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	<title>Blog de Tecnologia &#187; open source</title>
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	<description>tudo sobre as novidades tecnológicas</description>
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		<title>Mais Linux para seu netbook</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2009/05/20/mais-linux-para-seu-netbook/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 22:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma boa notícia para os fãs de netbooks que preferem usar o Linux em suas máquinas. Já está disponível para download a primeira versão beta do Moblin 2.0, uma distribuição especialmente criada para rodar em ultraportáteis.

Em relação a outros sistemas operacionais especializados, como o Ubuntu Netbook Remix, a principal diferença é a nova interface gráfica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma boa notícia para os fãs de netbooks que preferem usar o Linux em suas máquinas. Já está disponível para download a primeira versão beta do <em><strong>Moblin 2.0</strong></em>, uma distribuição especialmente criada para rodar em ultraportáteis.</p>
<p align="center"><a href="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2009/05/moblin_beta.png"><img src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2009/05/moblin_beta-300x175.png" alt="Interface dividida em zonas facilita o uso" width="300" height="175" /></a></p>
<p>Em relação a outros sistemas operacionais especializados, como o <a href="http://www.ubuntu.com/getubuntu/download-netbook">Ubuntu Netbook Remix</a>, a principal diferença é a nova interface gráfica (vista acima), que abandona o conceito de &#8220;janelas e desktop&#8221; em prol de um sistema que torna mais fácil saber o que está acontecendo na máquina e alternar entre tarefas. O pessoal do Ars Technica <a href="http://arstechnica.com/open-source/reviews/2009/05/hands-on-intel-brings-rich-ui-to-moblin-linux-platform.ars">detalhou as novidades</a> em um artigo sobre o sistema.</p>
<p>O Moblin 2.0 Beta pode ser baixado gratuitamente no <a href="http://moblin.org/">site oficial do projeto</a>. Curiosamente, o arquivo tem exatos <em><strong>666 MB</strong></em>. Antes de usar, o arquivo tem de ser gravado em um Pendrive usando um utilitário próprio para isso (<a href="http://moblin.org/documentation/test-drive-moblin/using-moblin-live-image">instruções</a> estão no site). E lembre-se de que o sistema é BETA, o que significa &#8220;use-o por sua própria conta e risco&#8221;.</p>
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		<title>CP01 nasce ao vivo na Campus Party</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 23:53:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conforme previsto o CP01, o &#8220;robô open source&#8221;, nasceu ao vivo durante uma apresentação no palco principal da Campus Party nesta noite de sábado. O evento atraiu uma multidão de curiosos, que se aglomeraram em volta do palco para ver a máquina &#8220;ganhar vida&#8221;.
Durante uma semana a equipe do projeto, aquartelada em uma verdadeira oficina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2009/01/robo_opensource_480.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-5032" style="border: 0pt none;margin: 5px;float: right" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2009/01/robo_opensource_480.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>Conforme previsto o CP01, o &#8220;robô open source&#8221;, nasceu ao vivo durante uma apresentação no palco principal da Campus Party nesta noite de sábado. O evento atraiu uma multidão de curiosos, que se aglomeraram em volta do palco para ver a máquina &#8220;ganhar vida&#8221;.</p>
<p>Durante uma semana a equipe do projeto, aquartelada em uma verdadeira oficina na área de robótica, trabalhou duro para cumprir o prazo: alguns membros chegaram a encarar maratonas de 60 horas sem dormir. Partes do esqueleto foram criadas no local, a partir de barras de alumínio usando tornos e furadeiras trazidos para a Campus Party, bem como a &#8220;casca&#8221; externa que dá à máquina sua aparência, feita a partir de uma resina acrílica usada em próteses dentárias.</p>
<p>Modificações no projeto foram feitas até o último minuto: um dia antes do &#8220;nascimento&#8221; a equipe ainda tentava encontrar um jeito de manter a comunicação via Wireless entre os módulos que controlam cada membro do robô, mas desistiu da idéia devido à interferência causada pelo grande número de redes sem-fio no Centro de Exposições Imigrantes e acabou tendo de modificar o sistema de comunicação para usar uma rede cabeada.</p>
