iG
iBest BrTurbo

Publicidade

Publicidade

16/11/2009 - 14:42

Tá ficando atoladinho

SÃO PAULO | Joselito, o sem-noção, ficaria com inveja de Luca di Montezemolo.

Montezemolo é nas horas vagas barbeiro em Valência.

Autor: Victor - Categoria(s): F1 Tags: , , , , ,
06/10/2009 - 12:14

Massa, 12 de outubro, Fiorano

SÃO PAULO | A Ferrari já schedulou, como gostam de dizer aqueles que não sabem como traduzir semelhante palavra, o primeiro teste de Felipe Massa com um carro da equipe.

Será no dia 12, próxima segunda-feira, pois, na pista particular de Fiorano. Massa vai andar com a F2007 calçada com pneus da GP2. Tudo porque os testes com o carro atual, bem como os pneus slick, são proibidos por regulamento.

Autor: Victor - Categoria(s): F1 Tags: , , , ,
30/09/2009 - 12:55

Alonso e o efeito-dominó

SÃO PAULO | Dia corrido, gravação aqui na redação da Paulista em substituição a Gomes, o bocó estava pronto pra falar que a Ferrari ia anunciar Alonso na quinta de manhã no Japão. Aí veio a mudança no roteiro.

Três anos de contrato, diz a Ferrari, embora essa coisa de validade de acordo cada vez menos vale. Vide o próprio Kimi, que se contradisse na própria declaração. Fala em acordo consensual, mas se diz “muito triste” pela saída, que vai guardar muitas memórias, o título, o esqui em Maranello, a aventura no rali. Denota que foi enxotado, coitado.

Alonso vira o 16º piloto da história a ter fechado com McLaren e Ferrari. Kimi está nesta lista.

A verdade é que a vida de Massa está oficialmente complicada. O estilo de Alonso se assemelha ao de Schumacher no que diz respeito a querer ser centro das atenções da equipe, “dono do time”, como mencionou Nelson Piquet na parte da entrevista que não foi ao ar domingo. E, pelo que tem feito nas últimas temporadas, Felipe não merece definitivamente ser relegado ao status de segundo piloto.

Indo Kimi para a McLaren, as duas principais equipes da F1 terão duplas fortíssimas. A Brawn com Jenson Button e Rubens Barrichello ou Nico Rosberg, provavelmente este, também não é de se jogar fora. A Red Bull, mantendo Sebastian Vettel e Mark Webber, vem forte. Mal acabou o bom campeonato de 2009, o 2010 começa a se desenhar extremamente interessante.

Autor: Victor - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , ,
27/09/2009 - 17:56

Um pra lá, dois pra cá

SÃO PAULO | A Ferrari, que antes não tinha pressa para anunciar pilotos, baseada na recuperação de Massa, mudou de ideia. Coisas da vida. Quer o quanto antes desvelar ao mundo o que já é certo e sabido há um tempão, que é a chegada de Alonso.

O quanto antes engloba esta semana. A pendenga se encontra em o que fazer com Raikkonen, isto é, como negociar seu ano restante de contrato de forma amigável — já que dificilmente será rentável dada a multa por rescisão. All in all, reuniões importantes vão culminar em sua saída. E Alonso poderia, então, ser anunciado antes do GP do Japão.

Raikkonen deve voltar para a McLaren, que obviamente não acha que trocar um finlandês por outro seja seis por meia dúzia. Kovalainen é bem meia-boca; Kimi, vá lá, é campeão, e a McLaren vai precisar de uma dupla forte para o embate contra Massa e Alonso.

A vaga que se abre na Renault, se esta não empacotar as malas, vai ficar com Kubica. Grosjean é dúvida. É fracote. Di Grassi tem, sim, chances. Ao pobre Kovalainen vai restar a mão dada a Nakajima no limbo. Se bem que sempre tem um sapato velho para um pé cansado.

Autor: Victor - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , ,
03/09/2009 - 10:23

O escolhido e a história de Fisichella

SÃO PAULO | Não deu tempo nem para brincar de apostas nos últimos minutos. Giancarlo Fisichella é o substituto de Luca Badoer e de Felipe Massa na Ferrari.

Fisichella, enfim, tem o que contar.

Porque Fisichella, quando estreou lá em 1996 pela Minardi, era só mais um no grid. Minardi é Minardi, como diria o outro, e só serve como rito de passagem. Aí pulou para a Jordan, nos tempos em que o carro amarelo incomodava as grandes Williams e Ferrari. Uma lindíssima corrida no velho Hockenheim, e Fisichella surgia para o mundo como futuro postulante ao título.

Tanto que em 1998, Flavio Briatore o levou para a Benetton dos motores Playlife. Ali sucumbiu.

Quatro anos sem vencer, e o pacová do magnata italiano, cuja reputação já tem sido devidamente atacada nos últimos tempos, dispensou-o. Fisico voltou para a Jordan quando esta já se encontrava em seus últimos dias. Andando atrás, o italiano ainda conseguiu uma vitória, aquela de 2003 no Brasil, que só lhe deram dias depois.

E lembro bem de todo esse episódio porque foi meu começo na profissão.

