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Arquivo da Categoria Tecnologia

23/05/2011 - 14:19

Startup Lessons Learned – Ao Vivo (23/05)

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Startup Lessons Learned é o principal evento do planeta sobre melhores práticas em gestão de Startups. Nesta edição participam grande nomes como Eric Ries (The Lean Startup), Suneel Grupta (VP do Groupon) e Drew Houston (Fundador e CEO do Dropbox). Vale a pena ouvir o que esse pessoal de peso tem a dizer.

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Autor: Marcelo Minutti - Categoria(s): Blogs, Gadgets, Games, Governo Digital, Inovação, Internet 2.0, Marketing, Mídias Sociais, Música, Serviços online, TV Digital, Tecnologia, comunicação Tags: , , ,
05/04/2011 - 17:43

CRM 2.0 – As novas regras para gerir o relacionamento com clientes

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Não é novidade para ninguém que estamos vivendo uma revolução na relação empresa-consumidor e que uma das forças motrizes dessa revolução são as mídias sociais.

Nos dias de hoje as empresas, e os consumidores também, que não estiverem encarando com seriedade as oportunidades oferecidas pelas mídias sociais tem grande chance de serem arremessadas para fora do playground.

Na questão do relacionamento com o cliente algumas empresas mais “antenadas” já estão utilizando novos modelos de gestão do relacionamento com seus clientes em mídias sociais. Os especialistas dão o nome de CRM 2.0 a este novo modelo.

Mas o que é exatamente o CRM 2.0?

CRM 2.0 (ou Social CRM) é ao mesmo tempo uma estratégia de negócios e uma filosofia empresarial – suportado por tecnologias de social media – construído para engajar o consumidor em conversas colaborativas que tragam benefícios mútuos para o cliente e a empresa.

Diferença entre CRM Tradicional (ou CRM 1.0) e o CRM 2.0 (ou Social CRM):

CRM 1.0 dá a empresa o controle quase total sobre o processo de vendas. As empresas decidem como se relacionar e vender para o cliente e, na grande maioria das vezes, a comunicação é unidirecional (empresa > cliente). O cliente participada do processo de maneira passiva. No CRM 2.0 os consumidores são motivados a se engajar nas ações de marketing e vendas da empresa. Neste modelo o consumidor está no centro da estratégia de negócio e participa de maneira ativa de todo o processo. Aqui a comunicação é sempre multidirecional (empresa > cliente > outros clientes > empresa).

Como surfar a onda?

Para aproveitar as oportunidades do CRM 2.0 a principal mudança que as empresas precisam promover é a cultural. Estratégias, processos e tecnologias são também importantes, e devem ser tratadas com prioridade, mas sem uma mudança da cultura empresarial todos os outros esforços serão em vão. O consumidor precisa ser visto como centro do modelo e ser tratado como um igual pela empresa. Opiniões, elogios e reclamações devem tornar-se parte da rotina diária da empresa. O que posso garantir é que se diretores, gerentes e demais funcionários comprometerem-se com a mudança de cultura todos os outros objetivos serão mais fáceis de serem atingidos.

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Autor: Marcelo Minutti - Categoria(s): Blogs, Inovação, Internet 2.0, Marketing, Mídias Sociais, Serviços online, Tecnologia Tags: , , , , ,
03/04/2011 - 10:00

Primeiro comercial de TV do iPad 2 reforça briga pelo mercado de tablets

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A Apple está realmente decidida em não dar trégua para a concorrência na guerra pelo mercado mundial de tablets. O objetivo da Apple é manter a liderança em um mercado praticamente criado por ela. Assim, essa semana eles começaram a utilizar mais intensamente veículos de mídia de massa para divulgação do iPad 2. Segue o vídeo, que tem como título “We Believe“:

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16/03/2011 - 11:41

Palestra Ibmec/DF: Redes Sociais e o Comportamento do Consumidor Digital

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Autor: Marcelo Minutti - Categoria(s): Blogs, Gadgets, Games, Inovação, Internet 2.0, Marketing, Mídias Sociais, Serviços online, Tecnologia, comunicação Tags: , , , , , ,
07/12/2010 - 10:29

Google entra na briga pelo mercado de eBooks

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Seguindo os passos da Amazon, com a Kindle Store, e da Apple, com a iBookstore, o Google lança a eBookStore.

A loja de eBooks do Google nasce com mais de 3 milhões de livros eletrônicos em seu catálogo. São 35 mil editoras e quatro mil publicações parceiras do Google.

Ainda não é possível comprarmos livros aqui no Brasil (está funcionando apenas nos EUA), mas existem milhares de livros gratuitos disponíveis.

