Chegou no outlook…

O que hoje a gente conhece como Cabala reúne o conhecimento e a sabedoria espiritual acumulados pelos sábios judeus desde a ápoca dos antigos patriarcas de Israel.
Dizem que os primeiros ensinamentos cabalísticos foram transmitidos diretamente por Deus para Moisés. Além de ser uma das mais complexas e herméticas doutrinas sobre a origem e o funcionamento do Universo, a Cabala também tem um lado extremamente prático e que hoje é recuperado para ajudar as modernas criaturas que nós somos a restabelecerem a harmonia e compreenderem melhor seu papel na grande obra divina.
Por conta disso, eu não devia ter ficado tão supresa então quando recebi esse texto ontem de manhã, mas fiquei. Sempre é surpreendente ver como as coisas acontecem de um jeito que parece orquestrado, ensaiado nas mais distantes esferas celestiais…
Diante da tragédia do vôo da TAM, vejam se o artigo abaixo, assinado por Yehuda e que está publicado no site de um dos centros de estudos cabalísticos mais respeitados, não parece “antecipar” nossas perguntas, nossa indignação e nosso medo…
Se minha caixa de entrada for uma avaliação correta do sentimento que está no ar, parece que há muitas pessoas deprimidas e confusas andando pelas ruas.
Um motivo pode ser que estamos no meio daquilo que os cabalistas chamam de Três Semanas de Tamuz (Câncer), que termina com o evento de Tisha B’Av. Durante esta época do ano ocorre uma mudança no universo espiritual que causa a retirada de um filtro que fica ao redor de nossa alma.
Normalmente este filtro determina quanta Luz podemos receber. Sem ele, somos inundados de Luz. Imagine o que aconteceria se não houvesse uma camada de ozônio para nos proteger do sol. Espiritualmente falando, é isto que está acontecendo agora. Estamos queimando.
O que acontece agora – e a qualquer momento em que ficamos presos em nossa dor – é que esquecemos de cuidar da dor daqueles mais próximos de nós. Sob o peso da nossa depressão nos sentimos incapacitados, incapazes de olhar para fora da janela da nossa própria casa de emoções.
Mas precisamos nos lembrar: não importa o quanto estivermos por baixo, sempre tem alguém ainda mais para baixo do que nós. E quando encontramos uma maneira de elevar alguém para fora de um buraco negro, o universo nos responde de forma equivalente.
Elevar outras pessoas é uma grande responsabilidade, uma responsabilidade que queremos aceitar se esperamos fazer algum progresso verdadeiro em nosso tikun nesta vida. Lembra-se do tikun? Karma? O motivo pelo qual entramos em cena?
Para elevar os outros, começamos perguntando às pessoas ao nosso redor:
“Você está bem? Conte-me como estão as coisas.”
Depois, fechamos nossas bocas e escutamos. Quando a outra pessoa percebe que estamos de fato ali, prontos para escutar – não para falar, não para dar conselhos, não para castigar, não para convencer, não para invalidar – a pessoa relaxará e se abrirá.
É tão simples e tão difícil assim. Não precisamos corrigir as pessoas, nem podemos fazê-lo. Precisamos apenas ser uma caixa de ressonância, um ombro amigo para dar apoio, um rosto carinhoso para se olhar. Precisamos apenas deixar a pessoa saber que estamos OUVINDO o que ela tem a dizer, assim como gostaríamos de ser ouvidos na nossa própria dor.
E sabe o quê? Quanto mais você fizer isto, mais verá pessoas aparecendo “de repente” para lhe procurar e querer seu bem. E verá sua depressão indo embora. E sua confiança e alegria se desenvolverão mais.
E mais você se aproximará de realizar seu tikun, de uma vez por todas.
Tudo de bom,
Yehuda

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Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
maravilha de mensagem
Quando será que os jornalistas éticos se unirão contra essa manipulação dos donos das empresas midiáticas? Não é possível que só hajam restado três ou quatro. Do jeito que estamos, não há possibilidade de a maioria escolher entre uma ou outra versão dos fatos já que claramente há em cada fato narrado, uma opinião que se monstra como a verdadeira a respeito deste ou daquele assunto. Está é a hora e a vez dos jornalistas de caráter escreverem que neste momento histórico, não venderam suas almas.