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	<title>Blog de Tecnologia &#187; iphone</title>
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	<description>tudo sobre as novidades tecnológicas</description>
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		<title>O &#8220;hiPhone&#8221; também veio à Futurecom</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2009/10/14/o-hiphone-tambem-veio-a-futurecom/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 15:42:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando fui retirar minha credencial para a Futurecom, notei que as placas estavam escritas em três idiomas: português, inglês e chinês. Achei estranho, mas logo entendi o motivo: além de multinacionais chinesas conceituadas, como a ZTE e Huawei, também há vários &#8220;fabricantes&#8221; menores ocupando pequenos stands para vender seus produtos.
E foi num destes stands, da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando fui retirar minha credencial para a Futurecom, notei que as placas estavam escritas em três idiomas: português, inglês e chinês. Achei estranho, mas logo entendi o motivo: além de multinacionais chinesas conceituadas, como a ZTE e Huawei, também há vários &#8220;fabricantes&#8221; menores ocupando pequenos stands para vender seus produtos.</p>
<p>E foi num destes stands, da &#8220;BOFITE&#8221;, que vi o melhor clone de iPhone (ou &#8220;hiPhone&#8221;) que já vi. E acreditem, já vi de tudo. Mesmo eu que sou &#8220;macaco velho&#8221; demorei para detectar a imitação: o aplicativo de câmera é idêntico, a animação é suave, a tela de toque responde bem, tamanho e peso são bem próximos do original e a interface no geral é muito mais refinada que nos clones já encontrados por aqui.</p>
<p>As diferenças são as fontes sob os ícones, o navegador  web e alguns recursos extras, como um Media Player capaz de reproduzir vídeos e animações em Flash, coisa que o iPhone não faz. Um representante me disse que o aparelho não está à venda no Brasil, está apenas sendo demonstrado, mas que &#8220;se você encomendar um lote de 10 mil, vem com o logo da sua empresa na tampa traseira&#8221;. O modelo no stand tinha o logo da Apple.</p>
<p>Portanto, ao comprar aquele iPhone &#8220;baratinho&#8221;, tomem cuidado. Já não é mais tão fácil distinguir o gato da lebre.</p>
<p align="center"><a href="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2009/10/P1060412.JPG"><img class="size-medium wp-image-5273" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2009/10/P1060412-300x225.jpg" alt="Você consegue identificar a diferença? Olhe entre os ícones" width="300" height="225" /></a></p>
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		<title>Um videogame da Apple?</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2009/05/09/um-videogame-da-apple/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 23:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sabe quando você está tocando sua vida, e de repente aquele monte de fragmentos de idéias que estão guardadinhos no fundo da sua mente resolvem fazer &#8220;click&#8221; e você tem aquele momento &#8220;como não pensei nisso antes??&#8220;. Pois é, aconteceu comigo na quinta-feira.
Eu estava passando pelas notícias do dia, quando vi alguns sites comentando um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe quando você está tocando sua vida, e de repente aquele monte de fragmentos de idéias que estão guardadinhos no fundo da sua mente resolvem fazer &#8220;click&#8221; e você tem aquele momento &#8220;<em>como não pensei nisso antes??</em>&#8220;. Pois é, aconteceu comigo na quinta-feira.</p>
<p>Eu estava passando pelas notícias do dia, quando vi alguns sites comentando um boato de que a Apple estaria em negociações para comprar a Electronic Arts, uma das maiores desenvolvedoras de jogos do mundo. Parei por um segundo e pensei: &#8220;<em>Balela, até parece que a Apple quer entrar no mercado de videog&#8230; </em><strong>CLICK!</strong>&#8221;</p>
<p>Pensando bem, faz <em>todo</em> o sentido a Apple entrar no mercado de videogames. Não só faz sentido, como acredito que ela já está se preparando para isso. E não é com software, é com hardware, com um console com o logo da maçã estampado na tampa, &#8220;brigando&#8221; com o PlayStation 3, XBox 360 e Wii.</p>
<p><span id="more-5087"></span></p>
<p>Vamos às evidências: A Apple contratou Mark Papermaster, ex-IBM, que participou no desenvolvimento da família de processadores PowerPC (por sinal, usados de uma forma ou de outra no XBox 360, Wii <em><strong>e</strong></em> no PlayStation 3). Depois, levou para Cupertino Bob Dreblin e Raja Koduri, ambos da AMD/ATI. Dreblin trabalhou no projeto da GPU (chip de vídeo) do GameCube, e Koduri era Chefe de Tecnologia para o desenvolvimento de novos produtos gráficos (leia-se: GPUs).</p>
<p>Além disso, a Apple também comprou a P.A.Semi, uma empresa especializada no design de processadores de baixo consumo baseados na arquitetura PowerPC. Ou seja, a Apple tem tudo o que é necessário para projetar e colocar no mercado uma nova família de CPUs e GPUs. Está com a faca, o queijo, os pratinhos, palitinhos e guardanapos na mão.</p>
<p>E aí você diz &#8220;Mas Rigues, quem disse que esses chips tem que ser pra um videogame?&#8221;. Realmente, eles poderiam ser para um novo iPhone. Mas um investimento deste tamanho para beneficiar uma única linha de produtos (iPhone/iPod Touch) é um certo exagero. Quando projetam um novo processador/chip de vídeo, as empresas levam em consideração toda uma gama de produtos nas quais eles poderão ser utilizados. Isso gera volume, que reduz os custos e aumenta o lucro. É matemática financeira básica. Ou seja, a Apple tem cartas na manga.</p>
<p>E aqui entra mais uma peça do quebra-cabeças: a Apple também contratou Richard Teversham, ex-membro da divisão de entretenimento da Microsoft, e responsável pela estratégia de comercialização do XBox 360 na Europa, Oriente Médio e Ásia. Um cara de videogames? Opa, tá ficando interessante!</p>
<p>Some-se a isso o fato de que a Apple não precisar &#8220;entrar&#8221; no mercado de videogames. Ela já está nele, com os dois pés firmemente plantados. Sabe o iPhone e o iPod Touch? São excelentes consoles portáteis, e há mais de 7 mil jogos para eles na App Store. Vejam o último <a href="http://www.apple.com/ipodtouch/#ad-small">comercial do iPod Touch</a>: cadê os vídeos? cadê a música? nenhum sinal, os jogos são a estrela.</p>
<p>Como em todo console muitos destes games são ruins, é verdade, mas o interesse nos aparelhos é tanto que todas as grandes produtoras, incluindo aquelas que citei no começo do post, estão produzindo jogos para eles. E lucrando horrores: o desenvolvedor de Trism, um quebra-cabeças, ganhou US$ 250.000 em dois meses. E há <a href="http://www.nytimes.com/2009/04/05/fashion/05iphone.html?pagewanted=1">muito mais pessoas como ele</a>.</p>
<p>E esta é a peça-final do quebra-cabeças: software. Nenhum console sobrevive sem software. As pessoas não compram um videogame porque ele tem oito processadores, compram porque os jogos são divertidos, cativantes, inovadores (veja o caso do Wii). Vide fracassos anteriores como o 3DO e o Jaguar, maravilhas tecnológicas ignoradas pelo público graças à falta de bons títulos. Mas com tanta gente criando software para o iPhone, pode ter certeza de que haverá uma fila de programadores ansiosos no dia em que a Apple anunciar um videogame. Jogos não vão faltar.</p>
