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	<title>Blog Victal &#187; Bernie Ecclestone</title>
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	<description>Victor Martins</description>
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		<title>O homem das pistas sem vida</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 14:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://colunistas.ig.com.br/victormartins/files/2009/10/Tilke.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-876" src="http://colunistas.ig.com.br/victormartins/files/2009/10/Tilke.jpg" alt="Tilke" width="420" height="300" /></a>SÃO PAULO</strong> | Um belo dia em 1984, Hermann Tilke, que teve passagens breves pelo automobilismo, resolveu que deveria ter uma empresa em seu nome em prol do esporte onde não teve sucesso como piloto. Colocou o nome sugestivo de Tilke Engineering e escreveu no currículo e nos classificados da época que se especializaria em obras em que pudesse unir seu expertise em arquitetura, engenharia civil e eletrônica. Começou pelas beiradas e chamou atenção por construir uma estrada para levar os fãs ao periférico autódromo de Nürburgring. Chamou atenção, na verdade, de Bernie Ecclestone, isso já lá no meio dos anos 90.</p>
<p>Aí Bernie convidou Tilke para uma conversinha, e dela saiu um acordo, meio que em tom experimental, para que o arquiteto revitalizasse o velho autódromo da Áustria, o Österrichring. As longas e lindas curvas e retas foram reduzidas a uma pista de pouco mais de 4 km. Bernie adorou, oh!, e a recompensa de incluir o que passaram a chamar de Zeltweg no calendário da F1 a partir de 1997 funcionou como trampolim para a carreira de Tilke.</p>
<p>A sanha financeira de Bernie, seu &#8220;Go-East&#8221;, encontrou seu braço direito. A Malásia apareceu na vida do manda-chuva da F1, e lá foi Tilke conceber Sepang. A China achou magnífico, &#8220;quelemos colida&#8221;, e aí Tilke foi lá agradá-los usando um logograma do alfabeto local como base para o circuito que nasceu em Xangai. Os árabes tinham de enfiar seu dinheiro na F1, Bernie um dia pensou, e aí foi no inóspito Bahrein que Tilke fez um circuito no deserto.  </p>
<p>Os tilkódromos já delineavam suas características: retas longas e freadas bruscas. Era uma ou outra curva ali que trazia emoção e alta velocidade. Os autódromos em si eram mais bonitos pela forma do que pelo conteúdo, obras parnasianas do automobilismo.</p>
<p>Daí mostraram para Tilke um projeto em Kurtkoy, uma cidade contígua a Istambul, cheia de aclives, para mais uma praça que deveria receber a F1. Iluminado, fez uma pista que agradou todo mundo. A tal curva 8, de quatro pernas, foi comparada à Eau Rouge belga quando feita com carros com os motores V10 e V12. Ao arquiteto, finalmente, tiraram o chapéu de forma unânime.  </p>
<p>Outros começaram a ver no arquiteto a única solução do esporte a motor e deram-lhe o desafio de desenhar pistas de rua. Os chineses o chamaram para bolar o traçado de Pequim. Uau!, e Tilke virava também um ótimo rabiscador urbano. Bernie deu Cingapura e Valência em sua mão, enquanto a Indonésia pediu que se encarregasse de fazer um circuito na capital Jacarta. Neste espaço de tempo, entre 2006 e 2008, Tilke também foi o responsável pelo autódromo de Bucareste, na Romênia.</p>
<p>Hoje, qualquer um que pense em erguer uma praça onde ronquem motos ou carros, tem de pensar em Tilke. A Cidade do Cabo, na África do Sul da Copa do Mundo, a Coreia que vai receber a F1 no ano que vem, a Rússia que não quer ficar de fora e vai fazer uma pista para ter a MotoGP e depois a F1, até o Cazaquistão e a Venezuela, e a Índia.</p>
<p>E Tilke fez Abu Dhabi. O dinheiro dos Emirados Árabes é imenso, como se nota. Dubai há muito tempo deixou de ser um polo petrolífero para se transformar talvez na maior cidade que vive de turismo no mundo. É espetacular. Abu, como capital do país, começa a seguir os mesmos passos. O complexo do circuito à beira da marina construída neste ano é um primor, uma excelência. O único pecado é justamente o que deveria ser mais importante, a pista. É a pior que Tilke fez em todos estes anos como o único homem que o mundo considera para tal atividade. É uma expressão máxima e extremista de sua preferência, a de botar o motor ao máximo e usar o freio para reduzir quatro ou cinco marchas violentamente.</p>
<p>Os dois dias de treinos da F1 lá, no crepúsculo dos dias, são mais válidos pelo cenário. Bastou reparar na preocupação que a direção de TV teve em mostrar os barcos e a tal marina, o sol se pondo, os ricos empresários árabes com seus alvos turbantes, o parque da Ferrari, o latifúndio de areia ali perto e o hotel com cobertura colorida. Os carros na pista, também porque a corrida em si pouco vale, eram quase mera consequência de um acordo que movimentou bilhões.</p>
