Arquivo de julho, 2007
31/07/2007 - 13:20
E aí vai o endereço do site da Casa do Saber para você explorar. Mas cuidado, as possibilidades são tantas e tão interessantes que eu ainda não consegui me decidir…
Navegue por aqui para a Casa do Saber
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria
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31/07/2007 - 13:15
Para mim, o início de agosto tem um gostinho de ano-novo! É quando acabo me inscrevendo para cursos bacanas e refazendo as decisões de janeiro!
Aqui em São Paulo, dois lugares são referência em matéria de cursos e workshops para ajudar a abrir a cabeça da gente: a Casa do Saber e a Associação Palas Athena.
Aí vai a Programação da Palas Athena…
Filosofia e visões de mundo: os séculos da Idade Média
14 ago a 27 nov | ter | 19h30 a 21h30
Basilio Pawlowicz
Mitos e símbolos: os guias de nossa viagem pela vida
15 ago a 28 nov | qua | 14h a 16h
Basilio Pawlowicz
Atenção e concentração nas práticas meditativas (manhã)
15 ago a 5 dez | qua | 9h30 a 11h30
Eleonora Marsiaj e Lucia Brandão
Atenção e concentração nas práticas meditativas (noite)
16 ago a 6 dez | qui | 19h30 a 21h30
Maria José Piva Rocha e Neusa Serra
Conviver também se aprende: introdução à ética
16 ago a 6 dez | qui | 19h30 a 21h30
José Romão Trigo de Aguiar, Lygia Maria Cerviño Lopez e Mariangela Vassalo
Fundamentos da ética: as bases das relações e da convivência
20 ago a 3 dez | seg | 19h30 a 21h30
George Barcat e José Romão Trigo de Aguiar
Pensar também se aprende: introdução à filosofia
20 ago a 3 dez | seg | 19h30 a 21h30
Basilio Pawlowicz
Práticas meditativas – módulo 2
22 ago a 5 dez | qua | 19h30 a 21h30
Maria José Piva Rocha Correa
Viagem de imersão: Autonomia e interdependência
27 e 28 de out | sab e dom | Juréia SP
José Romão Trigo de Aguiar e Rita Mendonça
PROGRAMA CULTURAL
Por que coisas ruins acontecem a pessoas boas
6 a 15 ago | seg e qua | 20h a 22h
Ariel Finguerman
A arte de viver: princípios e práticas
de sabedoria das tradições indígenas
17 ago a 7 dez | sex | 9h a 11h30
Elisabete Sofia Lepera
O bem e a beleza na arte, filosofia e psicologia
17 ago a 7 dez | sex | 14h a 16h
Vera Lucia Paes de Almeida
Estudos sobre a consciência e o sagrado:
a visão integral de Ken Wilber
15 ago a 28 nov | qua | 14h a 16h
Ari Raynsford
Edgar Morin: complexidade humana e conhecimento
20 ago a 8 out | seg | 19h30 a 21h30
Izabel Petraglia
Visão do universo
14 ago a 11 set | ter | 19h30 a 21h30
Paulo Gomes Varella
Ciências tradicionais: da harmonia entre o céu e a terra (tarde)
16 ago a 6 dez | qui | 14h15 a 16h15
Cid Marcus Vasques
Ciências tradicionais: da harmonia entre o céu e a terra (noite)
16 ago a 6 dez | qui | 19h30 a 21h30
Cid Marcus Vasques
Introdução à Comunicação Não-Violenta
16 ago a 6 dez | qui | 19h30 a 21h30
Valéria Almeida
Grupo de prática – Comunicação não-violenta
15 ago a 28 nov | qua | 19h30 a 21h30
Valéria Almeida
WORKSHOPS
O corpo no processo de desenvolvimento da consciência
15 set | sab| 9h a 12h
Denise Gimenez Ramos
SEMINÁRIOS INTERNACIONAIS PALAS ATHENA
GESHE LHAKDOR
A meditação como instrumento de compreensão da mente
31 out | qua | 9h a 16h30
DR. PEMA DORJEE
3 a 6 set
JEAN-MARIE MULLER
Princípios da não-violência – filosofia em ação
3 out | qua | 9h a 16h30
AUDIOVISUAL – ENTRADA FRANCA
Jornada interior pelas terras da Ásia
11 ago | sab | 18h
palestra e audiovisual com Lucia Brandão
26ª SEMANA GANDHI
com Prof. Jean-Marie Muller e Shrikrishna Tengshe
Celebração do Dia Internacional da Não-Violência
Abertura no Teatro SESC Vila Mariana
2 out | ter | 19h30
ARTES CORPORAIS
Yoga
Daisy de Oliveira Rodrigues, Lídia Regina Teixeira,
Marcia Gamboa e Marcos Rojo
