Despedida
É dia de despedida. Não porque vou de viagem – às minhas viagens vocês sempre são convidados – mas porque a coluna “Viagens” acaba hoje.
Um ano e alguns meses atrás recebi uma honra que poucos estrangeiros têm: a oportunidade de escrever para o público brasileiro, em português, no momento que Brasil estava começando a se tornar um poder mundial. O turismo, claro, não é um desses temas centrais ao futuro de um país em transformação, como a economia, o meio-ambiente, ou a luta contra a corrupção. Mas faz parte da educação de um povo, e também vira um tipo de diplomacia popular: mudando como o brasileiro enxerga o mundo e como o mundo enxerga o brasileiro. Quem viaja, quanto viaja, e como, importam muito. A viagem, como diz um dos viajantes que mais admiro, o Rick Steves, é um ato político.
Deixar um gringo escrever uma coluna foi uma decisão corajosa dos editores do iG, e pela qual fui criticado várias vezes pelos leitores. Estou muito agradecido pela confiança. A escolha de terminar a coluna não foi minha, mas quem passa a metade do ano na estrada aprende a ser flexível, e fico muito feliz por ter tido a oportunidade.
Confissão: de algumas coisas não vou sentir falta nenhuma. As noites em claro tentando escrever em um idioma estrangeiro, por exemplo, ou a depressão temporária que sempre me deu quando recebia a versão editada com as (muitas) correções de gramática feitas pacientemente pelos editores. Mas tudo valeu a pena quando saía a coluna e via os comentários dos leitores, e a repercussão que causavam no Facebook e no Twitter.
Nesses comentários, reconheci a mesma paixão, emoção, humor e carinho que valorizo tanto em meus amigos e colegas brasileiros e que são tão diferentes das reações do público norte-americano quando escrevo para ele. Muitos brasileiros também escreveram para reclamar, sobretudo quando escrevia algo sobre o Brasil. E reclamaram muito: quem lembra da coluna “Como ser brasileiro, mas não demais, no exterior”? Alunos de sociologia: acho que os mais de mil comentários dariam um bom tema de tese sobre a identidade brasileira no século 21. Quem topa?
Como ficar em contato comigo?
1) Me seguir no Twitter em português, @tuitesdo7.
2) Me seguir no Facebook. com o nome Seth Kugel. DETALHE: Por favor “assine” a página em vez de pedir “amizade”. Chame-me antiquado, mas amigos para mim são aqueles que conheço pessoalmente.
3) Me conhecer pessoalmente no Rio, no Seminário Viajosfera, organizado pelo blogueiro Ricardo Freire, no final de setembro.
4) Para os que gostam de ler em inglês, minha coluna no New York Times, “The Frugal Traveler”, que sai todas as terças-feiras à tarde. (Também tem um Twitter, @frugaltraveler, e uma página no Facebook.)
5) Ou, para quem não usa Twitter ou Facebook, não gosta ler em inglês, nem vai pro Rio – ou qualquer outra pessoa que queira me contatar diretamente – aí está meu e.mail: seth@sethkugel.com.
O que escrever na última coluna é uma decisão difícil. Mais fácil é o que não escrever: uma lista dos meus lugares favoritos no mundo. Qual é o melhor restaurante de Paris, por exemplo, qual resort do Caribe chama mais minha atenção, qual linha aérea oferece os melhores vinhos ou qual rodoviária do Brasil tem os taxistas mais chatos? Essas dicas você pode encontrar em muitos outros lugares. (Bom, talvez não a dos taxistas chatos, assim que vou fazer uma exceção: é Porto Velho, Rondônia.)
É que, quem depender do meu gosto sobre as coisas finas da viagem, sempre estará perdido. Prefiro um brigadeiro de vendedor de rua ao melhor crème brûlée do restaurante mais clássico da França. Eu mal sei distinguir entre vinho tinto e branco e não conheço quase nenhum resort do Caribe, porque não aceito viagens pagas nem qualquer tipo de “jabá” e, por isso, nunca fico em lugares de luxo.
