29/07/2009 - 08:05
SÃO PAULO | Pinga um comunicado da Fota no e-mail. Ao fim, fiz algo tipo “hã?”.
São três parágrafos curtos. O primeiro fala que “em relação ao anúncio feito hoje pela BMW, os times da Fota imediatamente consultaram um ao outro e estão prontos para assegurar todo o apoio necessário à equipe com base na Suíça, cuja participação na associação está mantida, para continuar seu envolvimento na F1″.
Interessante, primeiro, o apoio. Numa leitura rápida, até é possível entender que as sete outras equipes da Fota vão ajudar a BMW a continuar na F1, financeiramente, inclusive. Não é o caso. Numa releitura, reparei no ”equipe com base na Suíça”. E já passei a pensar no oposto: que se dane a BMW, as atenções ficam para manter o grupo de Hinwil, quem sabe resgatando a Sauber.
Daí a Fota segue. “Vale a pena mencionar que um trabalho profissional já teve início na Fota, com o objetivo de aumentar o envolvimento dos fãs e o show. Dentre estas iniciativas, uma que pode ser interessante é a introdução de um terceiro carro no grid.”
Para, para, para, diria aquele apresentador mala. Há algum intuito, sem dúvida, em vir com essa ideia de terceiro carro. Se a Fota segue na F1 e a F1 passa, agora, a ter 12 equipes em 2010, naturalmente a Fota não está querendo dizer que aplaude uma categoria com 36 carros. E, diante da saída da BMW, por problemas financeiros, a Fota vem com uma proposta que vai trazer mais gastos às outras equipes.
O resto do comunicado que se dane. A Fota está perdidinha. Viram hoje que Max Mosley e a FIA tinham razão quando batalharam por uma F1 menos dispendiosa. Tanto que nem sabe o que dizer.
Autor: Victor - Categoria(s): F1
Tags: BMW, comunicado, F1, Fota
08/07/2009 - 15:12
SÃO PAULO | Durou 14 dias, questão de hora a mais ou menos, a paz na F1. A reunião da Fota, das equipes expulsas — Force India e Williams — e das três novatas — USF1, Campos Meta e Manor — com a FIA em Nürburgring nesta quarta (8) não resultou em acordo total com relação às regras de 2010 teve consequências que voltaram a colocar a categoria em risco. Após ouvir que suas equipes não estavam inscritas no campeonato do ano que vem e que não tinham direito de voto nos regulamentos técnico e esportivo, a Fota decidiu deixar o encontro do Grupo Técnico de Trabalho.
Charlie Whiting, representante da FIA, e, portanto, voz de Max Mosley, informou na reunião que as oito equipes unidas sob a sigla da Fota — Ferrari, McLaren, BMW, Renault, Toyota, Toro Rosso, Red Bull e Brawn — não estão garantidas no campeonato do ano que vem, mesmo a lista que a entidade divulgou em 24 de junho apresentando suas inscrições. Assim, só as outras cinco teriam direito de palpitar nas regras do ano que vem.
A Fota se rebelou, e seus representantes pediram que a reunião fosse adiada. Whiting continuou relembrando as palavras recentes de Mosley, de que só uma aprovação unânime das regras de 2010 resultaria em um novo Pacto da Concórdia, isto é, numa melhor divisão das fatias financeiras da F1.
Novamente, a Fota subiu nas tamancas. Os membros ficaram se olhando com cara de espanto. Acharam um absurdo tais palavras porque, para a Fota, devidamente inclusa na temporada do ano que vem, estava claro que o Conselho Mundial havia decidido e que a FIA havia emitido até em comunicado que “as regras de 2010 serão as mesmas de 2009 bem como os outros regulamentos acordados antes de 29 de abril”. “Em nenhum momento nas discussões em Paris houve qualquer pedido para aprovação unânime na mudança de regras”, declarou a Fota há pouco em nota.
Veio, então, o pavio para o reinício da briga.
