<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Toques de Alma &#187; mulher de 50</title>
	<atom:link href="http://colunistas.ig.com.br/toquesdealma/tag/mulher-de-50/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://colunistas.ig.com.br/toquesdealma</link>
	<description>Espiritualidade e viver bem, por Adília Belotti</description>
	<lastBuildDate>Sun, 22 Nov 2009 20:46:15 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Nós e o espelho</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/toquesdealma/2008/09/12/nos-e-o-espelho/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/toquesdealma/2008/09/12/nos-e-o-espelho/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 16:32:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adília Belotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulher, mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-viver]]></category>
		<category><![CDATA[mulher de 50]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/toquesdealma/?p=8471]]></guid>
		<description><![CDATA[Os espelhos nos perseguem desde sempre.
Não, talvez no formato como hoje os conhecemos, mas fico imaginando o espanto da primeira criatura que ao ver a imagem refletida numa poça d´água gritou para si mesmo: “esta sou eu!”
De lá para cá, as poças guardaram extraordinários reflexos de nós mesmos, mas, muitas vezes nos aprisionaram, como aconteceu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os espelhos nos perseguem desde sempre.</p>
<p>Não, talvez no formato como hoje os conhecemos, mas fico imaginando o espanto da primeira criatura que ao ver a imagem refletida numa poça d´água gritou para si mesmo: “esta sou eu!”</p>
<p>De lá para cá, as poças guardaram extraordinários reflexos de nós mesmos, mas, muitas vezes nos aprisionaram, como aconteceu com o jovem grego, Narciso. A lenda, cheia de versões, fala que Narciso era filho de um deus da natureza, um rio chamado Cefiso e uma ninfa, Liríope. Assim que o bebê nasceu, seus pais consultaram o adivinho cego Tirésias para descobrir o que o destino reservava para o menino. Descobriram que ele viveria até ser velho, desde que não olhasse para si mesmo. E Narciso cresceu, belo e indiferente ao amor que inspirava nos outros. Dizem que a ninfa Eco, desesperada de paixão, retirou-se para a solidão e emagreceu tanto que em pouco tempo não lhe restava senão a voz , um eco&#8230; Indignadas, as jovens desprezadas por Narciso pediram vingança à deusa da Justiça Divina, aquela cuja função é fazer os mortais perceberem os limites de sua própria humanidade, Nemêsis, uma das filhas da Noite. E a deusa fez com que um dia, depois de uma caçada, Narciso se abaixasse sobre uma fonte para beber da água fresca. Lá no fundo estava seu rosto, tão inacreditavelmente belo&#8230;Imediatamente, ele se apaixona pela imagem que vê e, por ela, deixa-se consumir junto à fonte, até morrer&#8230;Dele restou a flor, que herdou seu nome&#8230;</p>
<p> <br />
É, espelhos não são só um problema feminino. Ao contrário, estão entre os mais expressivos símbolos que nós criamos. O que diz o espelho mágico das histórias? Sempre a verdade, a verdade mais profunda de nós, aquela que muitas vezes, preferíamos que ficasse escondida, tanto dos outros quanto de nós mesmos. Meu dicionário de símbolos me conta que um antigo espelho chinês, que está no museu de Hanói, traz a inscrição: “Como o Sol, como a Lua, como a água, como o ouro, seja claro, brilhante e reflita aquilo que existe dentro do seu coração.”</p>
<p>Tão poderoso era o efeito deste reflexo na consciência dos humanos que em muitas tradições a imagem no espelho acabou sendo vista como o rosto de Deus e das coisas divinas e perfeitas que povoavam o mundo acima das nossas cabeças. Sim, tão belas, mas, um detalhe: a imagem que surge na superfície brilhante está sempre invertida, apontando para uma semelhança que no final é pura miragem, ilusão. O espelho mágico nem sempre fala a verdade, afinal, e muitas vezes cabe a nós corrigirmos aquilo que vemos refletido.</p>
<p>Em tempos de anorexias desfilando nas passaleras, obesidades epidêmicas e meninas enchando consultórios de cirurgiões plásticos, talvez a gente precise urgentemente corrigir nossa imagem de beleza. E nos vermos refletidos na poça assim belos, extraordinários, de novo&#8230;</p>
