A revista Wired publicou um interessante infográfico mostranho o ciclo de vida de um post. Ou seja, mais ou menos o “impacto intelectual” que cada texto pode causar. Não é exatamente o caminho que um post faz até chegar a um leitor. O desenho é voltado apenas para o lado social do processo (ou seja: redes sociais, anúncios, empresas) e não para o tecnológico. Se fosse entrar no mérito dos sistemas, servidores etc. muitos leitores provavelmente dormiriam no segundo quadro. Imagine que, por exemplo, quando lemos um post de um blog europeu, geralmente dependemos até mesmo de cabos fixados no fundo do mar. O post da Wired é introdução interessante ao assunto, mas está bem longe de ser completo.
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A Mircrosoft deve lançar hoje uma nova versão da sua barra de ferramentas. Ela continua integrando o MSN com outros serviços oferecidos pelo projeto Live, como busca, acesso a e-mail, além de links para canais do portal de notícias e entretenimento da Microsoft. A novidade é o visual da interface e o sistema por trás disso, o Silverlight – aplicativo que surgiu como um concorrente do Flash, da Adobe, mas, aos poucos, está ganhando uma cara própria. O Live Side, blog dedicado aos lançamentos e bastidores dos programas para Windows publicou algumas imagens da toolbar.
A Intel anunciou que está investindo pesado para desenvolver aplicativos mais sustentáveis. A tendência conhecida como green computing vem sendo amplamente adotada pelos fabricantes de hardware, que estão preocupados em criar máquinas, chips e tecnologias que consumam menos energia. Mas a preocupação com sustentabilidade ainda parece tímida na indústria de software, por mais que os programas sejam muito responsáveis pelo consumo e desempenho dos computadores.
Além da Dell, a Intel é uma das primeiras empresas a quebrar essa barreira, com iniciativas como o Power Top, para Linux. O engenheiro-chefe do grupo de soluções para softwares da empresa, Bob Steigerwald, afirmou ao Reg Developer que “A Intel começou a pensar nisso há cerca de 6 meses e agora está desenvolvendo uma série de experiências com ferramentas para avaliar a performance dos softwares”. Segundo ele, “Há uma perspectiva muito maior crescendo entre indústrias como a nossa e o Google, tentando descobrir como podemos criar datacenters mais eficientes. Melhorar os softwares pode dar uma grande contribuição para isso”.
Vish Makhijani, coordenador da área de buscas do Yahoo, declarou ontem que a empresa vai abrir o código do seu sistema de buscas. Isso quer dizer que qualquer companhia, pequena ou grande, vai poder incluir mais e melhores informações nos resultados que aparecem no site. O objetivo é transformar isto:
Nisto:
Engenheiros do Yahoo pretendem falar mais sobre o assunto hoje, na SMX West, evento que reúne desenvolvedores e empresas de tecnologia. Basicamente, vão explicar como estão depurando e adaptando as buscas do site para entrar de vez na era dos microformatos e web semântica.
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Cansado do visual do seu iPod? Que tal um mp3 player estilo Lego? Lançados pela Homade, os Lego Media Players não são um produto oficial da fabricante dos clássicos brinquedos de montar. Basicamente, são um conjunto de acessórios que podem ser acoplados na interface do tocador. Alguns substituem os botões comuns do aparelho, outros são invólucros para carregadores e alto falantes. Os preços estão na faixa dos U$ 40. Mas, se você é um fanático por Lego, pode encontrar outras opções parecidas, porém mais baratas, no site Homeloo, recomendado pelo Technabob.
Nesta segunda tive a chance de brincar por alguns momentos com um MacBook Air, o “notebook mais fino do mundo”, segundo a Apple. Pra começo de conversa ele é fino mesmo, assustadoramente fino. Por mais que você consiga imaginar um objeto com apenas 1,94 cm de altura, a primeira reação é de surpresa, graças a um truque design: o gabinete se afina em direção às bordas, enganando os olhos e fazendo ele parecer ainda mais fino do que realmente é. Se a Apple tivesse optado por um design com laterais retas, como é a norma no mundo dos PCs, o resultado não seria tão impressionante. Ponto para Johnatan Ive (o designer-chefe da Apple).
O peso (ou falta dele, são só 1,36 Kg) também impressiona, e faz você pensar que maravilha deve ser carregá-lo para cima e para baixo na mochila, em vez do “trambolho” de seu notebook atual. Coloquei-o dentro de uma bolsa estilo “carteiro” e mal senti a diferença, tanto em peso quanto volume: com ela fechada era impossível dizer, só de olhar, que havia um notebook de R$ 6.500 ali dentro. E além de envelopes, o MacBook Air pode ser facilmente escondido dentro de seu jornal favorito também.
O monitor é “glossy” (com aquele revestimento brilhante) e tem imagem excelente. O teclado segue o estilo dos MacBooks atuais, mais “fundo” em relação ao resto do gabinete e com teclas espaçadas, mas tem iluminação como os MacBook Pro. O trackpad é bem maior que o de um notebook tradicional (compare com o iPod Nano 3G na foto), para facilitar o uso dos “gestos”, como no iPhone: usando dois dedos você pode aproximar e rotacionar imagens, com três você avança e retrocede entre as páginas em um navegador.