<p>Dá até pra prever como será o tal console. A Apple já tem um portátil, o iPhone. Falta um console doméstico, &#8220;de mesa&#8221;. E é natural que a Apple integre isso a um produto que já existe, a Apple TV: uma &#8220;caixinha&#8221; (não vendida no Brasil) que, plugada à TV, oferece acesso a música, fotos e vídeos armazenados nos computadores (de preferência Macs) da casa, bem como acesso à iTunes Store para compra ou aluguel de filmes em alta definição.</p>
<p>As Apple TV atuais usam chipsets Intel, não adequados para games 3D. Mas nada impede a Apple de equipar futuras gerações com novos processadores e chips de vídeo projetados pela P.A. Semi. Junte um par de joysticks (ou integração com o iPhone/iPod, para ele funcionar como joystick), distribuição de jogos via App Store e pronto, você tem um console doméstico matador, com acesso a jogos de todas as grandes produtoras, e de vários desenvolvedores independentes geniais, sem sair do sofá da sala. Onde eu assino?</p>
<p><strong>PS) </strong><em>Quando eu escrevia este artigo, descobri que o povo da <a href="http://industry.bnet.com/technology/10001595/is-apple-developing-a-game-and-media-console/">BNET</a> chegou à mesma conclusão que eu, e eles tem mais evidências: várias patentes &#8220;suspeitas&#8221; da Apple que parecem apontar para os games. Mas eles sugerem um portátil, do qual eu discordo. Ainda assim, a leitura do artigo deles é recomendada.</em></p>
<p><em><strong>PPS)</strong> Talvez alguns se lembrem de que a Apple já tentou fazer um videogame: era o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Apple_Bandai_Pippin">Pippin</a>, na verdade um &#8220;videogame/estação multimídia&#8221; que chegou ao mercado em parceria com a japonesa Bandai. Foi um fracasso: era caro demais, &#8220;fraco&#8221; demais (em comparação ao PlayStation, que já estava no mercado) e, fora os títulos da Bandai, quase não havia software. Um caso clássico de &#8220;como não fazer um videogame&#8221;.</em></p>
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		<title>Debate aborda mobilidade como novo caminho para mídia</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 15:59:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há anos que os aparelhos portáteis, especialmente celulares, estão dando as caras na geração e propagação de conteúdo. Obviamente que o meio ainda é pouco difundido, mas toma força a cada novo aparelho desenvolvido. A palestra de Mobilidade, que aconteceu nesta terça-feira de manhã na Campus Party, colocou diversos especialistas do assunto para debater sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há anos que os aparelhos portáteis, especialmente celulares, estão dando as caras na geração e propagação de conteúdo. Obviamente que o meio ainda é pouco difundido, mas toma força a cada novo aparelho desenvolvido. A palestra de <strong>Mobilidade</strong>, que aconteceu nesta terça-feira de manhã na <strong>Campus Party</strong>, colocou diversos especialistas do assunto para debater sobre quais são os defeitos, soluções e para onde deve ir esse novo jeito de se fazer mídia.</p>
<p>A palestra teve a participação de <strong>Juliana Vilas</strong> (<strong>Urblog</strong> &#8211; <strong>Época São Paulo</strong>), <strong>Rafael Sbarai</strong> (Consultor de novas mídias da <strong>Veja</strong>), <strong>Henrique Martin</strong> (blogueiro do <strong>Zumo</strong>) e <strong>Eduardo Brandini</strong> (chefe de redação da <strong>TV Bandeirantes</strong>), a blogueira <strong>Bia Kunze</strong> (<strong>Garota Sem Fio</strong>) foi a moderadora.</p>
<p>De acordo com Martin, um dos grandes problemas ainda enfrentados é a interface dos celulares, que ainda não possuem a melhor acessibilidade. “Por exemplo, o <strong>iPhone</strong>, que é um dos grandes expoentes da mobilidade, ainda não tem o melhor teclado touchscreen nem a melhor câmera para o usuário criar conteúdo”, disse. Já para Sbarai, “é necessário começar a formatar os sites de conteúdo para esse novo formato mobile, algo que poucos sites têm feito”.</p>
<p>Segundo Brandini, sempre que uma nova tecnologia aparece, soluções e novos problemas a acompanham. “Nós descobrimos que os furos de reportagem com imagens de celular nos ajudam muito, mas também percebemos as grandes falhas que ainda existem para entravar o uso pleno dessa plataforma”, afirmou o repórter.</p>
<p><strong>Conteúdo</strong></p>
<p>Algo que todos da mesa concordaram é a falta de conteúdo específico para o mobile. Juliana afirmou que ela sente mais necessária uma difusão melhor de prestação de serviços, “ainda falta uma maneira fácil e rápida de, por exemplo, eu saber que vias estão congestionadas enquanto estou no trânsito, como fazer para evitá-las e o porquê estão assim”.</p>
<p>Mas o “buraco é mais embaixo”, para Brandini. “O problema é que essa plataforma ainda é um nicho, não está bem disseminada. Por exemplo, falta conteúdo de entretenimento para celulares, mas não tem como você pensar em uma TV formatar um jogo de futebol para a plataforma móvel, já que com a televisão ela alcança todo e qualquer tipo de público. Ainda é complicado pensar nisso”, disse.</p>
<p>Sbarai ainda reafirmou seu cetismo quanto ao (pouco) conteúdo que é produzido hoje no Brasil para o mobile. “Tenho uma visão um pouco cética (da produção), pois os portais apenas traduzem o que têm no seu site para o celular. Os portais não pensam no que o usuário quer ver dentro do celular. O usuário já sabe o que quer, nós, como novas mídias, ainda não sabemos como podemos explorar isso corretamente”, afirmou.</p>
<p>Quando a moderadora Bia Kunze afirmou que o que falta de verdade é mais entretenimento para atrair mais usuários, Martin rebateu, afirmando que a plataforma se beneficia muito com o conteúdo “sério”. “Não podemos jogar apenas mais Big Brother nos celulares para trazer mais pessoas. Sei que isso gera receita, mas a parte mais ‘séria’ não pode ser esquecida. Um exemplo disso é que quando Steve Jobs se afastou de seu cargo na Apple, eu só tive chance de divulgar a notícia rapidamente no meu blog pois eu estava no Twitter seguindo pessoas mais ‘jornalísticas’ e que puseram a informação no ar”.</p>
<p>No final, o debate não teve grandes discussões, na maior parte dos temas os palestrantes concordavam ou, no máximo, complementavam a opinião do outro. Mas o assunto mais “espinhoso” comentado foi das barreiras que ainda são impostas pelas prestadoras de serviço para liberarem um acesso mobile melhor. Nesse caso todos os presentes na mesa concordaram de que falta muito incentivo para que essa nova mídia se torne mais democratizada.</p>
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		<title>Os rumores para a MacWorld 2009</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 10:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todo ano é a mesma coisa: às vésperas da MacWorld ou WWDC (os dois principais eventos do mundo Apple no ano)  sites especializados se enchem de rumores e especulação sobre novos produtos. E neste ano, mesmo sem a presença de Steve Jobs como palestrante aqui em San Francisco, a coisa não é diferente.
