Chegou no outlook: nuvens de palavras do discurso de Obama
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Se você correr, ainda dá tempo. Porque hoje é o Dia Internacional da Paz. Houve manifestações aqui e ali pelo mundo todo, como essa, em Multan, no Paquistão.
A comemoração do Dia Internacional da Paz foi estabelecida em 1982, em uma assembléia das Nações Unidas. Meu filho nasceu em 82. Um bom ano, afinal, para se nascer…
Em 2008, a ONU está convidando os cidadãos do mundo inteiro a exercitarem sua vocação para a paz e enviarem mensagens de tolerância e boa vontade por e-mail ou por carta. As mensagens reunidas serão apresentadas para os dirigentes de vários países que vão se reunir para a 63a. Assembléia Geral da ONU, em Nova York, no dia 23 de setembro.
E na web você descobre que milhões de pessoas em todo o planeta vão participar de eventos para celebrar o dia. No site do International Day of Peace, por exemplo, você encontra um mapa com todos os eventos programados. E, se quiser participar de forma mais permanente, também não faltam opções. O mesmo pessoal que organizou o protesto de luz, Candle4Tibet, criou uma comunidade só para amantes da paz, a IPeace. Gosto dessa idéia de comunidades de idéias. Você acredita que uma pessoa faz diferença? Sim, sem dúvida. E juntas, elas se apóiam e alimentam a esperança comum.
“A paz”, disse Martin Luther King, “não é apenas um objetivo a ser alcançado, é também os meios e os recursos de que dispomos para alcanar esse objetivo”.
Por isso, corra. Porque hoje se você parar e observar à sua volta. Deve existir uma energia nova no ar.
A foto acima é de Asim Tanveer/REUTERS
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Bem-viver, Inspiração, Religião e espiritualidade Tags: Dia Internacional da Paz, paz
A primavera está quase chegando! As flores dos ipês caíram, anunciando as “chuvas criadeiras”, como se dizia antes, o ar vibra de energia, de possibilidades. De repente, ás árvores parecem prenhes, prestes a explodir, transbordar! Adoro esse tempo feito de “quase”!
Carlos Solano é arquiteto e escritor. Autor do livro Feng Shui – Kan Yu, arquitetura ambiental chinesa, Editora Pensamento, co-autor do livro Alma da Pedra – anotações sobre assentamentos humanos para o terceiro milênio, Oficina Mineira de Edições e colunista da revista “Bons Fluidos”, da Editora Abril, onde assina a coluna Casa Natural. E é dele a idéia de lançar uma campanha que tem tudo a ver com esse tempo de criar e de brotar que nós estamos nos preparando para viver.
Plantar 1.000.000 de árvores, é essa a proposta de Solano, que já tem site: www.ummilhaodearvores.org.br e 122.525 adesões! A idéia, ele conta no site, surgiu a partir de um comunicado da ONU sugerindo que se plantasse um bilhão de árvores em todo o planeta para ajudar a frear o aquecimento global. Era o “chamado das árvores” que fez o arquiteto lançar a campanha e encampar a idéia de convidar as pessoas a plantarem árvores…e a cuidarem delas, evidente!
A campanha, lançada no final de 2007, ganha peso, justamente agora, na entrada da primavera com a vinda da escritora canadense e conferencista internacional Dorothy Maclean, 88 anos, que é fundadora da Findhorn, aquela ecovila escocesa que virou uma Findhorn Foundation (www.findhorn.org/index.php). Ela vem acompanhada de Judy McAllister, que também era coordenadora da comunidade e vai fazer um ciclo de conferências e workshops em Manaus, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo: “O Chamado das Árvores” é o tema.
Entrar em sintonia com a vida em volta de nós… passear pelo ritmo das estações, ao menos do jeito que a gente aprendeu — primavera, verão, outono, inverno — nem sempre é fácil aqui abaixo do Equador. Mas dá sim para a alma sintonizar nas mudanças de tom, de cor, de luz que acompanham a passagem do tempo e compõem a música tão peculiar das criaturas.
