estratégica e calma interessante, mas por vezes monótona. Nem mesmo Briscoe apresentava uma evolução das mais expressivas. Na volta 131, por exemplo, quando a quinta amarela do domingo apareceu por conta do medroso Nelson Philippe — raspou no muro da 4 —, Ryan ainda era 16º.

Explicando o medroso Philippe: o francês admitiu por duas vezes que contorna com certo receio as curvas do circuito de Indianápolis.

Enfim, os pilotos voltaram aos pits, e Dixon permaneceu em primeiro. Só que a Ganassi derrubou Franchitti. A mangueira ficou presa, e o escocês foi para oitavo. Problemas também afetaram Vitor Meira, cujo carro viu-se flamejante após o etanol espirrar. O brasileiro jogou o volante e ameaçou sair; a equipe jogou água, o fogo se foi, o volante retornou a seu posto de origem, Meira voltou à corida, e o público o ovacionou.

Nisso tudo, Castroneves pulou para segundo, com Power em terceiro. Power, então fixo entre os primeiros, caiu para quarto e Paul Tracy, que até hoje tem entalada na garganta a “derrota” aqui em 2002, surgia na disputa.

Matos, que vinha tão bem, despencava para o 20º lugar.

As ações foram retomadas na volta 142, que já começava a delinear o que seria realmente da Indy 500. Por isso Castroneves partiu para cima de Franchitti e superou de pronto. Pouco mais atrás, Dan Wheldon e Townsend Bell puseram as manguinhas de seus carros de fora e subiram ao top-5. Briscoe, então, já se via em oitavo. E até um espantoso Mike Conway brotava, em décimo.

Power passou Dixon no giro 156 e fez a Penske, finalmente, ter dobradinha. E Will começou a virar constantemente mais rápido que Helio, encostando no brasileiro e o ameaçando. Quando uma possível briga pela ponta já levantava o público nas arquibancadas, eis que Justin Wilson, 20º, escapou na entrada da curva 1, rodou e bateu levemente no muro, mas o suficiente para minar suas chances.

Boxes abertos. A Penske trabalhou bem com Helio, devolvendo-o à ponta. Pessimamente com Power, no caso o mecânico da roda traseira direita, que voltou em sexto. E brilhantemente com Briscoe, que renascia na luta pela vitória, catapultado para a segunda colocação.

O top-5 continha, ainda, Wheldon, a ascendente Danica, e o bravo Bell. Dixon? Só em sétimo. Franchitti? Pior, nono. A Ganassi era carta fora.

As táticas passaram a girar em torno da necessidade de se fazer uma parada extra no fim da prova. Briscoe, certamente, sim — então a Penske não teria sido tão brilhante, assim; só pôs menos combustível; Danica perguntava à equipe se estava OK, e a AGR pedia que poupasse o etanol. As conversas pararam quando um fortíssimo acidente surgiu na volta 174. Envolveu dois brasileiros: Meira e Matos.

Na reta principal, Meira vinha com a trajetória interna e emparelhado com Matos na briga pela 17ª colocação. Raphael não aliviou no contorno da tangência e provocou o choque roda com roda. Vitor foi parar violentamente no muro a ponto do carro ficar em 90º, com o assoalho na parede, arrastando-se pela curva 1.

Matos, da Luczo Dragon, foi retirado do carro e precisou de amparo para ser levado à ambulância. Andando, acenou à plateia. Com Vitor a coisa foi mais difícil. Houve demora para que o brasiliense da Foyt fosse removido. Meira não ficou desacordado, mas reclamou de muitas dores nas costas aos fiscais. Foi levado ao Hospital Metodista para exames.

Faltando 20 passagens para o fim, ainda em bandeira amarela, a Penske chamou Briscoe para não correr riscos. Aí, matou as chances de seu piloto. Wheldon passou ao segundo posto, trazendo Danica e a torcida do povo americano.

Na relargada, Danica tentou passar Wheldon por fora, não conseguiu, ambos perderam tempo e, ali, qualquer oportunidade de algo melhor. Porque Helio abriu tanto que não teve nem graça o fim. Foi só observar pelo espelho os adversários de longe. Para então cair em prantos, finalmente, por uma razão mais do que especial. Para comemorar a vitória da vida.

Autor: Victor - Categoria(s): F-Indy, Sem categoria Tags: , , ,
24/05/2009 - 14:50

Helio e o rádio

INDIANÁPOLIS | Relato de Carsten Horst lá dos pits: faltando três minutos para a largada, Helio Castroneves era nervosismo puro. A Penske verificou que seu rádio não estava funcionando. “Fuck, fuck, fuck”, gritava o brasileiro. Pediu que arrumasse o fone, que era a peça problemática. No fim, conseguiram.

Autor: Victor - Categoria(s): F-Indy Tags: , ,
24/05/2009 - 13:38

Apresentação

INDIANÁPOLIS | O mais aplaudido na apresentação dos pilotos foi Helio Castroneves. Mais do que Danica Patrick. Primeira vez que acontece isso desde que a piloto estreou na Indy.

Combinação da dança, como diria Marcelo Meira, vice-presidente da TV Bandeirantes, ontem no almoço: dança no programa Dancing With the Stars e no fisco.

Sim, houve clima de constrangimento no ar.

Autor: Victor - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
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