Aikido
Elisa Kozasa
Palas Athena
Rua Leôncio de Carvalho, 99 – Paraíso – Tel (11) 3266 6188
Inscrições www.palasathena.org.br ou na sede da Palas Athena
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria
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29/07/2007 - 12:26

Como seria o mundo sem nós? A pergunta, antes do café da manhã, lembra o conselho da Rainha de Copas para Alice, lá no País das Maravilhas: “treine, treine e, com a prática, você vai conseguir acreditar em pelo menos seis coisas impossíveis antes do primeiro gole de café…”
O que seria do mundo sem essa espécie chamada homo sapiens? Esse é o título do artigo de Sérgio Augusto no Caderno 2 do Estadão do dia 28 de julho de 2007, sobre o livro do jornalista Alan Weisman, Como seria o Mundo sem Nós”, recém-lançado pela editora Planeta Brasil, que me fez pensar na Rainha de Copas e nos seus impossíveis…
A gente tem uma tendência — bem típica, aliás, de quem vive de olho no próprio umbigo — de associar nosso destino ao destino do outro. “Outro” aqui pode ser qualquer um, do parceiro, ao vizinho, ao estrangeiro, ao planeta…
Quando ouvimos os alertas ambientalistas, essa nossa tendência de reagir a tudo a partir de um ponto fixo no Universo que somos nós mesmos, faz a imaginação viajar por uma terra devastada, vazia de humanos, vazia de VIDA…no fundo funciona como uma espécie de consolo perverso: sem nós, a Terra é morta, afinal, não somos os grandes “artífices do mundo, ápice da Criação, ponto culminante de toda a evolução”? Pois é, a má notícia para nosso orgulho é que…NÃO!
O jornalista Alan Weisman depois de muitas viagens e de dezenas de entrevistas com cientistas de todo o planeta, desenha um futuro muito diferente para a Terra sem nós: em algo como 500 anos — o que convenhamos, em escala planetária é menos que nada — as marcas da nossa presença por aqui teriam quase que desaparecido, mesmo as ruínas dos nosso colossos arquitetônicos estariam cobertas pela exuberante presença da Natureza liberta de nós!
Em vez do deserto triste do Planeta dos Macacos, a teia da vida se refazendo em coloridas e exuberantes versões, em vez de nuvens pestilentas, o ar de novo puro, que sopraria para longe as marcas do longo inverno químico que marcaria o planeta logo após nossa aventura por estas paragens terminar.
Apenas mais uma espécie extinta…é isso que seríamos. O que, cá prá nós, é uma idéia bastante irônica se a gente imaginar quantas outras espécies nossa predatória presença tem colaborado para extinguir!
O fato é que, mesmo sugada por nós, sujada por nós, maltratada por nós, a Terra, sem nós, aos poucos, renasceria.
Por isso, melhor guardar a arrogância no fundo da mala e adotar uma prática mais humilde de convivência com o planeta. Porque no fundo, no fundo, “a Natureza”, como conclui o repórter do Estadão, “aguenta todas as nossas agressões. Nós, não.”
Veja no site do projeto O mundo sem nós as simulações visuais do impacto da nossa ausência na vida do planeta.
Compre o livro online na Livraria Cultura
E leia o artigo de Sergio Augusto na íntegra
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria
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25/07/2007 - 17:52

Adoro ilusões de óptica!!! Num certo sentido, devolvem ao universo sua cota de encantamento, invisível para o olhar duro e apressado que a gente veste no cotidiano. Mágicos, acrobatas, malabaristas, todos encarnam essa possibilidade de espanto diante do impossível que nos faz, num instante, crianças, de novo!
Aqui neste site você encontra uma fantástica coleção de “ilusões” e ainda pode se cadastrar para receber todos os dias uma janela de absurdo na sua página!!!
