Que tal trocar a capital da Dinamarca pela da Noruega?
Depois de 10 dias na Noruega, cheguei a duas conclusões. Este país, abarrotado de montanhas e fiordes, vistas majestosas e paisagens bucólicas, é o mais belo que eu já visitei. E a capital, Oslo, cara pra caramba e com algumas atrações, tem pouco dessa energia urbana que dá vida aos arrasa-céus e às ruas lotadas. Enfim, é um pouco chata.

Oslo tem loiras lindas, mas não muita vida nas ruas nem parques. Aqui, o parque do palácio real e a rua principal do centro
Antes disso estava na Dinamarca, um país agradável, mas sem muito para oferecer fora de sua capital, Copenhague, que é cheia de surpresas e energia nas ruas e tem os braços abertos para visitantes. Quando perguntei para os amigos dinamarqueses e outros que tinham visitado o país o que eu deveria fazer fora da cidade, as respostas chegaram sem entusiasmo. A Dinamarca, parece, não é tão extraordinária fora da capital. Eu confesso que não vi muitas partes do país, mas fiquei impressionado com as dicas dos amigos e contatos dinamarqueses quando pedi ideias para passar uma semana na natureza. Vá para Suécia, disseram muitos. Outros recomendaram alguma costa selvagem ou cidadezinhas do interior, mas sem insistir muito.
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Então, um ótimo país com uma capital (turisticamente) medíocre, e uma ótima capital dentro de um país (turisticamente) chato. A solução me ocorreu imediatamente: o que precisam fazer é uma troca de capitais. Mudar Oslo para a Dinamarca e Copenhague para a Noruega. Isso pode resultar em algumas inconveniências políticas e desafio para os engenheiros contratados para fazer a mudança, mas valeria a pena. Pelo menos para nós viajantes, claro.
Vamos comparar as duas cidades, não do ponto de vista de quem mora lá, mas de quem quer visitá-las. Afinal, algumas cidades guardam seus segredos e encantos apenas para os moradores e só revela para os turistas mais pacientes e corajosos. Quem antes só conhecia São Paulo de rápidas visitas e depois se mudou pra lá sabe bem do que estou falando. Não seria junto. Justo, né?
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Oslo, claro, não é São Paulo: é calma em vez de caótica e é fácil se locomover por transporte público (apesar de caríssimo – 30 kroner, mais de R$ 10 por viagem, ou 75 kroner por dia). É limpa e segura, apesar de não ser tão limpa (muitos mendigos), nem segura (alguns furtos), quanto dizem devido à crise europeia.
Mas atrações e cultura, têm. Cheguei com muitas dicas de lugares para visitar, e encontrei alguns maravilhosos: a nova Ópera é um prédio na beira do porto que dá para visitar, por fora e por dentro, sem assistir uma apresentação; até dá para levar um piquenique para o telhado, como muitas pessoas fazem. Melhor ainda é se perder por horas entre as 212 esculturas humanas no Frognerparken (Parque Frogner), todas criadas por um homem só, o norueguês Gustav Vigeland, que trabalhou décadas no projeto. Cada obra mostra homens, mulheres e crianças de todas as idades, nus e em poses diversas: de violenta a brincalhão, de triste a estática, ou qualquer outro contraste que possa ser encontrado dentro do âmbito das emoções humanas.
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Adorei também o Vikingskipshuset, o Museu de Barcos Vikings, que mostra três barcos, cada um construído há mais de mil anos, na época em que os vikings dominaram os mares. Dois dos três estão em condições impressionantes; todos foram encontrados enterrados, como parte da sepultura de pessoas importantes. Imagine ser enterrado hoje em dia com seu iate ou jato particular?
Mas a cidade era tranquila demais. Faltou energia. Cadê as surpresas, a arte de rua, as figuraças nas ruas? Normalmente, quando eu recomendo uma cidade, não são as atrações que chamam a atenção. Em Auckland, Nova Zelândia, muitas pessoas andam descalças pelas ruas! Na Zona Sul do Rio tem pontos de suco em cada esquina! Em Los Angeles as comunidades de imigrantes são imensas, mundos inteiros em si. Em Oslo? “Tem um parque de esculturas bacana” não soa igual.
