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	<title>Blog de Tecnologia &#187; videogame</title>
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	<description>tudo sobre as novidades tecnológicas</description>
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		<title>Um videogame da Apple?</title>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 23:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sabe quando você está tocando sua vida, e de repente aquele monte de fragmentos de idéias que estão guardadinhos no fundo da sua mente resolvem fazer &#8220;click&#8221; e você tem aquele momento &#8220;como não pensei nisso antes??&#8220;. Pois é, aconteceu comigo na quinta-feira.
Eu estava passando pelas notícias do dia, quando vi alguns sites comentando um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe quando você está tocando sua vida, e de repente aquele monte de fragmentos de idéias que estão guardadinhos no fundo da sua mente resolvem fazer &#8220;click&#8221; e você tem aquele momento &#8220;<em>como não pensei nisso antes??</em>&#8220;. Pois é, aconteceu comigo na quinta-feira.</p>
<p>Eu estava passando pelas notícias do dia, quando vi alguns sites comentando um boato de que a Apple estaria em negociações para comprar a Electronic Arts, uma das maiores desenvolvedoras de jogos do mundo. Parei por um segundo e pensei: &#8220;<em>Balela, até parece que a Apple quer entrar no mercado de videog&#8230; </em><strong>CLICK!</strong>&#8221;</p>
<p>Pensando bem, faz <em>todo</em> o sentido a Apple entrar no mercado de videogames. Não só faz sentido, como acredito que ela já está se preparando para isso. E não é com software, é com hardware, com um console com o logo da maçã estampado na tampa, &#8220;brigando&#8221; com o PlayStation 3, XBox 360 e Wii.</p>
<p><span id="more-5087"></span></p>
<p>Vamos às evidências: A Apple contratou Mark Papermaster, ex-IBM, que participou no desenvolvimento da família de processadores PowerPC (por sinal, usados de uma forma ou de outra no XBox 360, Wii <em><strong>e</strong></em> no PlayStation 3). Depois, levou para Cupertino Bob Dreblin e Raja Koduri, ambos da AMD/ATI. Dreblin trabalhou no projeto da GPU (chip de vídeo) do GameCube, e Koduri era Chefe de Tecnologia para o desenvolvimento de novos produtos gráficos (leia-se: GPUs).</p>
<p>Além disso, a Apple também comprou a P.A.Semi, uma empresa especializada no design de processadores de baixo consumo baseados na arquitetura PowerPC. Ou seja, a Apple tem tudo o que é necessário para projetar e colocar no mercado uma nova família de CPUs e GPUs. Está com a faca, o queijo, os pratinhos, palitinhos e guardanapos na mão.</p>
<p>E aí você diz &#8220;Mas Rigues, quem disse que esses chips tem que ser pra um videogame?&#8221;. Realmente, eles poderiam ser para um novo iPhone. Mas um investimento deste tamanho para beneficiar uma única linha de produtos (iPhone/iPod Touch) é um certo exagero. Quando projetam um novo processador/chip de vídeo, as empresas levam em consideração toda uma gama de produtos nas quais eles poderão ser utilizados. Isso gera volume, que reduz os custos e aumenta o lucro. É matemática financeira básica. Ou seja, a Apple tem cartas na manga.</p>
<p>E aqui entra mais uma peça do quebra-cabeças: a Apple também contratou Richard Teversham, ex-membro da divisão de entretenimento da Microsoft, e responsável pela estratégia de comercialização do XBox 360 na Europa, Oriente Médio e Ásia. Um cara de videogames? Opa, tá ficando interessante!</p>
<p>Some-se a isso o fato de que a Apple não precisar &#8220;entrar&#8221; no mercado de videogames. Ela já está nele, com os dois pés firmemente plantados. Sabe o iPhone e o iPod Touch? São excelentes consoles portáteis, e há mais de 7 mil jogos para eles na App Store. Vejam o último <a href="http://www.apple.com/ipodtouch/#ad-small">comercial do iPod Touch</a>: cadê os vídeos? cadê a música? nenhum sinal, os jogos são a estrela.</p>
<p>Como em todo console muitos destes games são ruins, é verdade, mas o interesse nos aparelhos é tanto que todas as grandes produtoras, incluindo aquelas que citei no começo do post, estão produzindo jogos para eles. E lucrando horrores: o desenvolvedor de Trism, um quebra-cabeças, ganhou US$ 250.000 em dois meses. E há <a href="http://www.nytimes.com/2009/04/05/fashion/05iphone.html?pagewanted=1">muito mais pessoas como ele</a>.</p>
