Mídias Sociais | Tecnozilla, por Marcelo Minutti - Part 2
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Arquivo da Categoria Mídias Sociais

24/05/2011 - 16:20

Encontro FNAC de Blogueiros em Brasília (26/05)

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Participarei no próximo dia 26/05 do “Encontro FNAC de Blogueiros” em Brasília.

Entre os assuntos em pauta estão: o papel e os desafios da internet; as ameaças à internet e neutralidade na rede; como financiar a blogosfera; as narrativas na internet entre outros;

Os convidados para a mesa de debate são:

Fernando Lackman – Jornal Alô Brasília e Blog do Lackman

Kátia Maranhão – Blog da Kátia – Noticias que fazem bem

Tiago Correia – Blog do Tiago Correia

Celso Faria – Blog do Celso Faria

Marcelo Minutti – Este sou eu :)

Estão todos convidados :)

Mais Informações:

Local: FNAC Brasília – Park Shopping

Data e hora: Dia 26 de maio, Quinta, às 19h30

Inscrições gratuitas pelo telefone 2105-2000 ou na bilheteria da loja.

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Autor: Marcelo Minutti - Categoria(s): Blogs, Inovação, Internet 2.0, Marketing, Mídias Sociais, comunicação Tags: , , , ,
23/05/2011 - 14:19

Startup Lessons Learned – Ao Vivo (23/05)

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Startup Lessons Learned é o principal evento do planeta sobre melhores práticas em gestão de Startups. Nesta edição participam grande nomes como Eric Ries (The Lean Startup), Suneel Grupta (VP do Groupon) e Drew Houston (Fundador e CEO do Dropbox). Vale a pena ouvir o que esse pessoal de peso tem a dizer.

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Autor: Marcelo Minutti - Categoria(s): Blogs, Gadgets, Games, Governo Digital, Inovação, Internet 2.0, Marketing, Mídias Sociais, Música, Serviços online, TV Digital, Tecnologia, comunicação Tags: , , ,
26/04/2011 - 12:42

Mídias Sociais: Publicidade ou Relacionamento?

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Há uma insistência contínua e míope em tratar o assunto “Mídias Sociais” como uma questão de publicidade.

No início da Internet, na fase que chamamos 1.0, isso era justificável, pois os serviços de internet, de maneira geral, eram réplicas digitais de meios físicos como jornais e revistas. As conversas entre os sites e suas audiências eram, na maioria dos casos, vias de mão única. Neste ambiente extremamente parecido com o da mídia tradicional (TV, Revistas, Jornais, etc) o modelo de publicidade baseado em anúncios encontrou nos banners um lugar fértil para crescer e se consolidar.

Infelizmente para alguns e felizmente para outros o surgimento de sites colaborativos baseados, em sua maioria, em conteúdos gerados pelos próprios usuários mudou toda a lógica das mídias digitais. As atuais regras da publicidade digital, que funcionam tão bem para sites tradicionais, não têm o mesmo efeito nas mídias sociais.

Isso acontece devido a uma questão obvia: a natureza das mídias sociais é extremamente diferente da natureza da mídia online tradicional. Enquanto uma tem foco no relacionamento com o consumidor a outra tem suas raízes na publicidade tradicional.

Não tenho a intenção de ensinar os publicitários a trabalhar com mídia online, mas acho que todos devemos parar para refletir um pouco sobre o assunto e, quem sabe, encontrar maneiras mais eficientes de gastar o dinheiro dos anunciantes. :)

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Autor: Marcelo Minutti - Categoria(s): Blogs, Inovação, Internet 2.0, Marketing, Mídias Sociais, comunicação Tags: , , , , ,
05/04/2011 - 17:43

CRM 2.0 – As novas regras para gerir o relacionamento com clientes

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Não é novidade para ninguém que estamos vivendo uma revolução na relação empresa-consumidor e que uma das forças motrizes dessa revolução são as mídias sociais.

Nos dias de hoje as empresas, e os consumidores também, que não estiverem encarando com seriedade as oportunidades oferecidas pelas mídias sociais tem grande chance de serem arremessadas para fora do playground.

