A LG está colocando no mercado uma nova linha de TVs LCD com um design quase sem bordas batizado pela empresa de “Live Borderless”, trocadilho com a palavra em inglês “Border”, que pode significar tanto borda quanto fronteira (a expressão pode ser traduzida como “viva sem fronteiras”). Na prática, não há separação entre a tela e a fina moldura externa do televisor, nem diferença de cor entre elas, o que faz com que, com a tela desligada, ambas pareçam formar uma superfície única.
Todos os modelos “Live Borderless” compartilham várias características como Bluetooth (para envio de fotos do celular para a TV, por exemplo, ou uso de acessórios como fones de ouvido sem fio), decodificador digital integrado, tocam vídeo DiVX em alta definição a partir de pendrives ou HDs plugados à porta USB e são “Time Machine Ready”. Ou seja, basta plugar um HD externo (de pelo menos 40 GB) à porta USB para poder pausar TV ao vivo e gravar horas e horas de seus programas favoritos para asssistir mais tarde.
Outra característica em comum são as telas com resolução Full HD (1920 x 1080 pixels) e painéis IPS (In-Plane Switching), uma tecnologia em telas LCD que garante amplo ângulo de visão da imagem sem as distorções comuns em telas mais antigas. Nos modelos da LG, o ângulo é de 178 graus, tanto na horizontal quanto na vertical. Ou seja, não importa a posição do espectador em relação à tela, a imagem será sempre perfeita.
Mas há, sim, algumas diferenças entre as duas “séries” que compõem a linha Live Borderless. A série SL90 tem telas de 42 e 47 polegadas com iluminação LED, que tem melhor contraste (três milhões pra um) e brilho mais uniforme em relação aos modelos da série SL80 (32, 42, 47 e 55 polegadas), com iluminação fluorescente e contraste de 150 mil pra um. Em compensação, a série SL80 conta com o recurso “TruMotion” e frequência de atualização da imagem de 240 Hz, o que suaviza os movimentos em cenas de ação. A série SL90 também tem TruMotion, mas a 120 Hz.
Outra vantagem das telas LED é o consumo de energia, até 30% menor em relação a telas LCD tradicionais, e a espessura: os modelos da série SL90 tem apenas 2,9 cm de espessura, contra 4,5 ou 4,9 cm dos modelos com iluminação fluorescente. Segundo Fernanda Summa, gerente de produto para TVs da LG, o tamanho da borda e a espessura do aparelho são duas das características que os consumidores levam em conta na hora de escolher uma nova TV. A tendência entre eles é a de atribuir mais tecnologia, e portanto uma percepção maior de valor, às TVs mais finas e com bordas menores. Daí o foco da LG nestas duas características.
As novas TVs LG “Live Borderless” já podem ser encontradas nas lojas. Na família SL80 os preços vão de R$ 3.299 (32 polegadas) a R$ 8.999 (55 polegadas). Já entre os modelos LED os preços são R$ 5.999 (42 polegadas) e R$ 7.999 (47 polegadas).
A Dell está comemorando seus 10 anos de operação no Brasil com o lançamento do projeto educacional Sala de Aula Conectada, desenvolvido em parceria com a Universidade de São Paulo, que coloca à disposição dos professores e alunos “ferramentas tecnológicas para a educação e conteúdo exclusivo”.
O hardware utilizado no projeto inclui lousa interativa, conexão sem fio, projetor, sistema de som, impressora, estação móvel, notebook com tela sensível ao toque para os professores e netbooks com conexão wireless para os alunos. A decisão de que equipamento vai ser usado (e o custo de implantação) varia de acordo com as necessidades da escola.
Em um piloto inicial, o projeto foi implantado no início deste ano em 26 escolas públicas da cidade de Hortolândia, no interior de SP, onde a Dell tem uma de suas fábricas. No momento, o projeto Sala de Aula Conectada beneficia 6.000 alunos e 90 professores.
A idéia é a mesma de outros projetos para o uso da informática na educação: ao levar para a sala de aula equipamentos e tecnologia como os quais os estudantes já estão familiarizados, o aprendizado torna-se mais atraente e eficiente, e os professores ganham novas formas de disseminar o conhecimento.