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria
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20/07/2007 - 10:20

O que hoje a gente conhece como Cabala reúne o conhecimento e a sabedoria espiritual acumulados pelos sábios judeus desde a ápoca dos antigos patriarcas de Israel.
Dizem que os primeiros ensinamentos cabalísticos foram transmitidos diretamente por Deus para Moisés. Além de ser uma das mais complexas e herméticas doutrinas sobre a origem e o funcionamento do Universo, a Cabala também tem um lado extremamente prático e que hoje é recuperado para ajudar as modernas criaturas que nós somos a restabelecerem a harmonia e compreenderem melhor seu papel na grande obra divina.
Por conta disso, eu não devia ter ficado tão supresa então quando recebi esse texto ontem de manhã, mas fiquei. Sempre é surpreendente ver como as coisas acontecem de um jeito que parece orquestrado, ensaiado nas mais distantes esferas celestiais…
Diante da tragédia do vôo da TAM, vejam se o artigo abaixo, assinado por Yehuda e que está publicado no site de um dos centros de estudos cabalísticos mais respeitados, não parece “antecipar” nossas perguntas, nossa indignação e nosso medo…
Se minha caixa de entrada for uma avaliação correta do sentimento que está no ar, parece que há muitas pessoas deprimidas e confusas andando pelas ruas.
Um motivo pode ser que estamos no meio daquilo que os cabalistas chamam de Três Semanas de Tamuz (Câncer), que termina com o evento de Tisha B’Av. Durante esta época do ano ocorre uma mudança no universo espiritual que causa a retirada de um filtro que fica ao redor de nossa alma.
Normalmente este filtro determina quanta Luz podemos receber. Sem ele, somos inundados de Luz. Imagine o que aconteceria se não houvesse uma camada de ozônio para nos proteger do sol. Espiritualmente falando, é isto que está acontecendo agora. Estamos queimando.
O que acontece agora – e a qualquer momento em que ficamos presos em nossa dor – é que esquecemos de cuidar da dor daqueles mais próximos de nós. Sob o peso da nossa depressão nos sentimos incapacitados, incapazes de olhar para fora da janela da nossa própria casa de emoções.
Mas precisamos nos lembrar: não importa o quanto estivermos por baixo, sempre tem alguém ainda mais para baixo do que nós. E quando encontramos uma maneira de elevar alguém para fora de um buraco negro, o universo nos responde de forma equivalente.
Elevar outras pessoas é uma grande responsabilidade, uma responsabilidade que queremos aceitar se esperamos fazer algum progresso verdadeiro em nosso tikun nesta vida. Lembra-se do tikun? Karma? O motivo pelo qual entramos em cena?
Para elevar os outros, começamos perguntando às pessoas ao nosso redor:
“Você está bem? Conte-me como estão as coisas.”
Depois, fechamos nossas bocas e escutamos. Quando a outra pessoa percebe que estamos de fato ali, prontos para escutar – não para falar, não para dar conselhos, não para castigar, não para convencer, não para invalidar – a pessoa relaxará e se abrirá.
É tão simples e tão difícil assim. Não precisamos corrigir as pessoas, nem podemos fazê-lo. Precisamos apenas ser uma caixa de ressonância, um ombro amigo para dar apoio, um rosto carinhoso para se olhar. Precisamos apenas deixar a pessoa saber que estamos OUVINDO o que ela tem a dizer, assim como gostaríamos de ser ouvidos na nossa própria dor.
E sabe o quê? Quanto mais você fizer isto, mais verá pessoas aparecendo “de repente” para lhe procurar e querer seu bem. E verá sua depressão indo embora. E sua confiança e alegria se desenvolverão mais.
E mais você se aproximará de realizar seu tikun, de uma vez por todas.
Tudo de bom,
Yehuda

Navegue pelo Kabbalah Center, versão do site em português
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria
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16/07/2007 - 11:41
Se você acredita que somos todos parte da mesma teia. Que qualquer movimento em qualquer ponto desta teia é um movimento na própria teia, o que torna cada um de nós, cada animal, cada planta, únicos, fundamentais e preciosos. Se você acha que, por isso, o seu bem estar depende do meu e que ninguém chega a lugar nenhum de fato sozinho. E se você é daquelas criaturas que julgam possível pensar no coletivo, antes do que no individual. E se, finalmente, em algumas noites de estrelas embaçadas pelas luzes das cidades você ainda sonha com um mundo todo novo habitado por uma nova humanidade, então…talvez você também possa fazer parte desta Aliança por uma Nova Humanidade, projeto de comunidade cujo objetivo é criar fóruns de reflexão e de propostas para todos que desejem viver essa utopia.