Outro ponto interessante, é que o serviço foi projetado para ser aberto e assim pode ser utilizado, desde laptops a tablets, smartphones e e-readers.

Utilizei um pouco o serviço e gostei. Acho que poderá ser um relevante competidor nesse mercado, que só tende a crescer nos próximo anos.

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20/10/2010 - 16:00

Admirável Mundo Novo na Indústria de Games

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No mundo digital as coisas estão acontecendo cada vez mais rápido. Uma empresa ou produto que está na parada de sucessos em um ano, no outro pode já ter sido esquecida. Isso acontece devido a grande facilidade em produzir, divulgar e distribuir produtos e serviços utilizando a Internet. Nos últimos tempos, esse processo ganhou mais velocidade com a popularização em massa das mídias sociais. Para os produtos que são, na sua essência, digitais, como músicas, vídeos, fotos e games, os impactos nas cadeias produtiva e de consumo são ainda mais significativos.

No caso da industria de jogos eletrônicos, o setor está sofrendo uma transformação drástica com a demanda cada vez maior por jogos sociais, que rodam sobre plataformas de redes sociais como Facebook e Orkut, e jogos para dispositivos móveis, que estão entre os aplicativos mais utilizados no iPhone da Apple e no Android do Google.

O iPhone, que nasceu com a missão de transformar a experiência do consumidor na utilização de um telefone celular, entrou na briga do mercado de consoles portáteis e já abocanha uma parcela significativa desse mercado. Para se ter uma ideia, em 2008 o iPhone acumulou 5% da receita do setor e em 2009, após uma forte expansão, fechou o ano com 19%, de acordo com a Flurry Analytics. O mais impressionante é ver que isso aconteceu em menos de 2 anos.

Mas qual o segredo por trás desse crescimento? A questão é simples, além da praticidade de se ter um smartphone com múltiplas funções, incluindo a de um console portátil, a Sony e a Nintendo não estão conseguindo competir com a legião de desenvolvedores de jogos independentes que invadiram a App Store. É claro que tem muita porcaria, mas como a prateleira virtual de jogos tende ao infinito, sempre aparece alguma coisa que atraia o consumidor de jogos. Está é a beleza da cauda longa.

No mundo dos jogos que utilizam redes sociais como plataforma, a história não é diferente. Desde o momento que Mark Zuckerberg abriu a plataforma do Facebook para que qualquer um pudesse desenvolver aplicativos que funcionassem integrados a seus serviços que o mundo das redes sociais não é mais o mesmo. Com isso, a quantidade de jogos que utilizam o Facebook como plataforma também cresceu drasticamente e estão entre os aplicativos mais utilizados pelos usuários do Facebook. Por exemplo, o jogo social online FarmVille, da desenvolvedora de jogos sociais Zynga que estima faturar US$ 450 milhões em 2010, já passou dos 80 milhões de jogadores. Neste caso a lógica que descrevi para o iPhone funciona de maneira similar, onde milhares de desenvolvedores de jogos independentes e de novas empresas lançam jogos diariamente e ameaçam o status quo dos gigantes da indústria.

Todas essas mudanças no mercado têm feito as grandes empresas do setor redefinirem suas estratégias. Nos últimos meses, houve alguns movimentos relevantes, como a aquisição das desenvolvedoras Playdom e Tapulous pela Disney e a compra da Playfish pela Eletronic Arts.

Agora é esperar para ver como o mercado irá se comportar nos próximos meses. Pois como já vivenciamos, o vencedor de hoje pode não ser o mesmo de amanhã.

*artigo de minha autoria publicado na Revista EGW de out/10

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22/09/2010 - 18:07

Zynga é a empresa que melhor aproveita o potencial das redes sociais

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Zynga é a empresa de Internet com o maior crescimento do momento. Ela é quem melhor “surfa” a onda das redes sociais com mais 350 milhões de usuários e um  faturamento diário estimado em 1 milhão de dólares. Para dar uma noção mais clara do fenômeno Zynga apresento aqui um infográfico muito bom publicado pelo The Blog Herald.

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13/08/2010 - 18:43

Governo 2.0: A nova fronteira

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Atualmente não é difícil imaginarmos os governos como grandes instituições sem rosto, frias, distantes e impessoais. Isso se explica pelo fato que os canais convencionais de relacionamento e comunicação com os cidadãos foram construídos sobre conceitos, idéias e modelos tradicionais de atendimento em um tempo onde os governos prezavam mais pela eficiência do processo do que pela proximidade com o cidadão. Esse tipo de abordagem se justificava, pois os meios para uma comunicação personalizada e intimista eram proibitivos do ponto de vista financeiro e operacional.