<p>No palco, os membros da equipe trabalhavam freneticamente até mesmo enquanto Marcelo Branco e o Prof. Alexandre da Silva Simões, um dos coordenadores do projeto TORP (The Open Robot Project, do qual o CP01 é o primeiro resultado), faziam uma introdução e agradeciam aos patrocinadores e colaboradores. No fim Murphy interferiu, algumas coisas não saíram como deveriam e o CP01 não pode ser devidamente apresentado como planejado.</p>
<p>Mas ele deu, sim, sinais de vida. No telão, era possível ver a mesma cena vista pela câmera do robô, que assinalava as faces das pessoas à sua frente, mostrando que o sistema de reconhecimento de faces funcionava. Também foi demonstrado o sistema de reconhecimento de escrita (OCR): uma pessoa segurou cartazes em frente ao robô, que conseguiu ler e mostrar na tela frases como &#8220;Campus Party&#8221; e &#8220;TORP &#8211; The Open Robot Project&#8221;.</p>
<p>No fim, por pressão do tempo, o robô teve de ser retirado do palco antes de poder se mover, como era o planejado. Mas o trabalho de montagem prossegue na área de robótica e vai além da Campus Party: espera-se que em junho, por ocasião da décima edição do Fórum Internacional do Software Livre (FISL) o robô possa aparecer em toda sua glória. Segundo Mário Teza, um dos organizadores do FISL, a idéia é que o CP01 participe de um &#8220;link&#8221; ao vivo com a estação espacial internacional (ISS), intermediando uma conversa entre os astronautas e o público.</p>
<p>Todas as especificações do projeto TORP, incluindo a parte elétrica, mecânica e o software, são abertos, e podem ser baixados gratuitamente no site <a href="http://www.theopenrobotproject.org/">http://www.theopenrobotproject.org</a></p>
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		<title>Um robô para chamar de &#8220;nosso&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 23:11:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No início desta noite de terça, segundo dia da Campus Party Brasil 2009, aconteceu o lançamento oficial do projeto TORP (The Open Robot Project &#8211; Projeto de um robô aberto), que visa criar um robô humanóide com todas as especificações, incluindo parte mecânica e elétrica, bem como código-fonte do software de controle, disponíveis sob uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2009/01/cp01_picture.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4422" style="float: right;margin: 5px;border: 0px" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2009/01/cp01_picture.jpg" alt="" width="227" height="300" /></a>No início desta noite de terça, segundo dia da Campus Party Brasil 2009, aconteceu o lançamento oficial do projeto <strong>TORP</strong> (<em>The Open Robot Project</em> &#8211; Projeto de um robô aberto), que visa criar um robô humanóide com todas as especificações, incluindo parte mecânica e elétrica, bem como código-fonte do software de controle, disponíveis sob uma licença Open Source. Ou seja, qualquer um poderá baixar e modificar livremente o projeto e montar seus próprios robôs seguindo as instruções.</p>
<p>Segundo um dos coordenadores, o Prof. Alexandre da Silva Simões (Unesp), a motivação é a falta de divulgação sobre a tecnologia usada nos inúmeros projetos de robótica espalhados pelo mundo, e a completa falta de padrões nesta área. Peças e software de um modelo de robô, por exemplo, nunca podem ser aproveitadas em um modelo diferente. Cada novo modelo é quase uma &#8220;reinvenção da roda&#8221;.</p>
<p>O projeto TORP vai muito além desta edição da Campus Party. O objetivo final é construir, nos próximos dez anos, um robô humanóide completamente funcional, capaz de andar, correr, comunicar-se com humanos, demonstrar emoções, falar, reconhecer pessoas, e mais. O que será construído aqui na Campus Party durante esta semana é apenas o primeiro passo desta jornada, o CP01.</p>
<p>Será um pequeno humanóide com traços infantis, sem pernas (portanto, imóvel) com foco na interação com os usuários. O corpo será feito de alumínio usinado. O CP01 terá um conjunto completo de sensores, entre eles sonar, emissor/detector de infravermelho, microfones, acelerômetros e, no futuro, GPS e bússola para localização e movimentação.</p>
<p>O cérebro robô são os sistemas embarcados da Gumstix, pequenos computadores do tamanho de uma embalagem de chiclete que contém um processador ARM de 400 MHz, memória RAM, memória Flash e inúmeras portas de I/O para comunicação com periféricos externos. Cada módulo tem seu próprio computador, e todos eles se comunicam usando uma rede. Neste sentido, o CP01 não tem &#8220;um cérebro&#8221;, mas sim vários deles operando em conjunto, como um &#8220;cluster&#8221;.  Pode parecer estranho, mas é um sistema que funciona com sucesso em inúmeras espécies de insetos.</p>
