Yahoo | Tecnozilla, por Marcelo Minutti
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17/02/2010 - 18:45

Facebook bate Yahoo e agora é o segundo site mais visitado dos EUA

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“O Google que se cuide!” – Para quem achou arrogante as  palavras de Mark Zuckerberg (fundador do Facebook) agora deve estar revendo seus conceitos. Em sua fantástica escalada rumo ao topo o Facebook bate o Yahoo em janeiro e alcança a segunda posição no ranking dos sites mais acessados dos Estados Unidos. E olha que 70% do tráfego do Facebook vem de fora dos EUA.

Veja os dados da Compete (empresa de pesquisa americana):

AP-unique-visitors-to-facebook-com-yahoo-com-02172010_1

AP-attention-to-facebook-com-yahoo-com-google-com-02172010

Será que o Google Buzz será páreo para o rolo compressor do Facebook?

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09/06/2009 - 19:12

Bing ultrapassa Yahoo (por um dia)

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O novo serviço de buscas da MicrosoftBING – teve um curto reinado como a segunda ferramenta de busca mais acessada do mundo. A primeira continua sendo o Google.

De acordo com a StatCounter, o Bing ultrapassou o Yahoo! no dia 04/06 (veja no gráfico), mas perdeu esse lugar já no dia 05/06.

O interessante é que no mesmo dia o Google teve um pequena queda de audiência enquanto que o Yahoo! se manteve estável. Isso deixa evidente que os internautas que resolveram testar o novo serviço da Microsoft são, quase que em sua totalidade, do Google.

Assim podemos concluir que o Yahoo!, mesmo com um audiência muito menor que do Google, possui um público mais fiel.

Além disso, podemos perceber que quando analisamos apenas os dados de audiência nos EUA a diferença entre Yahoo! e Bing – no dia 04/06 – foi ainda maior (15% do Bing contra 10% do Yahoo!). Neste caso, não é difícil concluir que isso aconteceu devido as ações de Marketing terem sido mais concentradas por lá, do que em outros países.

Acho que temos que observar o comportamento do novo serviço da Microsoft por mais algum tempo para ter uma visão mais clara de seu futuro, mas já podemos tirar algumas conclusões.

Ficou evidente que a equipe de marketing da Microsoft fez um bom trabalho, pois conseguiu atrair muitos dos usuários atuais do Google para experimentar o Bing. O problema, ainda que seja cedo para concluir isso, foi do produto em si mesmo.

A grande vantagem do Google, além é claro de sua fantástica engine de busca, é a profunda integração entre seus vários produtos (GMail, Docs, Reader, YouTube, Orkut), que hoje são usados por muitas pessoas, e a comodidade de navegar entre eles. No caso do Bing, podemos dizer que é uma boa ferramenta de buscas e ponto. Apesar da autenticação ser unificada, senti que falta uma maior sinergia entre os vários produtos da Microsoft.

Apesar desta percepção inicial, acredito que a Microsoft tenha poder técnico e financeiro para brigar com o Google em pé de igualdade, desde que, sejam mais inovadores e agreguem valor ao Bing com serviços e ferramentas mais atrativos e úteis para os internautas.

Outras referências:

http://www.ferramentasblog.com/2009/06/bing-o-buscador-da-microsoft.html
http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/05/28/sera-o-comeco-da-disputa-pelo-2%C2%BA-lugar-nas-buscas/

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Autor: Marcelo Minutti - Categoria(s): Inovação, Marketing, Serviços online, Tecnologia, comunicação Tags: , , , , ,
14/05/2009 - 19:18

Yahoo! lança clone do Twitter

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Parece que o Yahoo! está querendo entrar na briga dos serviços de microblogging com um novo serviço chamado Meme. Hoje vários internautas receberam um convite do Yahoo! Brasil descrevendo o serviço da seguinte forma:

“Hoje em dia, um “meme” na internet é entendido popularmente como um conteúdo que vira febre e é reproduzido por todo mundo.

O termo “meme” foi criado por Richard Dawkins, no seu livro “O Gene Egoísta”, de 1976. Dawkins e outros cientistas depois dele identificaram o meme como um fragmento de cultura ou comportamento que é replicado de cérebro a cérebro, de forma parecida com o que acontece com os genes na biologia.