“Subsequentemente, ir contra a vontade do Conselho Mundial e os detalhes do acordo em Paris põe o futuro da F1 em risco”, continuou a Fota. “E como resultado disto, os representantes da Fota no Grupo Técnico de Trabalho não puderam exercer seus direitos e não tiveram escolha a não ser terminar sua participação”, completou o comunicado da associação das equipes.
No fundo, Mosley ganhou duas semanas para que as equipes esquecessem essa ideia de rachar a F1 e terem menos tempo para formarem um novo campeonato. O papo de que a Fota não está inscrita beira a insanidade, afinal houve a tal lista com as inscrições, as regras estavam definidas e tudo mais. A briga está aí de novo. Bem reacesa.
Autor: Victor - Categoria(s): F1
Tags: F1, FIA, Fota, guerra, reunião
03/07/2009 - 10:54
SÃO PAULO | Uma matéria do “The Guardian” de hoje pode dar início a um enredo para mais uma das novelas da F1, com traços de mistério provavelmente inéditos. Envolve o acordo entre a Manor e a Virgin. Algo podre.
A Virgin, empresa de Richard Branson que entrou na F1 neste ano e quase foi dona do espólio da Honda, tem praticamente um contrato de patrocínio fechado com a nova equipe inglesa da categoria para 2010. Só que as tratativas, o avanço — e a provável conclusão — deste vínculo foram feitos no mais tardar até 29 de maio, 14 dias antes de a FIA anunciar que a Manor estava escolhida junto com USF1 e Campos Meta para entrar na F1.
Manor, lembre-se, sequer aparecia na lista pública das pré-inscritas.
O lugar cativo da Manor se depreende através de um e-mail de Alan Donnelly, que vem a ser representante oficial de Max Mosley e dono de uma empresa de consultoria, a Sovereign Strategy. É de conhecimento de alguns na F1 que a SS já prestou serviços de relações públicas à Manor — via Jane Nottage, sócia de Donnelly. No dia 29 de maio, Donnelly mandou a correspondência eletrônica a um membro da realeza da Arábia Saudita contendo um arquivo anexo de apresentação para um acordo de investimento e de patrocínio.
No corpo do e-mail, Donnelly explicou ao destinatário que a Virgin tinha ligação firmada com a Manor, tendo até 20% da equipe. O braço de Mosley contou que viajaria no dia seguinte, sábado, para a Arábia e que encontraria o tal membro da realeza às 15h do domingo, 31 de maio. Participariam do encontro, também, representantes da Manor e da Virgin.
Oficialmente, Donnelly diz ter viajado à Arábia para se encontrar com o ministro do Esporte local, além de investidores em novos circuitos e na F1. E que não participou em nenhum momento do processo de seleção das três novas equipes.
A Prodrive já começou a reclamar, meio que indignada em ter reconstituído um projeto sério e gente de currículo notável para que tudo eventualmente estivesse armado. Ao lado da USF1, o grupo de David Richards era dado como certo como aprovado para o ano que vem — só uma eventual vingança, descabida, da FIA em relação a 2007, quando a Prodrive desistiu, eliminaria o time. Não à toa foi uma surpresa ver o nome da Manor.
Se acenderem o pavio dessa história, a Fota vai começar a pedir que se abra a caixa preta da FIA. A coisa vai feder. Taí o mote para uma nova briga.
Autor: Victor - Categoria(s): F1
Tags: acordo, F1, FIA, Fota, Manor, Virgin
24/06/2009 - 10:31
SÃO PAULO | E chegou ao fim a segunda temporada de 2010, uma F1 no espaço. Já.
O que a Fota queria é tirar Max Mosley do poder. Conseguiu. E recolocou a F1 nos trilhos.
Foi bem rápida, a segunda sequência da série. Imaginava-se que duraria mais. Por enquanto, os detalhes são poucos: Mosley não concorre à reeleição, mas nenhum candidato natural surge; não se fala em limite de gastos, mas vai haver corte de custos; não haverá dois campeonatos em 2010, mas o esquema será como nos anos 90.