O que sempre tentei oferecer foi uma filosofia de viagem. Assim que vou tentar resumir aqui os elementos que para mim compõem uma “boa” viagem. Nem seis nem oito, claro, só pode ser Seth Fundamentos da Viagem. Duvido que exista o leitor que concorde com todos; assim que suas sugestões, reclamações e emendas serão bem-vindas, uma última vez, nos “comentários”, lá embaixo.
1-Descobrimento
A existência de mil guias tipo “Lonely Planet” e mil sites como Trip Advisor já nos permitem planejar cada detalhe de nossas viagens. Que chato. Há 15 anos, os guias só serviam para o básico, o viajante tinha que descobrir o resto sozinho, andando, olhando, perguntando. Mas ainda dá para voltar para esse tempo. Pelo menos por um ou dois dias da sua viagem, abandone os guias e explore. Levo na mala agora uma guia “Rough Guides – Escandinávia” comigo (estou na Suécia), mas juro que nem o abri depois de pousar no aeroporto da Dinamarca, seis semanas atrás.
Na semana passada, em Kalmar, Suécia, uma sueca me aconselhou a experimentar o café e o bolo de um lugar que se chama Kullzenska Cafeet. Nossa, que charme: no segundo andar de uma casa do século 19, uma fila enorme de suecos esperava para escolher entre tortas de ruibarbo com framboesa ou amora com pera, ainda quentes do forno, e sentar em cadeiras velhas de madeira. “Que descobrimento!”, pensei. Adorei tanto (a torta de ruibarbo) que voltei no dia seguinte (para prova a torta de amora). Acabo de tirar o “Rough Guide” da mala, e sabe o quê? Está recomendado. Mas o que importa? Descobrir os lugares já descobertos conta – isso se sabe desde as viagens de Cristóvão Colombo.
2-Desconforto
Viagem boa é viagem desconfortável. Não, você não precisa dormir em tenda, nem andar de ônibus público de terceira classe pelas montanhas da Bolívia (ainda que recomende as duas coisas). O desconforto de sair da rotina de hotel internacional, restaurante estrelado, bairro chique é vital à viagem. É social. Em um país que você não fala o idioma, entre em uma cafeteria popular que não permite entender onde começa a fila, nem o que tem nos pratos oferecidos, e pergunte. Com sinais, se for preciso.
Experimente novas atividades: andar de caiaque, visitar um museu de arte contemporânea, assistir um leilão sueco (o que acabo de fazer domingo). E, o mais importante: conversar com desconhecidos em qualquer momento. É só sorrir e fazer uma pergunta, ainda que já saiba a resposta. (“Como chegar ao centro da cidade?”, “Conhece algum restaurante que sirva comida regional?”, “Aqui perto tem uma farmácia?”)
Leia também: Cruzar cidades e lugarejos sem carro pode ser muito mais divertido
3- Flexibilidade
Esteja sempre pronto a abandonar os planos se algo melhor aparecer. Já fiz uma coluna inteira sobre isto, mas lembrei da importância nesta semana. Na ilha de Öland, Suécia, montei minha tenda em uma área de acampamento lotada com centenas de trailers – essas “habitações sobre rodas” que os escandinavos adoram. A ideia era experimentar a vida típica de uma família sueca em férias. Mas duas horas depois, andava de bicicleta a 20 quilômetros dali, pelo vilarejo bonitinho de Resmo, onde passei pelo que parecia um sítio com vários prédios. Em uma placa em sueco só dava para entender a maior palavra: “RUM” (“Quarto disponível”). Alguém tocava piano em um celeiro convertido em capela. Ele explicou que o sítio era uma pequena pousada administrada pelo EFS, uma parte da igreja Sueca.
Entrei para aprender mais e descobri algo fascinante: a pousada não tinha um gerente permanente: cada semana, uma família diferente chega e cuida do lugar. A família da semana passada era um casal, o filho e a nora, e duas netas pequenas, Alma e Elba. O preço de um quarto era 390 kroner (R$ 115). Claro que voltei ao acampamento, levei minhas coisas embora, me instalei na pousada e virei amigo da família inteira. Bom, não imediatamente: a filha Alma, de 5 anos, ficou meio-chateada por eu não conseguir responder as perguntas que ela me fazia em sueco. Mas quando a mãe chegou e explicou que eu só falava inglês, me disse o que imagino ser a única frase em inglês que ela sabe falar “I love you”.
