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Arquivo de julho, 2006

31/07/2006 - 14:26

Competir ou cooperar?

O importante não é ganhar, é competir, certo? Pelo menos é isso que a gente aprende desde criança…mas ainda bem que tudo na vida muda, até as verdades arraigadas que a gente traz da infância. Fala-se cada vez mais em jogos cooperativos, onde o importante não é competir, mas trabalhar junto para chegar ao resultado. Sei que é uma banalização, mas lembram do matemático John Nash, quando naquele belo filme Mente Brilhante ele dizia que a única maneira de vencer é colaborar? Então, moderno mesmo é ensinar para as crianças que até para ganhar, você precisa aprender a colaborar…Para começar, que tal experimentar introduzir os conceitos de jogos cooperativos num ambiente de negociação? Acredite, é possível…

Informações no site Solstício/Quartas de Sol

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
27/07/2006 - 19:24

A favor da paz!

Mahatma Gandhi disse certa vez que “Não há caminho para a paz. A paz é o caminho.” Está certo que não parece nada fácil viver segundo os ensinamentos do mestre e arquiteto da estratégia da não-violência como arma de resistência do povo hindu contra a dominação britânica nos nossos dias…mas quando a gente se sente desanimar, precisa pensar que hoje existem muito, muito mais criaturas envolvidas na construção de uma cultura de paz do que na época do Mahatma, a Grande Alma da Índia.

E quando as pessoas se unem em torno de uma idéia, elas colocam forças importantes em movimento, fazem girar a roda do mundo e as mudanças começam a acontecer…

Em setembro, um megaevento vai reunir esta gente da paz. E eu pretendo estar lá em Florianópolis para ouvir sábios como Lia Diskin, mestres, como a Monja Coen, e estudiosos, como Roberto Crema conversarem sobre os passos possíveis neste caminho da paz.

Entre no site do Festival Mundial da Paz e dê uma olhada na programação. Quem sabe nos vemos por lá?
Navegue por aqui: Festival Mundial da Paz

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/07/2006 - 15:25

Viva o Dia dos Avós!

Já que temos tantos outros, não custa nada adicionar mais esta data no calendário das celebrações, aquele que a gente usa para pontuar os afetos e os carinhos: 26 de julho, Dia dos Avós. Quem puder, que aproveite para fazer uma pausa e ligar, falar de carinho, quem já não tiver mais estas figuras ora sábias, ora fofas, ora rabugentas por perto, que tal fazer o exercício de olhar prá frente e tentar descobrir que tipo de avó ou de avô você está se preparando para ser?

Fui navegar na web para ver o que achava sobre esse dia, encontrei blogs de avós e de avôs, letras de música, um jogo muito estranho,
um guia fofo — pena que em inglês, e uma receita de Bolinho de Chuva…

Aliás, receitas de bolos são típicas de avó. Meu pai fazia um bolo que acabou ficando com a carinha dele, símbolo de carinho e de cuidado. Bolo de avó deve ser a coisas mais “confort food” do mundo! O que você acha? Tem alguma receita para compartilhar?

Blog da Vozinha

Um blog de neta

Já ouviu falar em Corfebol? Um jogo coletivo de homens e mulheres…

Blog do Avô

Blog da Vovó

A letra da música Avô, do Djavan

Um guia fofo para avós muito louquinhas

Bolinho de Chuva, receita da Rita Lobo, do site Panelinha

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
23/07/2006 - 22:04

Chegou no outlook

Lembram da música dos Beatles, In My Life? There are places are remember…talvez Milan Kundera tenha razão e não exista nenhuma outra forma de imortalidade a não ser a memória, a lembrança que a gente deixa marcada na alma do outro…Este texto fala de gente assim, que deixa saudades…

Almas perfumadas

Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta. De sol quando acorda. De flor quando ri. Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso numa tarde grande, sem relógio e sem agenda. Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça. Lambuzando o queixo de sorvete. Melando os dedos com algodão doce da cor mais doce que tem pra escolher. O tempo é outro. E a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende de ver.

Tem gente que tem cheiro de colo de Deus. De banho de mar quando a água é quente e o céu é azul. Ao lado delas, a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis. Ao lado delas, a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo. Sonhando a maior tolice do mundo com o gozo de quem não liga pra isso. Ao lado delas,pode ser abril, mas parece manhã de Natal do tempo em que a gente acordava e encontrava o presente do Papai Noel.

Tem gente que tem cheiro das estrelas que Deus acendeu no céu e daquelas que conseguimos acender na Terra. Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza. Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria. Recebendo um buquê de carinhos. Abraçando um filhote de urso panda. Tocando com os olhos os olhos da paz. Ao lado delas, saboreamos a delícia do toque suave que sua presença sopra no nosso coração.

Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa. Do brinquedo que a gente não largava. Do acalanto que o silêncio canta. De passeio no jardim. Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume que vem de dentro e que a atração que realmente nos move não passa só pelo corpo. Corre em outras veias. Pulsa em outro lugar. Ao lado delas, a gente lembra que no instante em que rimos Deus está dançando conosco de rostinho colado. E a gente ri grande que nem menino arteiro.

Costumo dizer que algumas almas são perfumadas, porque acredito que os sentimentos também têm cheiro e tocam todas as coisas com os seus dedos de energia. Minha avó era alguém assim. Ela perfumou muitas vidas com sua luz e suas cores. A minha, foi uma delas. E o perfume era tão gostoso, tão branco, tão delicado, que ela mudou de frasco, mas ele continua vivo no coração de tudo o que ela amou. E tudo o que eu amar vai encontrar, de alguma forma, os vestígios desse perfume de Deus, que, numa temporada, se vestiu de Edith, para me falar de amor.

(Enviado por minha cunhada Sônia Blota e atribuído a Ana Cláudia Saldanha Jácomo, que o dedicou a sua avó Edith)

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
18/07/2006 - 09:08

Nossos sites favoritos

Você por acaso já se pegou indagando como seria uma teoria que juntasse a psicologia, a física quântica e os insights das filosofias orientais? Uma viagem, não é? E é assim que a gente se sente ao mergulhar nas idéias revolucionárias de um dos gênios da nossa época, Ken Wilber. Existem vários livros publicados em português deste filósofo, eu já li o Uma Teoria de Tudo, publicado pela Cultrix.

Só navegar pelo site de Ken Wilber, considerado um dos mais influentes pensadores norte-americanos, com sua filosofia integral, já é uma experiência fascinante. Além de saber tudo sobre ele e ter uma visão geral da “teoria de tudo”, você encontra inspirações e muito material para refletir.

Se existe um eu, ele é tudo que está acontecendo aqui e agora, aqui e agora….meus pulmões são o céu, meus dentes são as montanhas ao longe, as nuvens macias são minha pele, o trovão é meu coração batendo, tempo sem tempo, a própria chuva, lágrimas do nosso estado coletivo, tudo aqui, onde nada está realmente acontecendo (eternamente)…

Navegue e encante-se no site de Ken Wilber

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
14/07/2006 - 17:18

Nossos sites favoritos

Sim, ainda existem mestres andando por aí, compartilhando sua sabedoria e ensinando generosidade. Constantino Riemma, astrólogo, estudioso dos símbolos e tarólogo, é um deles. Sorte nossa que ele resolveu lançar um site de Tarô, Clube do Tarô e reunir lá tudo que você realmente poderia imaginar sobre o tema.

Leigos e estudiosos vão encontrar material e alimento para resolver dúvidas, inspirar reflexões, enfim, é uma porta genial para este universo misterioso das cartas. Ah, no site, Constantino dá todas as explicações para você mesmo tirar seu Tarô e começar a fazer interpretações. Vale a pena navegar por lá!

Clube do Tarô

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
10/07/2006 - 14:45

Nossos sites favoritos

Sei que o filme banaliza algumas idéias e passa batido por outras, mas mesmo assim, eu gostei muito de assistir a O que sabemos? ou What the Bleep do We Know?, com aquela extraordinária atriz Marlee Matlin. “No início, havia o vácuo grávido de infinitas possibilidades, das quais você é apenas uma delas”, diz o narrador. Não há como não viajar nas propostas da física quântica. E, ainda que muitas idéias sejam quase que inacessíveis a leigos de inteligência média, explorar estes novos referenciais é oferecer espaços de reflexão sobre as fronteiras da ciência e da filosofia, do espírito e da matéria, do eu e do todo, que só podem nos ajudar a entender melhor o universo que nos habita e onde vivemos.

No site What the Bleep você descobre mais sobre o filme e sobre a nova versão ampliada e com várias horas de bônus que vai ser lançada em DVD, em agosto: Down the Rabbit Hole

E no site Cosmonauta você navega por estes temas, lê uma entrevista com o físico Amit Goswani, discute e troca idéias. Nos vemos por lá?

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
07/07/2006 - 00:42

Chegou no outlook…

Lembra quando Michael Douglas nos encantou com aquela sua mensagem: Sunscreen? Então, meu outlook se encheu de outras tantas e interessantíssimas inspirações esta semana.

Essa, veio de Janaína Lenita Neves da Silva, o título é Acreditar e a mensagem foi atribuída a William Shakespeare. É pouquíssimo provável que o texto tenha sido mesmo escrito pelo poeta inglês, que viveu entre 1564 e 1616, na cidadezinha inglesa de Stratford-upon-Avon. Shakespeare com certeza deve ser um dos mais citados autores — experimente digitar o nome no Google e veja surgirem 37.800.000 de páginas sobre o assunto, digite “bible” e você terá 208.000.000, não é incrível? E, de fato, a qualidade de sua obra o aproxima das lendas. Aliás, bem pouco se sabe sobre sua vida e mesmo os dados sobre seu nascimento e morte que eu forneci a vocês acima são incertos.