<p>E esta é a peça-final do quebra-cabeças: software. Nenhum console sobrevive sem software. As pessoas não compram um videogame porque ele tem oito processadores, compram porque os jogos são divertidos, cativantes, inovadores (veja o caso do Wii). Vide fracassos anteriores como o 3DO e o Jaguar, maravilhas tecnológicas ignoradas pelo público graças à falta de bons títulos. Mas com tanta gente criando software para o iPhone, pode ter certeza de que haverá uma fila de programadores ansiosos no dia em que a Apple anunciar um videogame. Jogos não vão faltar.</p>
<p>Dá até pra prever como será o tal console. A Apple já tem um portátil, o iPhone. Falta um console doméstico, &#8220;de mesa&#8221;. E é natural que a Apple integre isso a um produto que já existe, a Apple TV: uma &#8220;caixinha&#8221; (não vendida no Brasil) que, plugada à TV, oferece acesso a música, fotos e vídeos armazenados nos computadores (de preferência Macs) da casa, bem como acesso à iTunes Store para compra ou aluguel de filmes em alta definição.</p>
<p>As Apple TV atuais usam chipsets Intel, não adequados para games 3D. Mas nada impede a Apple de equipar futuras gerações com novos processadores e chips de vídeo projetados pela P.A. Semi. Junte um par de joysticks (ou integração com o iPhone/iPod, para ele funcionar como joystick), distribuição de jogos via App Store e pronto, você tem um console doméstico matador, com acesso a jogos de todas as grandes produtoras, e de vários desenvolvedores independentes geniais, sem sair do sofá da sala. Onde eu assino?</p>
<p><strong>PS) </strong><em>Quando eu escrevia este artigo, descobri que o povo da <a href="http://industry.bnet.com/technology/10001595/is-apple-developing-a-game-and-media-console/">BNET</a> chegou à mesma conclusão que eu, e eles tem mais evidências: várias patentes &#8220;suspeitas&#8221; da Apple que parecem apontar para os games. Mas eles sugerem um portátil, do qual eu discordo. Ainda assim, a leitura do artigo deles é recomendada.</em></p>
<p><em><strong>PPS)</strong> Talvez alguns se lembrem de que a Apple já tentou fazer um videogame: era o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Apple_Bandai_Pippin">Pippin</a>, na verdade um &#8220;videogame/estação multimídia&#8221; que chegou ao mercado em parceria com a japonesa Bandai. Foi um fracasso: era caro demais, &#8220;fraco&#8221; demais (em comparação ao PlayStation, que já estava no mercado) e, fora os títulos da Bandai, quase não havia software. Um caso clássico de &#8220;como não fazer um videogame&#8221;.</em></p>
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		<title>Feito em casa</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2008/12/03/feito-em-casa/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 12:39:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<category><![CDATA[noticia]]></category>
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		<description><![CDATA[Encontrei há alguns dias na internet um dos projetos de hardware mais impressionantes que já vi nos últimos tempos. É o Uzebox, um videogame feito &#8220;em casa&#8221;, que tem como componentes principais apenas&#8230; dois chips! Duvida? Então dê uma olhada na placa:

Todo o resto são componentes discretos (resistores, capacitores, LEDs). E o melhor: o projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrei há alguns dias na internet um dos projetos de hardware mais impressionantes que já vi nos últimos tempos. É o Uzebox, um videogame feito &#8220;em casa&#8221;, que tem como componentes principais apenas&#8230; dois chips! Duvida? Então dê uma olhada na placa:</p>
<p align="center"><a href="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/12/uzebox.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3712" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/12/uzebox.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Todo o resto são componentes discretos (resistores, capacitores, LEDs). E o melhor: o projeto é aberto: a &#8220;planta&#8221;, instruções e listas de componentes podem ser baixados gratuitamente por qualquer um que queira reproduzir o brinquedo. E alguns sites até vendem &#8220;kits&#8221;  com a placa, chips, componentes e um joystick, prontinhos para a montagem: é só soldar.</p>