4-Risco
Há vários tipos de risco. Você pode quebrar a perna ou perder R$ 5 mil? Então não faça. Mas, e se o pior perigo for não gostar do prato que pediu? Ou passar uma tarde ruim? Ou perder duas horas porque decidiu desviar por um caminho que parecia interessante, mas não foi? Viajar sem correr esses riscos é pior do que ficar em casa.
Sexta-feira passada fui assistir a um jogo de futebol, o do Kalmar FF contra um time da Irlanda, no estádio de Kalmar. Mas pedi minha entrada. Uma senhora achou, pelo meu inglês, que eu era um dos 50 fãs irlandeses que tinham tomado vários vôos, mais um trem, para vir de Belfast para ver o seu time, e me mandou para a seção dos irlandeses. Uns loucos que não pararam de cantar e gritar palavrões aos árbitros enquanto faziam mais barulho que os 10.000 torcedores do time anfitrião. Foi desconfortável iniciar uma conversa com esses malucos? Foi. Mas nem eram tão malucos como eu pensava. Me convidaram para tomar cervejas com eles depois do jogo, e quatro horas depois ainda estava no bar com meus novos amigos irlandeses que continuavam a celebrar. Detalhe: o time perdeu de 4×0. A celebração era pela viagem.
Mais: Desbrave as dunas de Itaúnas a pé
5- Independência
Tours organizados às vezes são necessários. Difícil andar de safári na África sem um guia, por exemplo. Mas na maioria das viagens, não precisa. Sei que os pacotes são sedutores – tudo planejado, intérpretes prontos, ônibus esperando em cada lugar. Mas um pacote é como uma pizza congelada. Vem pronta, não precisa pensar, só botar no micro-ondas e comer. Com certeza a pizza sairá razoavelmente boa. Mas e se você decidir fazer sua própria pizza, com massa feita em casa, os ingredientes que você quiser (orgânicos? vegetarianos? importados?), tirada do forno no momento certo? Ou sai ótima, ou sai ruim. Quando sai ótima, é mil vezes melhor do que a pizza congelada. E, quando sai ruim, dá para contar a história da sua pizza para todo mundo (“Os problemas começaram quando decidi botar uma gota de chocolate em cima de cada anchova…”) Quem quer ouvir histórias de uma pizza congelada?
6- Criatividade
Não tem dinheiro, nem tempo, para viajar para longe? Viagens podem ser locais. Uma das tendências de viagem hoje é a “staycation”, ou seja, fingir ser turista na sua própria cidade. Ótima ideia para meus amigos paulistanos que já conhecem Londres e Paris, mas nunca exploraram a Zona Norte de São Paulo (e pegar a Marginal Tietê para Guarulhos não vale). Maravilhosa ideia para os meus amigos cariocas que conhecem cada cantinho de San Francisco e Las Vegas, mas nunca entraram em uma das favelas pacificadas do Rio. (Vale até o elevador de Ipanema para Pavão/Pavãozinho e Cantagalo, para os mais preguiçosos.) Ah, e vocês que moram em Manaus, Belém ou Santarém e nunca penduraram a rede num dos barcos populares que andam pela região, estão esperando o quê?
Mais: Como fazer uma viagem de volta ao mundo
7- Humanidade
Fiz um exercício mental recentemente e o resultado me surpreendeu. Pensei em vários destinos que visitei recentemente para ver qual seria a primeira imagem mental que me vem. Em cada lugar era um rosto. Na Albânia, o do dono de um restaurante que me convidou a pescar. Na Turquia: o do rapaz que tocou música tradicional turca na casa da família e me convidou a almoçar. Em Roma, o vendedor de fruta que me deu uma laranja de graça quando soube que eu era de Nova York, para onde a família dele migrou décadas atrás. Em Manaus, a linda dançarina de forró que… humm, acho melhor deixar essa história sem contar. Não é que não aprecio as belezas da natureza, da arte e da arquitetura. Meu computador está cheios dessas imagens. Mas na minha mente, que tem megabytes limitados, se armazenam principalmente as imagens de pessoas.