A empresa também anunciou doação de mais de R$ 872 mil ao Centro de Inclusão Digital (CDI), para aquisição de equipamentos de tecnologia para uso em nove centros comunitários que atendem jovens nas cidades de São Paulo, Hortolândia e Porto Alegre.
Latitude 2100
Um dos componentes do projeto Sala de Aula Conectada é o netbook Dell Latitude 2100, desenvolvido especialmente para uso educacional e equipado com características como capa emborrachada em várias cores, que ajuda a absorver impactos, teclado bactericida, que evita a contaminação cruzada quando usado por várias crianças, alça para transporte e webcam integrada.
A máquina é baseada em um processador Intel Atom de 1.6 GHz, padrão na maioria dos netbooks. Para facilitar a administração, a Dell oferece às escolas uma espécie de “rack móvel”, capaz de comportar até 24 máquinas de uma só vez.
Raymundo Peixoto, Diretor Geral da Dell Brasil
Michael Dell, fundador e CEO da Dell, Inc.
Paul Bell, presidente do segmento “Public” da Dell Inc., apresenta o Latitude 2100
A Samsung está lançando seus primeiros notebooks e netbooks no mercado nacional. São ao todo cinco modelos, três notebooks (com telas de 14 e 13,4 polegadas) e dois netbooks (com telas de 10,1 polegadas), com preços que vão dos R$ 1.499 ao R$ 3.599.
A empresa já fabricava no Brasil equipamentos de informática, como monitores, HDs, drives ópticos e impressoras, e é líder de mercado em vários destes segmentos, mas não comercializava no país sua linha de notebooks e netbooks, já vendida em países como os EUA.
Das 5 linhas de máquinas produzidas pela Samsung (R – Entrada, Q – Mobilidade, N – Netbook, X – Premium e P – Corporativa), quatro estão vindo ao Brasil. Só a linha P ficou de fora, por enquanto, mas chegam entre março e junho de 2010. As máquinas serão produzidas em Campinas a já a partir de fevereiro, na mesma fábrica que já produz os celulares da empresa.
Na linha de notebooks, o principal destaque é o modelo X420, equipado com um processador Intel Core 2 Duo Ultra Low Voltage (CULV) de 1.3 GHz, 4 GB de RAM, 320 GB de espaço em disco, monitor LCD HD (1366 x 768 pixels) de 14 polegadas com iluminação LED e bateria com autonomia estimada em seis horas, com peso total de 1.7 Kg. O preço sugerido é de R$ 3.599
Já nos netbooks, todos equipados com processador Atom de 1.6 GHz, 1 GB de RAM e HD de 160 GB, o principal destaque é o design. O modelo N310 (R$ 1.799) tem acabamento emborrachado e estará disponível em três cores: azul, laranja e o tradicional preto. Vem com o Windows 7 Starter e bateria com autonomia de nove horas, segundo o fabricante. Já o NC10 (R$ 1.499) vem com o Windows XP Home e bateria com autonomia de seis horas de duração.
Os notebooks e netbooks Samsung chegam às lojas já em novembro.
NC310
Netbook NC310 se destaca pela autonomia de bateria de 9 horas
O NC310 tem acabamento externo em azul, laranja ou preto
A versão preta do NC310 é ideal para quem prefere algo discreto
X420
O X420 tem trackpad “multi-touch” e tela com resolução HD
NC10
Com design mais conservador, o netbook NC10 tem preço atraente
R420
Q320
Ronaldo Miranda (direita) anuncia as novas máquinas
Não demorou quase nada: o Motorola DROID, primeiro smartphone Android 2.0 a chegar ao mercado, foi anunciado nos EUA no último dia 29 e já está oficialmente a caminho do Brasil. Por aqui o aparelho vai se chamar Motorola MILESTONE (porque a mania de mudar nomes?), e chega pela TIM com início das vendas previsto para “até o final do ano”, acompanhado de “pacotes de dados para que os clientes possam explorar ao máximo todos os recursos disponíveis no aparelho”. Preço, para variar, não foi divulgado.
Os principais destaques do MILESTONE (Motorola, me desculpe, mas DROID soa melhor) são a tela de 3.7 polegadas e resolução de 480 × 854 pixels (maior que a do iPhone em todos os sentidos) e teclado QWERTY integrado, sem sacrificar o design ou o tamanho: com 13,7 mm de espessura, ele é apenas 1,5 mm mais grosso que o iPhone 3GS. A câmera de 5 MP com flash é a melhor entre os smartphones Android no mercado, e o processador ARM Cortex A8 (o mesmo do Nokia N900, iPhone 3GS e Palm Pre) de 600 MHz garante o desempenho.
