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Arquivo de novembro, 2006

27/11/2006 - 00:31

Nossos sites favoritos

Estava procurando rendas e achei esse blog de quatro amigas, assumidamente chamado Rainhas do Lar. Delícia, uma misturança de receitas, conselhos, comentários, idéias, sonhos, tudo com jeito de mulher…Vale um passeio diário!

Para dar água na boca em você, copiei o post do dia 20, uma listinha de Natal que toda mulher ia adorar, aliás…

Querido Papai Noel,

Já fiz a minha listinha de presentes do Natal. Tá vendo como eu sou organizada e adiantada? Coisinha pouca esse ano… só gêneros de primeira necessidade. Podemos?

01- Um multiprocessador
02- Uma máquina de café espresso
03- Um moedor de pimenta de madeira gigante (o que você me deu o ano passado ainda não é do tamanho que eu sonhei)
04- Um escorredor de macarrão e um ralador de queijo inox novos
05- Um faqueiro inox de no mínimo 72 peças
06- R$1.000,00 em vale-compras na Tok&Stok (só coisinhas miúdas para as festas de fim de ano)
07- Aquele conjunto de jogos americanos em cashmere que eu vi na Papel & Forma
08- Aquele conjunto de bandejas de madeira brancas que eu vi na Papel & Forma
09- 12 guardanapos de linho brancos
10- Aquele catiçal e aquele lustre da vitrine de Nino Nogueira
11- O livro da Dona Benta
12- Aquele anel de prata maravilhoso da Truddys
13- Aquele par de tênis floral da Reebok
14- Aquele conjunto de saia e blusa de seda verde de Jovanka Nunes
15- Aquela kafta branca bordada da Mina Índia pro Reveillon
16- Um Kenzo de Kenzo
17- Um Clinique de Clinique
18- Um dia da noiva
19- Aquela sandália Arezzo cruinha, lembra? Ainda tá lá que eu vi
20- Uma pasta A3 prata da Arte em papel para os meus projetos
21- Aquele aparelho de jantar Milano
22- Afrodite, de Allende
23- A biografia de Frida Kahlo que a Cris Lisbôa falou que foi lançado
24- Aquele quadro de pin-up da T&S
25- Um vale de R$ 1.000,00 na Perini
26- Um jantar no Amado
27- Uma viagem pro Japão
28- A bolsa de Mangá da Vivi Hack
29- A bolsa de cereja da INTUITIF
30- Aquele baby-doll da Farm, que eu vi no link que a Rê publicou só pra me azucrinar
31- Uma casa com quintal que é pra eu cultivar a minha horta.

Bom… por hora acho que é só, mas se eu me lembrar de mais alguma coisa posso acrescentar, né? Afinal, esse ano eu fui suuuuuuuuper legal contigo, fala a verdade…

Beijim Papai Noel! Você é tão bom pra mim!

Meninas, posso incluir nesta listinha um final de semana sem pressa na Pousada Alcobaça, em Petrópolis? Minha amiga Lélia disse que não existe comida mais gostosa que a de Laura Góes, nem cozinha mais acolhedora…No site da pousada, tem mais detalhes…

Rainhas do Lar

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
23/11/2006 - 09:13

Dia de Ação de Graças

O Thanksgiving Day é o feriado favorito dos americanos. E se temos no Brasil um Dia Nacional de Ação de Graças é por que o presidente Eurico Gaspar Dutra teria ouvido os bons conselhos do embaixador americano e instituiu a comemoração entre nós em 17 de agosto de 1949…

Não sei se eu realmente gosto do Dia de Ação de Graças, embora a idéia de contar bençãos seja uma espécie de libertação, um dia inteiro para você mudar o foco da alma e pensar em tudo que andou ganhando em vez de lamentar as perdas e contabilizar os prejuízos…

Nada é permanente, ensinam os budistas, algumas vezes se perde, outras se ganha. Hoje é dia de lembrar e honrar os dons que recebemos…

O problema é que nos EUA a história do Thankgiving está grudada na história da conquista da terra americana pelos europeus. A festa de perus e frutos da terra oferecidos pelos índios nativos da América às famílias de peregrinos famintos recém-chegados da Europa e surpreendidos pelo seu primeiro inverno sempre soa como uma nostálgica imagem do que poderia ter sido a aventura européia no Novo Mundo. Não, não é uma história alegre…

Mas não faz mal parar e pensar em agradecer, só por hoje suavizar a cara feia, deixar o mau-humor na gaveta, esquecer as reclamações no fundo da bolsa…hoje podia bem ser um dia assim, louco de alegria, assim por nada, ou só porque estamos vivos…e juntos!!