A &#8220;keynote&#8221; de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-3752" style="border: 0pt none;margin: 5px;float: right" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2009/01/maclogo.gif" alt="" width="104" height="70" />Todo ano é a mesma coisa: às vésperas da MacWorld ou WWDC (os dois principais eventos do mundo Apple no ano)  sites especializados se enchem de rumores e especulação sobre novos produtos. E neste ano, mesmo sem a presença de Steve Jobs como palestrante aqui em San Francisco, a coisa não é diferente.</p>
<p>A &#8220;keynote&#8221; de Phil Schiller, que terá a árdua tarefa de substituir Jobs no palco, só acontece amanhã, mas o burburinho corre solto desde meados de dezembro. Dê uma olhada no que o povo anda esperando:</p>
<p><strong>Novos iMac e Mac mini</strong> &#8211; Altamente provável. <a href="http://www.macrumors.com/2008/12/19/evidence-that-next-imacs-and-mac-minis-to-use-nvidia-chipsets/">Arquivos de configuração</a> em versões recentes do Mac OS X fazem referência a um <em>MacMini3,1</em> e <em>iMac9,1</em>, equipados com um processador de video MCP970. É o mesmo chipset de vídeo usado nos novos MacBooks. Os modelos atuais são o <em>MacMini 2,1</em> e <em>iMac 8,1</em>, equipados com processadores de vídeo da Intel e ATI (Radeon HD 2400 ou 2600 Pro, com exceção do modelo de 24 polegadas com uma GeForce 8800 GS), respectivamente.</p>
<p>A migração de todas as máquinas da Apple para chips de vídeo da nVidia faz todo sentido por causa da introdução, no Snow Leopard, do <em>OpenCL</em>, um framework que programação que permite delegar ao processador de vídeo tarefas numericamente intensivas como compactação de arquivos, criptografia, codificação de áudio e vídeo e muito mais, que são executadas com muito mais rapidez do que se usassem apenas o processador da máquina.</p>
<p>Mas para funcionar, o OpenCL exige alguns recursos não encontrados nos chips atuais, daí a necessidade da migração. A mudança também beneficia a Apple em outros pontos: com ela, todas as suas máquinas serão capazes de reproduzir, sem esforço, os seriados e filmes em alta definição comercializados na iTunes Store, aumentando o potencial de vendas deste tipo de conteúdo.</p>
<p>Além disso, segundo o site <a href="http://www.tuaw.com/2008/12/31/rumor-watch-new-mac-mini-go-for-launch/">TUAW</a> (The Unnofficial Apple Weblog), o Mac mini também sofrerá algumas outras mudanças. Entre elas a substituição da unidade ótica por um modelo SATA, com a opção de trocá-la por um segundo HD na hora da compra na loja online da Apple, e um novo visual, seguindo a linha &#8220;alumínio e preto&#8221; dos outros modelos da Apple, e mais parecido com o <a href="http://www.apple.com/br/timecapsule/">Time Capsule</a>.</p>
<p><strong>iPhone nano</strong> &#8211; Esse é velho, e ressurgiu em meados de dezembro. Basicamente, seria uma versão menor, mais simples e mais barata do iPhone, assim como o iPod nano é uma versão menor, mais barata e mais simples do iPod &#8220;tradicional&#8221;. Ganhou força depois que a fabricante de acessórios XSKN colocou em seu site toda uma linha de capas para o produto, que ainda não existe oficialmente. Outro fabricante de acessórios, a Vaja, também adicionou em seu site uma seção sobre o novo aparelho, mas ainda sem nenhum produto.</p>
<p>Vale lembrar que foi um fabricante de acessórios que vazou, em 2007, o formato da terceira geração do iPod nano, e a história <a href="http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2008/08/26/um_novo_ipod_nano_1598689.html">se repetiu em 2008</a>. Quando Jobs apresentou a quarta geração do iPod nano à imprensa, em outubro, ele comentou &#8220;talvez vocês já tenham visto algo parecido por aí&#8221;, em referência às fotos que circularam na internet. Falando em fotos, <a href="http://www.macrumors.com/2008/12/22/iphone-nano-concept-photo/">esta mostra</a> o que seria uma &#8220;prova de conceito&#8221; do novo iPhone, basicamente uma versão menor do modelo atual.</p>
<p>Um iPhone mais barato faz sentido, mas não sei como ficaria a mecânica da interface multi-toque em uma tela menor. Vou esperar pra ver, e me considerar &#8220;agradavelmente surpreso&#8221; se algo realmente aparecer.</p>
<p><strong>iWork online</strong> &#8211; Este rumor começou a circular nos últimos dias de dezembro, e fala sobre o possível lançamento de uma versão online do <a href="http://www.apple.com/br/iwork/">iWork</a>, o conjunto de aplicativos de escritório da Apple, atualmente composto por editor de textos (<em>Pages</em>), planilha de cálculo (<em>Numbers</em>) e editor de apresentações (<em>Keynote</em>).  Não seria algo inédito: o Google já oferece algo semelhante (<a href="http://docs.google.com">Google Docs</a>) bem como empresas como a <a href="http://www.zoho.com">Zoho</a> com seu trio Zoho Writer, Zoho Sheet e Zoho Show (e vários aplicativos menores).</p>
<p>A própria Apple já deu um passo nesta direção com o seu serviço <a href="http://www.me.com">MobileMe</a>, lançado em meados de 2008 com aplicativos como <em>Mail</em>, <em>Contacts</em>, <em>Calendar</em> e <em>Gallery</em>, que simulam de forma bastante próxima o comportamento de suas contrapartes no desktop: <em>Mail</em>, <em>Agenda</em>, <em>iCal</em> e os  álbuns do <em>iPhoto</em>.</p>
<p>Como a Apple já tem as duas metades da estrutura prontas (o servidor e o &#8220;framework&#8221; para desenvolvimento dos aplicativos online), a adição de novos serviços/aplicativos seria &#8220;fácil&#8221;. Considero este um rumor bastante provável, e a MacWorld, com seu foco no consumidor, é o local ideal para um anúncio de um novo iWork. Esperem, se não um lançamento, pelo menos uma demo.</p>
<p><strong>Home Media Server </strong>- Faz bastante sentido. Um &#8220;servidor&#8221; doméstico, plugado diretamente a seu modem ADSL ou roteador Wi-Fi, que abrigaria todo o conteúdo multimídia da casa, sejam fotos, música, filmes ou séries de TV (de preferência comprados na iTunes Store, claro) e os compartilharia com todos os Macs, PCs e iPods/iPhones da casa.</p>
<p>Quem cantou a bola foi o site <a href="http://9to5mac.com/apple-home-server">9to5mac</a>, que menciona recursos legais como compartilhamento de mídia via web (você poderia acessar seus arquivos de qualquer lugar, com seu domínio próprio) e centralização do backup de todos os Macs da casa (via Time Machine).</p>