Os reviews iniciais do aparelho são muito positivos, com o blog Gizmodo dizendo: “se você não comprar um iPhone, compre um Droid”. Lá nos EUA ele é uma exclusividade da Verizon, concorrente da “dona do iPhone”, a AT&T, e custará US$ 199 com um plano de fidelidade de dois anos. O MILESTONE será o segundo smartphone Android da Motorola no Brasil. O outro é o Motorola DEXT, conhecido no exterior como CLIQ
O Orkut ganha, a partir de hoje, sua primeira “reforma” geral desde seu lançamento em Janeiro de 2004. O Google está anunciando uma nova versão do serviço, que segundo a empresa foi “totalmente redesenhado para aprimorar a experiência de navegação, integração e comunicação dos usuários”.
Na prática isso significa mais facilidade, e velocidade, para enviar fotos (recurso mais popular, segundo 67% dos usuários), mais possibilidades de personalização da home page, inclusive com a capacidade de trocar a cor da página e navegação simplificada entre contatos e comunidades. Também ficou mais fácil encontrar amigos, com uma função que busca pessoas na sua lista de contatos do GMail, por exemplo.
Na parte técnica, o código do Orkut foi totalmente reescrito em GWT (Google Web Toolkit), em um trabalho que levou nove meses. O resultado foi um ganho em desempenho: algumas funções, como o upload de fotos, são três vezes mais rápidas. Entretanto, isso exige mais do navegador: o novo serviço não é compatível com o Internet Explorer 6, e segundo o Google exige um navegador moderno como o Google Chrome, Firefox, Safari ou as versões 7 e 8 do Internet Explorer.
Segundo Berthier Ribeiro Neto, diretor de engenharia do Google para a América Latina, a nova plataforma vai facilitar a inovação: “nos próximos seis meses o Orkut vai mudar, e vai mudar muito”, diz ele. Berthier, que trabalha no “campus” do Google em Belo Horizonte, é um dos responsáveis pelo projeto do novo Orkut. Desde o final de 2008 a responsabilidade pelo serviço é compartilhada por equipes no Brasil e na Índia, países onde a rede é mais popular.
Victor Ribeiro, diretor de produtos Orkut no Google, diz muitas das novidades foram testadas “na surdina” já no “velho” Orkut ao longo dos últimos meses. Por exemplo, o scrapbook foi reescrito com a nova ferramenta GWT no início deste ano, mas poucos notaram a mudança.
O acesso ao novo Orkut será feito através de convites, assim como acontecia no Orkut original. Segundo o Google, a expectativa é de que até o final do primeiro semestre de 2010 a maioria dos 80 milhões de usuários já tenha migrado para a nova versão. E quem não for convidado de primeira não precisa de preocupar: a versão “antiga” continuará funcionando normalmente, sem perda de dados ou recursos.
PS: Não adianta pedir pessoal, não tenho convites para distribuir
Ao povo dos comentários: Leram tudo? Ainda não entenderam como funciona? Então cliquem aqui para tirar suas dúvidas
Novo logo e slogan
Tela principal. Agora o usuário escolhe a cor
Criar álbuns de fotos ficou muito mais fácil
Ficou mais fácil ver o que acontece nos perfis de seus amigos
Agora os usuários podem escolher entre cinco opções de cor para o perfil
Berthier Ribeiro Neto, responsável pelo desenvolvimento, apresenta as novidades
Victor Ribeiro (esquerda) e Felix Ximenes, do Google, demonstram o Orkut em um smartphone Motorola
A equipe do Orkut, reunida no palco para responder às perguntas dos jornalistas
A Samsung apresentou na manhã desta quinta-feira uma nova linha de telefones celulares, com modelos em todas as categorias, para os mais variados tipos de usuários. Uma das principais atrações foi o Pixon 12, equipado com uma poderosa câmera digital de 12 MP, a maior resolução entre os celulares com câmera disponíveis no Brasil.
