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Arquivo de fevereiro, 2007

14/02/2007 - 00:19

Valentine’s Day

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E por falar em abraço, hoje, Vênus e Marte, os amantes cósmicos, vão estar alinhados, segundo leio no Astrology.com. E quando essas duas energias se abraçam no céu, a gente por aqui acaba sentindo os efeitos… No mínimo, é um lindo dia para falar de amor… Afinal, para uma boa parte do mundo é hoje que se comemora o Dia do Amor, dia de São Valentim!

Ninguém sabe muito bem qual Valentim acabou virando o guardião dos apaixonados. Existem três santos, reconhecidos pela Igreja Católica, todos eles mártires. Dizem que um foi sacrificado por celebrar casamentos de jovens apaixonados contra a vontade do imperador romano, Cláudio II. Outro teria se apaixonado pela filha de seu carcereiro na prisão. Segundo a lenda, foi ele que enviou a carta que daria origem à tradição. Nela, ele assinava: “Do seu Valentim”…Outro, ainda, foi martirizado por ajudar os prisioneiros a fugirem das masmorras do Império Romano.

Quem foi exatamente o São Valentim dos namorados, no entanto, ninguém sabe. O que não impediu a figura romântica e heróica do santo de tornar-se muitíssimo popular na Idade Média e fez o costume de enviar cartões apaixonados, tantas vezes às escondidas, impregnados do perfume do amor proibido, preservar-se até hoje…

Para fazer coro com a data romântica, dizem até que os pássaros procuram seus pares no dia de São Valentim, 14 de fevereiro, e acasalam no dia de São José, 19 de março.

O poeta inglês, Geoffrey Chaucer, em 1381, fala de um costume que viria a se tornar muito popular entre a aristocracia da Inglaterra e que, mais tarde chegaria até a América, a “valentinagem”, se a gente pudesse traduzir assim livremente a expressão: naquele dia, a primeira moça ou o primeiro rapaz que você encontrasse ficaria sendo seu “valentim” ou sua “valentina”. E vocês teriam que enviar presentes e mensagens de afeto e carinho um para o outro. Tentariam seduzir-se mutuamente e seria até permitido algumas manifestações físicas de amor, tudo, é claro, dentro dos limites da elegância da época…O jogo durava apenas 24 horas, depois disso, a vida retomava seu curso. Mas, se você tivesse algum charme e muita fé, quem sabe São Valentim não abençoaria seu amor de um dia, e o faria durar para toda a vida…

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Religião e espiritualidade, Toques de alma Tags:
13/02/2007 - 23:38

Que genial!!!

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Carlos Alberto deu a dica e lá fui eu ao encontro de Martha Medeiros…E achei, no jornal Zero Hora de Porto Alegre. Sim, ela está de férias, mas volta em março. Enquanto isso, aí vai o endereço da coluna para quem ainda não conhece.

Obrigada amigos!

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Religião e espiritualidade, Toques de alma Tags:
13/02/2007 - 00:08

Mais sobre os Amantes do Neolítico…

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Os românticos ganharam um presente de Valentine’s Day, o Dia Internacional dos Namorados: Elena Menotti, arqueóloga que há uma semana anunciou a descoberta do casal enterrado há 5 ou 6 mil anos, unido num abraço, confirmou que os cientistas, em vez de recolher e separar todas as peças dos corpos, vão manter o casal unido e transportar os dois inteiros para serem examinados. Só depois, Os Amantes de Valdaro, como já foram apelidados, vão ser exibidos em um museu italiano.

Os amantes, que foram encontrados numa escavação na zona rural da cidade de Mântova, não muito longe de Roma, estão provocando o maior alvoroço tanto entre os pesquisadores quanto entre os mortais comuns, feito nós, apaixonados por uma história de amor…

E as perguntas que cercam a fantástica descoberta talvez nunca sejam respondidas mesmo: não se tinha notícias de enterros em duplas no Neolítico, por que eles teriam sido enterrados assim? Embora ainda não se saiba se estamos mesmo falando de um homem e de uma mulher, os dois eram muito jovens, do que será que teriam morrido? Por que eles foram enterrados na posição Norte-Sul em vez de seguir o costume que mandava enterrar os mortos com a cabeça na direção do Leste, onde o Sol nasce e os pés apontados para o Oeste — assim, acreditava-se eles poderiam, como o Sol, renascer…

Digam o que quiserem, mas essa história é para inspirar românticos e…detetives!


No site da Reuters você lê mais…

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Religião e espiritualidade, Toques de alma Tags:
12/02/2007 - 23:37

Chegou no outlook…

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A crônica que você vai ler é da jornalista gaúcha Martha Medeiros, autora de vários livros, entre os quais Divã, da Objetiva, relato das surpresas e angústias de uma mulher de 40 anos que resolve fazer análise e re-descobre o mundo. Gosto destas histórias de seres perambulando pela vida, experimentando tudo, arriscando… descobri, tentando confirmar a autoria do texto, que Martha Medeiros não é uma criação da web, durante muito tempo ela escreveu uma coluna no Terra. Pena que não escreva mais…

A massacrante felicidade dos outros

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma.