<p>O produto poderia ser uma atualização da atual Time Capsule (que centraliza backups e funciona como servidor de arquivos, mas sem a função de compartilhamento de mídia ou acesso remoto) via software, ou um novo aparelho baseado na mesma arquitetura.</p>
<p><strong>Snow Leopard</strong> &#8211; O próximo &#8220;grande gato&#8221; da Apple deve receber, no máximo, uma menção &#8220;en passant&#8221;, ou ser completamente ignorado por Schiller. O motivo? O sistema é focado em <a href="http://www.apple.com/macosx/snowleopard/">mudanças estruturais</a>, com pouca coisa visível aos olhos do usuário, como mostraram alguns screenshots que apareceram recentemente na internet (infelizmente já fora do ar). Não se enganem, o Snow Leopard vai ser uma das mais importantes versões do Mac OS X nos últimos anos, mas ele é um gato &#8220;mineiro&#8221;: trabalha em silêncio.</p>
<p>Amanhã, durante a Keynote, saberemos o quão precisos estes rumores se mostraram. Eu já estou com minha credencial na mão, e vou madrugar para garantir um bom lugar: a palestra começa às nove da manhã (horário local em San Francisco, 15:00 no Brasil), a organização recomenda chegar às sete, mas eu pretendo entrar na fila às seis. Acompanhe a cobertura completa da MacWorld 2009 no <a href="http://tecnologia.ig.com.br">iG Tecnologia</a> e, claro, aqui no blog. Até mais!</p>
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		<title>Novo Nokia N97</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 16:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Nokia anunciou hoje, durante o evento Nokia World 2008 em Barcelona, na Espanha, sua verdadeira &#8220;resposta&#8221; ao iPhone. O Nokia XpressMusic 5800 foi só um tiro de aviso, o &#8220;petardo&#8221; mesmo é um membro da família NSeries (a mais sofisticada linha de aparelhos da Nokia), batizado de Nokia N97.
O aparelho é um smartphone touchscreen, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/12/nokia_n97_white_04a.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3681" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/12/nokia_n97_white_04a.jpg" alt="" width="145" height="300" /></a>A Nokia anunciou hoje, durante o evento Nokia World 2008 em Barcelona, na Espanha, sua verdadeira &#8220;resposta&#8221; ao iPhone. O <a href="http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2008/10/02/um_toque_de_nokia_1967687.html">Nokia XpressMusic 5800</a> foi só um tiro de aviso, o &#8220;petardo&#8221; mesmo é um membro da família NSeries (a mais sofisticada linha de aparelhos da Nokia), batizado de <strong>Nokia N97.</strong></p>
<p>O aparelho é um <strong>smartphone touchscreen</strong>, equipado com uma <strong>tela LCD de 3.5 polegadas</strong> com resolução de <strong>360 x 640 pixels</strong> (mais alta que a do iPhone) e nada menos que <strong>32 GB</strong> de memória interna, expansível com cartões SD de até 16 GB, para um total de <strong>48 GB de músicas, fotos, vídeos e jogos</strong>. Não contente com a tela sensível ao toque, e sabendo que nem todos morrem de amores pela tecnologia, a Nokia incluiu também um <strong>teclado QWERTY</strong> completo, escondido abaixo da tela (basta deslizá-la para cima, como no HTC Touch Diamond ou <a href="http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2008/10/20/o_android_esta_entre_nos_2057277.html">T-Mobile G1</a>).</p>
<p>Claro, sendo um NSeries topo de linha o N97 (que pesa 150 gramas e mede 5,53 x 11,7 x 1,59 cm &#8211; largura x altura x profundidade) tem <strong>Wi-Fi</strong> (802.11 b/g), <strong>GPS</strong> (com A-GPS), <strong>rádio FM estéreo</strong>, <strong>saída pra TV</strong>, <strong>Bluetooth completo</strong>, <strong>câmera de 5 MP com lentes Carl-Zeiss com flash e foco automático</strong> (e câmera secundária pra videochamadas), <strong>alto-falantes estéreo</strong> e <strong>suporte a redes 3G</strong>. O sistema operacional é o <strong>S60 Quinta Edição</strong>, com total suporte à tela de toque, como no XpressMusic 5800. </p>
<p>O Nokia N97 chega ao mercado europeu no <strong>segundo semestre de 2009</strong> (ou seja, deve dar as caras por aqui no final do ano que vem), com preço sugerido, lá, de <strong>550 Euros</strong> (sem subsídios das operadoras). Abaixo, veja um videozinho com uma apresentação rápida dos recursos do aparelho e mais três fotos.</p>
<p align="center"><object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/2O2Li74EYew&amp;border=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/v/2O2Li74EYew&amp;border=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1"></embed></object></p>
<p align="center"><span style="color: #0000ee;text-decoration: underline"><a href="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/12/nokia_n97_white_13a.jpg">
<a href='http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2008/12/02/novo-nokia-n97/nokia_n97_white_04a/' title='Nokia N97'><img width="72" height="150" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/12/nokia_n97_white_04a.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Nokia N97" /></a>
<a href='http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2008/12/02/novo-nokia-n97/nokia_n97_group_05/' title='Nokia N97'><img width="150" height="112" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/12/nokia_n97_group_05.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Nokia N97" /></a>
<a href='http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2008/12/02/novo-nokia-n97/nokia_n97_white_13a/' title='Nokia N97'><img width="150" height="112" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/12/nokia_n97_white_13a.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Nokia N97" /></a>
</a></span></p>