No ambiente informal onde a máquina estava não tive a oportunidade de rodar nenhum dos testes de costume, com exceção de uma cópia de um arquivo de 350 MB de um DVD (em um drive externo da HP) para o disco rígido. O que vi confirmou minha suspeita de que, por causa do tamanho reduzido, o HD do MacBook Air seria bem mais lento que o de outros Macs. O processo demorou, seguramente, pelo menos duas vezes mais que no meu Mac Mini Intel. A culpa não é do drive externo: segundo me disseram, ele tem desempenho dentro do “normal” para um drive externo USB quando plugado a um micro comum.
Aliás, falando em desempenho, o Air tem o processador mais lento da atual geração de Macs: um Core 2 Duo de 1.6 GHz. Até o Mac Mini, desktop low-end da Apple, tem um Core 2 Duo de 1.83 GHz no modelo básico. Isso não quer dizer que o Air seja uma tartaruga, longe disso. Mas deixa bem claro que, se você pensa em usar o Photoshop na estrada, o Air não é uma máquina para você. Mas é mais do que suficiente para quem passa a maior parte do tempo navegando na internet, editando documentos e planilhas ou retocando as fotos das férias antes mesmo de voltar pra casa.
No geral, minha impressão sobre a máquina foi bastante positiva, confirmando o que eu já imaginava depois de tanto ler sobre ela na Internet. Como viajo muito, compraria um sem pensar duas vezes, se o preço por aqui fosse um pouco mais acessível. Aliás, falando em preço existe algum bom motivo para, com o dólar abaixo de R$ 1,70, uma máquina que sai lá fora por US$ 1.799 (cerca de R$ 3.000) chegar aqui por quase R$ 6.500? OK, é um modelo premium, você paga pelo glamour, etc e tal, mas tudo tem limite, não? Com esse valor dá pra comprar um MacBook branquinho de 13″ (R$ 3.499), um Mac Mini básico (R$ 1.599) e ainda sobre troco para um iPhone no mercado paralelo.
Mas chega de falação e vamos às fotos. Clique nas imagens para ampliar. E me desculpem pelas imagens escuras, minha câmera não gostou da combinação entre a iluminação ambiente fraca e a luz forte vinda do LCD.
Fotos: Rafael Rigues
PS:Agradeço à revenda GREENMAX por ceder o micro, e à equipe da revista Mac+ pelo convite para conhecê-lo.
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Depois do Kindle, o leitor de livros digitais da Amazon, surge mais um aparelho que pretende substituir o papel pela tela LCD: o Music Reader. Trata-se de um leitor de partituras eletrônicas e custa de U$ 59 a U$ 99. A grande novidade do gadjet é que os músicos podem trocar as páginas pisando num pedal (footswitch), além visualizar os textos em diversos modos de zoom. Deve facilitar a vida. A não ser para os bateristas: haja pedais para gerenciar.
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O centro médico da Universidade de Stanford está colocando online parte da “Coleção Basset”, um conjunto de imagens da dissecação de várias partes do corpo humano produzidas por David Basset, professor de anatomia da universidade e mundialmente reconhecido como um mestre da “arte”.
Incrivelmente detalhadas, as imagens foram produzidas na década de 50 com uma câmera Kodak de alta resolução, e ainda hoje são usadas em livros de anatomia. Elas mostram desde as menores veias e artérias (coloridas, para facilitar a visualização) a cortes detalhados da medula espinhal. As imagens estarão disponíveis gratuitamente para alunos e professores da Universidade de Stanford, e para o público mediante o pagamento de uma pequena taxa (a partir de US$ 8 mensais), em um site mantido pela universidade.
Detalhe da coluna cervical. Fonte: The Basset Collection/Flickr
Segundo representantes da universidade, à medida em que cresce a tendência na redução no uso de cadáveres humanos para dissecação em cursos de medicina, também cresce o uso das imagens do Dr. Basset, o que incentivou o projeto. Uma amostra da coleção, com 15 imagens comentadas, está disponível em uma galeria no Flickr.
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Minha avó sempre acreditou que conversar com as plantas fazia bem a elas (e as samambaias eram lindas), mas acho que ela nunca imaginou que elas fossem responder. Ainda mais usando a internet, via… Twitter. Mas é exatamente isso que uma nova versão do kit Botanicalls permite.
O kit é composto de sensores de umidade no solo e uma placa de circuitos. Na versão original, um telefone celular ligado à placa era acionado sempre que o nível de umidade no solo ficava abaixo ou acima de um limite estabelecido. A idéia era permitir que a planta telefonasse para dono dizendo “me regue” ou “chega de água, por favor” sempre que necessário. Para deixar as coisas mais divertidas, cada espécie de planta tem uma voz e personalidade próprias.
A nova versão do kit inclui uma interface de rede (para conexão do kit Botanicalls à internet) e uma interface USB (para conexão do kit a um computador, necessária apenas para instalação do software). Assim que sua plantinha estiver “online” ela postará mensagens no Twitter sempre que for necessário. Os estados monitorados pelo kit são solo úmido, seco, perigosamente seco e encharcado, cada um com uma mensagem correspondente.
Uma pimenteira “online”. Fonte: Botanicalls
A página oficial do projeto inclui instruções detalhadas, com lista de componentes, sobre como modificar um kit botanicalls para adicionar os recursos “online”. E para os interessados, uma galeria no Flickr mostra fotos do kit instalado e de seus criadores.
Autor: Rafael Rigues - Categoria(s):Sem categoriaTags:
Rafael Rigues lida com informática e tecnologia há 20 anos e já foi editor de várias revistas especializadas de circulação nacional. Atualmente, comanda o canal de tecnologia do iG.