No blog da Luciana Misura você lê traduzida a história de Thanksgiving

No blog de Rodrigo Garcia Lopez os rabugentos e os indignados vão se deliciar com o vídeo de um dos ícones literários da Beat Generation dos EUA, William S. Burroughs, declamando um poema que é o avesso absoluto do Thanksgiving…ousado, como era de se esperar…e genial! E o Rodrigo traduziu o poema, então, sem desculpas…

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
21/11/2006 - 12:38

Chegou no outlook…

Adoro histórias de anjos…mas ainda que eu ache belíssimas aquelas imagens de Win Wenders, de anjos nostálgicos da nossa humanidade, gosto mesmo é de imaginar que nós, cada um de nós, assim, de repente e num instante, pode cruzar a linha da vida do outro, de um jeito significativo, tão único e especial que, sim, poderíamos dizer “feito um anjo”…

E por isso, adorei a historinha que a Ana Afife Cardoso mandou para este outlook…

Eram aproximadamente 22h00m. Um jovem dirigia de volta para casa. Imerso em reflexões, ele falou assim num impulso:

“Deus! Se ainda falas com as pessoas, fala comigo. Vou ouvir e farei tudo para obedecer”.

Enquanto passava pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho:

“Pare e compre um galão de leite”.

O rapaz balançou a cabeça e falou alto:

“Deus? É você?”.

E como não obteve resposta, continuou no seu caminho para casa. Mas, novamente, surgiu o pensamento:

“Compre um litro de leite”.

“Muito bem, Deus! No caso de ser você, eu vou comprar o leite. Mas isso não parece ser um teste de obediência muito difícil, eu sempre posso usar o leite…”

Ele parou, comprou o leite e retomou o caminho para sua casa.

Quando passava pela Rua 7, novamente ele “ouviu”: “Vire naquela rua”.

Isso é loucura…, pensou..e passou direto pelo retorno. A sensação de que deveria ter virado na Rua 7, no entanto, persistia e, no retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua.

Entrando na brincadeira, ele falou alto: “Muito bem, Deus. Eu faço, eu faço…”.

Andou algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar. Brecou e olhou em volta. Era uma área mista de comércio e residência. Não era a melhor região da cidade, mas também não era a pior. As lojas estavam fechadas e a maioria das casas estava às escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado, cujas luzes permaneciam acesas.

Novamente, ele sentiu algo: “Vá e dê o leite para as pessoas
que estão naquela casa do outro lado da rua”.

Ele olhou a casa. Começou a abrir a porta mas voltou a sentar-se. “Senhor, isso é loucura! Como posso bater numa casa estranha no meio da noite?”.

Mas a sensação de que deveria ir e dar o leite era forte e, afinal, ele abriu a porta do carro…

“Muito bem, Deus, se é você, eu vou e entrego o leite. Se você quer que eu pareça um louco, muito bem. Eu quero ser obediente.
Acho que isso deve contar para alguma coisa, mas, se eles não
responderem imediatamente, eu vou embora daqui”.

Atravessou a rua e tocou a campainha. Pôde ouvir um barulho vindo e dentro, parecido com o choro de uma criança. E a voz de um homem soou alto:

“Quem está aí? O que você quer?”

A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir. Diante dele, estava um homem vestido de jeans e camiseta. Ele tinha um olhar
estranho e não parecia nada feliz de ver um desconhecido em pé na sua soleira.

“O que é?”

O jovem entregou-lhe o litro de leite. “Comprei isto para vocês”.

O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto. Em seguida, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha. O homem a seguia segurando nos braços uma criança que chorava.

Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio
soluçando:

“Nós oramos. Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o dinheiro não deu. Não tínhamos mais leite para o nosso bebê. Apenas
orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir
leite…”

Sua esposa gritou lá da cozinha:

“Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco de leite… Você é um anjo?”

O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e
colocou-o na mão do homem. Comovido e sem saber o que dizer, voltou para o carro…

E naquela hora teve certeza de que Deus ainda responde aos verdadeiros pedidos.