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		<title>Samsung Omnia chega para bater o iPhone</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2008/10/21/samsung-omnia-chega-para-bater-o-iphone/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 04:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[iPhone, prepare-se: seu primeiro concorrente à altura está desembarcando no mercado nacional. Rapidamente apelidado de &#8220;iPhone com Windows&#8221; pelos jornalistas presentes ao lançamento nesta segunda em São Paulo (para desgosto do pessoal da Samsung), o Samsung SGH-i900 Omnia é um smartphone com tela sensível ao toque capaz de fazer a maioria dos truques que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/10/samsung-i900-00.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3111" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/10/samsung-i900-00.jpg" alt="Samsung Omnia" width="240" height="320" /></a>iPhone, prepare-se: seu primeiro concorrente à altura está desembarcando no mercado nacional. Rapidamente apelidado de &#8220;iPhone com Windows&#8221; pelos jornalistas presentes ao lançamento nesta segunda em São Paulo (para desgosto do pessoal da Samsung), o <strong>Samsung SGH-i900 Omnia</strong> é um smartphone com tela sensível ao toque capaz de fazer a<strong> maioria dos truques</strong> <strong>que o aparelho da Apple faz</strong>, só que com <strong>hardware mais potente</strong>. E, ao contrário de outros modelos que já circulam por aí, faz <strong>bom uso da tela sensível ao toque</strong>, mostrando que pode competir não só no quesito &#8220;força bruta&#8221;, mas também no que é mais importante: a &#8220;experiência&#8221; do usuário e a facilidade de uso.</p>
<p>O que se segue é um <strong>breve relato</strong> de minha experiência de cerca de meia hora com o aparelho. Não é um review (que deve acontecer em breve, <a href="http://tecnologia.ig.com.br">lá no iG</a>), mas apenas um apanhado das &#8220;anotações mentais&#8221; que fiz durante o uso. Resumindo em uma palavra: <strong>gostei</strong>.</p>
<p>A lista de recursos é impressionante, com tela sensível ao toque de <strong>3.2 polegadas</strong> com resolução &#8220;widescreen&#8221; de <strong>240 x 400 pixels</strong>, câmera de <strong>5 megapixels com flash</strong>, gravação de vídeos com <strong>resolução VGA</strong>, <strong>GPS</strong>, <strong>Wi-Fi</strong>, Rádio FM, Bluetooth e <strong>8 GB de memória interna</strong>, só para citar apenas alguns no campo do hardware.</p>
<p>Algumas coisas são curiosas: um botão centralizado logo abaixo da tela funciona como um &#8220;<strong>mouse</strong>&#8220;. Sim, mouse,<strong> com direito a setinha e tudo o mais</strong>. O funcionamento é similar aos mouses &#8220;trackpoint&#8221; dos notebooks Thinkpad. A câmera tem <strong>detecção de faces</strong>, &#8220;<strong>geotagging</strong>&#8221; (marcação das fotos com as coordenadas geográficas do local onde foram tiradas) e um recurso que está se tornando comum em modelos domésticos, o chamado &#8220;<strong>Smile Shot</strong>&#8220;: ela dispara automaticamente quando uma pessoa sorri.</p>
<p>O sistema operacional é o <strong>Windows Mobile 6.1</strong>, adaptado para funcionar melhor em um sistema com tela sensível ao toque. A tela principal, por exemplo, é um desktop com uma lista de widgets na lateral esquerda. Com um movimento dos dedos, é possível arrastar widgets da lista para o desktop (onde eles &#8220;crescem&#8221; para o tamanho normal) e personalizá-lo a seu gosto com relógios, listas de mensagens, notícias, previsão do tempo, media players e afins. </p>
<p>Um <strong>Opera otimizado</strong> para a tela sensível ao toque, substitui o já cansado &#8220;Pocket IE&#8221; típico dos aparelhos com Windows Mobile no papel de navegador web. A compatibilidade com sites (testei uma meia dúzia) é boa, e ele é <strong>capaz dos mesmos truques do Safari no iPhone</strong>: dois cliques para &#8220;dar zoom&#8221; em uma seção da página, passadas com os dedos sobre a tela para rolar a página, mudança automática de modo (retrato ou paisagem) quando o aparelho muda de posição (de pé ou deitado) e tudo o mais.</p>
<p>Durante o uso, o Omnia me pareceu bastante ágil, com uma interface que reage rápida e precisamente aos toques na tela. A Samsung adotou o recurso, já usado por outros fabricantes, de &#8220;haptics&#8221;, ou seja, uma resposta tátil (no caso, uma <strong>vibração do aparelho</strong>) usada para confirmar um comando. Por duas vezes, o navegador deixou de rotacionar automaticamente a página quando deitei a tela, talvez porque fiz um movimento suave demais.</p>
<p>Algumas coisas não me pareceram legais. Apesar da interface da Samsung ser boa, a original do Windows Mobile, totalmente inadequada para uso com os dedos, ainda está lá, visível se você fuçar &#8220;a fundo&#8221; o suficiente nos menus. O teclado virtual tem <strong>teclas pequenas demais</strong> no modo retrato, e alguns botões, como o X para fechar os programas, são <strong>menores ainda</strong>. Talvez ciente disto, a Samsung inclui com o Omnia uma <strong>caneta</strong>, o que <strong>pode ser confuso</strong> e deixar o usuário sem saber com qual instrumento (dedo ou caneta) interagir.</p>
<p>O Samsung SGH-i900 &#8220;Omnia&#8221; deve chegar ao mercado nacional em breve, com <strong>preço sugerido pelo fabricante</strong> (sem subsídios) de <strong>R$ 1.799</strong>. Espere encontrá-lo em sua operadora favorita (ele estará disponível para todas as operadoras, segundo a Samsung) por um preço menor, e provavelmente bastante competitivo com o aparelho da Apple. Peguem sua pipoca, porque <strong>a briga começou</strong> <img src='http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Atenção: o iPhone não é perfeito!</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 10:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não dá para negar que o iPhone é bonito, inovador, divertido de usar e o aparelho mais quente do mercado no momento, neste e em muitos outros países. Mas todo o “hype” (palavrinha em inglês difícil de traduzir. “Burburinho”, talvez) faz com que muita gente acredite que ele é perfeito. Nos EUA, chegaram a apelidá-lo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/09/sad_iphone.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2831" src="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/files/2008/09/sad_iphone.jpg" alt="" width="240" height="289" /></a>Não dá para negar que o iPhone é bonito, inovador, divertido de usar e o aparelho mais quente do mercado no momento, neste e em muitos outros países. Mas todo o “hype” (palavrinha em inglês difícil de traduzir. “Burburinho”, talvez) faz com que muita gente acredite que ele é perfeito. Nos EUA, chegaram a apelidá-lo de “Jesus Phone”, alegando que a expectativa pelo lançamento era maior do que a pela segunda vinda de Jesus Cristo.</p>