Para concluir, acho que vale a pena notar como uma viagem pode mudar o rumo da sua vida. Esta coluna foi resultado indireto de uma viagem que fiz em 2004, entrando no Brasil pela primeira vez pela fronteira colombiana, a bordo do barco Fernandes II, com uma rede e uma gramática portuguesa. Essa viagem virou tema da minha primeira matéria de viagens, e, quatro anos depois, mudei para o Brasil para escrever sobre a economia, a política e a cultura do seu país. Dois anos depois, em 2010, quando saí para virar jornalista de viagens para um veiculo norte-americano, tive a ideia de também fazer uma coluna de viagens especialmente para o público brasileiro.
As viagens nem sempre têm consequências tão profundas. Mas se chegam a abrir a mente, causar prazer, fomentar amizades e inculcar a apreciação pela beleza e a diversidade do planeta que compartilhamos, isso já não é suficientemente profundo para valer a pena?
Um abraço para todos, e nos vemos aí pelo mundo.
Relembre algumas colunas clássicas:
- Seth erros edição especial: como ser brasileiro, mas não tanto no exterior
- Toda cidade tem o seu esquilo
- Os piores pacotes de viagem possíveis
- O que os brasileiros me ensinaram sobre Portugal e a realidade
31 comentários | Comentar
Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!







31 @ujgabry 19/07/2012 11:00
Seth,
Gosto do modo que você escreve… essa maneira de escrever deixando parecer que estamos sentados na mesma mesa, batendo um papo e tomando um bom café. Como sempre, esse foi mais um belo momento, pelo menos na minha imaginação. Então só me resta dizer: Obrigado. Obrigado pelo esforço de escrever em português, obrigado por ter aguentado as críticas, obrigado por ter compartilhado um pouco conosco sua visão de mundo. E claro, obrigado por ter feito eu gostar mais ainda de viajar e conhecer o mundo que me cerca…
Abraços
Seth Kugel 19/07/2012 13:29
obrigado Ulisses, também te respondi pelo Twitter. abs
30 Cassia Domingues 19/07/2012 11:29
Sentirei falta de sua Coluna. Obrigada pelas dicas. Beijo e sucesso para voce.
29 William Moreira 19/07/2012 12:04
O sentimento ao ler a coluna de hoje é um tiro no peito. Lamentável o IG acabar com a coluna do SETH, saber que é possívekl viajar sem ficar em resort e hotéis de luxo é magnifico. Sou mochileiro e viajo curtindo cada lugar gastando pouco e ficando mais rico culturalmente do que os que viajam em pacotes com guias e só conhecem os shoopings locais.
Seth não nos deixe sem a sua coluna, crie um blog, um site e nos premie com os seus relatos.
Seth Kugel 19/07/2012 13:18
Olá William, obrigado pelo contato e pelas palavras. Vou usar meu tempo livre para começar a escrever um livro sobre viagens que, espero, terá versão em português. Qualquer outra coisa que publico em português vou avisar pelo FB e Twitter, mas por agora não terá blog. Um abraço.
28 Carol Sachs 19/07/2012 12:50
Hey Seth! Uma pena ler a última coluna, eu gostava muito de acompanhar suas andanças por aí, pelo menos ainda tem o NYT, fico com ele então. Beijo grande e muito super ultra boa sorte!
27 Luciana Palmieri 19/07/2012 12:59
Mais uma coluna espetacular…pena que é a última! Boa sorte nas novas empreitadas e principalmente, desejo mais e melhores viagens! Abraços!