Também visitei o bairro mais descolado, mais moderninho, mais “hipster”: Grünerløkka. Admito que não ajudou, já que eu não tinha verba suficiente para comer nos restaurantes (onde até um carioca ou paulistano acharia caro). Achei só mais ou menos. Todos tinham recomendado o “imperdível” Bar Boca, com seus bartenders de classe mundial fazendo drinques clássicos e contemporâneos com ingredientes frescos em um ambiente que parece de uma época passada.
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Ou seja, uma cópia quase exata de meia-dúzia de bares chiques em Nova York. O bairro até se declara “o Greenwich Village de Oslo”. Gente, bairros de verdade não imitam outros bairros. Para definir a cidade, um bairro tem que ser da cidade mesmo. Imagine se o Rio declarasse Ipanema “a Miami Beach do Brasil”. Absurdo, Ipanema é Ipanema, e, ame ou odeie, não tem outro lugar igual. (Algumas pessoas dizem que a Barra da Tijuca é a Miami Beach do Brasil, mas isso é percebido como crítica.)
Vamos contrastar com o bairro equivalente de Copenhague, o Nørrebro. (Nossa, adoro escrever essa letra “ø”. Por que não temos em português?) Um lugar bem legal, com essa mistura de imigrantes com jovens descolados que normalmente cria um dinamismo (que dura até os imigrantes e pobres desaparecem e surgirem lojas de grife no lugar dos comércios locais. Existem lugares bem baratos para comer (algo quase totalmente inexistente em Grünerløkka, e em Oslo inteiro) como o 5-Star Pizza Shawarma Grill, altamente recomendado para comida rápida indiana. Mas também, na rua mais chique, a Jægersborgadde, os cafés, restaurantes, padarias e boutiques têm mais vida, parece um bairro normal que não tenta ser “cool” demais, mas é.
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E também é bem dinamarquês. A padaria que visitei, a Meyers, tinha todos os pães deliciosos que vi em outras padarias dinamarquesas, só um pouco mais estilizados. (Adorei o brunsviger, um bolo quadrado com uma camada de açúcar mascavo misturado com manteiga, em cima da massa. Mas o lugar que mais chamou a atenção foi o pequeno restaurante Grød. O nome significa “mingau” e o que se serve são variedades modernas de uma comida supertradicional dinamarquesa, com misturas de grãos inteiros, tipo cevada e trigo vermelho, servidas com maçã, uva passa, marmelada ou outros ingredientes em cima. (Isso é mais para café de manhã ou almoço leve. Depois das 17h, servem risoto, que consideram um tipo de mingau italiano. Gostei da flexibilidade.)
Em Oslo é difícil encontrar comida “norueguesa” assim, em lugares frequentados e apreciados pelos residentes locais. É verdade que você vai encontrar salmão defumado e salada de arenque no café de manhã, e pode comer almôndegas de rena no restaurante megaturístico Kaffistova, mas além disso os esforços são mínimos. Cadê o orgulho culinário nacional?
Já escrevi sobre a cultura de bicicletas em Copenhague, mas não mencionei que é muito, muito, fácil alugar uma – parece que há uma loja de bicicletas em cada esquina, e o centro de informação turística pode ajudar também. E a cidade é suficientemente pequena para que depois de um dia andando de bike você já conheça tudo. O centro está bombando, com uma combinação de ruas antigas e charmosas e também modernidade, como o novo mercado de vidro Torvehallerne, lotado de lojinhas de comida e bebida gourmet, inclusive o esquisito Paleo, onde servem só comidas feitas com ingredientes disponíveis na Idade da Pedra – carne, frutas, verduras e nada de grãos ou comida processada. (A pizza, por exemplo, tem base de carne, não de pão.) Eu não provei, preferi gastar meu dinheiro com uma torta de ruibarbo agridoce (mais doce do que agri), com um chá quente no pequeninho Café Rosa, e um coquetel de cerveja com whiskey (!) e mini-smørbrød (sanduíches abertos) na happy hour de sexta, no Hallernes Smørbrød.