Fico na dúvida se Mosley sai de cabeça erguida. Foi o cara que batalhou e deu cabo à briga. Que bateu o pé, esperneou e enfrentou as equipes até provocar esse esboço de cisão. Disse que não haveria jeito de abdicar da ideia do teto orçamentário, mas acabou abdicando do trono. Tem aquela história que às vezes é preciso dar um passo atrás para depois dar dois à frente. A F1 vai andar só porque suas pernas permitiram.
Enfim, a paz. A próxima novela vai ser ver até quando tudo fica tudo normal.
Autor: Victor - Categoria(s): F1
Tags: F1, FIA, Fota, Max Mosley, paz
23/06/2009 - 15:32
SÃO PAULO | A Ferrari fez uma enquete em seu site sobre o racha da F1. Quer saber do fã de automobilismo se eles concordam com a medida da Fota. Tem três opções: sim, não e não sei. O resultado: não se sabe. Não dá pra ver.
Qual a chance de a resposta aparecer contra os interesses da Fota/Ferrari?
Autor: Victor - Categoria(s): F1
Tags: F1, Ferrari, Fota, racha
19/06/2009 - 13:59
SÃO PAULO | Vamos lá.
FIA e Fota estavam bem perto de chegar a um acordo, e as duas partes claramente acenaram com tal possibilidade em posições notoriamente diferentes dos ataques que se sucederam nos últimos 50 dias. As duas estavam dispostas a ceder. Naturalmente, é surpreendente saber de uma das partes que a briga continua. O motivo real ainda não se sabe. E como não se sabe, deduz-se que uma das duas, ou as duas, voltaram a bater o pé em seus princípios.
Em qualquer enrosco que se tem na vida, é muito comum que as partes espalhem a terceiros o ocorrido, cada uma a seu modo, de acordo com seu interesse e ressaltando determinado ponto que faça convencer a quem conta de que tem razão. A postura de FIA e Fota, bem como no embate em que se envolveram, também conflita.
A Fota logo se preocupou em mandar um comunicado à imprensa, abrindo-o com o breve histórico da associação que representa as equipes e logo demonstrando seus pensamentos e bases distintos dos da FIA, também envolvendo Bernie Ecclestone/FOM diretamente, sem citá-los. E que para não ficar num eterno bate-cabeça, até porque havia um prazo a ser cumprido, resolveu por bem reunir todos os seus membros na criação de um campeonato a seu bel-prazer.
É certo que a Associação das Equipes fez um encontro particular na sede da Renault, mas é difícil crer que a FIA tenha sabido pela imprensa que havia uma cisão. A FIA preferiu o silêncio e verificar as consequências do anúncio. O site oficial da F1 sequer divulgou a nota da Fota. A FIA não se importou em novamente esclarecer seu ponto de vista ou mesmo noticiar que não havia um consenso. Esperou a manhã de sexta e até os treinos livres do GP da Inglaterra para anunciar, em parcas linhas, que vai processar a Fota e em especial a Ferrari, com quem tem um laço atado e visceralmente não muito claro.
Enquanto isso, os membros da Fota tentam ser comedidos durante um fim de semana de corrida, mas acabam dando detalhes de seus pensamentos. A BMW fala em um Mosley irredutível e que não há outro caminho a não ser a dissidência. A Red Bull já não é tão radical e vê em Ecclestone a solução — o Ecclestone da qual a Fota como um todo se queixa. A McLaren dá um ar de mistério e vem com um papo de que as equipes mais fortes estarão juntas num campeonato que será reconhecido como o maior, sem dizer claramente que se trata de algo paralelo. A Fota está junta, mas se percebe que as posições não são tão unas assim.