Na questão do relacionamento com o cliente algumas empresas mais “antenadas” já estão utilizando novos modelos de gestão do relacionamento com seus clientes em mídias sociais. Os especialistas dão o nome de CRM 2.0 a este novo modelo.

Mas o que é exatamente o CRM 2.0?

CRM 2.0 (ou Social CRM) é ao mesmo tempo uma estratégia de negócios e uma filosofia empresarial – suportado por tecnologias de social media – construído para engajar o consumidor em conversas colaborativas que tragam benefícios mútuos para o cliente e a empresa.

Diferença entre CRM Tradicional (ou CRM 1.0) e o CRM 2.0 (ou Social CRM):

O CRM 1.0 dá a empresa o controle quase total sobre o processo de vendas. As empresas decidem como se relacionar e vender para o cliente e, na grande maioria das vezes, a comunicação é unidirecional (empresa > cliente). O cliente participada do processo de maneira passiva. No CRM 2.0 os consumidores são motivados a se engajar nas ações de marketing e vendas da empresa. Neste modelo o consumidor está no centro da estratégia de negócio e participa de maneira ativa de todo o processo. Aqui a comunicação é sempre multidirecional (empresa > cliente > outros clientes > empresa).

Como surfar a onda?

Para aproveitar as oportunidades do CRM 2.0 a principal mudança que as empresas precisam promover é a cultural. Estratégias, processos e tecnologias são também importantes, e devem ser tratadas com prioridade, mas sem uma mudança da cultura empresarial todos os outros esforços serão em vão. O consumidor precisa ser visto como centro do modelo e ser tratado como um igual pela empresa. Opiniões, elogios e reclamações devem tornar-se parte da rotina diária da empresa. O que posso garantir é que se diretores, gerentes e demais funcionários comprometerem-se com a mudança de cultura todos os outros objetivos serão mais fáceis de serem atingidos.

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Autor: Marcelo Minutti - Categoria(s): Blogs, Inovação, Internet 2.0, Marketing, Mídias Sociais, Serviços online, Tecnologia Tags: , , , , ,
16/03/2011 - 11:41

Palestra Ibmec/DF: Redes Sociais e o Comportamento do Consumidor Digital

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Autor: Marcelo Minutti - Categoria(s): Blogs, Gadgets, Games, Inovação, Internet 2.0, Marketing, Mídias Sociais, Serviços online, Tecnologia, comunicação Tags: , , , , , ,
25/02/2011 - 01:00

Melhores Práticas de Marketing Digital – Parte 2

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Continuação do post Melhores Práticas de Marketing Digital – Parte 1

Prática #5: Mantenha o foco no relacionamento.

Primeiramente, é importante compreendermos a natureza social da Internet 2.0. As pessoas não utilizam serviços como Orkut, Facebook, Twitter, Linkedin e MySpace para ver publicidade ou para serem abordadas por vendedores virtuais. Elas entram em redes sociais para conectar-se e trocar informações com outras pessoas. Por isso a publicidade tradicional tem-se mostrado tão ineficaz nestes ambientes. Desta forma, as melhores estratégias digitais dão ênfase ao contexto e à relevância da mensagem. Promovem um relacionamento de troca e não invandem a privacidade dos consumidores.

Prática #6: Engage seus consumidores.

Um consumidor engajado é capaz de promover produtos ou serviços de forma transparente e honesta. Individualmente, nenhum consumidor pode ter o alcance da mídia de massa, mas utilizando as mídias sociais, estes mesmos consumidores podem iniciar verdadeiras epidemias digitais, atingindo resultados que poucas campanhas de mídia teriam condições de alcançar. Assim, é fundamental identificar, estimular e orientar nossos clientes mais satisfeitos a compartilhar suas experiências positivas por meio das mídias sociais.

Prática #7: Monitore sua reputação digital.

Precisamos ter consciência de que a marca de uma empresa é aquilo que seus consumidores dizem dela. Diante disso, monitorar as conversas das pessoas nas mídias sociais é primordial para que as empresas possam desenvolver estratégias de marketing realmente eficazes. Lembre-se que os consumidores falarão da marca ou do produto da empresa nas redes sociais, independente dela estar ou não ouvindo-os.

