A filosofia Ale Rocha
SÃO PAULO | Não conheço Ale Rocha. Quer dizer, conheço. É daquelas pessoas que, por conta dessa loucura que o mundo virtual se tornou, torna-se próximo e imprescindível por acompanhar seu trabalho. Quando aquele Didi Mocó (bocó?) fala “ô da Poltrona”, remete-se a ele. Poltrona.TV.
Ale é um colega jornalista que passei a acompanhar por conta do amigo Rodrigo Borges. Que, vez ou outra, menciona em seus espaços, no blog e no Twitter, os problemas decorrentes de sua “doença rara, crônica, sem cura e potencialmente fatal”. Rocha tem uma hipertensão pulmonar primária e necessita de um transplante. Enquanto não chega, vai afetando os demais órgãos vitais.
Minutos atrás, li alguns posts de Ale dizendo que seu “coração, que já era combalido, perdeu enorme capacidade de bombear sangue” e que “o caminho natural é a falência do coração”. Ale completa a mensagem limitada de 140 caracteres dizendo que “não tô abalado, não. Sigo a vida”.
Sei da luta de Ale já tem alguns anos. Quem vir o @AleRocha vai saber. Também não vou me apronfundar muito aqui. O que importa é que ele segue em frente, como também disse, porque é “adepto da filosofia Rocky Balboa”. Rocha faz jus ao sobrenome. Não esmorece. É duro na queda. Aliás, não tem queda com ele. Não levanta porque não cai. Sacode só a poeirinha e está sempre por cima.
E sei que ele não vai gostar disso — coisas desse mundo virtual. Se ele vier me xingar, tudo bem. Eu sou adepto da filosofia Ale Rocha.
Autor: Victor - Categoria(s): Ídolos Tags: Alê Rocha, Ídolos