Cada um, claro, tem sua opinião diante do caso. Tem quem ache um desastre o racha e tem quem veja que é divertido porque vai haver dois campeonatos para acompanhar. Nem oito nem 80. Até posso acreditar que as intenções e preocupações de Mosley sejam legítimas com relação ao corte de custos diante de um mundo em ressaca da crise mundial, mas o que me fica de impressão é que é problema das montadoras e das equipes o quanto querem gastar. Se no fim acabarem quebrando, azar da péssima administração e do mau gasto de seus recursos. E aí, sim, a FIA acabaria saindo muito por cima dessa história toda, como pai que avisa ao filho aventureiro dos riscos, e colocaria na F1 as equipes que realmente apostassem na competição com a consciência de que tudo deve ser calculado e não esbanjado.
Ainda haverá alguma mudança nesse cenário. A atitude da FIA em ir à Justiça e de não anunciar as equipes do ano que vem até que a pendenga seja resolvida também afeta aquelas que esperam por uma oportunidade na F1. A Corra Lola e a N.Sync cansaram de esperar. As outras vão acabar fazendo o mesmo. Vai saber até quando isso vai ser arrastado. E todas elas, eventualmente, precisam tocar seus projetos ou abandoná-los.
A primeira temporada da série da F1 acabou. A odisseia da segunda vai começar. 2010, uma F1 no espaço.
Autor: Victor - Categoria(s): F1
Tags: 2010, F1, FIA, Fota, odisseia, racha
18/06/2009 - 21:35
SÃO PAULO | Considerando que todos os pilotos que correm em equipes pertencentes à Fota vão deixar a F1 e rumar para a nova categoria, já se pode pensar em três fatos no que restar do campeonato de Bernie Ecclestone.
1) Que a Williams será a nova equipe top da F1, como era até 1997.
2) Que Nico Rosberg será o piloto mais famoso, isso se não se mandar da Williams.
3) Que Giancarlo Fisichella pode não se aposentar, com risco de se tornar campeão em 2010.
Autor: Victor - Categoria(s): F1
Tags: F1, FIA, Fota, Nico Rosberg, Williams
18/06/2009 - 21:24
SÃO PAULO | É, e a Fota rachou a F1. Parecia que tinha enfiado o rabinho entre as pernas cedendo depois de longos dias de briga, a FIA também acenou com um acordo, e agora surge este comunicado surpreendente de que as partes não falam, de fato, a mesma língua.
Não é boizinho chucro, como disse o blogueiro Alan Dias. A Fota comprou o nelore mais caro do mundo. Honrou cada centavo pago nele ao jogá-lo na arena contra Max Mosley e seus comparsas. E virou totalmente o jogo, porque põe o boi do veterano dirigente na reta.
O mundo da América já aprendeu que dividir uma categoria importante em duas não trouxe benefício algum. Não há cabimento achar que vá dar certo um campeonato sem Ferrari e cia., mas com a chancela F1, e com equipes como Marche, Piscinon do Compadi, N.Sync e outras que ninguém ainda sabem quem são. A Lola é quem deve estar chorando os bois derramados.
O GP da Inglaterra foi para o espaço, em termos de importância, diante desta notícia. Tudo que surgir vai ser em decorrência da decisão de BMW, Brawn, Ferrari, McLaren, Red Bull, Renault, Toro Rosso e Toyota de abandonar a F1.
A segunda parte desta grandiosa novela, por vezes sacal, vai se desenrolar em como fazer para que unam Fota e a F1 novamente. E isso vai longe.
Só para completar: Ben Linus, o personagem de Michael Emerson em Lost, todo ardiloso, sempre com um plano na cabeça, jamais pensava que algo lhe pudesse dar errado. Viu a filha, Alex, ser morta a sua frente. Max Mosley está em situação semelhante.
Autor: Victor - Categoria(s): F1
Tags: Ben Linus, boi, F1, FIA, Fota, Lost, racha
18/06/2009 - 21:02
SÃO PAULO | Caralho, a F1 já era.
Volte em instantes.