Prática #8: Mensure os resultados obtidos.

O retorno de iniciativas de marketing digital deve ser medido. Atualmente, existe uma grande quantidade de métricas e indicadores que podem ser utilizados no cálculo do ROI de uma iniciativa digital. O único cuidado que a empresa deve tomar para mensuração de retorno é em relação à escolha dos indicadores adequados para cada iniciativa. E-mail, sites, blogs, redes sociais e fóruns de discussão possuem naturezas distintas umas das outras e a utilização de indicadores inadequados podem dar uma visão distorcida dos reais resultados.

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Autor: Marcelo Minutti - Categoria(s): Blogs, Inovação, Internet 2.0, Marketing, Mídias Sociais, comunicação Tags: , , , ,
22/02/2011 - 11:55

Melhores Práticas em Marketing Digital – Parte 1

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Por ser algo novo (não tão novo assim) e por ainda não contar com uma literatura robusta e confiável, o Marketing Digital ainda não é utilizado como deveria por empresas e gestores de Marketing. Desta forma, seguem algumas práticas comprovadas que tem como objetivo aumentar significativamente os resultados obtidos por iniciativas de Marketing Digital.

Estas práticas são fruto de intensas e profundas análises realizadas pelos integrantes do Comitê Estratégico de Marketing da Câmara Americana de Comércio de Brasília (Amcham/DF), do qual sou membro. Estas práticas servirão como base para publicação, em um futuro próximo, de um artigo mais detalhado sobre o mesmo tema.

Prática #1: Entenda, aceite e se prepare para a falta de controle.

Com o advento das mídias sociais (blogs, Facebook, Twitter, Orkut, etc) e do acesso cada vez mais fácil às plataformas colaborativas, é necessário uma nova postura das organizações frente aos seus clientes. O máximo de controle sempre foi uma premissa nos ambientes corporativos tradicionais. Mas, em um mundo onde os consumidores estão no centro do poder, abrir mão de uma parte deste controle é fundamental para aproximar-se, conquistar e fidelizar o cliente 2.0.

Prática #2: Não faça SPAM.

Para se conquistar o novo consumidor digital é fundamental desenvolver relacionamentos de confiança e de respeito. Em uma época onde os clientes são bombardeados, constantemente, por informações de todos o tipos, somente organizações com credibilidade terão sucesso. Para isso, é necessário segmentar a base de clientes e enviar informações que façam sentido para cada perfil de cliente. E-mail, redes sociais e fóruns de discussão devem ser utilizados com bom senso e respeitando a privacidade do consumidor.

Prática #3: Mude antes que seja tarde.

É necessário compreender que os modelos tradicionais de marketing não são adequados para o ambiente da Internet Social. Como o consumidor está no controle, ele só aceita receber aquilo que ele previamente escolheu. Neste contexto, modelos de publicidade invasiva, muito comuns no marketing de massa, tendem a causar efeitos negativos sobre marcas e produtos no meio digital. Desta forma, é fundamental aceitar o desafio de mudar o status quo e preparar-se para um mercado que muda constantemente.

Prática #4: Envolva seus funcionários.

Criar políticas para o uso eficaz das mídias sociais pelos funcionários nas organizações é o primeiro passo para o alcance dos objetivos de negócio. Os funcionários, quando bem preparados, podem se transformar em um diferencial competitivo importante para potencializar e maximizar as ações de marketing da empresa.

A parte 2 será publica no próximo post – Melhores Práticas em Marketing Digital – Parte 2.

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26/11/2010 - 15:56

FarmVille perde para ele mesmo e não é mais o número 1 no ranking de Apps do Facebook

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Foi bom enquanto durou, mas o jogo social FarmVille, que durante 15 meses ocupou o primeiro lugar entre as aplicações mais utilizadas no Facebook, perdeu o reinado para uma app extremamente simples: o Phrases (publicador de frases e citações). Apesar de ter crescido muito nos últimos tempos o Phrases também teve a ajuda do próprio FarmVille que caiu nos últimos meses de 80 milhões de usuários para 53 milhões.