É primavera em volta de você, basta prestar atenção…as árvores que fazem festa são um ótimo começo!
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Bem-viver, Estilo ecológico, Inspiração Tags: árvores, ecoespiritualidade, ecologia, espiritualidade, natureza, ONG
Pois é, apesar do salário baixo, da corrupção dos políticos, dos desmandos da economia, apesar das guerras, dos relatos de crianças que são maltratadas, apesar até das manchetes dos jornais e das imagens aterrorizantes da TV, as pessoas no planeta estão encontrando boas razões para afimar: sim, eu sou feliz!
A conclusão é de uma pesquisa realizada pela World Value Survey Organization, uma ong dedicado ao estudo das mudanças sócio-culturais e políticas do mundo.
De tempos em tempos essa organização promove estudos sobre o comportamento das criaturas do planeta. No estudo divulgado este ano, foram questionadas 1400 pessoas em 52 países. A compilação de resultados dos últimos 25 anos, publicada na revista New Scientist e reproduzida nos principais jornais revela: os índices de felicidade aumentaram em nada menos do que 45 países!
A análise dos resultados revela que o crescimento econômico aumenta os níveis de felicidade, sim. Mas antes que você saia por aí dizendo que o dinheiro compra a felicidade afinal, os pesquisadores do WVS alertam: “o desempenho econômico afeta a felicidade apenas (APENAS, vejam bem!) nos países nos quais a renda per capita anual não ultrapassa os $12 mil dólares.
Explicando, uma vez que você tenha atingido níveis considerados mínimos de sobrevivência, o dinheiro deixa de ser um fator de felicidade. Ou seja, nos países ricos, as pessoas não se sentem mais felizes, nem mesmo com a conta bancária recheada, nem mesmo pilotando um iate, nem mesmo enchendo prateleiras e prateleiras do armário com sapatos de Manolo Blahnik!
A equação da felicidade é bem complicada avaliam os cientistas envolvidos na pesquisa. “O que o progresso democrático e os melhores desempenhos econômicos têm em comum é a sensação de liberdade pessoal que eles garantem”, afirma, Robert Foa, da Harvard University, co-autor do estudo. Assim, as pessoas da Europa Oriental se sentem muito mais felizes hoje do que há 25 anos atrás, apesar da situação econômica dos países onde vivem ter até piorado desde a transição do comunismo para o capitalismo.
Existem as exceções, evidente, o povo de Belarus, apesar da falta de abertura política se considera feliz e os chineses, apesar do crescimento econômico andam mais tristes. A Índia também vai assim, assim, em matéria de felicidade…os pesquisadores falam até de uma espécie de “epidemia” de tédio que ameaçaria os paises assim que eles alcançam níveis exagerados de consumo!
Na onda da felicidade, uma surpresa: os paises latino-americanos sempre se saem bem nas pesquisas. Não somos os mais ricos, mas o México, por exemplo, é um campeão de felicidade! A razão? A valorização dos laços familiares e o orgulho que têm do seu país. Essa felicidade só aumentou nos últimos anos com maiores oportunidades de trabalho e de expressão, proteção aos direitos das mulheres e das crianças, mais tempo para o lazer…
E a última boa noticia sobre a felicidade planetária: as pesquisas comprovam que um gatilho importante das emoções negativas é o individualismo. O que ajuda a explicar porquê alguns países ocidentais têm níveis tão baixos de felicidade. Nações da Ásia e da América Latina seriam menos suscetíveis aos sentimentos negativos porque, em geral, as pessoas consideram que as necessidades coletivas são mais importantes do que as razões individuais.
Você pode navegar e conferir os dados da pesquisa da World Value Survey Organization no site.
Agora, cá para nós, se você fosse um dos entrevistados da pesquisa o que responderia? Você é feliz? Vale a pena tentar responder porque talvez nenhuma outra pergunta seja tão importante!