Autor: Victor - Categoria(s): F1, Momento Twitter
Tags: F1, FIA, Fota, racha
17/06/2009 - 11:41
SÃO PAULO | Existe aquele ditado que é usado por muita gente, por mim mesmo, que fala que se dá um boi para não entrar numa briga, mas uma boiada para não sair dela. Desde o começo, a FIA sabia que ao menos provocaria um alvoroço ao tentar impor um limite de gastos na F1 para que 1) as montadoras não gastassem à beça em tempos de crise e prejuízo financeiro à indústria automobilística e 2) para que novas equipes pudessem se animar e entrar numa categoria em que só 20 carros desfilam, dando como mote a renovação das ideias dos engenheiros na busca de algo próspero com orçamento restrito.
Foram uns 50 dias nessa historieta que uniu dez equipes sob a batuta da Fota contra a entidade que define as regras do campeonato e, mais para o fim, também contra a FOM de Bernie Ecclestone e sua divisão injusta e maléfica. A briga estabeleceu-se, e diante disso, quem pulasse para o outro lado, isto é, quem aceitasse as proposições da FIA, seria deserdado. Foi o que ocorreu com Force India e Williams.
Reuniões vieram, declarações duras surgiram de bocas influentes como as de Luca di Montezemolo e, em menor escala de importância e valor, de John Howett e até Carlos Ghosn. Basicamente, defendiam que a FIA não tem que ser uma avalista financeira, gasta-se quanto querem e toca-se a nau da competição em corridas. E então surgiu a ameaça do racha, da formação de uma categoria paralela, porque sob condição alguma nenhuma das oito equipes juntinhas por um lacinho rosa de cabelo feminino se submeteria a tal acinte. As cinco montadoras chegaram a assinar um “acordo de arrego”: quem pulasse fora do barco pagaria € 200 milhões às que ficassem, € 50 para cada.
Denotou-se uma formação de guerrilha não beligerante, porque a FIA, por mais acuada que estivesse diante da armada do inimigo, o máximo que fez foi tentar aumentar o valor do teto orçamentário que havia proposto para £ 100 milhões. Mosley, quase septagenário, que nos últimos dois anos teve dois baques fortíssimos em sua vida particular, não esmoreceu. Fincou sua bandeira de corte de custos. Pagou pra ver no que dava. Divulgou a lista de inscritos pondo Ferrari, Red Bull e Toro Rosso na F1 2010 indubitavelmente e marcou as outras cinco da Fota com um asterisco dando uma semana de prazo para negociações.
As cinco “estreladas” mais as três que foram postas como certas espernearam e continuaram unidas. Não, não e não, e não vamos correr na F1 com este limite de grana bocó. Estava quase certo: oito equipes, três carros para cada, um supercampeonato de 24 carros.
Então a FIA resolveu mostrar qual é que é, que a Fota quer apitar mais do que deve, numa daquelas cartas que parecem aquelas que fãs fazem no papel higiênico ou na folha de sulfite e que dão uns 40 metros. E com o pau à mesa, Mosley deu o recado no fim, mas teve quem ouvisse do sumo-presidente palavras como “o teto fica, e eles que vão reclamar com a puta que os pariu”. Mas as oito putas que pariram as montadoras não precisaram sentar para aguentar a choradeira.
De pires na mão, as oito pediram desculpas. Foram meninas más. Resolveram se “comprometer para buscar uma conclusão urgente ao debate envolvendo o campeonato de 2010″ e pediram ao tio Mosley que “considere este movimento significativo” para “evitar a saída de equipes importantes”. Meninas más que, na verdade, deram uma de virgens puritanas…
A F1 está salva, em suma. Ótimo para quem gosta deste esporte, e ótimo porque acaba com essa ladainha sacal. Mas disso tudo, o que deve ficar bem claro para todos é que as palavras e as posições destes homens engravatados, de nariz e cavalo empinado, que ficam vez ou outra a dizer que vão sair, que representam as equipes valem pouco. Valem muito pouco. Valem menos que um boi.
O preço do belo nelore está entre R$ 2.000 e R$ 2.500. A parcelinha de 14 prestações.
Autor: Victor - Categoria(s): F1
Tags: 2010, boi, F1, FIA, Fota
Voltar ao topo