O aparelho é baseado no mesmo processador de 800 Mhz do Samsung Jét, que garante o desempenho. Tem lente grande-angular de 28mm acompanhada por Flash Xenon, grava vídeos com resolução de DVD (720 x 480 pixels) e tem tela AMOLED (com melhor cor e contraste em relação às telas LCD convencionais) de 3.1 polegadas sensível ao toque. A interface é a TouchWiz, a mesma usada em outros modelos da Samsung como o Star, o Jét e o Omnia. Vem em kit que acompanha capa de couro, fones de ouvido e cartão microSD de 8 GB, com preço sugerido de R$ 1.899
Smartphones para todos os gostos
A linha de smartphones é composta por quatro modelos. Dois deles (Galaxy e Galaxy Lite) são baseados no sistema operacional Android, do Google. Os outros dois, o Omnia II e Omnia Pro, rodam o Windows Mobile.
O Galaxy já havia sido anunciado em setembro, mas o Galaxy Lite é novidade. Com um novo design mais atraente, com detalhes em vermelho, ele troca a câmera de 5MP com flash e auto-foco e os 8 GB de memória interna do seu irmão mais velho por uma câmera de 3MP sem flash e foco fixo e 200 MB de memória interna, expansível com cartões microSD.
Em compensação, ganha no processador mais veloz, de 800 MHz contra os 567 MHz do Galaxy. No resto ambos são idênticos, equipados com tela sensível ao toque de 3.2 polegadas, Wi-Fi, Bluetooth e 3G, e rodam o sistema operacional Android 1.5 com a interface original do Google. O Samsung Galaxy já está nas lojas, com preço sugerido de R$ 1.799, e o Galaxy Lite chega em Novembro, com preço sugerido de R$ 999.
O mundo Windows Mobile é representado pelo Omnia II, um “Windows Phone” com tela sensível ao toque de 3.7 polegadas, câmera de 5 MP, Bluetooth, Wi-Fi, GPS e 8 GB de memória interna, rodando o Windows Mobile 6.5. Já o Omnia Pro é bem diferente de seus irmãos, e é o primeiro modelo da família Omnia com teclado QWERTY integrado, e tem a aparência de um BlackBerry ou Nokia ESeries, com o teclado logo abaixo da tela. Tem câmera de 3.2 MP, tela de 2.4 polegadas, memória expansível com cartões microSD (um cartão de 1 GB acompanha o aparelho). Tem Wi-Fi e Bluetooth, mas não tem GPS, e roda o Windows Mobile 6.1. Os preços sugeridos pelo fabricante são de R$ 1.599 pelo Omnia II, e R$ 799 pelo Omnia Pro.
Bateria solar
O Solar e o Blue Earth são os dois modelos da Samsung no segmento de aparelhos com bateria recarregável usando energia solar. O Solar é um modelo básico, mas o Blue Earth é bem mais interessante, com uma tela sensível ao toque de 3 polegadas, câmera de 3 MP, GPS, compatibilidade com redes 3G e Wi-Fi, com a mesma interface gráfica “TouchWiz” de aparelhos como o Jet e o Star. O aparelho também tem alguns aplicativos “ecológicos”, como um pedômetro que, nas palavras da Samsung, “incentiva o usuário a andar e mostra o quanto a emissão de CO2 é reduzida ao não usar os meios de transporte convencionais”.
