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Arquivo de março, 2008

26/03/2008 - 10:31

Justiça é o quê?

A tia do Ricardo morreu atropelada por um menino de 19 anos que dirigia um carro em altíssima velocidade. Junto com ela, morreu também uma menina que atravessava a rua. O rapaz não foi preso, na época, sequer perdeu a carteira de habilitação, anda por aí, sabe Deus de que jeito e a que velocidade…

Situações assim, além de sofrimento, provocam um sentimento quase que insuportável de impotência e fazem a gente questionar: a Justiça, afinal, é justa?

Talvez nem sempre seja, mas isso pode mudar. Justiça Reparativa é o nome do nosso desafio coletivo de construir uma justiça que promova a paz e não fomente o ressentimento. A Justiça Restaurativa é um “processo colaborativo que envolve aqueles afetados mais diretamente por um crime, chamados de ‘partes interessadas principais’, para determinar qual a melhor forma de reparar o dano causado pela transgressão”, explica Damásio E. de Jesus, advogado em São Paulo, no artigo Justiça restaurativa no Brasil.

No nível coletivo, culpa não adianta sem reparação…os gregos estavam certos, mais uma vez…

E nós temos chance de saber um pouco mais sobre Justiça Restaurativa porque vem aí, trazido pela Palas Athena, uma das maiores autoridades sobre o assunto: Howard Zehr, professor de Sociologia e Justiça Restaurativa no curso de graduação em Transformação de Conflitos da Eastern Mennonite University em Harrisonburg, Virginia, EUA, e co-diretor do Center for Justice and Peacebuilding.

Não dá para perder…

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/03/2008 - 10:07

Dê uma folga para sua alma

No Centro Mandala, em São Paulo, um workshop que bem poderia chamar Dê uma folga para sua alma: dois dias inteiros para praticar meditação, se aventurar em asanas de yoga e virar criança de novo dançando em roda…

Pode conferir as informações, logo aí embaixo…

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
25/03/2008 - 16:22

A alma do Tibet

Ontem jantamos com um amigo que trabalha numa empresa brasileira e mora na China. Minhas filhas dispararam tantas perguntas que lá pelas muitas a gente já estava brincando de escola: você primeiro, depois você… E a conversa caminhava entre as fantasias que alimentamos desde sempre sobre uma China exótica e maravilhosa e a realidade que ele trazia da vida em Xangai.

Comentamos que todas as cidades grandes se parecem, que as tradições e os costumes estão desaparecendo diante da exploração exagerada do consumismo, falamos da língua difícil e da complicação estomacal que é você SÓ ter comida chinesa como alternativa…

De repente, a pergunta: e o Tibet? E a liberdade? Estranho, preciso admitir que ouvir essa palavra na boca da minha filha me fez mal, como costumava me fazer no passado…e a resposta foi ainda mais dura de ouvir: “os chineses só sabem do Tibet o que o governo quer que eles saibam, a liberdade não existe, toda informação é administrada, e não adianta procurar no Google…”

Você com certeza sabia disso, eu também…mas ouvir assim na mesa do jantar do viajante recém-chegado, de certa forma, torna tudo mais real…e mais triste.

Assim como são tristíssimas as imagens que andam circulando pela internet, de e-mail em e-mail. Elas revelam o lado nada banal de todas as tragédias, feito de gente de verdade, de filhos que poderiam ser os nossos, e de dores que não tem nada de virtuais…

Amanhã, se você estiver no Rio de Janeiro, vá caminhar pelo Tibet. Os chineses nunca vão ficar sabendo, mas se o resto do mundo se comover…quem sabe? Liberdade é palavra preciosa, era no passado para nós, é ainda para todos que vivem prisioneiros…

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
23/03/2008 - 21:15

Ops, erramos…

A Marisa Duarte me manda um e-mail supersimpático: “Vc menciona o livro How to Improve your Marriage Without Talking about It como não tendo sido ainda traduzido para o português. Na realidade, esse livro foi lançado no Brasil em 2007 pela Editora Nova Fronteira, com tradução de Ryta Vinagre e o título Não Discuta a Relação. Como melhorar o seu relacionamento sem ter de falar sobre isso e já está em sua terceira impressão. É de fato interessantíssimo e empresto a todas as minhas amigas q estão tendo problemas de relacionamento com seus maridos. Recentemente, uma amiga acabou se reconciliando com o marido, com o qual já estava começando a entrar em crise, após ler esse livro. Legal isso, né?? Um abraço, Marisa Duarte”

Obrigada, Marisa!