Fisichella experimentava outra equipe em 2004, a Sauber, tendo Felipe Massa como seu companheiro. Em 2005, lá ia o italiano unir laços com Briatore, agora como Renault. Ganhou na estreia na Austrália, mas como Alonso é quem apitava, Fisico foi um mero cumpridor de tarefas. A bem da verdade, também não colaborou. Ficou três temporadas até dar o salto para a Force India.

E só apareceu no time indiano que é continuidade da Jordan na corrida passada, na Bélgica. Uma atuação digna de aplausos, talvez a maior de um piloto neste ano, chamou a atenção da Ferrari justamente quando esta se via sem seu piloto principal, o Massa que um dia foi parceiro de Fisico, e teve de ver um Badoer insípido e insosso chegando em último com o carro vermelho.

Fisichella ressuscita para a F1 aos 36 anos. E tem cinco corridas para terminar a carreira no auge. Linda história.  

Autor: Victor - Categoria(s): F1 Tags: , , , , ,
01/09/2009 - 16:07

Parlatório

SÃO PAULO | Fernando Alonso já se descartou, e a Renault também não pretende liberá-lo. Vijay Mallya garante que Giancarlo Fisichella segue na Force India. Mario Theissen e sua BMW falida negam os boatos sobre uma saída de Robert Kubica. Nelsinho Piquet, co-protagonista da história de Cingapura-2008, dizem, intensificou os treinos físicos nos últimos dias. Marc Gené aguarda caladinho. Sébastien Bourdais nem é lembrado. E Luca Badoer torce para continuar e acha um acinte, um absurdo, uma pantomima, ser trocado logo agora.

Enfim, quem é que vai pilotar o carro 3 da Ferrari em Monza, no próximo GP da Itália? Comentai.

Autor: Victor - Categoria(s): F1, Parlatório, Sem categoria Tags: , , , ,
22/08/2009 - 16:28

O cavalo de Troia da Ferrari

SÃO PAULO | Cinco anos atrás, o mesmo Flavio Briatore que há alguns dias livrou-se de Nelsinho Piquet após uma série de contratempos, brigas, picuinhas, e farto do desempenho tacanho do brasileiro, resolvera dar uma bica nos fundilhos de Jarno Trulli, que vinha em temporada melhor do que Fernando Alonso e repentinamente, em suas últimas provas pela Renault, apresentou-se de forma irreconhecível. Em ato notório de proteção ao espanhol, a segunda vaga ficou aberta, e Briatore pegou Jacques Villeneuve.

Villeneuve havia sido defenestrado da BAR, time que ajudou a erguer com Craig Pollock, mas onde já não apitava mais depois da chegada de David Richards. O canadense, cujas credenciais de campeão falavam por si só, não andava em um carro de F1 tinha exatamente um ano. Foi à China. E sofreu.

Em 24 de setembro de 2004, Villeneuve fez dois treinos livres. Tomou 0s3 em ambos de Alonso. No dia seguinte, chegou até a ser melhor que o espanhol na terceira sessão, mas voltou a ficar atrás na quarta, 0s7. Nas duas classificações, empate, mas Alonso largou em sexto e Villeneuve, em 12º.

Villeneuve alegou à época que estava fora de forma. Queixou-se de dores e disse que os carros haviam evoluído tanto que estava difícil se acostumar com a tocada. Não à toa passou em branco nas três provas finais, sem pontuar. Chegou a dizer Peter Sauber, que o contratou para 2005: “É normal que um piloto de F1, após um ano de ausência e em uma nova equipe, precise de alguns quilômetros em teste e em corridas para entrar em forma.”

Luca Badoer conhece o modus operandi e os carros da Ferrari há 11 anos. Há dez meses não andava nos modelos italianos e desde 1999 não participava de uma corrida de F1. A Ferrari, que estufou o peito ao saber que Michael Schumacher substituiria Felipe Massa, perdeu-se ao se deparar com a desistência do alemão. E num lavar de mãos, resolveu “recompensar” Luca Badoer.

Entre Badoer e Marc Gené, o outro piloto de testes, estava óbvio que Gené aparecia com mais credenciais. Até porque correria em seu país. E porque estaria afastado havia menos tempo que Badoer, já que Gené competiu em algumas provas no meio desta década pela Williams.

A Ferrari deu de ombros para uma história nem tão distante, a de Villeneuve, talvez no afã de anunciar alguém para a vaga-tampão, e tinha pelo menos duas opções que poderiam trazer resultados mais eficazes, Sébastien Bourdais, enxotado pela Toro Rosso, e Piquet. Preferiu Badoer, a antítese da expectativa que se tinha para ver o retorno de Schumacher. Em termos mais vulgares e populares, a impotência que não se resolve com Viagra.

Badoer foi, então, para a pista, que não conhecia, sem preparo, excedendo quatro vezes o limite de velocidade nos pits. Descartados os treinos livres, o piloto terminou a 1s5 do segundo pior tempo da classificação, a do novato Jaime Alguersuari. Badoer alegou que trata a corrida como um teste, e ao que parece, a Ferrari foi conivente com a desculpa.