Se quiserem também mandar histórias para iluminar este Chegou no outlook, meu e-mail é belotti@ig.com.br e está sempre à disposição de vocês

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
20/11/2006 - 10:51

O perfume da deusa negra

Para o Candomblé, Oxum é deusa mãe. As moças que querem ter filhos, fazem oferendas a ela. Reginaldo Prandi, no livro Mitologia dos Orixás, da Companhia das Letras, fala assim dela “Oxum preside o amor e a fertilidade, é dona do ouro e da vaidade e senhora das águas doces”…

Os orixás do candomblé são forças da natureza. Nem bons nem maus, são energias, simbolizadas por figuras humanas, com atributos humanos…

Oxum é assim, dourada e bela, filha de Yiemanjá, de quem herda a vaidade e a faceirice, mulher de Xangô, ao mesmo tempo benévola e caprichosa, acolhedora e forte…

Recebemos aqui na redação um perfume dedicado à Oxum, doce e intenso. Foi uma boa surpresa, surpresa feminina, que faz da vaidade atributo divino…como seria o perfume de uma deusa africana? Cheio de sol, minimalista, floral ou amadeirado? Para mim, teria que ter um pouco de flor, um pouco de árvore, cores douradas e azuis — as cores de Oxum — uma pitada de especiarias, algo de volúpia, como o almíscar, talvez um fundinho do perfume do musgo nas margens dos rios…como seria o perfume de uma deusa?

A idéia é da Maison Criola, que você conhece no site, com as mais lindas imagens de mulher e algumas propostas muito interessantes de tratar de assuntos relacionados à beleza das mulheres negras. Pode conferir…

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
17/11/2006 - 00:37

Chegou no outlook…

Meu amigo virtual, Mario Campello, nos enviou esta mensagem com votos de boa semana!!! Como hoje é seta-feira, que tal aproveitar o final de semana e colocar a dica de esvaziar os armários em prática?

Esvaziando os armários de nossa vida

Todos os anos, há um momento em que olhamos nossos armários com um olhar crítico. Olhamos aquelas roupas que não usamos há tanto tempo. Aquelas que tiramos do cabide de vez em quando, vestimos, olhamos no espelho, confirmamos mais uma vez que não gostamos e guardamos de volta no armário. Aquele sapato que machuca os pés, mas insistimos em mantê-lo guardado. Há ainda aquele terno caro,
mas que o paletó não cai bem, ou o vestido “espetacular” ganho de presente de alguém que amamos, mas que não combina conosco e nunca usamos.

Às vezes tiramos alguma coisa e damos para alguém, mas a maior parte fica lá, guardada sabe-se lá porquê.

Um dia alguém me disse: “Tudo o que não serve mais e você mantém guardado, só traz energias negativas. Livre-se de tudo o que não usa e verá como lhe fará bem”.

Acontece que nosso guarda-roupa não é o único lugar da vida onde guardamos coisas que não nos servem mais. Você tem um guarda-roupa desses no interior da mente.

Dê uma olhada séria no que anda guardando lá. Experimente esvaziar e fazer uma limpeza naquilo que não lhe serve mais.

Jogue fora idéias, crenças, maneiras de viver ou experiências que
não lhe acrescentam nada e lhe roubam energia. Faça uma limpeza nas amizades, aqueles amigos cujos interesses não têm mais nada a ver com os seus.

Aproveite e tire de seu “armário” aquelas pessoas negativas, tóxicas, sem entusiasmo, que tentam lhe arrastar para o fundo dos seus próprios poços de tristezas, ressentimentos, mágoas e sofrimento.

A insegurança dessas pessoas faz com que busquem outras para lhes
fazer companhia e lá vai você junto com elas.

Junte-se a pessoas entusiasmadas que o apóiem em seus sonhos e projetos pessoais e profissionais.

Não espere um momento certo, ou mesmo o final do ano, para fazer essa “faxina interior”.

Comece agora e experimente aquele sentimento gostoso de liberdade.

Liberdade de não ter de guardar o que não lhe serve.

Liberdade de experimentar o desapego.

Liberdade de saber que mudou, mudou para melhor e que só usa as coisas que verdadeiramente lhe servem e fazem bem.