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
19/03/2008 - 11:17

Almoço de meninas…

There are ladies in my past, lovely faces in a awaken dream”…lembra dessa música? Não sei mais de quem era…mas toda vez que por qualquer chacoalhão descuidado da minha mente esses versos voltam à tona, sinto saudades: da menina que eu fui e das meninas que eu conheci.

Na 5a.feira passada, fui a um almoço saído de um sonho. Reunião de umas 30 mulheres que não se viam há 36 anos! Exatos! Graças à internet, a troca de e-mails entre duas virou a falação colorida de um bando de ex-colegas de escola, que costumavam fugir da sala de aula para fumar escondido, usavam saias plissadas beeem curtas, meias três-quartos (obrigatórias!), cantavam juntas num coral e se separaram logo depois da formatura, cada uma em direção às suas escolhas…

Rimos tanto, choramos tanto, descobrimos tantas e novas afinidades…por isso, não sei se concordo com o espírito nostálgico do ppt que compartilho hoje com vocês. Não existe UM passado, descolado de nós. Ontem, falando com um amigo muito querido, comentávamos que tudo que nos aconteceu, tudo o que fizemos, sonhamos, todos os nossos amores, e os nossos sonhos, tudo nos pertence, e todas as memórias são parte do que somos agora, deste “nós-aqui” que vivemos hoje…

O que você acha? Onde guarda o seu passado?

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
14/03/2008 - 15:40

Vamos discutir a relação?

Se você quiser mesmo viver um grande amor, feliz e minimamente duradouro, pode guardar a frase e todas as similares na gavetinha das “coisas para JAMAIS dizer”….

Sim, conversar nem sempre (ou quase nunca) é o melhor jeito de fazer as coisas funcionarem bem dentro de uma relação entre uma mulher e um homem, bem entendido.

Esse é o resultado de anos de estudos e pesquisas de uma das maiores especialistas vivas em lingüística, a dra. Deborah Tannen, autora de mais de 120 livros sobre o assunto, incluindo o best seller, You Just Don’t Understand, que foi traduzido para 29 idiomas e deve ter provocado muita discussão por aí…

A dra. Tannen, que também é professora honorária em uma dúzia de universidades pelo planeta afora, comprovou o que a gente suspeitava. A comunicação entre os humanos é um jogo sofisticadíssimo, mas o diálogo entre homens e mulheres é algo verdadeiramente espantoso, para dizer o mínimo!

“Palavras diferentes, mundos diferentes” é o título do primeiro capítulo do livro. Nele a gente aprende a regra “zero”: homens quando entram em contato com outros seres buscam “afirmar seu status e evitar o fracasso”, mulheres, ao contrário, interagem para evitar a solidão e, por isso, estão sempre atrás de envolvimento e intimidade. Viu que simples? Ponha uns e outras juntos e cada um vai caminhar numa direção, pior, assumindo que o outro está indo na MESMA direção…

A linguista famosa não está sozinha. E os terapeutas já estão atrás desses padrões para tentar ajudar homens e mulheres a se relacionarem melhor. É o caso da dupla Patrícia Love e Steven Stosny, autores do livro divertidíssimo e altamente esclarecedor que acabei de ler: How to Improve your Marriage Without Talking about It.