<p>A má notícia é que, por mais legal que o iPhone seja (e eu realmente acho ele o máximo, mas caro demais para mim), ele não é nem de longe perfeito. Não demorei muito para montar uma listinha de dez coisas que o iPhone não tem, mas que estão presentes em aparelhos muito mais baratos já no mercado. Antes de embarcar na onda e correr para uma loja para comprar o seu, leia, pare e pense. Algum destes recursos é importante? Se for, então o iPhone não é o aparelho para você.</p>
<p><span id="more-2821"></span></p>
<p><strong>Modem 3G:</strong> Ao contrário de muitos aparelhos no mercado, o iPhone não pode ser usado como um modem 3G quando plugado ao seu computador, seja via cabo ou Bluetooth. Este recurso é muito útil se você anda o dia todo com o notebook por aí: em uma cidade com cobertura 3G você passa a ter acesso rápido à internet em quase qualquer lugar, sem ter de ficar caçando o “hotspot” mais próximo. E usando o celular como modem, você tem uma coisa a menos para carregar na mala.</p>
<p>A limitação para isto está puramente no software, e parece ser resultado de uma política da AT&amp;T (“operadora-mãe” do iPhone) nos EUA, que cobra US$ 30 além da mensalidade do plano por este “privilégio” (mas não no iPhone). Recentemente, um desenvolvedor criou um programinha batizado de NetShare que habilitava este compartilhamento de conexão e o colocou à venda na App Store, a loja de programas para o iPhone. Dias depois, o programa foi retirado da loja.</p>
<p><strong>Transferência de arquivos via Bluetooth:</strong> Outra coisa útil e que faz falta. O Bluetooth no iPhone é “capado” e só pode ser usado para comunicação entre o aparelho e um headset. Uso muito este recurso para transferir pequenos arquivos do computador para o celular, trocar fotos tiradas com a câmera interna com amigos em viagens e enviar e receber cartões de visita. Alguém se lembra de quando isso era feito usando infra-vermelho nos Palm Pilot?</p>
<p><strong>Pendrive:</strong> A maioria dos aparelhos com expansão de memória via cartão SD, ou aparelhos com quantidades absurdas de memória interna como o Nokia N95 8 GB, podem se comportar como um imenso pendrive quando conectados ao computador via USB.</p>
<p>Na maioria dos casos você consegue acesso a todo o conteúdo do cartão de memória, o que é ótimo para colocar e tirar fotos e músicas do aparelho (basta arrastar e soltar). Em alguns modelos dá para acessar até a memória interna, o que pode ser útil para instalar temas e ringtones, por exemplo.</p>
<p>Este é outro recurso que uso aos montes, seja para transferir fotos e gravações de áudio que fiz em uma coletiva para o PC mais próximo, seja para levar arquivos do trabalho para casa. Costumo deixar no celular uma pastinha com alguns programas que uso sempre (no formato “<a href="http://portableapps.com/">PortableApps</a>”), documentos de referência (material de press-releases recentes, cópias de artigos interessantes para ler depois) e cópias de artigos nos quais estou trabalhando no momento. Assim, se eu precisar usar um PC “desconhecido” não vou sentir falta de nada.</p>
<p>No iPhone não dá para fazer nada disso. Não só ele não funciona como pendrive, como o cabo usado para comunicação com o PC é proprietário. Enquanto isso, muitos dos celulares usam um cabo USB comum, o mesmo usado em câmeras digitais e MP3 players, muito mais barato e fácil de achar em uma emergência. E se eu esquecer o cabo do meu celular, posso transferir arquivos via Bluetooth. Já no iPhone&#8230; veja o item acima.</p>
<p><strong>Expansão de memória:</strong> Admito que 8 GB de memória, em um celular, é muita coisa. Mas pode apostar que não por muito tempo. Lembro-me de que o primeiro HD que vi na minha vida tinha 20 MB e pensei “caramba, nunca vou encher tudo isso”. E isso foi em 1992. Pensei a mesma coisa com o pendrive de 2 GB que ficava no meu bolso até dois meses atrás, quando foi trocado por um modelo de 4 GB.</p>
<p>Como diria vovó: “Cautela, canja de galinha e espaço em disco não fazem mal a ninguém”. Os 8 GB vão começar a ficar “apertados” logo, especialmente se você tem uma coleção enorme de MP3 ou é doido por vídeos.</p>
<p>Na maioria dos smartphones do mercado basta espetar um cartão MicroSD para resolver o problema: mesmo os modelos mais simples suportam cartões de 1 GB, e os mais sofisticados aceitam cartões Micro SDHC, que atualmente chegam aos 16 GB. No iPhone você está limitado ao espaço oferecido pelo modelo que comprou: 8 ou 16 GB. Quer mais? Troque de aparelho por um modelo com mais capacidade.</p>
<p><strong>Filmadora:</strong> Outra coisa legal, especialmente para quem tem crianças pequenas ou animais de estimação em casa ou trabalha com mídia como eu. A praticidade de sacar o celular do bolso e em um instante gravar aquela gracinha do seu gato ou um acidente na esquina é incontestável.</p>
<p>Quem aqui nunca viu na TV, especialmente nos últimos anos, um videozinho de uma passeata ou acidente gravado com um celular? Aparelhos com filmadora foram cruciais, por exemplo, nos <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/03/18/microblogging-para-burlar-a-censura-na-china/">protestos no Tibet</a> contra a ocupação chinesa, em maio deste ano, ou nas <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2007/09/28/internet-cortada-e-blogueiros-na-rua-da-birmania/">passeatas contra o governo na Birmânia</a>, em agosto de 2007. São pequenos, práticos e estão em todo lugar, muito antes das câmeras profissionais das estações de TV chegarem até o fato.</p>
<p>Mas se os presentes nestas manifestações estivessem usando o iPhone, não teríamos videos. Ele não tem a função “filmadora”, atualmente presente até nos celulares com câmera mais simples. Existem programinhas que adicionam este recurso ao aparelho, como o <a href="http://www.iphonevideorecorder.com/">iPhone Video Recorder</a>, mas eles são “não oficiais” e você precisa “hackear” o aparelho para instalá-lo. E se você fizer isso, não conseguirá atualizar seu iPhone com novas versões do sistema até desfazer o hack.</p>
<p><strong>Videochamada:</strong> O garoto-propaganda dos serviços 3G, que dá aos novos aparelhos aquele ar de “século 21” (quem nunca assistiu aos “Jetsons” sonhando com um videofone?), também não dá as caras no iPhone. Se você olhar de perto muitos dos aparelhos 3G no mercado, notará uma minúscula lente geralmente pouco acima da tela. Ela é parte de uma câmera secundária, de baixa resolução, usada para vídeochamadas. Com isso, você pode ser filmado e ver a imagem da pessoa com quem está falando ao mesmo tempo.</p>