O autor, segundo informa o Mário Campello, é desconhecido…

Se quiserem também mandar histórias para iluminar este Chegou no outlook, meu e-mail é belotti@brti.com.br e está sempre à disposição de vocês

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
15/11/2006 - 21:37

Viver zen

Você também às vezes se perde entre tantas terapias alternativas? E fica achando que talvez tudo acabe sendo a mesma coisa? De fato, hoje existe um verdadeiro arsenal de práticas, métodos e ferramentas que prometem ajudar humanos estressados como nós a lidarem melhor com suas próprias vidas.

Para não se perder e achar seu caminho entre tantas possibilidades, talvez seja bem bom dar um pulo na Viver Zen, um feira que reúne, em São Paulo, informações e produtos sobre as mais diversas técnicas terapêuticas. Dedicado ao público em geral, o evento além dos produtos, oferece palestras, minicursos e orientação de profissionais, para quem quiser se aprofundar.

A feira acontece de 17 a 19 de novembro de 2006, de 10h às 21h, no Centro de Eventos São Luis, Rua Luis Coelho, 323, em São Paulo. Toda a programação você pode conferir no site da Viver Zen.

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
14/11/2006 - 00:53

Chegou no outlook…

Lindo, lindo! Ana Afife Cardoso nos manda uma historinha deliciosa sobre uma velhinha que tinha um sonho!

“No primeiro dia de aula o professor depois de se apresentar lançou um desafio: cada um de nós deveria se apresentar a alguém que não conhecêssemos ainda.

Eu fiquei em pé para olhar ao redor quando uma mão suave tocou meu ombro. Olhei para trás e vi uma pequena senhora, velhinha e enrugada, sorrindo, um sorriso lindo que iluminava todo o seu ser…

Ela disse: “- Ei, bonitão. Meu nome é Rosa. Eu tenho 87 anos. Posso te dar um abraço?”

Eu ri, e respondi entusiasticamente: “É claro que pode!” e ela me deu um gigantesco apertão. Não resisti e perguntei, não sem um certo receio, tentando brincar: “- Por que você está na faculdade em tão tenra e inocente idade?”.

E ela respondeu brincalhona: “- Estou aqui para encontrar um marido rico, casar, ter um casal de filhos e então me aposentar e viajar.”

“- Está brincando!”, eu respondi, mas estava realmente curioso em saber o que a havia motivado a entrar neste desafio com a sua idade, e ela disse:

“- Eu sempre sonhei estudar numa universidade e agora estou tendo essa oportunidade!”

Após a aula nós caminhamos para a cafeteria e dividimos um milkshake de chocolate. Ficamos amigos instantaneamente.

Todos os dias nos três meses seguintes, nós teríamos aula juntos e falaríamos sem parar.

E eu ficava sempre extasiado ouvindo aquela “máquina do tempo” compartilhar sua experiência e sabedoria comigo.

Um ano depois, Rose havia se tornado um ícone no campus uiversitário. Onde quer que fosse, fazia amigos. Adorava vestir-se bem e estava sempre pronta para uma boa conversa. Ela estava curtindo a vida!

No fim do semestre nós convidamos Rose para falar na festa de encerramento da temporada de futebol universitário. Jamais esquecerei o que ela nos ensinou.

Ela foi apresentada e se aproximou do palco. Quando começou a ler sua fala, já preparada, deixou cair três das cinco folhas no chão.

Frustrada e um pouco embaraçada, ela pegou o microfone e disse simplesmente:

“- Desculpem-me, eu estou tão nervosa! Não vou conseguir colocar meus papéis em ordem de novo, então vou apenas falar para vocês sobre aquilo que eu sei.”

Enquanto nós ríamos, ela limpou a garganta e começou:

“- Nós não paramos de jogar porque ficamos velhos; nós nos tornamos velhos porque paramos de jogar. Existem somente quatro segredos para continuarmos jovens, felizes e realizados:

Primeiro, você precisa rir e encontrar um amor em cada dia.

Segundo, você precisa ter um sonho. Quando você perde seus sonhos, morre. Nós temos tantas pessoas caminhando por aí que estão mortas e nem desconfiam!