Copenhague tem outra coisa que Oslo não pode igualar. (De fato, acho que não existe nada parecido no mundo.) É o bairro louco – bom, os moradores diriam a cidade autônoma – de Christiania. Vende-se maconha nas ruas, bebem e fumam livremente, fazem muita ioga, têm ótimos concertos, um bom grupo de teatro e, até poucos anos atrás, não pagavam impostos. (Apesar da liberdade e espírito hippie, é proibido tirar fotos). Oslo, me mostra algo igualmente único? E nem me fale do Nobels Fredssenter, o Centro Nobel da Paz. Sei que é só em Oslo que conferem os Prêmios Nobel. Mas, não conta.
Última comparação: os museus nacionais. Em Oslo, o museu oficial do Estado é dividido em quatro partes; eu visitei duas: a Galeria Nacional e o Museu de Artes Decorativas e Desenho. Os dois tinham coleções impressionantes (inclusive o famoso Grito, de Munch, na primeira, e vários exemplos de desenho escandinavos no segundo), mas os dois parecendo velhos, bem tradicionais e não muito bem organizados. Quem não gosta de museus não vai gostar desses. Enquanto no Nationalmuseet, em Copenhague, fizeram algo muito legal: nas galerias extensas, que mostram a história da Dinamarca de forma cronológica, há todas as exibições típicas – ferramentas antigas, objetos cerimoniais, mapas –, mas algum gênio teve a ideia de convidar artistas contemporâneos para contribuir com obras para serem colocadas dentro das salas, como reação ou comentário sobre a própria exibição .
O mais legal deve ser a Sereia de Haraldskaer, o que parece ser um esqueleto de sereia, exibido ao lado de restos mortais verdadeiros, com uma placa explicativa igual a dos legítimos. Muitas pessoas (inclusive eu) ficam momentaneamente em dúvida, se perguntando “Peraí, mas as sereias não são de verdade. Ou são?”, até perceber que é arte.
Admito a possibilidade de os governos dinamarquês e norueguês não aceitarem minha proposta de uma troca de cidades. O que fazer, então? Fácil: vá para a Noruega, mas primeiro, passe alguns dias em Copenhague. De lá, pegue um voo direito para Bergen, a segunda mais cidade mais populosa da Noruega, muito linda, bacana, energética e perto dos fiordes e montanhas.
E se os povos dinamarquês e norueguês não aceitarem minha proposta? O que deve fazer o turista que quer conhecer a Noruega? É fácil. Se possível, evite Oslo. Chegue diretamente em Bergen, que recebe voos direitos de várias cidades da Europa (inclusive Copenhague, pela SAS). Ou, se precisa passar por Oslo – por exemplo, para ver amigos ou receber seu prêmio Nobel – passe pouco tempo lá e pegue um trem direto para Bergen. Dizem que é um dos trajetos mais lindos do mundo. (Detalhe: reserve adiantado e pague bem menos.)
Mas vamos esperar que aceitem a mudança. Seria um bom modelo para o resto do mundo. Por exemplo, que tal trocar Brasília por Buenos Aires?
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22 comentários | Comentar
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22 Lucia Ana 28/06/2012 9:49
ah, meu deeeeeeeeuuuuuuuussss….tô adorando essas dicas da escandinávia…..Por enquanto, 10 a 0 para a Dinamarca, como eu imaginei (poxa…vc deveria, pelo menos, ter ido até Christiania, né……é tão emblemático na Dinamarca….)…….Agora vou ficar aguardando…a SUÉCIA!! Me diga que vc vai……já está lá? já voltou? estou aguardando as novíssimas impressões e já estou começando a planejar minha viagem!!!!
21 wagner ayres arantes 28/06/2012 9:52
OLÁ, GOSTEI DA REPORTAGEM, PARABENS.