<p>O &#8220;coração&#8221; do console é um microcontrolador ATmega644, da Atmel (rodando a 28 MHz), que sozinho funciona como CPU, processador de vídeo, chip de som e controlador de I/O. O único outro chip é um AD725, da Analog Devices, responsável por pegar o sinal de vídeo RGB produzido pelo ATmega644 e converter em um sinal NTSC que qualquer TV moderna entende.</p>
<p>o autor (que se identifica como &#8220;Uze&#8221;) quis manter tudo o mais simples possível, por isso há algumas limitações: 4K de RAM, e um tamanho máximo de programa (ou jogo) de 64K. Isso porque adicionar chips extras para controlar memória externa iria deixar o projeto mais caro e complexo. Parece pouco, mas o resultado final lembra, em complexidade, os consoles da era 8-Bits, como o Nintendinho, mas com gráficos mais coloridos, como mostra o videozinho abaixo.</p>
<p align="center"><object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/oHKiBjiAg8o&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/oHKiBjiAg8o&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1"></embed></object></p>
<p style="text-align: left">Conheça mais sobre o projeto Uzebox em seu <a href="http://www.belogic.com/uzebox/">site oficial</a>. Kits estão à venda na <a href="http://www.ladyada.net/make/fuzebox/index.html">Adafruit Industries</a> e <a href="http://uzebox.org/forums/viewtopic.php?p=1107&amp;f=4#p1107">Embedded Engineering</a>, por preços que variam de US$ 70 a US$ 100.</p>
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		<title>Conheçam o Zeebo</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 15:21:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois da derrocada da Sega e de alguns anos agarrada ao bom (mas velho) Megadrive, a TecToy resolve inovar e desenvolver seu próprio console. É o Zeebo, fruto de uma parceria com a norte-americana Qualcomm (que desenvolve o chipset). O principal diferencial do console, na minha opinião, é algo que já venho &#8220;apregoando&#8221; faz tempo: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da derrocada da Sega e de alguns anos agarrada ao bom (mas velho) Megadrive, a <strong>TecToy</strong> resolve inovar e desenvolver seu próprio console. É o <strong>Zeebo</strong>, fruto de uma parceria com a norte-americana Qualcomm (que desenvolve o chipset). O <strong>principal diferencial</strong> do console, na minha opinião, é algo que já venho &#8220;apregoando&#8221; faz tempo: o <strong>fim da mídia física</strong>. Esqueça os cartuchos, CDs e cartõezinhos de memória, o &#8220;canal&#8221; para os jogos no Zeebo é o <strong>download</strong>.</p>
<p>&#8220;Tá, quer dizer que vou precisar de banda-larga e um provedor pra baixar os jogos?&#8221;. Não, não vai. O Zeebo se conecta a <strong>redes de telefonia 3G e EDGE</strong> para baixar os jogos e atualizações. É um serviço batizado pela TecToy de &#8220;<strong>ZeeboNet3G</strong>&#8220;, que é completamente <strong>gratuito</strong>: não há contratos, mensalidades, franquias de dados, nada. Você só paga pelos <strong>jogos</strong>, que vão custar entre <strong>R$ 9,90</strong> (catálogo) a <strong>R$ 29,90</strong> (super-lançamentos), com a maioria dos novos títulos a <strong>R$ 19,90</strong>.</p>
<p>Graficamente, o console tem poder entre o <strong>PlayStation 1</strong> e o <strong>PlayStation 2</strong>. Em termos de títulos, a TecToy demonstrou <em>Crash Nitro Kart 3D</em> (um jogo do PlayStation 1, recentemente relançado para o iPhone) e <em>Quake</em> (o primeiro da série, portado do PC), mas promete títulos da <strong>Sega, Namco, Electronic Arts, Taito</strong> e outras grandes empresas. Nos vídeos de demonstração foi possível ver jogos de séries consagradas como <strong>Need for Speed e Fifa Soccer</strong>. Parece promissor.</p>
<p>Fiquem abaixo com um breve &#8220;tour&#8221; do aparelho. Outro vídeo e mais informações em breve no canal de games do iG, o <a href="http://arenaturbo.ig.com.br/">Arena Turbo</a>.</p>
<p align="center"><object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/h6pJbKlQSls&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/h6pJbKlQSls&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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