Gauche et droite
SÃO PAULO | A revista AutoHebdo informou em sua mais recente edição que Kamui Kobayashi está bem perto de assinar contrato com a Renault, para então formar a dupla KOB-KUB.
Kobayashi seria o auxílio primordial para a equipe e para o emprego de Kubica porque levaria o patrocínio da Panasonic e da KDDI, da área de telecomunicações.
A revista Forbes trouxe uma entrevista de Carlos Ghosn, presidente da Renault. Perguntado se a F1 ainda era importante para o time francês, o dirigente brasileiro foi enfático. “Não acho que seja importante pra ninguém”. Imbuído do espírito de salvação do mundo por carros ecologicamente corretos, Ghosn completou que a saída de três montadoras — Honda, BMW e Toyota — “significa que tem uma série de questões que precisamos resolver”.
É o maniqueísmo da vida da Renault, que não sabe se vai ou se fica, se pega o caminho da esquerda ou da direita, se acha mais feio ficar e passar vergonha ou passar vergonha por não ficar.
Autor: Victor - Categoria(s): F1 Tags: Carlos Ghosn, direita, esquerda, Kamui Kobayashi, Renault, Robert Kubica
todos voces que escreveram até agora só falaram balelas, voces não sabem nada de nada seus burocratazinhos mauricinhos metidos a sebar alguma coisa…
é a democracia. todos têm direito a ter e emitir opinião. inclusive desse tipo.
“não compro um carro renault” , esse é meu lema, esse Carlos é um pulha, não pensa em outra coisa se não dinheiro, então que se ferrem
Esses executivos de grandes montadores (Renault e demais) são uns tremendos caras de pau!
Vem agora com essa desculpinha de ecologicamente corretos para sair da F1. Estão queimando a cabeça fazem meses para arranjar a melhor desculpe.
Baita cara de pau! Esses caras pensam é na grana pura e simples, se a F1 está dando retorno permacem senão saem. Simples assim.
Se a Renault tivesse ganhando corridas e campeonatos queria ver esses executivos terem coragem de tirar o time de campo alegando serem ecológicos.
Abraços a todos.
Vou escrever o que já disse no blog do Gomes: faz sentido econômico e mercadológico p/ a Renault sair da F1. A categoria está desmoralizada (e um dos maiores escândalos envolveu o nome da Renault) e a o problema da poluição é real, tem que ser enfrentado, bater o pezinho e lembrar o passado não adianta. Quem compra um carro menos poluente não quer que parte dessa $ vá p/ o financiamento de uma equipe numa categoria sob suspeita e altamente antiecológica.
Parabéns ao Luiz Eduardo pelo comentário ponderado, contudo sem deixar de demonstrar paixão pelas corridas. A essência foi, é e sempre será um homem tentando vencer o outro, conduzindo uma montaria, antes animal, hoje mecânica. O resto é detalhe, refletindo as características de sua época. A F1 já teve Enzo, Chapman, Brabham… Hoje vive de executivos anônimos, que geralmente só aparecem para más notícias, mas a essência está lá, nas baratas de arrepiar, com um punhado de caras dispostos a acelerar.