É evidente que o termo “meme”, como usamos aqui, é uma adaptação livre e expandida do seu sentido científico estrito, mas não foge da essência da idéia.”

O mais interessante é que parece que o Meme está sendo lançado inicialmente apenas em português. Especulando um pouco, isso pode indicar que dependendo da performance do mesmo por aqui o Yahoo! pode decidir se lança o serviço  para outros países.

A primeira vista o serviço parece um clone do Twitter. Possui as mesmas funcionalidades e o mesmo conceito orientado a pequenas mensagens.

Ser idêntico ao serviço concorrente não é uma estratégia muito inteligente, principalmente quando seu concorrente já domina o mercado. Caso o pessoal do Yahoo! não inclua algo realmente inovador no serviço, será muito difícil encarar em pé de igualdade o todo poderoso Twitter.

De qualquer forma, vale a pena acompanhar de perto os próximos passos dessa briga. Principalmente, devido o pano de fundo da possível compra do Twitter pelo Google ou pela Apple.

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13/04/2009 - 10:38

Top 20 websites: Google e Yahoo! cabeça a cabeça

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É claro e notório a liderança do Google em relação ao Yahoo! quando pensamos em serviços de busca, mas quando falamos de visitas aos websites das duas empresas o cenário muda e a briga fica mais acirrada. Vejam nas tabelas a baixo a medição de audiência da Hitwise (empresa especializada em estatísticas online).

Na tabela acima, pode perceber-se o domínio absoluto no volume de buscas da search engine do Google.

Já esta outra tabela demonstra o equilíbrio entre o Google e o Yahoo quando se compara o porcentual de visitas ao sites de cada uma em relação ao número total de visitas de toda web. Aliás, o Yahoo! possui até uma pequena vantagem se considerarmos apenas o websites top 20.

*Os dados apresentados pela Hitwise consideram medições apenas na EUA, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Cingapura e Hong Kong. Mas dá para dar uma boa noção do que acontece também no resto do mundo.

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09/06/2008 - 14:24

Freeconomics: A cultura da abundância em um mundo gratuito

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Na última edição da revista HSM, saiu um artigo muito bom de Chris Anderson (editor-chefe da Wired e autor do livro “The Long Tail”). Nesse artigo, ele prega a cultura do “tudo grátis”, onde o modelo do custo zero como estimulo a abundância provoca uma onda de inovações. Precisamos entender aqui, que quando Anderson fala sobre custo zero ele está se referindo ao cliente final e que a receita deve ser gerada através de outros meios, como publicidade ou vendas cruzadas (apesar que a abundância permite que muitos produtos cheguem próximos do custo zero realmente).

Um exemplo interessante que ele descreve é do serviço de e-mail, que por muitos anos os usuários tiveram que pagar pelo armazenamento de suas mensagens. Até que um dia, como os custos de armazenamento caíram muito, o Google foi atrás dos novos clientes oferecendo 1GB de espaço grátis para cada um. Nisso o Yahoo! respondeu imbatível: espaço infinito grátis (custo zero para o usuário). Como as páginas de webmail vem com anúncios publicitários, mais usuários significa mais receita (cultura da abundância).

Podemos encontrar exemplos desse modelo em vários setores. As Lojas Americanas vendem DVDs a preços mínimos esperando que o cliente compre outros produtos na loja. Algumas empresas aéreas oferecem passagens de ida a R$ 50,00 desde que se compre a volta com preço cheio. A Sony vende seu PlayStation 3 com prejuízo considerando que terão lucro na venda dos jogos. A Comcast, gigante norte-americana de TV a cabo, distribuiu aparelhos de gravação de DVDs a 9 milhões de clientes apostando na venda de outros serviços como suporte premium, filmes em sistema pay-per-view e banda larga.

Agora é olhar para o próprio umbigo e pensar em como esse novo conceito pode melhorar o modelo de negócio da sua empresa. Mas cuidado para não sair distribuindo produtos e serviços de graça sem uma boa estratégia de receita por trás. :)

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