E no subtítulo a chave para a convivência harmoniosa entre feminino e masculino: como achar o amor, para além das palavras…

Do livro, que não foi ainda traduzido para o português, pincei alguns conselhos, que compartilho com vocês…

Para ela

Acredite nele
Ajude-o a ser um bom amante, deixe que ele saiba o que agrada a você
Ajude-o a fazer você feliz. O macho enraivecido, controlador e cala a boca está tentando não se sentir um fracasso por não ser capaz de fazer uma mulher feliz. Diga a ele quão infeliz você se sente e você corre o risco de perdê-lo. Diga a ele o que faz você feliz e suas chances aumentam vertiginosamente.
Aceite que ele tem todo interesse no bem-estar das crianças, mesmo que para você o jeito dele lidar com a paternidade chegue no limite do absurdo. Depois, converse com calma sobre assuntos BEM ESPECÍFICOS relacionados aos filhos.
Deixe que ele saiba exatamente que atitudes dele fazem você se sentir segura e acolhida.
Faça com que ele saiba que você aprecia o trabalho dele
Respeite-o
Receba suas tentativas – ainda que desastrosas – de fazer as pazes com sabedoria. Para os homens, muitas vezes pedir desculpas beira a submissão mais abjeta (coisa que os estudiosos acima garantem que faz com que eles se sintam vira-latas molhados e acuados). É mais provável que em vez de pedir desculpas, como sua melhor amiga com certeza faria, ele tente “consertar” as coisas concretamente. Mudando algum comportamento ou fazendo algo para você. Aceite, amiga, não é eloqüente, mas é sincero…

Para ele

Respeite-a
Ouça o que ela diz
Expresse confiança no julgamento dela
Ajude-a tanto quanto você puder
Toque nela, mas na seguinte proporção: oito toques não-sexuais — apenas manifestações de afeto ou de carinho — para cada dois que expressem desejo sexual.
Respeite os laços dela com a família e as amigas
Peça desculpas toda vez que você não conseguir seguir os conselhos acima
Acolha com ternura as tentativas dela de pedir desculpas
E, sobretudo, esteja lá, por perto, quando ela precisar

E se os pesquisadores estiverem certos e tudo isso funcionar, a gente pode voltar a dormir, tranqüilos, sem precisar nunca mais ficar até de madrugada “discutindo a relação”…

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
08/03/2008 - 14:59

As meninas-deusas do Himalaia…

Uma deusa viva. Fácilimo de digitar. Quase impossível de compreender, tão ocidental meu olhar sobre o mundo. Uma deusa viva não parece uma deusa, nem é uma lembrança contemporânea de uma divindade, nem é reencenação de um ser divino. Uma deusa viva, É. Simples assim. Difícil de compreender. Ainda mais quando essa “deusa viva” é uma menina, extraída à fórceps da infância, colocada num trono, enfeitada de jóias, reverenciada como a reencarnação de uma das deusas mais impressionantes do panteão hindu, Durga, “aquela que mata o leão”, encarregada pelos deuses de enfrentar e derrotar os demônios que ameaçam o equilíbrio do universo. A mais poderosa das “grandes-mães” do hinduísmo.

O festival de Durga, Dashain, é chamado “a noite negra” e é uma das mais importantes manifestações religiosas do Nepal. É durante uma dessas celebrações, que a “deusa viva”, a Kumari, é escolhida e sua coragem, testada.

Kumari, na língua do Nepal, quer dizer, virgem, menina-virgem. No Nepal, onde hinduístas e budistas convivem há séculos, essas meninas-virgens são escolhidas entre a população budista, por volta dos 4 anos. A vida delas como kumaris é curta: assim que menstruam ou tão logo manifestem qualquer sinal de “mortalidade”, como alguma doença ou ferimento que envolva muita perda de sangue, elas são destituídas do seu cargo divino e voltam a ser meninas comuns. Mas com uma pequeníssima diferença: casar com uma ex-kumari dá azar. Agora, páre para pensar no quanto o casamento das meninas é importante para as famílias na Índia. E agora já dá para imaginar que o destino de uma ex-kumari, adulta, pode ser feito de solidão ou de miséria…

Mas isso não deve ainda nos entristecer porque o governo do Nepal, anda tomando medidas para garantir às ex-meninas-deusas seu quinhão de felicidade mortal.

O Nepal, aliás, é uma região multi praticamente tudo: multicultural, multireligiosa, multiétnica. A maioria da população é hinduísta ou budista. Tanto uns quanto outros, ainda que de formas distintas, cultuam uma infinidade de deuses e deusas, incarnações e manifestações das forças divinas, reverenciadas e adoradas sob a forma de estátuas, imagens, pinturas…e “deusas vivas”, as kumaris.