O projeto reúne líderes políticos e espirituais do mundo todo, incluindo figuras como o médico Deepak Chopra, alguns prêmios nobel, como Oscar Arias Sanchez, da Costa Rica e Betty Williams, da Irlanda, e celebridades, como o cantor Ricky Martin.
“Conectar pessoas que, através da transfomação pessoal e social, estejam comprometidas com a idéia de criar um mundo justo, pacífico e sustentável, e que reflita a unidade de toda a humanidade”, esse é o mote da proposta. No site, você cria e administra seu perfil, participa das discussões, propõe idéias, conta suas experiências e conhece outros visionários, feito você…e eu!
E inspire-se com o vídeo do projeto…
E pode clicar para começar
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria
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15/07/2007 - 01:59
Um minuto…não parece mesmo muito… No entanto, se a gente pensar bem, não é esse o tempo que se leva para morrer…ou para nascer? Talvez até menos?
O parto, assim como a vida, pode ser longo, às vezes muuuuito longo, mas os bebês nascem num átimo, um instante mágico entre a possibilidade e a realização, entre o sim e o não, entre estar aqui e não estar mais. Sim, porque da mesma forma, não importa quão longa a doença ou o sofrimento, a gente também morre num minuto…
E se cabe tanta coisa nesta frestinha de tempo então talvez fosse bom retomar essa história de “só um minuto” e começar a aproveitar melhor todos os minutos que compõem a nossa vida.
Faz sentido? A Brahma Kumaris, organização internacional dedicada a promover a paz através da meditação, lançou uma idéia brilhante: se de cada hora você tirar um minuto, só um minuto, para fazer uma pausa e entrar em contato com seu silêncio interno, no final de um dia inteiro, você estará, ainda que sem se dar conta, mais harmonioso, mais tolerante, mais…em paz! Quem sabe?
Just a minute ou JAM é o mote desta campanha “para criar a paz pessoal num ambiente global de constante caos e mudança”. Alguns minutos regulares de silêncio na vida da mais ocupada e stressada das criaturas urbanas fazem milagres…
Ah, e em torno do just a minute, está se formando uma comunidade de gente assim feito nós que precisa só de um empurrãozinho para mudar de vida e aprender a fazer o tempo contar muito. Bastam silêncio, mente aquietada e alguns recursos da tecnologia, é claro: um relógio que toca uma sineta a cada hora para fazer a gente dar um pulo prá fora da correria e mergulhar numa poça de paz…
Para entrar na comunidade do Just a minute
Para baixar a campainha
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria
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13/07/2007 - 13:51
Paraskevidekatriaphobia. Sim, é disso que você sofre se morre de medo de sextas-feiras 13! É o que leio no excelente artigo sobre Lendas Urbanas do site About.com. A expressão foi cunhada pelo dr. Dr. Donald Dossey, psicoterapeuta especializado no estudo das nossas fobias…
Vou confirmar — já contei que seeeempre tento confirmar essas autorias que andam feito fantasmas pela web — e descubro não somente que o dr. Dossey realmente é uma autoridade nestes assuntos, como todo um universo de pesquisas e estudos relacionados aos nosso medos mais esquisitos. Inclusive o pavor em relação ao “dia mais azarado do ano”!
Paraskevidekatriaphobia…
Na Inglaterra, pesquisas revelam que as pessoas ficam mais doentes na sexta-feira 13. Nos dois ou três dias do ano em que essa coinciência ocorre, muita gente não vai trabalhar, não come em restaurantes, viajar então? Nem pensar…ainda mais de avião! As entradas nos hospitais aumentam, o nervosismo idem…
Engraçado o poder que superstições tão antigas têm sobre nós. Brrr….mas por que? Até onde consegui averigüar, ninguém sabe ao certo e o medo se alimenta de, bom, praticamente coisa nenhuma ou tudo, à escolha do cliente!
Sexta-feira deveria ser nosso dia mais auspicioso. Os romanos o dedicavam à Vênus e na mitologia nórdica à deusa Freya, protetora do casamento e da fertilidade. Um das hipóteses de David Emery, autor do artigo de About.com, é que justamente porque o sexto dia da semana era sagrado para os povos pagãos, acabou sendo abominado pelos cristãos. Bom chute, não é? Afinal em que dia que Jesus Cristo foi crucificado?