<p>O software do CP01 roda sobre uma versão embarcada do Linux, que também serve como plataforma de desenvolvimento. Mas uma das atividades durante a Campus Party é a construção de interfaces de controle multi-plataforma, capazes de rodar em vários sistemas operacionais com a mesma funcionalidade. A linguagem de programação para as funções de &#8220;baixo nível&#8221;, ou seja, o software mais básico do CP01, é C++, mas qualquer outra linguagem com capacidade de rede (como .Net, Python, etc&#8230;) pode ser usada no desenvolvimento de módulos. Basta seguir o protocolo de comunicação.</p>
<p>Na área de robótica a equipe (coordenada por professores da Unesp e do ITA) trabalha freneticamente para montar o robô até sábado. Campuseros dispostos a ajudar no processo são bem-vindos. Paralelamente, um concurso está sendo realizado para escolher uma nova &#8220;aparência&#8221; para o CP01. A proposta vencedora será produzida em resina pela empresa Art3D, integrada à parte mecânica e usada em versões futuras da máquina.</p>
<p>E apesar do CP01 ainda estar sendo montado, seu sucessor já está na prancheta. Uma das características planejadas para o futuro CP02 será um corpo feito em liga de magnésio, material muito mais leve e resistente que o alumínio. É esperar para ver.</p>
<p>Mais informações sobre o CP01 e o projeto TORP, podem ser obtidas em <a href="http://www.theopenrobotproject.org">http://www.theopenrobotproject.org</a></p>
<p> </p>
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		<title>Clonando o Windows</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 17:45:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ame-o ou não, o Windows completou 25 anos ontem, dia 10 de novembro. 25 anos de &#8220;anúncio&#8221;, veja bem, porque junto com o sistema nasceu a tradição da Microsoft de furar datas de lançamento: o produto só chegou às lojas dois anos depois, em novembro de 1985. Curiosamente era a versão 1.01, o que iniciou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ame-o ou não, o Windows <a href="http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2008/11/11/windows_faz_25_anos_2108250.html">completou 25 anos</a> ontem, dia 10 de novembro. 25 anos de &#8220;anúncio&#8221;, veja bem, porque junto com o sistema nasceu a tradição da Microsoft de furar datas de lançamento: o produto só chegou às lojas dois anos depois, em novembro de 1985. Curiosamente era a versão 1.01, o que iniciou também outra tradição: lançar correções para um produto simultâneamente com sua chegada às lojas. Neste caso, a correção já veio embutida <img src='http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Mas você sabiam que existe um outro &#8220;Windows&#8221;, que não é desenvolvido pela Microsoft, tem seu código-fonte aberto (ou seja, é &#8220;Open Source&#8221;) e é gratuito? Claro, por motivos legais ele não pode se chamar Windows já que o nome é marca registrada da Microsoft. Seu nome, portanto, é <a href="http://www.reactos.org/pt/index.html">ReactOS</a>.</p>
<p>A idéia do projeto é criar um sistema operacional baseado na mesma arquitetura do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_nt">Windows NT</a> (que é a base para o Windows XP), com compatibilidade com os aplicativos e drivers já existentes. O sistema ainda está em desenvolvimento, mas já roda aplicativos como o Firefox e OpenOffice.org, por exemplo, e até mesmo alguns games como a primeira versão de Unreal Tournament, embora a compatibilidade no geral ainda seja limitada. O site tem um &#8220;guia de compatibilidade&#8221; que lista os aplicativos testados pelos usuários e dá notas (de 1 a 5) de acordo com o quão bem eles rodam.</p>
<p>O ReactOS ainda está na versão 0.3.7, um alpha, ou seja, com recursos incompletos e não pronto para uso no dia-a-dia. No site, é possível baixar um LiveCD (para rodar o sistema direto de um CD sem instalar nada no micro), CD de instalação (para instalar o ReactOS no PC), e imagens para rodar o sistema em uma máquina virtual (como o VMWare ou QEMU) dentro do Windows, Mac OS ou Linux, além do código fonte. Se você gosta de experimentar novidades, é um prato cheio!</p>
<p align="center"><a href="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/11/ros_030_084.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3491" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/11/ros_030_084.jpg" alt="ReactOS 0.3.0" width="300" height="225" /></a></p>