O culto das kumaris é comum no vale de Katmandu, onde cada cidade possui a sua própria menina deusa, selecionada entre as garotas de 4 e 5 anos da casta “shakya”, uma das mais baixas e, portanto, mais pobres da região. Para ser escolhida pelos sacerdotes encarregados do ritual, a menina precisa possuir os 32 atributos da perfeição, originalmente associados à deusa Durga quando era, ela prória, uma menina: saúde perfeita, corpo sem marcas, olhos negros, grandes e expressivos, dentes impecáveis, voz aveludada, braços longos, cabelos negros, brilhantes e lisos, pés e mãos delicados.

Mas ser bela só não basta. A garota precisa mostrar desde o início sua valentia e uma imperturbável serenidade. Á luz das velas, na “noite escura”, a menina precisa ficar impassível diante dos dançarinos com máscaras monstruosas ou fantasiados de leões que tentam amedrontá-la. Apenas as que resistem sem piscar são consideradas encarnações verdadeiras da deusa e podem sentar-se no trono da deusa, decorado com gigantescas figuras de leões.

O poder dessas meninas é, ao mesmo tempo, imenso e nenhum. São encarregadas de abençoar anualmente o próprio rei do Nepal e, dizem, seus pés nunca podem tocar o chão, apenas andar sobre tapetes vermelhos. Por outro lado, não podem afastar-se do Nepal, nem conviver com as meninas de sua idade e vivem nos templos, entre cerimônias e rituais.

Mas o que acontece se a kumari se recusa a desempenhar seu papel?

Sajani Shakya, kumari de Bhaktapur, aposentou-se, leio nos jornais. Com 11 anos, a menina, que já havia provocado a indignação dos sacerdotes por ter viajado para os EUA, onde foi a personagem principal de um documentário, decidiu voltar à vida normal.

Será? Segundo a BBC, de Londres, o pai de Sajani parece preferir que a filha participe de outro ritual: um casamento simbólico que asseguraria à jovem fertilidade e um destino menos solitário. Mas para isso, ela precisa se “desvestir” da sua divindade.

“Quando deixar de ser deusa, quero ser fotógrafa”, teria dito a menina-deusa. Tomara. Boa sorte, pequena deusa!

Assista o trailer do documentário “Living Goddess”, sobre as meninas divinas do Himalaia

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
06/03/2008 - 15:07

Um almoço iluminado…

Queria ficar em silêncio depois deste almoço, queria ficar quieta. Porque, como ela me dizia, os olhos claros de cantos apertados, como que escondendo duas lágrimas, a busca do divino não é um movimento de ascensão, é um mergulho no mais fundo de nós, no húmus que nos liga à Terra…

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
04/03/2008 - 11:58

Amigas, amigas…

Esqueci do aniversário de uma amiga querida. E isso não tem desculpa. Mesmo que você seja, como eu, do tipo que esquece o próprio aniversário. Mesmo que tenha há séculos comemorado com o marido o fim das celebrações de aniversário de casamento, pela simples razão de que já casamos e descasamos um com o outro algumas vezes e não há meios de lembrar datas exatas na vertigem desta montanha russa que é nosso relacionamento. Deixamos assim, de vez em quando saímos e celebramos o dia de hoje!

Não, não tem justificativa para esquecer o aniversário de uma amiga querida. Mas aconteceu. Agora é ligar com alma de cachorro molhado de chuva e pedir desculpas. Dizer que fui engolida pela vida, sobretudo, nada de inventar desculpas, boas amigas sempre sabem quando você está mentindo — só fingem que acreditam porque compreendem que às vezes a gente quer muito parecer com a imagem perfeitinha que criamos para nós mesmas!!!

Convidar para um jantar só nós duas, quem sabe ela aceita? Arrancar o afeto da correria e enfiar à muque um encontro na agenda. Ela vai entender, não vai?