A aversão ao 13 é outra história. Dizem que Felipe da Macedônia foi assassinado logo após ter inaugurado sua estátua, a 13o, entre as dos Doze Grandes Deuses! Mas não fica claro se o grande conquistador da história antiga foi punido pelos deuses porque era o 13o. ou porque os deuses o julgaram muito arrogante para se incluir entre os imortais…
Eram 13 apóstolos à mesa do Cristo, são 13 espíritos do mal na Cabala, o 13o. capítulo do livro do Apocalipse fala do Anticristo e da Besta…mas, por outro lado, são 13 as Luas associadas ao ciclo menstrual das mulheres e são 13 as bruxas que compõe um coven…
13 é o número do arcano da Morte, no Tarô, mas então o 13 não seria o número dos recomeços? O dia seguinte das grandes transformações? O alvorecer das mudanças? Mas, neste caso, medo de quê?
Leia mais sobre Sexta-feira 13 no Guia dos Curiosos
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria
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10/07/2007 - 22:37
Entre o prazer vaidoso de sermos únicos e a alegria compartilhada de pertencer mora nossa angústia…a gente vive tentando se equilibrar entre o imenso desejo de afirmar nossa individualidade e o conforto de se saber parte do todo.
Minha amiga Ceres, lá da serra gaúcha, volta e meia manda alimentos para nutrir esse Chegou no outlook. São fruto das madrugadas inspiradas, ouvindo o minuano assobiar na janela e compartilhando poesia…
Hoje ela envia um retrato de mulher feito de um sem-número de imagens femininas pinçadas de obras de arte dos grandes pintores. A maioria, você vai reconhecer. São rostos familiares, entrelaçados uns nos outros de tal forma que parecem ser da mesma mulher, eternamente mutável, sempre a mesma e sempre outra…mas afinal, não somos assim, nós mulheres? Únicas…e múltiplas! Somos nós e somos todas, orgulhosas tanto de nossas semelhanças quanto de nossas diferenças!
Quem fez o upload do vídeo foi o usuário “eggman913″ do You Tube. Uma outra usuária gostou tanto da idéia que criou uma página para mostrar a origem das imagens femininas que compõem o vídeo-colagem de rostos femininos. Coisas que fazem da web um lugar extraordinário!
Ah, o solo de violoncelo que você vai ouvir é uma gravação de Yoyo Ma da Sarabanda da Suite para Violoncelo no. 1 em Sol Maior, BWV 1007, de Bach. Precisa de mais alguma razão para clicar?
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria
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10/07/2007 - 10:36

Adoro filmes do tipo “colcha de retalhos”! Feitos de histórias entrelaçadas, de destinos cruzados, de trombadas e de encontros…Ainda mais quando as cidades entram na história, feito personagens, emprestando seus encantos, seus becos, suas luzes para as vidas humanas…
Paris eu te amo é um filme assim, uma colagem construída a partir do olhar de vários diretores sobre o mesmo tema: o amor que floresce nas frestinhas mais sem graça, mais banais da “cidade do amor”, Paris.
Na cidade, cabem todos os amores: da mãe pelo filho, do avô pelo neto, do casal de mímicos, do jovem mochileiro pela vampira…amores meninos, amores maduros, amor de homem por mulher, de homem por homem, amor de amigos, amor de ex-amantes…amor que se faz de muitos jeitos, de encontrões, de detalhes, de invisíveis sinais que criam laços, de lágrimas — como não podia deixar de ser — e de alegrias — como era de se esperar, porque afinal o amor se faz mesmo dentro da vida, nos desvãos da alma e das cidades.
“Quero encontrar a beleza aqui mesmo”, diz um dos personagens (ou será que eu sonhei?) “Aqui mesmo” é qualquer lugar, porque é ali, no cotidiano surrado e poído que o amor acontece…
Ah, e depois que assistir, me conte o que achou da história dos brasileiros Walter Salles e Daniela Thomas. Preste atenção: é a da moça morena que caminha apressada com um bebê no colo…
Para sentir um gostinho….o trailer
A ficha completa do filme você tem aqui
Visite o site oficial do filme
Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria
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