<p>Então o novo automobilismo vai se tornando algo insosso, resultado de uma cabeça que um dia Bernie achou brilhante. Não é nenhum pouco à toa que os fãs fazem apologia a Spa, acharam um absurdo a mutilação de Hockenheim — que resedenhou aquela titica diminuta —, adoram até mesmo à atual configuração de Interlagos e se empolgam com as corridas e decisões daqui. Estas pistas todas aí, tirando a da Turquia e, passando na recuperação Sepang, não têm personalidade.  As pistas novas não têm vida, e logo hão de se transformar em elefantes brancos quando der o estalo em alguém ou quando Bernie vir a deixar este brinquedo todo.</p>
<p>Aquele belo dia em 1984, ao fim e ao cabo, não foi tão belo assim.</p>
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		<title>Medalhas às favas</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 16:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Bernie Ecclestone]]></category>
		<category><![CDATA[Jenson Button]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema de vitórias]]></category>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#124; Barrichello chegou hoje à segunda vitória e empatou com Vettel no número de conquistas na temporada. Button tem seis. Faltam quatro provas para o fim da temporada.
Ou seja: se aquele sistema de Bernie Ecclestone, que queria definir o campeão por vitórias, estivesse em vigor, Button poderia ser campeão em Cingapura. Bastava vencer ou torcer contra o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SÃO PAULO</strong> | Barrichello chegou hoje à segunda vitória e empatou com Vettel no número de conquistas na temporada. Button tem seis. Faltam quatro provas para o fim da temporada.</p>
<p>Ou seja: se aquele sistema de Bernie Ecclestone, que queria definir o campeão por vitórias, estivesse em vigor, Button poderia ser campeão em Cingapura. Bastava vencer ou torcer contra o companheiro e o fraldinha alemão.</p>
<p>Bernie bocó.</p>
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		<title>O suicídio de Bernie</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 18:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor</dc:creator>
				<category><![CDATA[F1]]></category>
		<category><![CDATA[Adolf Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Bernie Ecclestone]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#124; Só fui ligar o computador agora há pouco para ver o que acontecia no mundo. Vi a manchete do Grande Prêmio. Bem, gosto não se discute, já diria o outro. Cada um tem as preferências, tendências, paixões e ídolos que bem convier, e cabe a nós, naquele velho discurso moralista e correto, respeitar. Mas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SÃO PAULO</strong> | Só fui ligar o computador agora há pouco para ver o que acontecia no mundo. Vi a manchete do <em>Grande Prêmio</em>. Bem, gosto não se discute, já diria o outro. Cada um tem as preferências, tendências, paixões e ídolos que bem convier, e cabe a nós, naquele velho discurso moralista e correto, respeitar. Mas a declaração de Bernie Ecclestone ao <em>The Times</em> beira o absurdo e a insanidade, de que Adolf Hitler fazia as coisas acontecerem e que muitas de suas ações podem ter sido tomadas por ter sido induzido a elas, alinhando-se com a postura do ditador.</p>
<p>Qualquer que seja a defesa ou a apologia que se faça a um dos maiores carrascos da História contemporânea tem de ser execrada. Mais: tinha de ser passível de punição. Uma figura como o dono da mais importante categoria de automobilismo mundial não podia se prestar a apoiar nenhuma das atitudes de alguém que não tinha respeito pelo outro por sua procedência ou cor nem para se utilizar de uma metáfora, que todos sabemos bem: o poder concentrado nas mãos de uma pessoa.</p>
<p>Os ideais de Ecclestone, com isso, ficam bem claros: manda e desmanda a seu bel-prazer, seja a consequência que tiver. Não é simplesmente imaginar que tudo tenha que ser do seu jeito. É ser dessa forma e passar por cima de quem o atrapalhar. É de se analisar profundamente o que este sujeito fez para chegar no posto que ocupa, com quem ele se aliou e quem ele eliminou, na forma mais branda que isso expresse.</p>
<p>Bernie, hoje, seguiu Hitler, mesmo. Bernie cometeu seu suicídio. Ou ao menos morreu para muita gente.</p>
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		<title>Parlatório</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 15:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#124; E a Renault foi para o grupinho das birrentas e falou que não brinca mais se não puder gastar o dinheiro que quiser e/ou se a regra não for a mesma para todas. Agora são cinco equipes que ameaçam não entrar no campeonato do ano que vem. Toyota, Red Bull, Toro Rosso e Ferrari.