26 Carla 19/07/2012 14:22
Olá Seth,
Faz alguns dias que encontrei por acaso o seu blog e confesso que a princípio acessei por curiosidade… o que será que um norte americano tem a nos dizer sobre viagens e em portuquês??!A primeira matéria que li “A imagem do Brasil no exterior”.A partir dessa foi impossível não querer ir além .Algumas polêmicas rs… em parte eu concordava outras discordava. Então, já não era mais apenas curiosidade pois,como gosto de ler e viajar uni o útil ao agradável.Viajei por aqui mesmo sonhando em algum dia ir aos lugares que me despertaram…ficava imaginando as paisagens, as comídas típicas,lugares exóticos e as pessoas, cada um com sua história de vida particular .Poxa… jamais imaginei que iria ler uma matéria sua com esse título”Despedida”…ainda há tantas perguntas!! Sinceramente, não é comum encontrarmos alquém que queira compartilhar de uma maneira tão única as expêriencias de uma viagem frugal com dicas, conselhos e que o faça de uma maneira que notamos que gosta do que faz.Incrível despertar a vontade em alquém “eu” que não gosta de pizza querer experimentar a melhor pizza do mundo a de Nápolis(de acordo com sua afirmação) e de comer bifes de carne de baleia ,(você descreveu no “Fruga lTraveler”) algo que jamais imaginei em experimentar…
Resumindo tudo o que eu gostaria de falar: quem perdeu foi nós, seus leitores!
Qualquer novidade,por favor, avisa-nos ok?!
Carla.
Seth Kugel 19/07/2012 15:15
Olá Carla – Muito obrigado por tomar o tempo para escrever sua mensagem…adorei. Também adorei escrever para os brasileiros, e espero fazê-lo de novo algum dia. E claro que aviso qualquer novidade…Abraços
25 Carla 19/07/2012 14:36
Em tempo: Erro de digitação : Onde se lê” Fruga l Traveler”, leia-se: “Frugal Traveler”.
24 João Vitor 19/07/2012 14:37
Poxa que pena que acabou a coluna, estava gostando tanto de ler essa coluna, vou continuar acompanhando a coluna do NYT, e pelo FB, abraço.
23 Lu Malheiros 19/07/2012 14:52
Uma pena mesmo a sua coluna acabar! Poderemos continuar acessando as colunas já publicadas ou elas também sairão do ar?
Aguardo a sua palestra no seminário Viajosfera e vou seguir com a leitura das colunas no NYT.
Felicidades, um abraço,
Seth Kugel 19/07/2012 15:15
Lu, obrigado…não sei responder à sua pergunta. Eu também tinha a mesma dúvida. Vou investigar. Abraço.
22 Mari Campos 19/07/2012 15:05
Arrasou, Seth. Vamos sentir MUITO sua falta aqui.
21 Lu Malheiros 19/07/2012 15:29
Quando o Viaje na Viagem saiu da Abril, fizemos uma “operação resgate” dos posts mais úteis já que eles não ficariam disponíveis. Não sou da área de Tecnologia da Informação, mas, se você precisar de ajuda para salvar algum material, basta twittar que tenho certeza que aparece gente para dar o passo-a-passo.
Abraço,
20 Silvia 19/07/2012 17:00
Que triste… Simplesmente a melhor coluna de viagem! Uma perda enorme para o iG.
19 alan 19/07/2012 17:00
Olá Seth, estou muito triste por ter acabado.
Adorava ler sua coluna, agora tenho uma pergunta!
Essas colunas que você publicou anteriormente, oque ira acontecer? Serão apagadas?
Não tem como você arquiva-las em outro local, exemplo (Seu site). Seria muito bacana, pois assim, todo esse seu trabalho não deixaria simplesmente de existir. Um grande abraço, Good luck.
18 Carolina Pereira 19/07/2012 18:19
Olá Seth, estou acompanhando sua coluna aqui há pouco tempo mas gostei muito então vou continuar te seguindo por aí… Facebook e RSS FEED do “Frugal Traveler” assinados…. :)
17 Joao Cesar 19/07/2012 19:53
Oi Seth,
Realmente é uma pena não encontrar mais você aqui nesta coluna. Será uma perda muito grande.
Normalmente, também acompanhava a sua coluna no NYTimes. Porém, talvez por um bairrismo, sempre gostei mais da leitura nesta coluna.