Nada disso no entanto tira o valor inspirador do texto que recebi, ao contrário, quem sabe o maior dos poetas humanos não iria até dar uma risadinha diante da enormidade da tarefa que temos pela frente, cada vez que a gente resolve apostar na vida!

Depois de algum tempo você aprende a diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se e que companhia nem sempre significa segurança.

E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar as suas derrotas de cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de algum tempo você aprende que o sol queima se você ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não importam…

E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que são necessários anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias e que importa muito menos aquilo que você é o você tem na vida do que quem está ao seu lado enquanto isso.

Aprende que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

E que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam.

Percebe que seu melhor amigo e você, podem fazer qualquer coisa, ou nada e ainda assim terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são
tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, aquela pode ter sido a última vez…

Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que você não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que você pode ser.

Descobre que é preciso muito tempo para você se tornar a pessoa que quer ser e que o tempo é curto.

Aprende também que não importa onde já chegou, mas para onde você está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Aprende que ou você controla seus atos ou eles o controlarão e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem os dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer e enfrentaram as conseqüências.

Aprende que paciência requer muita prática.

Descobre que algumas vezes a pessoa de quem você espera um chute quando você cai é das poucas que vai ajudar você a se levantar.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências que você teve e com o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você já celebrou.

Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha ou desejava.

Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando você está com raiva, tem o direito de estar com raiva, mas isto não lhe dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer não significa que não o ame com tudo que pode, pois existem
pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado, algumas vezes você tem que aprender a perdoar a si mesmo.

Aprende que com a mesma serenidade com que julga você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido, o mundo não vai parar para que você o conserte.

E você aprende que realmente pode resistir e suportar, que realmente é forte e que pode ir ainda muito mais longe, mesmo depois de pensar que não vai conseguir avançar nem um milímetro mais.

E que a vida tem valor e que você tem valor diante dela.

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
06/07/2006 - 15:58

Chegou no outlook…

Você vai precisar de um pouquinho de paciência para esperar carregar a animação do artista italiano Bruno Bozetto, Homens e Mulheres, mas por mais crítico que você seja, vale a pena…Clique aqui para começar e navegue pelo site do artista que tem muito mais para ver…(em inglês ou em italiano)

Se quiserem também mandar histórias para iluminar este Chegou no outlook, meu e-mail é adiliabelotti@ig.com.br e está sempre à disposição de vocês

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
04/07/2006 - 10:17

Chegou no outlook….

Esta história veio em um e-mail de minha amiga Beá, que tem um grupo no seu outlook chamado QUERIDAS, no qual eu estou incluída. Coisa de mulheres….

E também é coisa de mulheres gostar de historinhas envolvendo crianças e animais. Deve ser porque nos lembram de um tempo em que a vida é mais transparente, feito dia de primavera. Vejam só se concordam comigo:

Porque cães não vivem tanto quanto as pessoas

Sou veterinário, e fui chamado para examinar um cão da raça
Wolfhound Irlandês chamado Belker. Os proprietários do animal,
Ron, sua esposa Lisa, e seu garotinho Shane, eram todos muito
ligados a Belker e esperavam por um milagre.

Examinei Belker e descobri que ele estava morrendo de câncer. Eu
disse à família que não haveria milagres no caso de Belker, e me
ofereci para proceder a eutanásia para o velho cão em sua casa.
Enquanto fazíamos os arranjos, Ron e Lisa me contaram que estavam
pensando se não seria bom deixar que Shane, de quatro anos de
idade, observasse o procedimento. Eles achavam que Shane poderia
aprender algo da experiência.

No dia seguinte, eu senti o familiar “aperto na garganta” enquanto
a família de Belker o rodeava. Shane, o menino, parecia tão calmo,
acariciando o velho cão pela última vez, que eu imaginei se ele
entendia o que estava se passando. Dentro de poucos minutos,
Belker foi-se, pacificamente. O garotinho parecia aceitar a
transição de Belker sem dificuldade ou confusão.

Nós nos sentamos juntos um pouco após a morte de Belker, pensando
alto sobre o triste fato da vida dos animais serem mais curtas que
as dos seres humanos. Shane, que tinha estado escutando
silenciosamente, saltou, “Eu sei porque.” Abismados, nós nos
voltamos para ele. O que saiu de sua boca me assombrou. Eu nunca
ouvira uma explicação mais reconfortante.

Ele disse:
- “As pessoas nascem para que possam aprender a ter uma boa vida,
como amar todo mundo todo o tempo e ser bom, certo?”

o garoto de quatro anos continuou…
“Bem, cães já nascem sabendo como fazer isto, portanto não
precisam ficar por tanto tempo.”

Sem comentários…

Se quiserem também mandar histórias para iluminar este Chegou no outlook, meu e-mail é belotti@brti.com.br e está sempre à disposição de vocês

Autor: Adília Belotti - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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