A recarga da bateria é simples: na traseira do aparelho há um painel solar. Cada 1 hora sob a luz do sol rende energia suficiente para deixar o aparelho por duas horas em “stand-by”, ou para 15 minutos de conversação. Usando apenas a luz do sol é possível recarregar a bateria interna a até 75% de sua capacidade, ou seja, a energia solar é um complemento, não um substituto, para um carregador de tomada. O Blue Earth tem preço sugerido de R$ 949
Mensageiros de bolso
O Samsung Scrappy, celular com teclado QWERTY voltado para o público jovem e louco por mensagens, ganhou dois irmãos. O Scrappy 2 tem uma tela maior (2 polegadas), câmera melhor (2 MP) e memória expansível com cartões microSD de até 8 GB (um cartão de 1 GB acompanha o aparelho). Vem com software que permite conexão a diversas redes sociais, incluindo Facebook e MySpace, e sistemas de mensagens instantâneas como o MSN e Google Talk. O teclado numérico é estranho, disposto em uma “faixa” ao lado do monitor, e o teclado QWERTY (deslizante como no modelo anterior) parece bastante confortável. Deve custar R$ 499
Já o Scrappy Touch, como o nome diz, tem além do teclado QWERTY uma tela sensível ao toque e no geral recursos similares aos do Scrappy 2, com algumas pequenas mudanças como a capacidade de fazer fotos panorâmicas. Também vem em kit com cabo de dados, fones de ouvido e cartão de memória de 1 GB, por R$ 549,00
Pixon 12 se destaca pela câmera de 12 MP, a maior do mercado
A tela AMOLED sensível ao toque tem excelente cor e contraste
Voltado para os jovens, Scrappy 2 tem teclado QWERTY integrado
O teclado é deslizante, e o teclado numérico fica na lateral do aparelho
Scrappy Touch mantém o teclado QWERTY, mas tem tela sensível ao toque
Galaxy e Galaxy Lite são os dois smartphones baseados no sistema Android
Básico e barato, Samsung Solar pode ser recarregado com a luz do sol
O painel solar na traseira do aparelho é o responsável por coletar a luz
Também movido a energia solar, o Blue Earth tem características de smartphone
A Sony trará ao Brasil em novembro dois novos modelos de câmeras Cyber-Shot “domésticas”, a DSC-TX1 e a DSC-WX1. A grande atração em ambos os modelos é o modo de fotografia panorâmica “Sweep Panorama” (que estreeou na semiprofissional DSC-HX1 durante a PhotoImageBrazil 2009).
É o jeito mais fácil de tirar fotografias panorâmicas, basta enquadrar a primeira cena, bater a foto e mover a câmera para o lado para pegar o resto da paisagem. A câmera se encarrega de fazer automaticamente a captura, correção e alinhamento das imagens e a “costura” do panorama, tudo rapidinho. O resultado é uma paisagem completa, impossível de capturar em uma única foto. Algo como isto:
Foto tirada com um Nokia N95 8GB. Os resultados com a DSC-TX1 são melhores e a imagem
pode chegar a 7152 x 1080 pixels
Ambas as câmeras tem sensor de imagem Exmor R e processador BIONZ, que segundo a Sony são responsáveis por capturar imagens com maior nitidez, cores mais vivas e menos ruído, especialmente em situações de pouca luz. Também são capazes de truques como detecção de faces e sorrisos, detecção inteligente de cena e um curioso modo “pet” para tirar fotos de bichinhos que não param quietos. A DSC-TX1 tem lente Carl-Zeiss e tela sensível ao toque, enquanto a DSC-WX1 tem zoom óptico de 5x. E ambas são compatíveis com o novo acessório Party-shot, que tira fotos por você.
A DSC-TX1 tem preço sugerido de R$ 2.499, e a DSC-HX1 custará R$ 2.199. Ambas poderão ser encontradas no site Sony Style e lojas Sony Style em shoppings de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador.
Cansado de ser o fotógrafo da turma nas festas e nunca aparecer nas imagens? Um acessório da Sony que chega em breve às lojas de todo o país promete a solução. É o Party-shot, uma espécie de “base” robotizada à qual você acopla uma câmera Cyber-shot compatível.
Basta colocar o conjunto em um ponto estratégico da sala, ligar o acessório e pronto. Sozinho ele começa a analisar a cena, movendo a câmera para os lados, para cima e para baixo em busca de rostos e sorrisos. Quando encontra algum a câmera foca, compõe a cena e tira a foto, sozinha, e reinicia a busca. Parece coisa de ficção científica. A seleção de modos de cena, de foco, exposição, balanço de branco e até mesmo a decisão de usar ou não o flash é automática. Vejam ela em ação neste vídeo da própria Sony:
O acessório funciona com duas pilhas AA comuns, e segundo a Sony, é capaz de operar por até três horas consecutivas (ou até a bateria da câmera acabar, o que acontecer primeiro). Toda a “inteligência” usada no processamento de imagens (detecção de faces e sorrisos, foco e captura das imagens) está na câmera, que comanda os motores da base para encontrar o melhor ângulo. Por isso, a tecnologia não funciona com todas as Cyber-shot: no momento, apenas a DSC-TX1 e a DSC-WX1 (lançamentos da Sony no Brasil) são compatíveis.
O Party-shot chega ao Brasil em Novembro, com preço sugerido de R$ 699 no site Sony Style ou lojas Sony Style em shoppings de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília.
