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14/10/2009 - 12:46

LG e Huawei também tem Android

O Motorola DEXT não é o único smartphone Android a aparecer na Futurecom 2009. Andando pelos corredores da feira, me deparei com mais dois modelos: o LG GW620 é o primeiro smartphone Android da empresa, e tem uma tela sensível ao toque de 3 polegadas, com teclado QWERTY “deslizante” como no modelo da Motorola, formato que está se tornando “padrão” entre os aparelhos com o sistema do Google.

Como convém a um smartphone “top”, ele vem equipado com câmera de 5 MP, memória expansível a até 32 GB, Wi-Fi e GPS. O sistema operacional é o Android “puro”, sem customizações de interface como a HTC fez com o Magic, nem ferramentas de rede social como a Motorola fez com o DEXT. Pra variar, ninguém diz nada quanto ao preço.

Já o modelo da chinesa Huawei lembra bastante o HTC Magic, com tela sensível ao toque mas sem teclado. Entre os poucos detalhes que consegui descobrir estão a câmera de 3.2 MP com autofoco, memória expansível a 32 GB, Wi-Fi e GPS. A data de lançamento, segundo representantes da empresa no stand, é “início de 2010″, e a empresa espera atingir um preço entre R$ 1.099 e R$ 1.199, sem subsídios da operadora. Se isto se concretizar, será o Android mais barato, até o momento, no mercado nacional.

Vejam algumas fotos dos aparelhos

Autor: Rafael Rigues - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , ,
14/10/2009 - 09:25

Motorola traz DEXT ao Brasil

A Motorola anunciou durante a primeira manhã da Futurecom 2009 que trará ao Brasil o Motorola DEXT, seu primeiro smartphone baseado no sistema operacional Android, do Google. Anunciado nos EUA (onde é conhecido como Cliq) em setembro, o aparelho chega às lojas de todo o Brasil “na terceira semana de novembro”, mas a partir de hoje interessados em adquirí-lo já podem fazer um “pré-cadastro” no site do fabricante.

Motorola DEXT

O DEXT é um smartphone com teclado QWERTY integrado, tela de 3.1 polegadas sensível ao toque, câmera de 5 MP, GPS, Wi-Fi, 3G e memória expansível a até 32 GB com cartões microSD. Mas o hardware é secundário, e a principal estrela do aparelho é o software. Como disse anteriormente:

O sistema operacional é o Android, do Google (versão 1.5), integrado com uma “plataforma social” desenvolvida pela própria Motorola batizada de MOTOBLUR. A idéia é integrar informações sobre seus contatos em múltiplas redes sociais em um único ponto, para que você possa acompanhar “de relance” tudo o que acontece.

Suponha que um amigo telefone para você: na tela surgem a foto dele, número do telefone e último “status” publicado em uma rede social. Ao responder a uma mensagem, você pode escolher por onde quer que a resposta seja enviada: e-mail, SMS, MMS, Twitter, Facebook, etc.

Na agenda, as informações de contato de uma pessoa são agrupadas com todo o seu histórico de conversas com ela. Aplicativos como o “Happenings” mostram tudo o que acontece com seus amigos em um único local, e o “Social Status” permite que você atualize seu perfil em várias redes sociais de uma vez só.

Tudo isso é integrado a uma solução de backup, que armazena informações de login, conversas e listas de contatos em um servidor seguro da própria Motorola. Se você perder o telefone, ou mudar de aparelho, pode restaurar facilmente o backup com apenas alguns cliques. O serviço também faz uso do GPS para localizar aparelhos perdidos ou roubados, mostrando sua posição em um mapa, como no iPhone.

O aspecto social do MOTOBLUR é importante no Brasil, onde segundo pesquisas recentes 80% dos usuários de internet usam uma rede social, contra 66% da média mundial.

O sistema de “pré-cadastro” para compra é curioso: não se trata de uma pré-venda, mas apenas de uma espécie de “declaração de intenção de compra”, o equivalente a dizer “Motorola, eu quero um DEXT”. Mais tarde, o usuário será contactado pela operadora que irá comercializar o aparelho no Brasil (a Claro, com exclusividade até oinício de 2010) com uma proposta de venda mais formal.

A idéia por trás da ação é clara: gerar expectativa (hype), dando ao aparelho um ar de “produto da moda/exclusivo” e “compre já antes que acabe” como aconteceu quando o iPhone chegou ao Brasil.

O que os usuários que fizerem o “pré-cadastro” não vão saber é o preço, que ainda não foi divulgado. Haverá várias opções, atreladas a diferentes pacotes de minutos e planos de dados como no iPhone, mas os detalhes ainda não foram definidos. Segundo João Cox, presidente da Claro, o preço estará “no patamar do iPhone” e o aparelho também será oferecido “desbloqueado”, sem subsídios.

Autor: Rafael Rigues - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , ,
17/09/2009 - 10:32

HTC Magic chega ao Brasil

HTC MagicDemorou, mas finalmente o primeiro smartphone equipado com o sistema operacional Android, do Google, está chegando ao Brasil. O HTC Magic é um smartphone GSM/3G com tela sensível ao toque de 3.2 polegadas, câmera de 3.1 MP, memória expansível com cartões microSD, Wi-Fi (802.11 b/g) e GPS.