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Inspiração, Sem categoria Tags: Bem-viver, Felicidade, feliz, mundo, pesquisa
Todo mundo sabe que vai morrer, mas saber quando faz uma imensa diferença. De certa forma estranha, é como se de repente, nos tornássemos senhores do nosso destino. Esse tempo, daqui até o final, é mais nosso do que todos os outros dias, de “antes”, em que vivíamos, displicentes, a ilusão da eternidade…
Se você soubesse que tem, digamos, apenas 3 meses mais para viver, o que faria? Que sonhos decidiria realizar? Que situações escolheria viver?
É esse o tema de “Bucket List“, o filme de Rob Reiner, o mesmo de “Harry e Sally“, lembram? Não que seja um grande filme, embora Jack Nicholson e Morgan Freeman sejam um espetáculo sozinhos, sem cenários, quem precisa? Mas é daquelas boas idéias, que viram roteiros corretos e fazem a gente gostar de ter ido ao cinema…
No filme, os dois homens são doentes terminais e decidem “chutar o balde”, ou seja, fazer tudo o que gostariam antes de partir…
Parece simples fazer uma lista de coisas para fazer antes de partir? Mas não é não, ao menos, se você for honesto consigo mesmo…Experimente: o que realmente, faria toda a sua vida ganhar sentido no último minuto? Como será que a gente precisa ter vivido, experimentado, sentido para chegar lá no final e conseguir dizer: OK, cada minuto valeu a pena…pode cair o pano!
A web ajuda:
No site 43things.com, você se inspira, cria sua lista, vê a lista dos outros, corrige, assinala os progressos, compartilha…
Os desejos campeões? Veja só:
- perder peso
- parar de procrastinar
- escrever um livro
- apaixonar-se
- ser feliz
- fazer uma tatuagem
- fazer uma viagem de carro, sem rumo, sem hora para chegar, uma “road trip”
- beber mais água
- casar
- viajar pelo mundo
Outra rede social de desejos, a Your 100 things, também tem listas compartilhadas, aqui, você ainda recebe estímulos de outros “desejantes”, palavras de apoio, votos de felicidade, coragem, você vai conseguir…
Conhecer a África, ter um filho, aprender chinês, viajar para o Peru com a família, comer saudavelmente, perder peso, dançar com a mulher, amar a humanidade, são alguns dos desejos mais comuns.
Muitos psicólogos aconselham fazer essas listas. Dizem que escrever cria um comprometimento nosso, e que o sonho começa a se realizar no momento em que conseguimos formulá-lo, extraí-lo do fundo de nós, arrancá-lo da correria do cotidiano. No mínimo, criar uma “bucket list” é uma forma de tomar consciência dos nossos desejos, iluminá-los, e, através deles, descobrir o que realmente é importante para nós…
No Omelete, você lê a crítica e a resenha do filme “Antes de Partir”
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Promoção no Toques de Alma!!!
Bienal do livro de SP
Local: Pavilhões do Anhembi
Rua: O
Data: de 14 a 24 de agosto
Horário: das 10h às 22h


A partir deste mês, procure nos catálogos da Avon por essa pulseirinha azul. A “Pulseira da Atitude” só custa R$5,00 e cada centavo deste valor vai para o escritório regional do Unifem Brasil/Cone Sul (Fundo de Desenvolvimento da ONU para a Mulher).
A ação faz parte da campanha Fale sem Medo – não à violência doméstica, que é coordenada pelo Instituto Avon. A pulseira tem o símbolo do infinito em metal prateado, que, segundo a assessoria da empresa, “simboliza o futuro sem limitações para as mulheres, que merecem estar seguras, autônomas, saudáveis, para buscar seus sonhos e transformá-los em realidade”.