<p>O iPhone não tem esta câmera secundária, só a câmera principal de 2 MP na traseira. Mesmo que alguém crie um programa para fazer videochamadas usando esta câmera, só vai resolver metade do problema: ou você olha para a câmera, ou para a tela. Até que tentaram resolver esse problema com um “acessório” mas o resultado foi, digamos, <a href="http://www.intomobile.com/2007/08/13/apple-iphone-does-two-way-video-conferencing.html">menos que o ideal</a>.</p>
<p><strong>Câmera com Flash:</strong> Além da baixa resolução (apenas 2 MP), a câmera do iPhone não tem flash, o que a torna inútil em situações de pouca luz. Quer tirar uma foto com os amigos na balada? Esqueça, você só vai ver silhuetas em uma imagem quase toda preta.</p>
<p>A câmera do iPhone é boa o suficiente para fotografia casual em dias ensolarados ou dentro de casa com boa iluminação. Menos que isso e você vai precisar de sua câmera “de verdade”. Enquanto isso, a concorrência lança aparelhos com câmeras de 5 MP (LG Viewty), 5 MP com dual-flash, mais forte que o normal (Nokia N86) ou até 8 MP (Samsung Innov8).</p>
<p>Para ter uma idéia do que a câmera do iPhone é capaz, dê uma olhada no <em>Camera Finder</em> do <a href="http://www.flickr.com">Flickr</a>, que organiza as fotos por modelo de câmera, antes de se decidir pela compra. <a href="http://flickr.com/cameras/apple/iphone/">Estas foram tiradas com iPhones</a>. A título de curiosidade, também há fotos tiradas com a <a href="http://flickr.com/cameras/apple/quicktake_100/">QuickTake 100</a> e <a href="http://flickr.com/cameras/apple/quicktake_200/">QuickTake 200</a>, as duas primeiras câmeras digitais produzidas pela Apple.</p>
<p><strong>Rádio FM:</strong> Outra coisa mais comum que chuchu na serra e que faz falta no smartphone da Apple. OK, já posso ouvir alguns de vocês reclamando: “Mas quem vai ouvir rádio com 8 GB de espaço para MP3 e vídeos?”. Bom, boa sorte tentando conseguir uma “MP3” do jogo de seu time favorito, que está jogando aquele clássico imperdível no exato momento em que você está plantado no ponto de ônibus ou preso no engarrafamento, tentando voltar para casa.</p>
<p>É possível “contornar” esta ausência ouvindo estações de rádio que fazem streaming via web, mas para isso você vai precisar de um plano 3G com dados ilimitados (adicione mais R$ 99 à sua fatura mensal). O problema é que nem todas as rádios fazem streaming pela web e, nessa fase de implantação, nem sempre estamos em um local com boa cobertura de sinal 3G. Existem pontos da capital paulista onde, mesmo apesar do iconezinho “3G” na tela do meu aparelho, mal consigo ler minhas mensagens no GMail.</p>
<p><strong>MMS:</strong> A sigla pode não ser conhecida (significa <em>Multimedia Messaging Service</em> – Serviço de Mensagens Multimídia), mas a idéia é bem simples e bastante usada. Mensagens MMS são como os “torpedos” ou mensagens de texto (SMS) que todo mundo usa o tempo todo, mas também podem conter fotos, vídeos e sons. Daí o “multimedia” no nome.</p>
<p>É um sisteminha bastante útil. Você pode usá-lo para mandar um clipezinho daquele megashow para seu amigo com um recadinho como “Olha o que você está perdendo!”, ou ganhar o coração da paquera com a foto de um buquê e a frase “Vi estas flores e lembrei de você” (Mas entregue o buquê pessoalmente depois!).</p>
<p>Qualquer celular atual com câmera e tela colorida consegue enviar e receber mensagens MMS, exceto o iPhone. A Apple prefere que você mande imagens e sons como anexos em mensagens de e-mail, o que vai pesar no seu plano de dados e não tem a mesma praticidade: você corre o risco do destinatário nunca receber a mensagem, porque ela caiu no filtro anti-spam.</p>
<p><strong>Bateria removível:</strong> Deixei esta por último porque é um assunto bastante controverso. O raciocínio é o seguinte: a bateria do iPhone é lacrada dentro do aparelho. Isto trouxe uma vantagem para Apple, já que possibilitou que ela projetasse um smartphone mais fino. Mas é uma desvantagem para o consumidor.</p>
<p>Há pessoas que usam intensamente o celular e passam muito tempo na rua, que já se acostumaram a carregar duas baterias de celular na bolsa. Uma no aparelho e uma carregada “de reserva”, para trocar quando a primeira acabar e não houver uma tomada por perto para fazer a recarga. No iPhone não dá para fazer isso.</p>
<p>Entretanto, há <a href="http://richardsolo.com/index.asp?PageAction=VIEWPROD&amp;ProdID=264">acessórios</a> que contornam o problema: eles funcionam como “baterias externas” que são plugadas ao conector na base do iPhone e recarregam a bateria interna. Geralmente eles armazenam energia suficiente para duas ou três recargas, e vem com um carregador rápido de parede para sua própria recarga quando você encontrar uma tomada.</p>
<p>A questão da bateria tem outra faceta: baterias tem uma vida útil limitada, e “morrem” depois de um determinado número de recargas. Claro que, em modelos modernos, isso provavelmente não irá acontecer durante a vida útil do aparelho (até lá você já o trocou por algo mais sofisticado), mas é algo a considerar.</p>
<p>E mesmo que a troca não seja necessária, pode ser desejada: algumas empresas fabricam baterias de “alta capacidade” para smartphones populares, com autonomia maior que as originais do fabricante. No iPhone, isso novamente não é possível.</p>
<p><span style="color: #ff0000"><strong>ATUALIZADO em 27/09 às 23:07</strong></span> &#8211; Coloquei um <a href="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2008/09/27/atencao-o-iphone-nao-e-perfeito/#comment-5711">comentário</a> respondendo a algumas das dúvidas e críticas levantadas pelos leitores. Até mais!</p>
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		<title>iPhone 3G: quanto vale o show?</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2008/09/25/iphone-3g-quanto-vale-o-show/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2008/09/25/iphone-3g-quanto-vale-o-show/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 18:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acaba de cair em minhas mãos um documento com a resposta para uma pergunta que muita gente vem fazendo há meses. O preço do iPhone 3G no Brasil. Mas antes de revelar o mistério, uma pequena retrospectiva.