Bernie [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SÃO PAULO</strong> | E a Renault foi para o grupinho das birrentas e falou que não brinca mais se não puder gastar o dinheiro que quiser e/ou se a regra não for a mesma para todas. Agora são cinco equipes que ameaçam não entrar no campeonato do ano que vem. Toyota, Red Bull, Toro Rosso e Ferrari.</p>
<p>Bernie Ecclestone já soltou um &#8220;calma, calma&#8221;. Faltou só completar, à Chapolin, para que &#8220;não priemos cânico&#8221;. E, de fato, é o que os fãs da F1 devem fazer. Ou alguém imagina que Bernie vai deixar a Ferrari sair para que a USGPEFGHIJKL entre? Que a maior vendedora de carros do mundo, a Toyota, dê lugar à Epsilon Euskadi? Que a irreverência e o projeto sério da Red Bull seja trocada pela Addax?</p>
<p>A questão é saber quando essa ceninha terá final. Para mim, não vai demorar mais do que duas semanas.</p>
<p>E os caros internautas, o que acham? Qual é o prazo para todo esse <em>mis-en-scene</em> ter fim?</p>
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		<title>Siamo nella merda</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 18:33:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor</dc:creator>
				<category><![CDATA[F1]]></category>
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		<category><![CDATA[Ferrari]]></category>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; A Ferrari soltou um comunicado há pouco. Não oficializava Felipe Massa como novo pai em novembro, mas disse que vai reunir sua cúpula para avaliar o que foi até agora 2009 e o futuro da F1.
É claro que Luca di Montezemolo vai comer o toco de todos pelas cinco corridas pífias da equipe na temporada. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; A Ferrari soltou um comunicado há pouco. Não oficializava Felipe Massa como novo pai em novembro, mas disse que vai reunir sua cúpula para avaliar o que foi até agora 2009 e o futuro da F1.</p>
<p>É claro que Luca di Montezemolo vai comer o toco de todos pelas cinco corridas pífias da equipe na temporada. &#8220;Siamo nella merda&#8221;, ele dirá, e se Kimi Raikkonen for convidado, lá estará tomando sorvete. A questão é o que será da categoria.</p>
<p>A Toyota e a Red Bull (e a Toro Rosso, portanto) já mostraram que podem tirar o time das pistas porque não aceitam o tal teto orçamentário e uma F1 com algo que vale para uma e não vale para outra. A F1 é cara, mas quem entra na brincadeira sabe muito bem de todas as consequências que sofre. Não aguenta, sai e vai beber leite. Não sou muito a favor, mas se quiserem conter custos, que padronizem determinados materiais. Impor um auditor, tipo daqueles da Ernest &amp; Young, que ficam de mão para trás esperando o cupom do sorteio do Caminhão do Faustão, é mais uma das pérolas produzidas neste ano.</p>
<p>Depois da reunião dos engravatados, é bem provável que a Ferrari emita outra nota e fale que assim não brinca mais. Aí Bernie Ecclestone manda Max Mosley às favas junto com a regra. E Mosley, o senhor da F1-que-sabe-sobreviver-sem-a-Ferrari, vai ver a pressão em cima de novo, ver que já não apita mais como antes e pensar. &#8220;I&#8217;m in the shit&#8221;.  </p>
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