Espero que sim. Mas continuo perplexa com meu esquecimento. Minhas amigas são meu espelho favorito, mais confiável, mais íntimo. Conhecem uma parte de mim que talvez seja a mais minha, aquela que não é mãe nem mulher nem filha de ninguém. Aquela que tenta alinhavar todos estes papéis, que às vezes desanima, e que precisa delas para rir de si mesma.

Um estudo surpreendente publicado pelo Departamento de Psicologia da Universidade da Califórnia em 2002, revelou que, ao contrário dos homens, as mulheres em situações de stress nem sempre reagem da forma “clássica”, ou seja, fugir ou lutar. A resposta feminina, que os americanos definiram como “tend and befriend” e que a gente poderia entender como “cuidado e intimidade”, indica que, há milhares de anos, quando as hordas humanas vagueavam pelo planeta fugindo dos tigres de dentes de sabre, os homens decidiam a hora de fugir ou a hora de atacar enquanto as mulheres se dedicavam a proteger os filhotes e a cultivar os laços de amizade com outras fêmeas que garantiriam a sobrevivência de todos em emergências futuras. Esta resposta antiqüíssima está gravada em nós e é comandada por um dos hormônios que fazem parte da enxurrada química que nos invade em situações de perigo, a ocitocina. Junto como nossos hormônios femininos, como o estrógeno, a ocitocina produz um efeito calmante que fica mais intenso ainda à medida em que nos concentramos neste tipo de atividade “nutritiva”.

Moral da história: a gente precisa de amigas, muito mais do que imagina! E no entanto…

A terapeuta americana e autora de vários livros sobre relacionamentos, Ruthellen Josselson, acredita que relações entre mulheres são tão poderosas que não cabem em nenhum retrato idealizado, são “laboratórios de conflitos”. É entre nós, mulheres, que aprendemos desde cedo a lidar com as várias faces do ser feminino. E isso inclui afetos para a vida toda, fofocas, deslealdades, ciúmes, cuidado, carinho…entre amigas, não há lugar para se esconder. Em seu livro Best Friends: The Pleasures and Perils of Girls’ and Womens’ Friendships, escrito em parceria com outra craque em relações humanas, Terri Apter, a terapeuta explica que “ao longo da vida, toda vez que uma menina ou uma mulher sai em busca daquilo que é mais autêntico e genuíno em si mesma, é no espelho do olhar da amiga que ela vai encontrar as respostas”, o que não quer dizer que ela vai sempre adorar o que vê refletido, espelhos são assim mesmo, implacáveis feito o olho dos gatos…

E as psicólogas americanas continuam:
estar entre amigas é uma experiência “curadora” e única, no entanto, as estatísticas mostram que quando as mulheres estão afogadas no trabalho, no cuidado dos filhos, nas obrigações familiares, são as amigas as primeiras a pagarem o pato da distância e é aí que os aniversários são esquecidos…

Viram? Está na hora de mudar tudo isso e arranjar tempo para “conversas de mulheres”.

Por isso, que tal navegar nos links abaixo e depois deixar sua receita para boas amigas lá nos comentários do fórum.

Um artigo sobre o estudo da UCLA sobre o stress e as amizades femininas

Um teste (em inglês): que tipo de amiga você é?

Faça o teste e veja como anda seu QE ou Quociente de Empatia. Será que você é realmente uma boa amiga para suas amigas?

Leia mais sobre o estudo que revelou como as mulheres reagem de maneira diferente dos homens ao stress e buscam conforto entre os filhos e outras mulheres em situações de tensão em vez da ação clássica de lutar ou fugir, preferida pelos homens

E se você quiser ir na fonte…

Navegue pelo site de Terri Apter

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
03/03/2008 - 07:45

Bom dia!

Um dia mudo o nome deste blog. Vai chamar “drops de hortelã”, ato falho de uma velha amiga. Drops de hortelã, faz você lembrar do quê? Para mim, a palavra chega em ritmo de um rock swingado, meninas de saias rodadas, rapazes de cabelos engomadinhos…drops de hortelã carrega um frescor feito de um olhar juvenil sobre as coisas, ora adocicado, ora ardido…

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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