E não é uma ação isolada, segue a campanha mundial da Avon Foundation, Speak Out against Domestic Violence, que existe desde 2004 e já investiu mais de US$ 6 milhões em ações com o objetivo de conscientizar a sociedade e reduzir os índices de violência contra a mulher, em várias partes do mundo.
Conscientizar a sociedade…todas as campanhas contra a violência são importantes, é óbvio! Desde que tragam no bojo alimento para reflexão e propostas de mudanças. Mas existe uma certa indulgência na fala “conscientizar a sociedade”, não acha? Dá a impressão de que no fundo no fundo, nós, cada um de nós, de alguma forma está excluído do incômodo, NÓS, que lemos ou ouvimos a frase somos inocentes, culpados são sempre…os outros! Porque a violência não nasce em algum lugar lá bem lá fora de nós, nada disso, ela nasce no espaço mais escuro de nós mesmos, se alimenta do nosso medo e cresce até ocupar cada cômodo da casa, as ruas, as cidades, o planeta…
Ou você acha que não é violência bater numa criança, gritar com o motorista do carro ao lado, xingar moça do caixa do supermercado, controlar obssessivamente a vida dos outros, brigar na torcida do jogo de futebol, manipular o afeto do parceiro, macular, da forma que for, o corpo de quem quer que seja, o seu, inclusive…são inimagináveis as tantas formas de violência…
Dá para imaginar que uma em cada 3 mulheres apanham ou sofrem algum tipo de abuso, sexual, sobretudo, seja do pai, do marido ou de algum membro da família? Dá para entender o que nós, adultos, estamos fazendo com as nossas crianças? O documento da ONU sobre o assunto, de 2006, fala de “epidemia global de proporções escandalosas”, fala 250 milhões de crianças que estão sendo agora, enquanto eu escrevo e você lê, sendo torturadas, abusadas, machucadas e mortas pelas mesmas pessoas que deviam protegê-las, cuidar delas e garantir o seu futuro!
E se, ainda, ousarmos olhar de frente os estudos que falam da violência doméstica contra os homens (sim, não precisamos nos iludir quanto a nossa capacidade de inflingir dor, certo?) vamos descobrir, por exemplo, que em um deles, mais de 24% dos homens relataram ter sofrido algum tipo de violência por parte de suas parceiras, seja essa violência definida como física (tapas, pontapés, socos) ou psíquica (ameaças, escândalos, humilhações, comportamento controlador). Que 1 em cada 9 homens nos EUA são vítimas de violência por parte de suas parceiras! Um em cada 9!!!?
E para que não haja dúvidas sobre o que é mesmo que estamos chamando de violência, transcrevo o que está no site do National Domestic Violence Hotline, dos EUA. Além da violência física, são consideradas formas de violência também:
Xingamentos ou humilhações
Gritos e ameaças
Tapas, bofetadas e empurrões
Ciúmes e desconfianças
Proibir alguém de estar com sua família e amigos
Arremessar sobre o outro objetos de qualquer tipo
No site Psiq Web, de Psicologia Forense, você encontra mais material para discutir esta questão com seu parceiro, seus amigos, sua família…porque no fundo, todos somos responsáveis por todos…
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Promoção no Toques de Alma!!!
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Rua: O
Data: de 14 a 24 de agosto
Horário: das 10h às 22h

No dia 7 de agosto de 2008, milhares de pessoas no mundo todo estarão acendendo uma vela e colocando-a diante da janela. O gesto coletivo é sinal de solidariedade em relação ao povo do Tibet, na véspera da abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim.
Coisa bem simples, acender uma vela. E, talvez, ingênua. Não vai mudar nada, nem resolverá os conflitos existentes entre o Tibet e a China. Minha amiga, Margot, me diz que nem se vê mais nenhum monge budista pelas ruas de Llhasa, a capital do Tibet. Talvez eles nunca mais voltem. Mas a cada vez que uma cultura tradicional é ameaçada de extermínio, o mundo todo perde a memória, um pouco, ao menos…e sabemos menos de nós mesmos…
Não sei não, embora uma vela seja bem pouco, esses gestos antigos podem, quem sabe, trazer de volta um sentimento forte de união em torno de uma idéia, um idéia de paz…e milhões de velas, já pensou quanta luz?