Como mencionou o Ulisses, @ujgabry, tenho a sensação de bate-papo que você passa em seus artigos, que torna o texto além de interessante, gostoso de ler.
Faço coro junto com o Ulisses: muito obrigado, muito obrigado por passar a sua experiencia de uma maneira bem legal, aumentando a nossa vontade de conhecer outros lugares (e até mesmo, os lugares que já conhecemos). ;)
Sucesso em seu livro.
A gente se encontra por aí.
Abraços,
Escossia
16 Luiz Gonzaga 20/07/2012 7:59
Antigamente constumava viajar sem planejamento, agora com a familia fica dificil, a sua coluna era uma forma de também participar desta suas viagens.
Obrigado.
15 Renato 20/07/2012 14:30
Que pena…
Você é fantástico e não faz ideia do quanto li sua coluna escondido no trabalho!!! (rs)
Garantiu excelentes momento, me transportando do ambiente cinza e gelado onde trabalho, para lugares que sempre sonhei conhecer!
Em novembro farei uma dessas viagens à Europa, e pode ter certeza que meu roteiro terá como base várias de suas dicas…
Parabéns pelo trabalho realizado!
Forte abraço!
Sinto-me íntimo para mandar abraço… Ok?! (rs)
14 Tob 21/07/2012 1:50
Caro Seth,
sou arqueólogo e costumo seguir suas histórias. O olhar estrangeiro sobre nosso país e muitos outros é e sempre será muito interessante. Pode ter certeza que sua visão crítica ampliou horizontes de muitos leitores. Parabéns pelo seu trabalho, pela sua dedicação a nossa língua e aos nossos costumes. Você deixou sua marca !
Abraço
Tob
ps:
Quanto ao IG, lamentável !
A coluna do Seth trouxe um público de boa qualificação, interessado em turismo e conhecimento. Acredito, sinceramente, que houve uma falha do site em conseguir formas de captar recursos para mantê-la ativa.
Só me falta daqui a pouco começarem a cobrar pelo conteúdo.
13 Carol 22/07/2012 21:18
Aaaahhh… não, fica…vai ter bolo. Fico triste, essa era uma ótima coluna, recheada de boas dicas e muito humor, o que é difícil de encontrar nas colunas do seguimento. É uma pena.
12 Reparea 23/07/2012 18:18
Olá, Seth… Estou me sentindo muito triste com sua partida do IG. Acredito que todos os outros turistas aventureiros e mesmo os não aventureiros sentirão muita falta de sua coluna pois sempre foi imaginativa e dava um toque pessoal às viagens. Coisa que não se acha nos guias publicados por aí.
Vou tentar acompanhar sua coluna no NYTimes, embora saiba que os pequenos comentários que remontavam a nossos costumes brasileiros não estarão lá.
É sempre muito interessante observar as opiniões e percepções do nosso meio cultural através da visão de um estrangeiro. Mas, além de tudo, um estrangeiro morando nesse caldeirão de culturas que é o Brasil e já familiarizado com as ironias do lugar.
Desejo muito boa sorte em seus próximos empreendimentos e ainda tenho esperanças de que um dia o público brasileiro não versado em inglês possa compartilhar seus pontos de vista novamente.
Muito obrigada por ter partilhado conosco essa sua aventura jornalística em português.
11 Elane 23/07/2012 23:21
Ahhhh como fará falta,me divertia muito com sua coluna!
Sentirei falta desse tom engraçado e divertido aproveitar as mais diversas viagens…
Obrigado pela alegria e conhecimento que nos proporcionou durante sua estada!
Abraço!
10 Marcelo Marcondes 26/07/2012 4:40
Seth, posso ter sido pentelho com alguns de seus erros de português, mas as suas colunas aqui no iG farão uma falta enorme. Parabéns pelo belo trabalho que fez por aqui…nós Brasileiros temos uma baita curiosidade em saber como o mundo nos vê, e vc dava-nos a possibilidade de vislumbrar isso.
Fora a maneira singela e legal de escrever, “como se estivéssemos todos sentados tomando café juntos”.