Quando anunciou o lançamento do aparelho, em 9 de junho deste ano, Steve Jobs declarou que ele custaria US$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acaba de cair em minhas mãos um documento com a resposta para uma pergunta que muita gente vem fazendo há meses. O preço do iPhone 3G no Brasil. Mas antes de revelar o mistério, uma pequena retrospectiva.</p>
<p>Quando <a href="http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2008/06/09/nasce_o_iphone_3g_1348609.html">anunciou o lançamento</a> do aparelho, em 9 de junho deste ano, Steve Jobs declarou que ele custaria US$ 199 nos EUA (modelo de 8 GB, desconsiderando o valor do contrato de dois anos com a AT&amp;T embutido), e que o preço seria o equivalente em moeda local em outros países. Ou seja, pela cotação de hoje, o aparelho teria de custar R$ 365, mais o plano. Mas quem conhece o mercado de tecnologia e telefonia no Brasil sabe que este preço é uma utopia completa.</p>
<p>A realidade é bem mais salgada, e confirma o &#8220;high-end&#8221; da especulação que circulou pela internet nos últimos meses. A Claro, primeira operadora a divulgar os preços, criou dois &#8220;pacotes&#8221; para aquisição do iPhone. Com subsídio no aparelho (você paga um preço pelo aparelho, mais franquia mensal) e com subsídio no serviço (o aparelho tem um preço um pouco mais alto, mas você tem desconto na franquia por 12 meses). Ambos estão disponíveis em pacotes com 200, 300 e 400 minutos. Vamos levar em conta os planos com subsídio no aparelho, mais fáceis de entender.</p>
<p>O preço do iPhone 3G 8 GB, com plano Claro 400, que inclui 400 minutos de ligações, 200 mensagens SMS e 200 MB de transferência de dados, é de <strong>R$ 1.239</strong> (à vista). A franquia mensal é de <strong>R$ 151,90</strong>. O modelo de 16 GB, nas mesmas condições, sai por <strong>R$ 1.529</strong>. No pré-pago, a coisa fica ainda mais salgada (água, por favor): <strong>R$ 2.299</strong> pelo modelo de 8 GB, e <strong>R$ 2.599</strong> pelo de 16 GB. A Claro oferece parcelamentos em até 24x (no cartão American Express, 10x em outros cartões), e segundo a empresa o primeiro lote de aparelhos trazido para o Brasil é de 30 mil unidades.</p>
<p>Ou seja, calculando pelo preço subsidiado do modelo de 8 GB, o iPhone 3G custa, no Brasil, cerca de três vezes e meia o preço dos EUA. Aqui, vale chamar a atenção para o fato de que uma franquia de 200 MB de dados não dá pra muita coisa a partir do momento em que você começa a ler e-mail com anexos, baixar páginas web completas e assistir YouTube no celular em todo lugar. É prudente juntar ao valor da franquia o valor de um plano de dados ilimitado.</p>
<p>Segundo a Claro, o iPhone 3G estará à venda, <strong><em>a partir de amanhã, 26/09</em></strong>, em suas lojas em São Paulo (Shoppings Iguatemi, Market Place, Higienópolis e Anália Franco), Campinas (Shopping Iguatemi Campinas), Ribeirão Preto (Shopping Ribeirão), Rio de Janeiro (Shoppings Leblon, Rio Sul, Barra Shopping e Norte Shopping), Brasília (Park Shopping e Pátio Brasil), Belo Horizonte (BH Shopping e loja da Savassi), Curitiba (Shopping Muller), Porto Alegre (Shoppings Praia de Belas e Iguatemi Porto Alegre), Salvador (Salvador Shopping e Iguatemi Salvador), Goiânia (Shopping Flamboyant), Recife (Shopping Recife), Fortaleza (Iguatemi Fortaleza), Vitória (Shopping Vitória), Belém (Iguatemi Belém) e Manaus (Shopping Millenium Manaus).</p>
<p>A Vivo ainda não divulgou seus preços para o iPhone, mas não espero que sejam muito diferentes (a coletiva é hoje à noite, estarei lá). O iPhone é lindo e maravilhoso, sem dúvida. Mas será que vale tudo isso?</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">ATUALIZAÇÃO em 26/09 às 02:16 A.M.</span></strong> &#8211; Acabo de voltar da coletiva da Vivo, com mais informações sobre o iPhone deles. Graças ao &#8220;corpo a corpo&#8221; com alguns representantes da empresa, consegui algumas informações mais técnicas para esclarecer questões como, por exemplo, a ativação do aparelho.</p>
<p>Mas antes, vamos ao que todo mundo quer saber, o preço. E nesse ponto, a Vivo se sai bem melhor que a Claro. Dependendo do plano, pela turma do bonequinho o iPhone 3G de 8 GB vai custar entre <strong>R$ 899</strong> (no plano Vivo iPhone completo) a <strong>R$ 1.899</strong> (no pré-pago). O modelo de 16 GB vai custar <strong>R$ 2.199</strong> no pré-pago.</p>
<p>Claro que o diabo está nos detalhes. Para levar para casa um iPhone 3G 8 GB por R$ 899 você precisa assinar o plano Vivo iPhone completo, que lhe dá 1400 minutos para ligações locais para celular e fixo, acesso à internet ilimitado, 150 mensagens SMS e mais um pacote com 1400 minutos locais extras e 1400 torpedos SMS para aparelhos Vivo. Tudo pela bagatela de&#8230; <strong>R$ 585</strong> mensais.</p>
<p>Colocando os pés mais no chão, temos o plano iPhone 150. O aparelho (3G 8 GB) sai por preço similar ao da Claro (<strong>R$ 1.299</strong>), mas o pacote oferecido é mais atraente pela cota de dados: 150 minutos locais para celular e fixo, 750 MB de dados para acesso à internet, 150 torpedos SMS, 50 minutos locais para celulares Vivo e mais um pacote extra com 300 minutos locais e 300 mensagens SMS para aparelhos Vivo, por R$ 163 mensais.</p>
<p>A princípio a Vivo irá oferecer o iPhone 3G apenas para seus clientes, mas a partir do mês de Outubro ele também estará disponível para o público em geral nas lojas da empresa. Segundo Hilton Mendes, Diretor de Desenvolvimento de Terminais da Vivo, a ativação dos aparelhos vai ser feita na própria loja. Neste primeiro momento, um dos recursos mais legais do iPhone, o Visual Voice Mail, não estará presente, mas ele será habilitado &#8220;em breve&#8221;.</p>
<p>Todos os aparelhos vendidos no Brasil terão, gravado na traseira, o selo de certificação da Anatel (assim como os iPhones importados dos EUA tem o selo da FCC). O suporte técnico será oferecido pela Vivo, e não pela rede de autorizadas Apple (que no Brasil cuida da assistência aos Macs). Por fim, os aparelhos nacionais são totalmente compatíveis com as atualizações de software lançadas pela Apple nos EUA. Ou seja, se surgir uma nova versão do &#8220;firmware&#8221; ou sistema operacional, não será necessário aguardar uma &#8220;versão brasileira&#8221; ou &#8220;versão vivo&#8221; para atualizar: basta usar o software oficial da Apple e o aparelho continuará funcionando por aqui.</p>
<p>Pra quem reclamou dos preços (e foram muitas pessoas, nunca vi tanta unanimidade em comentários), os da Vivo são uma notícia muito boa, já que vão estimular uma &#8220;guerra de preços&#8221; com a concorrente. E não nos podemos esquecer de que há outras operadoras, como a TIM, que tem o iPhone lá fora e estão quietas aqui, mas provavelmente irão se pronunciar logo logo e esquentar ainda mais esta briga.</p>
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