Estamos todos no mesmo barco. Há no ar um certo queixume sem razões muito claras. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem.

De onde vem isso?

Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antonio Cícero, uma música que dizia: “Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento” .

Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são – ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.

As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados. Pra consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”.

Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta.

Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.

Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores?

Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige?

Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa?

Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé?

Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista. As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento.

Alguém sabe dizer se Martha Medeiros tem um blog ou um site?

Se quiserem também mandar histórias para iluminar este Chegou no outlook, meu e-mail é belotti@ig.com.br e está sempre à disposição de vocês

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Religião e espiritualidade, Toques de alma Tags:
11/02/2007 - 23:09

Chegou no outlook…

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A Ceres me manda lá do Sul esta crônica entre engraçada e perplexa: será que a geração de mais de 50 anos quer mesmo parar tudo e descer do trem da vida?

Nascer nos anos 40 e 50 foi barra. Uma geração foi feita para romper com a anterior, mas essa chegou ao mundo para mudar todos os conceitos de várias gerações. Faz apenas 50 anos que apareceu a televisão, o chuveiro elétrico, a declaração dos direitos humanos e a revista Playboy.

Casar era pra sempre, sustentar filhos era até quando eles conseguissem emprego, as certezas duravam a vida toda e os homens eram os primeiros a serem servidos na sala de jantar. As avós eram umas velhinhas e hoje uma mulher de 40 ou 50 anos é um “mulherão”. Todos nos vestimos como nossos filhos. Não existem mais velhos como antigamente. Essa foi uma geração que mudou tudo. Culpa da pílula, dos Beatles, da Internet, da globalização, do muro de Berlim, da televisão, da tecnologia, do Viagra.

Até morrer ficou diferente. Na minha rua havia um velhinho que morria aos poucos. Ficou uns dez anos morrendo e isto aconteceu logo depois de completar 57 anos. Hoje se morre com 80 ou aos 90 e é um vapt-vupt. Com a pílula, a mulher teve os filhos que quis e ela sempre quis poucos. Como não conseguimos mais sustentar uma família, elas foram à luta e saíram para poder pagar a comida congelada, a luz e o telefone. Se a coisa não vai bem, é fácil a separação, difícil é pagar a pensão.

Hoje aprendemos a ouvir as crianças falando sobre namorado da mãe e o pai do irmão e temos apenas 15 minutos para ficar com a certeza de que tudo isto é normal e saudável. As pessoas com mais de 50 anos têm 15 minutos para dar uma opinião sobre o clima da terra, o aquecimento global, os transgênicos, as mortes das baleias, a guerra da Chechênia, o orgasmo múltiplo, a venda e a falta de empregos, os muçulmanos, a reforma agrária. Sem esquecer de ser politicamente correto, é claro.

Em 50 anos tiraram a filosofia da educação básica e como o pensamento era reprimido pela revolução, tudo virou libertação. Pedagogia da libertação, teologia da libertação, psicologia da libertação. Deu no que deu. Burrice liberada. Burrice eleita. As pessoas de mais de 50 anos aprenderam a tapa e na rapidez a assimilar todas as mudanças do mundo.

Os filhos, por falta de emprego, não têm mais anseios de ir embora. Ficam morando eternamente com os pais e sempre com os controles remotos da TV, do DVD, do ar-condicionado na mão. Afinal, quem detém o poder do controle remoto manda na casa…

Um amigo lá pela casa dos 50 contou que o pai sentava-se à mesa e a mãe servia o prato . Quando era galinha, ela vinha inteira. O pai gostava de sobre-coxa e pronto, as duas eram para ele. Meu amigo também adorava sobre-coxa, mas pensava que quando se casasse sentar-se-ia à mesa e receberia a maravilha de ser agraciado com o fruto de seu desejo. Aí, a libertação aconteceu e os filhos passaram a se servir primeiro. O desgraçado do filho mais velho deu para gostar da sobre-coxa. Ele contava que apenas quatro vezes na vida conseguiu comer o que mais gostava. E nem dar um tapa lhe é permitido, pois o filho pode ficar traumatizado e adquirir uma síndrome das mais diversas.

As pessoas com mais de 50 anos sabiam de cor a escalação do Corinthians no tempo do Geraldo, Zé Maria, Romeu, Basílio, Vaguinho, Palhinha, Wladimir e Tobias. Hoje aprenderam a escalação do Botafogo de Ribeirão Preto, que tinha no ataque Polleto, Buratti, Barquete e Palloci. E como esses caras roubavam no jogo!

Para as pessoas de mais de 50 anos, palhaço era o Arrelia da TV Record. Hoje o povo inteiro é meio palhaço, meio pateta. Ladrão era o Meneghetti e o Bandido da Luz Vermelha; hoje os ladrões tomaram conta dos palácios, da Câmara Federal e de uma cidade que não existia, chamada Brasília. Ângela Guadagnin dançaria só na zona do baixo meretrício. Naqueles tempos, frango jamais ficava gripado, no Rio Grande do Sul. Presidente da República era alfabetizado. Experiência com feijão e algodão germinando, a gente fazia na escola primária e não em vôo espacial, pago a 12 milhões de dólares. Movimento social era reunião dançante; dia da mentira não era data nacional; “piercing” quem usava era índio botocudo; mansão do lago era algo de filme de terror e não lugar onde se divide dinheiro.