<p>E pra completar: quer ver &#8220;fotos&#8221; de <a href="http://www.guidebookgallery.org/guis/windows">todas as versões do Windows</a>, desde a 1.01 até o Vista? Então corra para o site <a href="http://www.guidebookgallery.org/">GUIdebook &#8211; Graphical User Interface Gallery</a>. Além de imagens do sistema da Microsoft, você vai encontrar screenshots de praticamente todos os outros sistemas e interfaces gráficas já lançados, do OS/2 ao Mac OS X. Imperdível para quem aprecia a história da informática.</p>
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		<title>Imprimindo em 3D</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 17:18:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de publicar ontem no canal de tecnologia uma notícia sobre um novo tipo de impressora 3D que cria objetos a partir de nada mais que papel e cola, me lembrei de um outro projeto, menos &#8220;glamuroso&#8221; mas bastante interessante: é a RepRap, uma impressora 3D que qualquer um pode montar.
O projeto é desenvolvido com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de publicar ontem no canal de tecnologia uma notícia sobre um <a href="http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2008/11/10/papel_tridimensional_2106010.html">novo tipo de impressora 3D</a> que cria objetos a partir de nada mais que papel e cola, me lembrei de um outro projeto, menos &#8220;glamuroso&#8221; mas bastante interessante: é a <a href="http://www.reprap.org">RepRap</a>, uma impressora 3D que qualquer um pode montar.</p>
<p>O projeto é desenvolvido com um espírito Open Source, e todos os planos, esquemáticos e instruções de montagem estão disponíveis gratuitamente, bem como o software necessário para fazê-la funcionar. Conhecimento básico de mecânica ajuda, mas não é absolutamente necessário. No Brasil pode ser difícil conseguir alguns dos componentes (como os motores de precisão) ou insumos (como a resina usada para criar os objetos), mas não creio que seja impossível. O único problema é o custo total dos componentes, estimado em cerca de US$ 500, ou R$ 1.400 pela cotação de hoje.</p>
<p>Montada (vejam a foto abaixo) ela mais parece uma &#8220;geringonça&#8221; desengonçada do que uma peça de alta tecnologia. mas funciona. O nome vem de &#8220;<em><strong>Rep</strong>licating <strong>Rap</strong>id-prototyper</em>&#8220;. <em>Rapid-prototyper</em> por causa de seu principal uso, construção rápida de protótipos de objetos que vão de copos de martini a engrenagens e peças mais complexas, e <em>Replicating </em>porque uma RepRap consegue produzir, sozinha, as peças necessárias para montar <em>outra</em> RepRap. Não é fantástico?</p>
<p align="center"><a href="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/11/reprap_montada.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3471" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/11/reprap_montada.jpg" alt="RepRap Montada" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A máquina funciona depositando pacientemente camada sobre camada de resina plástica, esperando ela secar e depositando uma nova camada por cima, até que o objeto esteja completo. É um processo demorado, um usuário relata que levou um dia inteiro para produzir o par de chinelos infantis mostrados abaixo. Outro esperou 12 horas por uma maçaneta para sua porta de casa. Mas o orgulho de ter um objeto que <em>você projetou</em>, feito por uma máquina que <em>você montou</em> vence a pressa.</p>

<a href='http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2008/11/11/imprimindo-em-3d/gear-train-2-1-7/' title='Engrenagens'><img width="150" height="112" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/11/gear-train-2-1-7.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Engrenagens" title="Engrenagens" /></a>
<a href='http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2008/11/11/imprimindo-em-3d/shoes-small/' title='Chinelos'><img width="150" height="112" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/11/shoes-small.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Chinelos" title="Chinelos" /></a>
<a href='http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2008/11/11/imprimindo-em-3d/reprap_montada/' title='RepRap Montada'><img width="150" height="112" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/11/reprap_montada.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="RepRap Montada" title="RepRap Montada" /></a>

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