Perguntei por e-mail ao criador da idéia, David Califa, um australiano de 52 anos, aposentado e que vive em Israel, como essa campanha que já tem 88.519.074 de adesões começou e ele me disse que o início tinha sido um simples convite no Facebook.
Logo, um grupo de pessoas aderiu a proposta e juntos eles criaram o Unity Network, cujo objetivo é mostrar para o mundo o poder que um único indivíduo tem hoje de mudar suas circuntâncias, de alterar o rumo da história. “Nunca isso foi possível antes”, avalia David, “mas hoje, com os recursos de que dispomos, não podemos mais ficar quietos, podemos mudar nossa realidade, só precisamos ficar juntos”.
David Califa deve acender a primeira das 100 milhões de velas que ele espera ver acesas pelo Tibet no dia 7 de agosto de 2008, às 21 horas (hora local).
Você também vai emprestar sua luz para a paz?


Quem nasceu depois de 68 deve achar que ele sempre existiu. Quem nasceu antes, talvez imaginasse, como eu, que era alguma inscrição hindu, nascida quando os jovens da minha época descobriram a Índia, a meditação, os mantras…
Pois não é nada disso. O símbolo mais tradicional de “paz” que a gente conhece nasceu, isso sim, na prancheta de Gerald Holtom, um artista inglês que recebera a incumbência de criar um símbolo para a primeira Campanha Pelo Desarmamento Nuclear, CND, na Inglaterra, em 1958. O trabalho de Holtom foi apresentado e aprovado pelo Direct Action Committee Against Nuclear War e selecionado para aparecer em público na primeira marcha contra a Guerra Nuclear, que entrou para a história como a 1st Aldemaston March, e reuniu centenas de pessoas numa caminhada de quatro dias desde Trafalgar Square, em Londres, até o Centro de Pesquisas Nucleares de Aldermaston, em Berkshire.
A ironia é que o símbolo da paz é, de fato, uma combinação de sinais militares. Holtom usou os símbolos de um tal de alfabeto semáforo, um sistema de sinais que utiliza os braços e bandeiras para transmitir informações. Não tinha noção de que isso existia, embora agora eu imagine porque os sinais de trânsito em São Paulo chamam-se “semáforos”…Mas já tinha visto algo semelhante nas pistas dos aeroportos.
Enfim, militarismos à parte, nosso amigo artista parece que era um fervoroso defensor da paz e que teria justamente escolhido usar os sinais deste alfabeto que representavam o N (de “nuclear”) e o D (de “desarmamento”) para expressar sua revolta, seu desespero diante da ameaça nuclear. Assim, os sinais que a gente vê no símbolo da Paz, sugerem alguém em atitude de desespero, com os braços estendidos para baixo, as palmas das mãos viradas para fora, como se perguntasse “e agora?”, “por quê?”
Das caminhadas contra os armamentos nucleares, o símbolo caminhou pelos movimentos que chacoalharam a década de 60: estava lá nas explosões do Civil Rights que confrontaram negros e brancos nos EUA e também estava, vestido de flores, nas manifestações dos jovens hippies, da Califórnia às barricadas de Paris.
Tentaram bani-lo durante o apartheid na África do Sul, tentaram apagá-lo das paredes das universidades francesas, mas como todos os símbolos poderosos ele resistiu, engordou de significados, grita “liberdade”, fala de “amor”, conta histórias de “mudanças”, e, afinal, vira símbolo da paz. Quem iria imaginar?
Gostou da historinha? Então entre no site e crie sua própria versão do símbolo aniversariante…é bem divertido e você ajuda a divulgar a idéia de que ainda hoje, justo agora, vale muito a pena falar de paz…
O livro Peace, 50 years of protest