O homem chegava à lua e descobria que a Terra era azul. Hoje um brasileiro se emocionou ao ver o Brasil lá do alto: é marrom e fede; caseiro não era mais ético do que ministro; quadrilha era dança junina e não razão de existir de partido político; operário era padrão e não rimava com ladrão. Ninguém tinha um esqueleto no armário nem dava tiro no pé.

Manteiga era usada pelo Marlon Brando no Último Tango em Paris. Hoje KY, que é solúvel em água. Pizza se comia em casa e era mais alta, com bastante molho de tomate e muito queijo; hoje entregam uma a toda semana no Congresso do Planalto.

O Clube dos Cafajestes eram uns inofensivos playboys cariocas e não um País. As pessoas de mais de 50 anos estão assim meio tontas, mas vão levando. Acho que aquelas com um pouco menos também estão. Fumaram e deixaram de fumar, beberam um whisky com muito gelo, hoje tomam água mineral; foram marxistas até descobrir quem foram os irmãos Marx (Harpo, Chico e Groucho) e que o marxismo é um grande engodo.

Não têm mais certeza de mais nada e a única música do Beatles a tocar é “Help”. Pára Brasil, que os caras de mais de 50 anos querem descer!!! Ao escrever esta mensagem dá um aperto no coração só de pensar que tudo isto é verdade! Que a nossa realidade está de fazer vergonha! E o pior, será que alguém sabe o que é “vergonha”?

Gostaram? Então me ajudem a descobrir o autor….

Se quiserem também mandar histórias para iluminar este Chegou no outlook, meu e-mail é belotti@ig.com.br e está sempre à disposição de vocês

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Religião e espiritualidade, Toques de alma Tags:
08/02/2007 - 23:27

Fique ligada…

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Meninas,

Antes do Carnaval, antes da festa, antes da folga, que tal tirar noite para fazer uma Roda de Mulheres? A idéia é de duas terapeutas, Myriam Romero e Thais Alves, que resolveram aplicar métodos e ferramentas de arteterapia e técnicas de trabalho corporal para provocar experiências em torno do tema: como é possível, hoje, viver os valores femininos?

O encontro é grátis, só para mulheres, mas até pela própria proposta de roda de mulheres, são poucas vagas, melhor correr…

Maiores informações, você descobre no site Mulheres em roda

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Religião e espiritualidade, Toques de alma Tags:
08/02/2007 - 19:13

Chegou no outlook…

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Caros,

Chegaram a ver essa notícia que veio da Reuters? Saiu em todos os portaisArqueólogos na Itália descobriram um casal enterrado entre 5.000 e 6.000 anos atrás, se abraçando. “É um caso extraordinário”, disse Elena Menotti, que liderou a equipe nas escavações perto da cidade de Mantova, norte do país. O casal, segundo os especialistas, era muito jovem porque tinham os dentes perfeitos quando morreram.

Jovens não morrem assim, e muito menos abraçados…o que teria provocado a morte dos jovens amantes do neolítico? Acredite ou não, eles bem poderiam ter sido os verdadeiros ancestrais de Romeu e Julieta…

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Religião e espiritualidade, Toques de alma Tags:
06/02/2007 - 00:22

Vamos cantar!

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Encontros de mulheres são uma delícia, ainda mais se for para fazer coisas juntas. Qualquer pretexto serve, o importante é o vínculo que o fazer cria, a risada, o esforço…

Cecília Valentim é terapeuta e cantora. Resolveu juntar tudo numa coisa só, e, de um jeito bem feminino promover o Encontro de Mulheres Cantantes.

“Na Antiga Tradição, as mulheres reuniam-se para cantar em honra ao feminino, à natureza divina de todos os seres e experiências da vida, criando um círculo de vibração, intimidade, partilha e solidariedade, enraizando um forte senso de comunidade, o Círculo de Mulheres Cantantes é um encontro entre mulheres que resgata a velha tradição e abre o Circulo Sagrado onde, pelo canto, podemos partilhar e elaborar nossas emoções, conectar e expressar o Poder Feminino em todas as suas possibilidades.”

Ficou curiosa?

Para mais informações, visite o site de Cecília Valentim

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Religião e espiritualidade, Toques de alma Tags:
04/02/2007 - 18:06

A Lua do ano todo…

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Você olhou para o céu ontem? Viu que linda a Lua de Aquário? Adoro Luas Cheias, mas ainda não achei uma ferramenta online que me lembrasse das fases da Lua. Enquanto não encontro, recebi do Diego, do Grupo NWYRE, dedicado à evolução espiritual, um quadro bem útil das fases da Lua, com os signos e uma palavra-inspiração para ajudar a gente a refletir enquanto olha para o Céu. Compartilho com você.

Entre no site do Grupo NWYRE

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Religião e espiritualidade, Toques de alma Tags:
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