A Toro Rosso, de história recente e performance fraca em 2010, até pode se dar ao luxo de trocar um piloto por um novato que nunca havia treinado com um carro de F1 e, no caso de fracasso, apontar seu noviciado como razão. A Ferrari não pode e não tem de se sujeitar a isso. A Ferrari pôs um carro na última posição do grid não por punição, quebra ou qualquer falha mecânica. A Ferrari é que é a falha. E já não é de hoje que a Ferrari falha, e os problemas no campeonato de 2008 com Massa servem suficientemente de resposta.

A Ferrari, ao promover Badoer, deu-lhe um presente de grego, um cavalo de Troia vermelho que não vai conseguir comandar neste retorno à F1. Para a equipe, o resultado da imagem abalada e do erro histórico são semelhantes à destruição da cidade.  

Autor: Victor - Categoria(s): F1 Tags: , , , , , , ,
19/08/2009 - 13:20

Ferrari vale mais

SÃO PAULO | A revista inglesa SportsPro divulgou em sua mais recente edição as marcas mais ricas do mercado esportivo mundial. E chama atenção um detalhe: a Ferrari está acima da F1.

Na lista, a Ferrari, junto ao grupo Fiat, aparece na sétima colocação, com um valor estimado em US$ 1,55 bilhão. A F1 surge apenas em nono, com US$ 1,45 bilhão. Acima das duas está a Nascar, em quarto (US$ 1,9 bilhão).

No top-100, estão inclusas a McLaren (US$ 580 milhões, 61º lugar), o GP de Mônaco (US$ 520 milhões, 69º lugar), a Hendrick, da Nascar (US$ 335 milhões, 93º lugar) e a MotoGP (US$ 330 milhões, 96º lugar).

Não duvidaria Luca di Montezemolo viajar para Londres só para esfregar a revista na cara de Max Mosley.

Autor: Victor - Categoria(s): F1 Tags: , , ,
29/07/2009 - 17:53

Destino de uma década

SÃO PAULO | Em 25 de julho de 1999, Mika Salo substituiu Schumacher na Ferrari, disputando o GP da Áustria, o primeiro após o acidente do alemão na Inglaterra, em que fraturou a perna.

Em 25 de julho de 2009, Massa sofreu acidente durante o treino classificatório do GP da Hungria. E será substituído por Schumi.

É.

Autor: Victor - Categoria(s): F1 Tags: , , , ,
29/07/2009 - 16:50

Ferrari, a conservadora

SÃO PAULO | A opção de retirar Michael Schumacher da aposentadoria mostra, de certa forma, que a Ferrari é uma equipe conservadora quando se trata de pilotos, pelo menos desde o ano 2000. A equipe italiana, tirando Force India e Brawn, que entraram na F1 em 2008 e 2009, respectivamente, é a que menos promove trocas nos cockpits. As velhas rivais Williams e McLaren estão no outro extremo desta lista. Veja:

Brawn: 2 pilotos: Button (2009), Barrichello (2009).

Force India: 2 pilotos: Fisichella (2008 – 2009), Sutil (2008 – 2009).

Ferrari: 4 pilotos: M Schumacher (2000 – 2006, 2009), Barrichello (2000 – 2005), Massa (2006 – 2009) e Raikkonen (2007 – 2009).

BMW: 4 pilotos: Villeneuve (2006), Heidfeld (2006 – 2009), Kubica (2006 – 2009), Vettel (2006).

Red Bull: 6 pilotos: Liuzzi (2005), Klien (2005 – 2006), Coulthard (2005 - 2008),  Doornbos (2006), Webber (2007 – 2009), Vettel (2009).

Toro Rosso: 6 pilotos: Liuzzi (2006 – 2007), Speed (2006 – 2007), Vettel (2007 – 2008), Bourdais (2008 – 2009), Buemi (2009), Alguersuari (2009).

Renault: 7 pilotos: Button (2002), Trulli (2002 – 2004), Alonso (2004 – 2006, 2008 – 2009), Villeneuve (2004), Fisichella (2005 – 2006), Kovalainen (2007), Piquet (2008 – 2009).

Toyota: 8 pilotos: McNish (2002), Salo (2002), Da Matta (2003 – 2004), Panis (2003 – 2005), Zonta (2004), Trulli (2004  – 2009), R Schumacher (2005 – 2007), Glock (2008 – 2009).

McLaren: 9 pilotos: Hakkinen (2000 -  2001), Coulthard (2000 – 2004), Raikkonen (2002 – 2006), Montoya (2005 – 2006), Wurz (2005), De la Rosa (2005), Alonso (2007), Hamilton (2007 – 2009) e Kovalainen (2008 – 2009).

Williams: 10 pilotos: Button (2000), R Schumacher (2000 – 2004), Montoya (2001 – 2004), Gené (2003, 2004), Pizzonia (2004, 2005), Heidfeld (2005), Webber (2005 – 2006), Wurz (2006, 2007), Rosberg (2006 – 2009), Nakajima (2008 – 2009).

Autor: Victor - Categoria(s): F1 Tags: , , ,
Voltar ao topo