Terceiro, há uma enorme diferença entre envelhecer e crescer. Se você tiver 19 anos e ficar deitado na cama por um ano inteiro, sem fazer nada de produtivo, ao final desse tempo você terá 20 anos. Se, com 87 anos, eu ficar na cama por um ano e não fizer coisa alguma, eu terei 88. Isso é envelhecer. Não exige talento nem habilidade, é uma conseqüência natural da vida. Para crescer, a gente precisa aproveitar as oportunidades.

E por último, não tenha remorsos. Os velhos geralmente não se arrependem por aquilo que fizeram, mas sim por aquelas coisas que deixaram de fazer. As únicas pessoas que tem medo da morte são
aquelas que têm remorsos.

Ela concluiu seu discurso cantando corajosamente A Rosa. E desafiou a cada um de nós a estudar poesia e vivê-la em nossa vida diária.

Rose se formou anos depois. Uma semana depois da formatura, ela morreu tranqüilamente enquanto dormia.

Mais de dois mil alunos da faculdade foram ao seu funeral, em tributo à maravilhosa mulher que ensinou, através de seu exemplo, que nunca é tarde demais para ser tudo aquilo que você pode provavelmente ser, se realmente desejar.

Se quiserem também mandar histórias para iluminar este Chegou no outlook, meu e-mail é belotti@ig.com.br e está sempre à disposição de vocês

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
12/11/2006 - 22:28

Não perca

Em novembro, a Palas Athena vai trazer dois ilustres convidados internacionais para o Brasil. No dia 15, Dom Laurence Freeman, beneditino, que dirige a Comunidade Internacional de Meditação Cristã e que, junto com o Dalai Lama, vem promovendo o caminho da meditação como exercício de harmonia e de tolerância. Dom Laurence vai falar sobre a meditação e o Amor Universal.

No dia 18, é a vez de Geshe Lhakdor, tradutor e assistente religioso do Dalai Lama, que apresenta técnicas de meditação profunda do Guia para o Caminho do Bodisatva, de Shantideva – reconhecido mestre budista do século VIII.

Você descobre mais sobre esses seminários da Palas Athena no site

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
12/11/2006 - 20:59

Um lugar para nós…

Uma das coisas mais excitantes da web é que você pode navegar por onde quiser, ir e voltar, em português ou em lapão (!?) — está certo que na maioria do tempo, em inglês — por todos os assuntos imagináveis pelas férteis mentes dos humanos…

Mas sempre tem a hora em que, mesmo nos vertiginosos espaços da web, você tem que voltar para casa. E é aí que entram em cena as comunidades…tem para todos os gostos, é claro, mas só hoje descobri um cantinho especial para quem curte esses assuntos nossos, aqui do Toques de Alma: espiritualidade, bem viver, religião, engajamento, meditação, filosofia…

Chama-se Zaadz, nosso canto na internet e a idéia deles é ajudar a mudar o mundo, coisas da teia…eu já me cadastrei!

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
10/11/2006 - 11:37

Mensagens na garrafa

Uma mensagem jogada ao mar numa garrafa é das mais poderosas imagens para ilustrar a necessidade que os humanos têm de se comunicar. No momento do abandono, na hora da solidão, a idéia de que em algum lugar alguém, algum outro humano, viajante, como nós, poderia talvez compartilhar o medo e a angústia pode ser a diferença entre a serenidade e a loucura…

Hoje, ninguém mais precisa de garrafas…temos celulares — lembram daquelas mensagens inacreditáveis dos passageiros do vôo 93 da United que caiu na Pensilvânia, no 11/09? — podemos clicar em Enviar sempre que a saudade apertar ou sempre que a gente quiser simplesmente exercitar nosso passatempo favorito: conversar…

Mas ainda gosto da imagem da garrafa, com tudo que ela lembra de viagem da alma, de coisa preciosa, de tesouro… e pelo visto não sou só eu. Em algum lugar da teia, alguém criou um site chamado Journey Jars e transformou as garrafas dos viajantes em obras de arte…

“Toda conversação”, ensina o dono anônimo do site encerra uma mensagem mais profunda que apenas seus ouvidos podem ouvir. Não busque compreender nem jogue fora. Trate-a como você trataria uma mensagem dentro de uma garrafa. A iluminação nasce quando duas pessoas conversam e ouvem.”

Aí tive uma idéia…vou encher garrafas com pedacinhos da Natureza, bilhetes, lembranças, pequenos cuidados e dar de presente de Natal para meus amigos queridos…

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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