Padroeira
Hoje é Dia da Padroeira. Para os católicos, dia de procissão, de festa, antecipada na alma às vezes por muitos meses…
E revendo as imagens da devoção dos fiéis à Nossa Senhora Aparecida, fiquei pensando nos padroeiroes, esses protetores das gentes e das coisas das gentes. A palavra “padroeiro” vem de protetor, de defensor. E o costume de dedicar igrejas, edifícios, barcos, cidades e países para um protetor celestial é muito, muito antigo.
Ao contrário dos católicos ortodoxos, os católicos do Ocidente sofrem de saudades. Afastados dos locais da história sagrada, longe dos caminhos e dos símbolos que emprestariam concretude maior a sua fé, eles vão encontrar nas relíquias dos santos, dos mártires e da Virgem Maria presença e consolo. Órfãos da geografia sagrada, vão buscar na devoção ao santo proteção celestial e cuidado, numa relação viva, quente, dinâmica que reproduz direitinho as complicadas relações que vão se estabelecendo entre as pessoas a partir da Idade Média. De um lado, os poderosos, cujo dever era cuidar, do outro, o povo, que trocava essa proteção por trabalho, dedicação, reverência. São padrinhos e afilhados, senhores e servos, figuras nossas conhecidas dos livros de história, agora com a benção do santo que vai salvar de todos os males, ajudar nos casos de amor, assim como castigar a falta de dedicação e o descaso.
Na Europa, além de escolher um padrinho e uma madrinha para o recém-nascido, as mães se apressavam em escolher um padrinho ou uma madrinha celestiais entre os santos, os anjos, o próprio Jesus Cristo e sua mãe, a Virgem Maria, havia que proteger as crianças sozinhas no berço dos feitiços, dos quebrantos, dos olhos invejosos. Porque se com Deus a relação é de temor e distante reverência, com os santos o relacionamento é mágico e íntimo, feito de promessas, de orações, de serviços mútuos prestados ali mesmo, no reme-reme da vida.
A força desta relação só vai crescer, marcada pelas festas em honra ao padroeiro da cidade ou da aldeia e pelas peregrinações aos lugares sagrados onde se exibiam as relíquias do protetor favorito.
Nossa Senhora, como Mãe de Deus, será a campeã dos benfeitores. Mas de um jeito seu, muito peculiar. Nossa Senhora “aparece”. Não é escolha, nem decisão, muito menos coisa imposta. Na devoção do povo, Nossa Senhora de vez em quando visita seus filhos e eles a encontram, ora no topo de uma colina, ora numa gruta, ora tirando-as de dentro das águas em milagrosas pescarias. São literalmente Nossas Senhoras Aparecidas.
A mais famosa história de aparição de Maria na América é a de Nossa Senhora de Guadalupe, a Padroeira do México, que surgiu diante do índio Juan Diego, na colina Tepeyac, perto de onde hoje é a Cidade do Mexico, entre 9 e 12 de dezembro de 1531, e estampou o manto do camponês com sua imagem milagrosa.
No Brasil, Nossa Senhora chega trazida pelos marinheiros. E se deixa encontrar pela primeira vez por Caramuru, na Bahia, já em 1530. A imagem também milagrosa, era de Nossa Senhora das Graças, e foi colocada numa capela mandada construir pela índia Paraguaçu, mulher de Caramuru.
Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil, foi achada em 1717 pelos pescadores Domingos Garcia e Filipe Pedroso, que jogavam suas redes no rio Paraíba. Assim como Nossa Senhora de Guadalupe, é preta, dizem que por ter ficado muito tempo dentro d´água. Os fiéis não acreditam. As “Virgens Morenas” tem a cor mestiça dos seus filhos.
E há de ser por tal afinidade com a vida, que no vídeo do You Tube, a chamada da TVAparecida não tem o tom solene que a gente poderia associar com uma celebração religiosa, ao contrário, o clima é de espetáculo, de show. A Padroeira quer seus filhos em festa, ao menos hoje.
A imagem que ilustra este post é do momento em que a imagem é “entronizada”, ou seja, colocada no trono para a procissão. Da TVAparecida.
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Religião e espiritualidade Tags: devoção popular, festas do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, padroeira, padroeiros, Virgem de Guadalupe

VIVA MARIA, MÃE DE DEUS!!!
Lindo vídeo,
parabéns!
VIVA MARIA, MÃE DE DEUS!!!
Lindo vídeo;
parabéns
(l Aos Corintios cap. 10 vers 14 ao 21 )
A idolatria e o culto de demônios
Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo a sábios; julgai vós mesmos o que digo.
Porventura, o cálice de benção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é, porventura, a comunhão do corpo de Cristo? Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo; porque todos participamos do mesmo pão. Vede a Israel segundo a carne; os comem o sacrificios não são, por ventura, participantes do altar? Mas que digo? Que o idolo é alguma coisa? Ou que o sacrificio ao idolo é alguma coisa? Antes, digo que as coisas que os gentios, as sacrificam aos DEMÔNIOS e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os DEMÔNIOS. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demonios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.
Como vocês podem ver, não são palavras minhas, mas, sim de Deus, como podem os seres humanos colocarem um DEMÔNIO como padroeira de uma país ? Que não tem nada a ver com a nossa irmã Maria que descansa o sono dos justos, já salva na verdade mais que não pode salvar. Deus é que escolhe, e Ele escolheu o seu filho Jesus Cristo para ser Único Intercessor e Salvador da humanidade. Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida ninguém vai ao Pai senão por mim. ( S.João cap. 14 vers 6).
Explicando a palavra acima, o apóstolo Paulo referindo-se a Santa Ceia do povo santo de Deus, falou que somos participantes do mesmo cálice que representa o sangue de Cristo e o mesmo pão que é o corpo de Cristo,isto é igreja do Senhor. Deu um exemplo através dos sacrificios do tempo da lei, sacrificio esse praticado pelos judeus para perdão de pecados, matando animais, e esse sacrifício foi abolido quando o próprio filho de Deus subiu ao altar, foi ele mesmo sacrificado pelos nossos pecados. E aquele que pratica a idolatria não sacrifica a Deus e sim aos demônios, pois, toda a adoração que não é exclusiva a Deus, Deus a considera sacrificada aos demônios.
Nesta palavra Paulo profetizou sobre a igreja católica os chamando de gentios, povo não pertencente a Deus.