Intel Core i7 chega ao Brasil
A Intel anunciou hoje, em São Paulo, o lançamento de sua nova família de processadores Core i7. Segundo a empresa, os novos chips são os “processadores mais avançados de todos os tempos“, e trazem ganho de desempenho de até 40% em determinados cenários de uso, sem aumento significativo no consumo de energia, quando comparados aos atuais processadores da família Core 2 Duo.
Com quatro núcleos em um único chip (Quad-Core), os processadores Core i7 contam com tecnologias como “Hyper-Threading” e “Turbo Boost“, que aumentam o desempenho da máquina, seja possibilitando a execução de mais tarefas simultâneamente, seja ajustando o desempenho e consumo de energia de cada núcleo individual automaticamente de acordo com as necessidades a cada momento.
Além disso, os processadores fazem uso de tecnologias como os transístores “power gate“, que tem menor consumo de energia, e o sistema de interconexão Intel Quickpath, que possibilita transferências de dados entre a memória e o processador com muito mais velocidade, eliminando gargalos de desempenho.
Em benchmarks de jogos com o 3DMark Vantage, em categorias como “Física no Processador” e “Inteligência Artificial”, os novos processadores Intel Core i7 tem desempenho 40% superior a um Core 2 Extreme de clock similar. Em benchmarks de cálculo como o SPECTint_base_rate2006 um Core i7 chegou à marca dos 117 pontos. Foi a primeira vez na história que um único processador ultrapassou a barreira dos 100 pontos neste teste.
A princípio chegam ao mercado três modelos: O mais “em conta” é o Intel Core i7 920, com clock de 2.66 GHz, com preço sugerido de US$ 248 dólares a unidade. O modelo intermediário é o Intel Core i7 940, com clock de 2.93 GHz por US$ 562 e o top de linha é o Intel Core i7 965 Extreme Edition, voltado a gamers e entusiastas, com clock de 3.20 GHz (sem limitação contra overclock) e preço sugerido de US$ 999.
Todos os modelos tem 8 MB de cache L3, suporte a memória DDR3-1066 e dissipação de 130 Watts. Para acompanhar os chips, várias empresas estão produzindo placas-mãe baseadas no novo chipset X58, da Intel. A ECS Elitegroup tem a X58B-A Black Series, e a MSI tem modelos da Série Eclipse.
Quem prefere PCs montados também tem opções. Cinco fabricantes nacionais (Accept, CCE, Megaware, Nova e Positivo) já anunciaram modelos baseados nos novos processadores, que devem chegar ao mercado em breve, em redes como o Carrefour, Extra, FNAC, Ponto Frio e Submarino.
A primeira empresa a anunciar uma configuração e preço foi a Megaware com seu MegaPRO: um micro equipado com um processador Intel Core i7 920 de 2.66 GHz, 4 GB de RAM, HD de 500 GB e placa de vídeo (não especificada) com 1 GB de memória, por R$ 3.999. A máquina estará disponível já nesta semana exclusivamente nas lojas das redes Extra e FNAC.
Atualização, 19/11 às 00:16: O vídeo abaixo mostra um comparativo de desempenho entre duas máquinas basicamente idênticas, uma equipada com um processador Intel Core 2 Extreme 9770 (3.2 GHz) e 4 GB de RAM, e outra com um Intel Core i7 Extreme 965 (também a 3.2 GHz) com 3 GB de RAM (menos memória, portanto). Ambas renderizam a mesma cena em 3D usando o software Cinebench, um processo que demanda muito da máquina. Vejam a diferença com seus próprios olhos:
Autor: Rafael Rigues - Categoria(s): hardware, noticia Tags: core, i7, intel, megaware, processador
A máquina
Eta!Isso significa + toneladas de lixo eletrônico….a era consumo continua.
Quem paga as contas?Os chineses,com sua superpopulação trabalhando por migalhas,os Africanos n,no submundo da pobreza,o Brasil com suas matas …enfim, todos nós.
Custava trocar só o processador? Agora tem que trocar placa mãe também….Isto é uma vergonha.
Fui
muito legal, vou conpar assim que entra no mercado
pra mim nãoe nem uma tonelada de lixo não.
e mordenidade (evoluçao)
e so quem pode vai ter!!!!!