Ao contrário de seu antecessor, o HTC G1 (que não saiu no Brasil) e de outros aparelhos Android como o recém anunciado Motorola CLIQ, ele não tem um teclado QWERTY integrado. A digitação de texto é feita através de um teclado virtual. O GPS é acompanhado de uma bússola digital, recurso útil que permite orientar mapas (como no Google Maps) na direção em que o usuário está olhando. O processador Qualcomm de 528 MHz garante o desempenho.

O Magic brasileiro tem a interface gráfica Sense (ausente no modelo disponível no exterior), desenvolvida pela própria HTC, que facilita o uso do aparelho e tem com base conceitos como Make it Mine (Personalização), Stay Close (proximidade através da comunicação) e Discover the Unexpected (descobrir novas oportunidades de entretenimento).

É possível criar “perfis” de interface, que podem ser associados a diferentes momentos de sua vida. Por exemplo, um perfil com a agenda do trabalho na tela principal para usar durante a semana, e um com a previsão do tempo e um media player para o fim de semana. Usando o GPS integrado, o Magic é capaz de se adaptar ao local onde está: a previsão do tempo e relógio, por exemplo, se ajustam automaticamente.

A integração com redes sociais também é um destaque, mostrando na lista de contatos, por exemplo, as últimas mensagens de seus amigos no Facebook, atividade mais recente no Flickr e eventos (como aniversários), além de nome e telefone. Tal integração pode ser global, ou definida por contato. Outro exemplo é a integração do álbum de fotos do aparelho com serviços online como o Flickr ou Picasa.

Falando em imagens, um conceito interessante são os “footprints” (pegadas), imagens combinadas a informações do GPS e descrições do usuário, que o ajudam a se lembrar de uma experiência agradável. Por exemplo, se o usuário criar um “footprint” da Torre Eiffel, em Paris, sempre que voltar à cidade será lembrado daquele momento.

O navegador tem suporte a gestos (como “pinçar” para zoom, deslizar os dedos para rolar a página) e suporte a animações e vídeos em Flash, tecnologia cada vez mais comum na web e ausente em aparelhos como o iPhone, da Apple.

Segundo a HTC, o Magic chega às lojas do país na segunda semana de outubro, em todas as principais operadoras e no varejo. O preço não foi divulgado (apesar da insistência dos jornalistas presentes ao evento de lançamento).

No exterior a HTC comercializa quatro aparelhos Android: o HTC G1 (o primeiro modelo a chegar ao mercado), Magic (também chamado de “G2″), Hero e o recém anunciado Tattoo, um modelo de baixo custo. Não há previsão para a chegada destes outros modelos ao Brasil.

Autor: Rafael Rigues - Categoria(s): evento, hardware, noticia Tags: , , , , ,
27/08/2009 - 17:54

Co-fundador do YouTube se encontra com usuários em SP

Chad Hurley, o co-fundador do YouTube, fez uma rápida passagem pelo escritório do Google em SP nesta quinta-feira. Mas em vez de falar sobre seu site e planos para o futuro, ele inverteu os papéis e se sentou para ouvir de alguns “super-usuários” brasileiros, os que tem o maior número de vídeos publicados ou de visitas, como eles usam o serviço e o que gostariam de ver no futuro.

Gente como DJJabar, que usa as trilhas de áudio dos clipes no site como “samples” para fazer mixagens em tempo real e a equipe da JustTV, uma “emissora” que opera online, entre muitos outros.

Hurley ouviu pedidos como a criação de uma ferramenta dedicada para o upload de vídeos longos, 1 GB ou mais, que permita continuar o envio de um video do ponto onde foi interrompido por uma queda de conexão ou energia, por exemplo. Embora tal tarefa seja fácil e rápida nos EUA, onde as conexões de banda larga predominam, no Brasil pode levar mais de seis horas, e uma interrupção repentina pode causar a perda de ainda mais tempo.

Segundo o executivo um dos projetos em andamento no YouTube, de codinome “Viper”, pode ajudar a resolver alguns dos problemas apontados, já que tem como objetivo deixar o site mais ágil. Um dos novos recursos seria uma função de encoding (conversão do arquivo) simultâneamente ao upload, eliminando ou ao menos reduzindo drasticamente o tempo de espera entre um vídeo “subir” e quando ele efetivamente “entra no ar”.

Infelizmente, o tempo reservado para o encontro (que durou pouco mais de 40 minutos) foi insuficiente para que todos os presentes pudessem se apresentar e compartilhar suas histórias e sugestões. Chad Hurley veio ao Brasil para um debate no Digital Age 2.0, evento que aconteceu entre os dias 26 e 27 de Agosto em São Paulo, reunindo especialistas internacionais e nacionais em marketing, publicidade, comunicação, negócios e internet, para discutir e entender as mudanças que a Web está provocando nas empresas, no relacionamento com o cliente e nos planejamentos de mídia e conteúdo.

Autor: Rafael Rigues - Categoria(s): evento, noticia Tags: , , ,
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