O tempo passou, a tecnologia evoluiu e a sociedade se transformou. Assim como as empresas privadas estão aprendendo a adotar meios de comunicação mais sociais com seus clientes e desenvolvendo formas para gerenciar a reputação  digital de suas marcas, também as organizações públicas precisam aproveitar as tecnologias sociais (redes sociais, blogs, wikis, etc) para se adaptarem ao novo cenário, caso queiram se comunicar efetivamente com os cidadãos e outras entidades com as quais se relacionam.

Dados da comScore, renomado instituto de pesquisa internacional, sobre o Brasil, revelam que em maio deste ano 73 milhões de pessoas acessaram a internet. Isso equivale a quase 40% de toda população do país. Ainda de acordo com o Ibope/NetRatings, o percentual desses internautas que acessam serviços de redes sociais é de 80%. O Facebook, maior rede social do mundo com 500 milhões de usuários, já ultrapassou a quantidade de visitantes únicos do site de busca Google. Quem imaginaria isso a dois anos atrás?

A velocidade das mudanças está cada vez maior e considero que essa é uma tendência irreversível. Dentro deste contexto, as organizações públicas precisam iniciar o mais rápido possível transformações que as preparem para estes novos tempos. Mas por onde começar?

As tecnologias sociais podem melhorar muito o envolvimento dos cidadãos com questões públicas de maneira simples e poderosa. Mas isso só trará resultados efetivos se não houver adoção da tecnologia pela tecnologia. É fundamental iniciar o processo de dentro para fora, com treinamento adequado para os servidores envolvidos, planejamento e redesenho dos processos internos que irão suportar os canais digitais, criação de indicadores de qualidade e monitoramento da reputação digital do governo no ambiente das mídias sociais. Caso estas atividades não sejam executadas adequadamente o uso de tecnologias sociais podem trazer mais problemas do que soluções.

*Este meu artigo foi publicado na revista Gestão Pública em agosto/2010

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25/07/2010 - 22:15

Evento de Mídias Digitais em Brasília

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Participarei no próximo dia 11/08 às 19:00 em Brasília do Painel IESB de Mídias Digitais com algumas feras da Mídia Digital no Brasil como Alessandra Blanco (Portal iG), Marcelo “Urso Branco” Vitorino (Blog Pergunte ao Urso),  Rafael Sbarai (Revista Veja), Hideraldo Leitão (Banco do Brasil) e Marco Frade (ArtPlan).

O painel tem como tema as tendências e impactos das mídias sociais nos negócios e na sociedade.

Quem estiver em Brasília e quiser aparecer por lá é só fazer a inscrição no site do IESB.

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14/07/2010 - 15:52

O futuro da interatividade na TV pode não passar pelo Ginga

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Pouco tempo atrás li um post muito interessante no MeioBit sobre interatividade na TV Digital que me fez parar para pensar sobre o assunto. O governo e a indústria vêm há alguns anos fazendo muito barulho sobre as possibilidades da interatividade na TV que poderiam tornar-se realidade através do middleware Ginga (um tipo de sistema operacional que suportaria as aplicações de interatividade). Mas, por que isso não ocorreu até agora? O problema básico é que ainda não existe mercado. Explicando: Como não existe quantidade significativa de consumidores preparados tecnicamente para interatividade (não possuem TV ou equipamentos com o Ginga) as emissoras de TV não fazem investimentos significativos para produzir conteúdos interativos. E aí ficamos neste ciclo vicioso.

Devido a esta indefinição das emissoras, alguns fabricantes de TV resolveram sair na frente e lançaram TVs com conexão direta à Internet e com aplicativos interativos já embutidos nos aparelhos como Previsão do Tempo, Cotações da Bolsa, etc. Em um primeiro momento, isso não parece uma ameaça para as emissoras, pois não há interatividade com o conteúdo de TV como novelas e programas de auditório. Mas olhando para um horizonte mais amplo, podemos imaginar programas de TV sendo consumidos através de serviços como o YouTube que podem oferecer interatividade, pois utilizam os recursos quase infinitos da Internet e que seriam ameaças reais para as emissoras de TV tradicionais.

Um exemplo dessa nova tendência é o lançamento de uma TV de LCD da Samsung com conteúdo do provedor de Internet Terra. A interface é toda baseada em widgets. Tem também a LG Infinita que já possui acesso a vários conteúdos de Internet como Terra, UOL e YouTube. (veja no vídeo)

Todo esse movimento das fabricantes de TV e dos portais de Internet evidencia uma ameaça real ao modelo de negócios das emissoras de TV e pode matar o Ginga antes mesmo do seu nascimento de fato para o mercado consumidor.

Assim, minha recomendação para quem está pensando em comprar um set-up box com o Ginga para aproveitar os benefícios da interatividade é esperar um pouco para não ficar com um mico na mão.

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