Por esse preço, ainda prefiro um MAC
Aldomiro,
As mudanças que a Intel fez com a nova arquitetura Core i7 (também conhecida pelo codinome Nehalem) são tantas que seria impossível manter o soquete (onde o processador é encaixado) antigo, daí a necessidade de uma nova placa. Acredite, se ela tivesse mudado o soquete “só por mudar” a imprensa de tecnologia já teria caído em cima.
E quando ao meio ambiente, vale a pena conhecer as iniciativas da Intel nesta área, entre elas o design eficiente e “verde” de suas novas fábricas. Infelizmente, as páginas estão em inglês: http://www.intel.com/intel/environment/index.htm
E cá entre nós, um processador mais poderoso mas que não consome mais energia já é um bom começo
Super máquina !!!!! mas quem aguenta esses preços.
Emerson,
“Por esse preço, ainda prefiro um MAC”
Eu também
. Mas quais processadores a Apple usa em suas máquinas atualmente? Intel. Espere os primeiros MacPro equipados com Core i7 para janeiro de 2009, a tempo da MacWorld em San Francisco. Eu estarei lá.
É assim que funciona a economia. Produção para alimentar o consumo, e este para alimentar a produção. Se um entrar em colapso o outro acompanha. Será possivel quebrar esta corrente?
Como podem reclamar de mais potencia com esforço igual ao anterior. Apesar de se achar que não vamos parar por aih. Ideal seria trocar de computador ou cpu apenas quando precisarmos,pois nesse caso alcançariamos o novo degrau da evolução tecnológica pulando etapas, o que seria realmente compensador. Vivas à evolução ||||||
Preciso ver a placa de video , mesmo onboard ou off, é necessário ver se será interessante a sua compra?
ta bom, com toda essa crise a Intel lança um processador para redes varejista, falando de suas carecteristicas fantastica, mas com preço acima da realidade atual. otimo, porem, nao adianta nada ter um super processador com todos esses chips set inferiores.
vamos pensar um pouco, muita coisa tem que mudar ainda.
‘A ciência e uma mãe cruel”. Modernidade sim………..quanto ao lixo, temos informação suficiente e capacidade para assumir nosso papel no mundo. O que me preocupa um pouco é o preço, no mais essa jornada pela modernidade e tecnologia é sem fim.
Parabéns aos colegas que postaram informações relevantes.
Show de tecnologia, vou esperar até qunado para adquirir um Mega Pro.. vale a pena!!
E pensar que muitos vão empatar essa grana toda só pra enviar e-mails, orkut, videos. Coisas que até um bom e velho Pentim IV com 512MB e Linux dão com conta com o pé nas costas e sem problemas do tipo virus spywares etc…
E a AMD?
Sempre fui usuário fiel dos processadores Intel, mas tenho que reconhecer, existem empresas que realmente reciclam seus produtos e, outras parcialmente.
Mas o que realmente acontece é que as reciclagens nunca são 100%.
As empresas dizem estarem reciclando, mas apenas transformar seus componentes em pó total ou parcialmente, seria reciclagem?
Eu acho que não. Reciclagem 100% é reaproveitar completamente a matéria usada na mesma aplicação, ou seja: fibra de vidro em novas placas, a prata em novas trilhas, o silício em novos chips, etc.
O que a Intel – assim como outras empresas – deveriam fazer é: Criar componentes visando inclusive a possibilidade de sua própria reciclagem total.
E apesar de ter sido uma boa iniciativa a criação de um processador mais econômico, as fontes que temos no mercado brasileiro não fazem valer essa economia, já que elas não possuem gerenciador de energia, então o consumo é constante! A fonte só é econômica quando em modo “Stand By”, desligada ou de baixa potência.
Mas não são só as empresas, nós, o povo, também temos nossa parcela, como por exemplo: Não pesquisamos direito antes de comprar, e acabamos adiquirindo um equipamento que ficará obsoleto mais rápido, ou compramos por “status” ou mesmo por compulsão.
Os dois lados tem culpa nisso!
Estava querendo pegar um core 2 duo acho que vou dar um tempo pra ver as novidades de 2009
novo de novo
Muito se falava que os processadores não ficariam mais rapido por causa do superaquecimento, e olha aí estão 4 vezes mais rápido que um simples processador Pentium4. Mas é coisa para aquecer o mercador e deixar todo mundo loco atrás da noca tecnologia e vendem ainda mais mais, eles nos engam e nós gostamos e ainda pagamos mais por isso.