<p>Escrevi esse artigo há tanto tempo&#8230;ainda para o Delas&#8230;</p>
<p>Mas hoje, quando recebi de uma nova amiga muito querida um artigo falando de mulheres, de espelhos, fiquei pensando: que bom que tem gente colocando no You Tube mulheres tão belas&#8230;porque a beleza, a gente sabe, é feito os espelho, tem muitas, muitas faces&#8230;</p>
<p> <object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vilUhBhNnQc&amp;hl=en&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/vilUhBhNnQc&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/toquesdealma/2008/09/12/nos-e-o-espelho/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As velhas damas de Paris</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/toquesdealma/2008/09/01/as-velhas-damas-de-paris/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/toquesdealma/2008/09/01/as-velhas-damas-de-paris/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 17:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adília Belotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulher, mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[mulher de 50]]></category>
		<category><![CDATA[mulher madura]]></category>
		<category><![CDATA[mulher mais velha]]></category>
		<category><![CDATA[Nós mulheres]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/toquesdealma/?p=8421]]></guid>
		<description><![CDATA[
As mulheres são belas em Paris! Elegantes, sim, também, mas belas! Basta dar uma voltinha para se sentir embriagado pelas infinitas variedades de beleza que essas criaturas desfilam pelas ruas e oferecem nas lojas, nos cafés&#8230;
Longe de Paris, belas são as mulheres jovens, belas são as mulheres&#8230;lindas! Aqui não. Aqui todas as mulheres parecem ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/toquesdealma/files/2008/09/dames.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-8431" src="http://colunistas.ig.com.br/toquesdealma/files/2008/09/dames.jpg" alt="Dames de Paris" width="220" height="300" /></a></p>
<p>As mulheres são belas em Paris! Elegantes, sim, também, mas belas! Basta dar uma voltinha para se sentir embriagado pelas infinitas variedades de beleza que essas criaturas desfilam pelas ruas e oferecem nas lojas, nos cafés&#8230;</p>
<p>Longe de Paris, belas são as mulheres jovens, belas são as mulheres&#8230;lindas! Aqui não. Aqui todas as mulheres parecem ter recebido seu quinhão divino de Beleza. É possível que seja a &#8220;allure&#8221;, um &#8220;jeito&#8221; altivo, decidido de andar. Talvez seja mesmo a convivência diária com o universo dos sentidos, o à vontade com as coisas da moda, lia na <em>Marie Claire</em> no outro dia que, na França, chique mesmo é você comprar vários perfumes diferentes e compor, em gotas precisas e borrifadas minuciosas, seu  próprio, único, diferenciado, aroma!!! Sim, só uma gente expert em sensações consegue pensar em misturar Chanel e Guerlain, antes do café da manhã, assim, com tanta intimidade!</p>
<p>E os sapatos, quem sabe se não são os sapatos, altíssimos, belissimos, desavergonhados, os verdadeiros mestres na arte de deixar as mulheres belas&#8230;e os cabelos, atrevidos &#8212; nunca vi tantas mulheres, como eu, de cabelos brancos, arrebitados, zombeteiros, arrepiados no cocoruto dos narizes arrebitados dessas mulheres sensacionais!</p>
<p>Por isso, fiquei encantada com o ensaio deste mês da revista <em>Standard</em>, que brinca com imagens de mulheres mais velhas, fazendo caras e bocas nas pontes de Paris!</p>
<p><a title="Olivier Mulin" href="http://www.oliviermulin.fr/seriesmode.html" target="_blank"><strong>Lindo, provocante e inspirador! Clique para ver!</strong></a></p>
<p><a title="Visite o site de Olivier Mulin, produtor das fotoreportagens da Standard" href="http://www.oliviermulin.fr/index.html" target="_blank"><strong>Visite o site de Olivier Mulin, produtor das fotoreportagens da Standard</strong></a></p>
<p><a title="Conheça o site da Standard" href="http://www.standardmagazine.blogspot.com/" target="_blank"><strong>E conheça o blog da revista Standard</strong></a></p>
<p><strong></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/toquesdealma/2008/09/01/as-velhas-damas-de-paris/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