Acoplado a câmeras Cyber-shot, o Party-shot fotografa sozinho
A câmera analisa a cena e comanda a base em busca de rostos e sorrisos
Não existe nada mais irritante que ficar sem celular no meio do dia porque a bateria “morreu”, e bem na hora daquela chamada importante! Ou melhor, existe sim: não poder recarregá-la porque não há uma tomada por perto, ou porque você esqueceu o carregador em casa. O S312, da ZTE, promete resolver este incômodo da vida moderna de uma forma ecologicamente correta: energia solar.
O aparelho tem um painel solar na traseira, capaz de recarregar a bateria quando exposto ao sol por um período entre uma ou duas horas. Com uma carga completa, ele tem autonomia de bateria de seis horas em conversação, ou 180 horas em espera. Tecnologicamente o S312 é um modelo bastante simples, não espere Wi-Fi, 3G ou Media Player (mas ele tem Rádio FM). Mas quem precisa destes recursos não é o público alvo deste aparelho.
A tecnologia foi desenvolvida em parceria com a holandesa Intivation, e o aparelho foi projetado para atender a um publico de baixa renda ou que não tem acesso confiável à energia elétrica, estimado em 1.6 bilhão de pessoas (das quais 640 milhões moram em regiões cobertas por uma rede de telefonia celular GSM), mundialmente. Segundo Eliandro Ávila, presidente da ZTE no Brasil, a empresa espera comercializar 50 mil unidades do modelo a partir do início do próximo ano, quando ele chega ao varejo. O preço estimado do aparelho, sem subsídios das operadoras, seria de R$ 199.
E já que Android é um tema comum entre os fabricantes nesta edição da Futurecom, a ZTE não fica de fora: promete trazer seu Android para o Brasil no ano que vem, mas sem dar mais detalhes.
Celular de baixo custo da ZTE pode ser recarregado com energia solar
Basta deixar o painel sob a luz do sol por uma hora para recarregar
A Microsoft anunciou nesta terça-feira em São Paulo o lançamento mundial da plataforma Windows Phone. Não se trata de um “telefone da Microsoft”, mas sim de um conceito que se aplica à combinação de um smartphone com o sistema operacional Windows Mobile, mais os novos serviços da Microsoft: Windows Marketplace for Mobile e Microsoft My Phone.
O Windows Phone é baseado no sistema operacional Windows Mobile 6.5, que tem uma interface com o usuário otimizada para operação com os dedos em telas sensíveis ao toque, que lembra um pouco o media player Zune, também da Microsoft. O navegador Internet Explorer agora tem suporte ao Adobe Flash Lite, e o aplicativo Windows Live permite integração a redes sociais, como envio de fotos para o Twitter, Facebook, My Space e Flickr. Além disso há os tradicionais aplicativos de todo aparelho Windows, como uma versão móvel do Microsoft Office.
Um dos principais destaques é o Windows Marketplace for Mobile, uma loja de aplicativos para os aparelhos baseada na plataforma Windows Phone, similar à loja de aplicativos da Apple. O catálogo de aplicativos incluirá programas gratuitos e pagos, com cobrança via cartão de crédito ou direto na fatura de telefonia.
Segundo Celso Winik, da Microsoft, já há desenvolvedores trabalhando em aplicativos nacionais. Os primeiros são um sistema de “home banking” do Bradesco e um aplicativo de mapas, com informações de trânsito em tempo real, da Maplink.
Já o Microsoft My Phone é um utilitário que permite o backup online de contatos, mensagens, fotos e música armazenados em seu aparelho na internet. O usuário pode escolher o que sincronizar, e com que frequência, e em caso de perda do aparelho ainda poderá acessar suas informações online ou restaurá-las para um outro smartphone.
Os primeiros “Windows Phones” a chegar ao mercado nacional serão o Samsung Omnia II, LG Sm@rt e o HTC Touch 2, ambos comercializados pela TIM. Os preços estarão entre R$ 1.200 e R$ 2.000, segundo executivos da operadora, em plano pré-pago. Os aparelhos estarão disponíveis nas lojas a partir de Novembro.
Rafael Rigues lida com informática e tecnologia há 20 anos e já foi editor de várias revistas especializadas de circulação nacional. Atualmente, comanda o canal de tecnologia do iG.