Veja como está o ranking das aplicações mais utilizadas no Facebook, segundo o site AppData:

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Autor: Marcelo Minutti - Categoria(s): Games, Inovação, Marketing, Mídias Sociais, Serviços online Tags: , , , , ,
20/10/2010 - 16:00

Admirável Mundo Novo na Indústria de Games

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No mundo digital as coisas estão acontecendo cada vez mais rápido. Uma empresa ou produto que está na parada de sucessos em um ano, no outro pode já ter sido esquecida. Isso acontece devido a grande facilidade em produzir, divulgar e distribuir produtos e serviços utilizando a Internet. Nos últimos tempos, esse processo ganhou mais velocidade com a popularização em massa das mídias sociais. Para os produtos que são, na sua essência, digitais, como músicas, vídeos, fotos e games, os impactos nas cadeias produtiva e de consumo são ainda mais significativos.

No caso da industria de jogos eletrônicos, o setor está sofrendo uma transformação drástica com a demanda cada vez maior por jogos sociais, que rodam sobre plataformas de redes sociais como Facebook e Orkut, e jogos para dispositivos móveis, que estão entre os aplicativos mais utilizados no iPhone da Apple e no Android do Google.

O iPhone, que nasceu com a missão de transformar a experiência do consumidor na utilização de um telefone celular, entrou na briga do mercado de consoles portáteis e já abocanha uma parcela significativa desse mercado. Para se ter uma ideia, em 2008 o iPhone acumulou 5% da receita do setor e em 2009, após uma forte expansão, fechou o ano com 19%, de acordo com a Flurry Analytics. O mais impressionante é ver que isso aconteceu em menos de 2 anos.

Mas qual o segredo por trás desse crescimento? A questão é simples, além da praticidade de se ter um smartphone com múltiplas funções, incluindo a de um console portátil, a Sony e a Nintendo não estão conseguindo competir com a legião de desenvolvedores de jogos independentes que invadiram a App Store. É claro que tem muita porcaria, mas como a prateleira virtual de jogos tende ao infinito, sempre aparece alguma coisa que atraia o consumidor de jogos. Está é a beleza da cauda longa.

No mundo dos jogos que utilizam redes sociais como plataforma, a história não é diferente. Desde o momento que Mark Zuckerberg abriu a plataforma do Facebook para que qualquer um pudesse desenvolver aplicativos que funcionassem integrados a seus serviços que o mundo das redes sociais não é mais o mesmo. Com isso, a quantidade de jogos que utilizam o Facebook como plataforma também cresceu drasticamente e estão entre os aplicativos mais utilizados pelos usuários do Facebook. Por exemplo, o jogo social online FarmVille, da desenvolvedora de jogos sociais Zynga que estima faturar US$ 450 milhões em 2010, já passou dos 80 milhões de jogadores. Neste caso a lógica que descrevi para o iPhone funciona de maneira similar, onde milhares de desenvolvedores de jogos independentes e de novas empresas lançam jogos diariamente e ameaçam o status quo dos gigantes da indústria.

Todas essas mudanças no mercado têm feito as grandes empresas do setor redefinirem suas estratégias. Nos últimos meses, houve alguns movimentos relevantes, como a aquisição das desenvolvedoras Playdom e Tapulous pela Disney e a compra da Playfish pela Eletronic Arts.

Agora é esperar para ver como o mercado irá se comportar nos próximos meses. Pois como já vivenciamos, o vencedor de hoje pode não ser o mesmo de amanhã.

*artigo de minha autoria publicado na Revista EGW de out/10

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22/09/2010 - 18:07

Zynga é a empresa que melhor aproveita o potencial das redes sociais

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Zynga é a empresa de Internet com o maior crescimento do momento. Ela é quem melhor “surfa” a onda das redes sociais com mais 350 milhões de usuários e um  faturamento diário estimado em 1 milhão de dólares. Para dar uma noção mais clara do fenômeno Zynga apresento aqui um infográfico muito bom publicado pelo The Blog Herald.

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