GOSTARIA DE SABER COMO É O TRATAMENTO COM O TURISTA BRASILEIRO AI, EM OSLO E COPENHAGUE. POIS NA ESPANHA É MUITO RUIM. ADORA AMERICA,MIAMI, NY, SANTA FÉ, SANTA BARBARA, TUDO OTIMO. POIS VOU SAIR DE FERIAS E SEMPRE QUIS CONHECER ESSE DOIS PAÍSES, DINAMARCA, NORUEGA E SUECIA. POIS JÁ CONHEÇO, ITALIA, PORTUGAL, SUIÇA, INGLATERRA, ALEMANHÃ, POLONIA, FRANÇA E ESPANHA.
OBS.: O QUE EU QUERO DIZER SE NESSES PAISES O TURISTA BRASILEIRO É BEM VINDO.
WAGNER
20 Carlos N Mendes 28/06/2012 10:23
Caro Seth, que artigo HUMANO você escreveu! Parabéns, estou farto de guias de viagem ditados pelos relações-públicas das embaixadas. E você está coberto de razão – definir um local tendo referência como outro é muito pobre e pequeno. Moro em uma cidade paraturística que está encolhendo, humanamente falando – Santos, SP. Estão ’sãopaulizando’ a região para vendê-la a jovens endinheirados que não se importam em viver em ‘apertamentos’, e o máximo de elogio que um novo edifício pode receber é ser “digno de Miami”. É assustador ver tudo isso, é como se a cidade estivesse sofrendo de Alzheimer urbano em plena adolescência. E o pior de tudo, não conseguimos sequer a maturidade necessária para ao menos podermos dizer que temos um “parque de esculturas bacana”. Uma pena. Valeu, continue assim. Um abraço.
19 Carlos pingitore 28/06/2012 10:40
Estou na Capital dinamarquesa que e linda, visiter a riviera DInamarquesa que e exoberante o castelo de hamlet , O menu oferecido e extraordinario transporte seguranca educacao sobra,tudo e muito belo alias A’s dinamarquesas sao lindas belas fora de serie, e um espetaculo, pores e tudo muito caro, TEM que vir com muito dinheiro.
18 Tácio Nunes 28/06/2012 10:47
Muito bom sua coluna, a melhor, com certeza você é o que o IG tem de melhor, por favor não deixe-o jamais.
17 Moraes 28/06/2012 12:07
Excelente!
16 SÉRGIO AUGUSTO SALATTA 28/06/2012 13:40
Muito boa tarde:
Gostaria de saber da parte de voces que tem muito mais experiencia, que eu pois vou ser marinheiro de primeira viagem.Pois bem pra mim visitar,Portugal,Italia,Dinamarca e talvez a Italia, e nâo ficar detido na Espanha quais as dicas que poderiam me ensinar, como por ex.quanto devo levar em dinheiro e qual meio mais seguro para o transporte.Nâo falo ingles.Enfim tudo que puderem me informar eu aceito pois estou querendo fazer essa viagem eu e minha esposa.Desde já fico muito grato.
Atenciosamente:
15 marisa 28/06/2012 14:25
É realmente quem conhece a Noruega jamais esquece, tive o prazer de visitá-la quatro vezes.Não só a capital Oslo como também cidadizinhas e vilarejos. Aonde me encantei com seus costumes e tradições de mil anos que até hoje são respeitadaos pelos jovens.
Museus, Parques tudo de bom para conhecer, mais vá preparado para o frio.
Aqui fica minha dica, troque a Dinamarca pela Noruega voce não vai se arrepender.
Abraços.
14 Bruno Feliciano 28/06/2012 15:42
Obrigado Seth!
Muito bom este post ter aparecido nesse momento. No final de julho vou para a Europa e passarei 5 noites na Noruega e pelo que você relatou, vou então ficar apenas um em Oslo (meu ponto de chegada) e dedicar o restante para Stavanger e Bergen (meu ponto de saída).
Infelizmente como os trajetos já estão feitos, a Dinamarca não será uma opção nessa viagem.
13 Paulo Soares 28/06/2012 15:42
Um amigo acabou de viajar para a Noruega, mas evitará Oslo.
Sobre Brasília e Buenos Aires, bem, nem precisava trocar, bastava voltar a capital pro Rio e teríamos um país com lindas paisagens e uma capital interessante. :)
12 cris costa 28/06/2012 17:25
adorei a ideia de trocar brasília por buenos aires… buenos aires é linda, interessante, tem restaurantes maravilhosos… e brasília é… o que mesmo????