Como diram os Killers, “Goodbye, and Travel Well”
9 Fábio 26/07/2012 14:20
Um ícone que vou excluir da minha barra de favoritos e mais uma assinatura para fazer no Facebook. E talvez, algo para criar coragem e ler em inglês :). ( Não uso twitter e não me sinto à vontade para trocar emails :)))))))))))))))) )
Continue com o bom trabalho !!!
8 Lis 26/07/2012 15:37
Olá Seth,
Fico triste pelo fim da coluna, lamento pois passei a ler todos, principalmente depois de participar de uma materia sobre Brasilia, Tive a felicidade de conversar com você eu e minha namorada, foi algo bem divertido para nos também te levar ao Miau que mia. Beijos e sucesso !!!
7 MCLima 27/07/2012 22:44
Poxa, Seth! Que pena… De qualquer forma, poderei continuar a treinar meu inglês (e não cometer os erros da Embratur, Infraero etc) no NYT.
Wish you all the best!
P.S Prometo tentar sair do esquema compras nos States e, quem sabe, visitar Savannah e outros lugares pitorescos do seu país.
6 fernanda 30/07/2012 13:50
Acho uma pena que esta tenha sido a última coluna do Seth no IG! Era sempre um prazer acompanhar suas viagens!! Vai fazer falta!! Obrigada e sucesso nas novas empreitadas!
5 Jota 30/07/2012 18:56
Olá Seth:
Acompanho poucos, mas bons blogs que acrescentam coisas para minha vida!
Os seus, tem significativamente melhorado minhas viagens e acredito que de muita gente também.
Sua maneira de comunicar faz o leitor refletir, além da viagem. Parabéns! V. escreve muito bem! Acho que sua maneira de expressar em português muito interessante, talvez até mais que em sua língua original, desculpe-me!…
Viajo bastante. Recentemente apliquei suas dicas e fugi das “atrações turísticas”. Sabe o que aconteceu: Não senti falta algumas delas, o passeio ficou mais descontraído e gostoso, gastei bem menos que o normal, e o mais importante:
-Sobrou dinheiro para a próxima viagem.
Muito obrigado pelos ensinamentos.
Com relação a despedida tenho certeza que coisas melhores estão por vir, tem muita competência naquilo que faz.
Retribuindo, minha dica para v. é: milhões e milhões de chineses vão começar a fazer turismo, principalmente para seu país, eles tem pouca informação, portanto pense também em seu livro na versão chinesa. Até!
4 GABI 31/07/2012 12:42
Querido Seth,
Camarada… É assim que nos sentimos quando nos deleitamos com sua coluna, sentados na mesa do boteco batendo um papo!!
Leitora assídua, acho simplesmente lamentável o IG não segurar um abrasileirado com tanto talento!!!
“Obrigadinha”, as sua matérias são massa!!!
Inté.
3 Rosane Lucca da Luz 31/07/2012 16:21
Sinto muito por perdermos uma coluna sobre viagens tão diferente do que habitualmente lemos. Sempre é muito prazeiroso ler a sua coluna. Quando as leio, tenho a certeza de que encontrarei novidades, novas formas de ver o mundo, a certeza de que lerei um texto de qualidade.
Continuarei acompanhando o seu trabalho, tentarei o New York Times. Quando escrever um livro, divulgue. E quando lançar um blog, avise. Esperamos ansiosos pelo seu próximo artigo.
Muito obrigada por compartilhar conosco as suas vivências. Boa viagem sempre.
2 Jean Martins 01/08/2012 16:09
Olá, Seth sempre gostei de ler sua coluna e aprendi muito, como um gringo voce foi muito legal para mim, adorei as suas respostas dos e-mails que lhe enviei, vou sentir saudades de sua coluna, a gente se comunica por ai de outra maneira nas redes sociais, obrigado, Jean.
1 Jean Martins 01/08/2012 19:56
Olá, Seth é muito triste saber que voce esta deixando a IG Turismo, pois aprendemos muito com voce, mas quero te dizer que sempre o acompanhei no new york times na seção “Travel” e continuaremos a nos comunicar, até breve, Jean.