
Os anjos bíblicos não tinham nada a ver com querubins, não eram nada gentis, por isso, pense bem se você ia mesmo gostar de encontrar um deles: eles são brilhantes demais, poderosos demais, selvagens demais para nós, homens e mulheres agüentarmos. Seus corpos brilham refletindo a luz divina, uma luz quente como o próprio Sol, quente demais para nós, mortais…e, você sabe, quando um anjo aparece é sempre para nos empurrar para algum lugar onde jamais, nem mesmo em sonhos, imaginamos ir…
(Reflexão extraída do artigo de uma religiosa Christa von Zychlin
no site de espiritualidade Beliefnet)
Os anjos bíblicos não tinham nada a ver com querubins, não eram nada gentis, por isso, pense bem se você ia mesmo gostar de encontrar um deles: eles são brilhantes demais, poderosos demais, selvagens demais para nós, homens e mulheres agüentarmos. Seus corpos brilham refletindo a luz divina, uma luz quente como o próprio Sol, quente demais para nós, mortais…e, você sabe, quando um anjo aparece é sempre para nos empurrar para algum lugar onde jamais, nem mesmo em sonhos, imaginamos ir…
>E por falar em anjos, assista a este filme, Spin, sobre um anjo DJ e as dificuldades de espalhar a harmonia num mundo cada vez mais complexo…
(Reflexão extraída do artigo de uma religiosa Christa von Zychlin
no site de espiritualidade Beliefnet)
Enviado por: Adília
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27/10/2005 00:15:00
Evoluir é a grande mola do mundo. A vida tem uma urgência em crescer, em se expandir, em criar e em renovar-se. Podemos até dizer que o verdadeiro sentido da vida é estar constantemente em processo de tornar-se uma nova criação. Isto acontece em pequena escala com cada uma das formas biológicas que conhecemos e acontece, em grande escala, com o universo, como um todo.
(Dra. Beatrice Bruteau, filósofa e cientista americana, em entrevista para o site da revista Enlightment, sobre o mistério da consciência
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