11 Thais 29/06/2012 10:59
Os dois primeiros parágrafos da matéria me fizeram querer continuar a ler, mas depois as informações ficaram tão confusas que achei massante o texto. A ideia é legal, mas foi mal concebida.
Fco Xavier 02/07/2012 18:42
Esta tais, merece que seu nome escrito em letras minusculas. Deve ser da turma de Miami…
10 carla 29/06/2012 12:53
O que? Que barbaridade é essa? Trocar Brasília por Buenos Aires?
um país mais pobre que o nosso? comer uma comida ruim? respirar um ar sujo e ainda sofrer violência?
A começar pela comida, que apesar de barata, é horrível, tudo é baseado em carnes que são extremamente gordurosas a tal parrillada Nossa sem comentários!!!!
Enfim, tirando o tango não vi nada de interessante .
Jurema 09/07/2012 16:13
Onde você comeu em Buenos Aires??? Tem que fazer esforço para comer mal lá!
Eu bem que trocaria Brasília por Buenos Aires. Uma cidade simpática, que acolhe bem o turista e o pedestre (diferente de Brasília), que tem museus de arte fantásticos (até “nosso” Abaporu está lá)…
9 carla 30/06/2012 17:18
POXA CADÊ MEU COMENTÁRIO????
POR QUE NÃO PUBLICARAM?!!!!
POXA.
8 Marcos 02/07/2012 13:40
Ana Lúcia, olá.
Desculpe-me, mas Christiania é o nome antigo de Oslo. De qualquer forma, ainda é uma linda capital. Muito boas as dicas, principalmente sobre Bergen. E há de se considerar que Às 22:00h ainda há sol no verão Norueguês e muitos aproveitam para pescar nos fiordes.
7 Shamya 05/07/2012 14:22
Infelismente vc so ficou por Oslo, Noruega é um país lindo, principalmente no Verao, e Oslo tb no verao tem ruas movimentadas, mas o mais bonito da Noruega é ir ver os fiordes, os caminhos de trem, bas cidades pequenas o costume de alguns vierem a moda antiga, e no dia 17/05 ver todos os noruegueses vestidos a moda antiga, para conhecer aqui tem que ser com alguem que realmente conheça o país pk senao fica a desejar ;)
6 Carlos 06/07/2012 10:07
PARABÉNS PELAS MATÉRIAS SOBRE A ESCANDINÁVIA… DEMAIS. AGORA ESTAMOS ESPERANDO A SUÉCIA…..
CONGRATULATIONS!!!!
5 Jean Martins 09/07/2012 10:49
Ola, Seth, estou adorando suas dicas da escandinavia europeia, tem sido muito bom suas reportagens, e quanto a nós brasileiros será que como turistas somos bem recebidos por eles, gostaria de uma dica, obrigado, Jean Martins.
4 Jean Martins 09/07/2012 15:06
Olá, Seth, tá valendo sua viagem a esses paises maravilhosos, estou adorando e aprendendo um pouco, mas voce deveria também conhecer um pouco do interior destes paises, vamos ver agora a Suecia, aguardamos, ok.
3 andy moreno 12/07/2012 9:04
Ola a todos….. Moro na Noruega numa cidade chamada Kristiansund, super dica pra quem vem pra ca nao deixe de parar por aqui e conhecer a real capital do bacalhau na Noruega… Alem de lindos fiordes…. Melhor mes julho, muitos festivais legais ex Molde Jazz Festival.
2 Gul Dukat 12/07/2012 9:51
Eu topo trocar Brasília por Buenos Aires desde que os hermanos fiquem com os políticos nossos e não mandem os deles…
1 Paulo 12/07/2012 9:58
Me desculpe discordar, acabo d chegar da escandinava e achei Oslo maravilhosa, comida, limpeza, opções d lazer, enfim, me diverti mto. Senti falta, na matéria de sua analise d Bergen. De onde parti pra conhecer os fiordes. Bergen é linda!