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Arquivo de outubro, 2007

18/10/2007 - 17:37

Brasil entra para o clube dos dez em tecnologia

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Conhecida como a rainha da web em Wall Street, a analista Mary Meecker, do banco Morgan Stanley, é talvez a única das grandes analistas financeiras que conseguiu sobreviver ao estouro da bolha da web no começo do século 21.

Tanto sobrevive que todos os anos Meecker é uma das convidadas mais aguardadas do encontro anual sobre a web 2.0 que acontece até sexta-feira (19/10) em São Francisco, na Califórnia.

Porque é ela quem traz mais informação. Nesta quinta-feira pela manhã (18/10) Meecker deslizou por 48 slides em 15 minutos de múltiplos dados e novidades.

Anunciou que o Brasil – junto com a China, a Índia e a Rússia – ganha terreno na área de tecnologia, mídia e telecomunicações (TMT).

Em 2004 o País não aparecia entre os dez primeiros da lista de peso relativo em TMT da Morgan Stanley. No ano passado surgiu em oitavo lugar.

Em 2004 a lista era assim:

1. EUA, 9,0
2. China, 8,2
3. Japão, 6,5
4. Alemanha, 5,7
5. Reino Unido, 5,5
6. Índia, 5,3
7. França, 5,2
8. Itália, 5,2
9. Coréía do Sul, 5,1
10. Canadá, 5,1

Em 2006 o índice ficou assim:

1. EUA, 8,7
2. China, 8,7
3. Japão, 6,3
4. Alemanha, 5,7
5. Índia, 5.5
6. Reino Unido, 5,4
7. França, 5,3
8. Brasil, 5,3
9. Rússia, 5,3
10. Itália, 5,2

Esse índice usa o banco de dados da Morgan Stanley sobre o mercado mundial de TMT (Tecnologia, Mídia e Telecomunicações) e que cobre o mercado de produtos e de serviços. Mede seu tamanho com base nas taxas de crescimento dos seguintes dados de cada país: PIB per capita, linhas telefônicas; assinante de cabo, PCs instalados; telefones celulares em uso; usuários de Internet e tomadores de crédito. Calcula-se o passado, o presente e o potencial do mercado global.

Tendências tecnológicas segundo Mary Meecker:

A rainha de Wall Street também apontou as atuais tendências na tecnologia, nesta ordem:

- A performance das ações de empresas de tecnologia nas bolsas reflete fortemente as expectativas futuras.
- A demanda de aparelhos com internet integrada a eles é muito forte por parte dos consumidores.
- Aceleram-se as inovações em produtos sem fio.
- Continua crescendo a necessidade de espaço para armazenar dados.
- O crescimento dos Data Centers é robusto.
- Mercados emergentes entram no ritmo de adoção das novas tecnologias.
- As empresas podem estar largando mão do atual ritmo de compras.
- A recessão (ou recessões) poderá se tornar um potencial desafio

Ela se perguntou se a web 2.0 vai continuar dirigindo o crescimento da internet.

Usou uma declaração de John Chambers, presidente da Cisco, para responder a si mesma:

“A nova onda de ganhos de produtividade das empresas deverá ser estimulada pelas ferramentas colaborativas que utilizam a rede como plataforma para permitir aos usuários ligar qualquer dispositivo a qualquer conteúdo em qualquer combinação de redes”.

Tendências da internet, conforme Mary Meecker:

- Forte crescimento de usuários de internet; crescimento mais rápido nos mercados fora dos EUA.
- Forte crescimento de banda larga – com mais capacidade na rede.
- Os sites de busca continuam a melhorar enquanto ferramenta de acesso a conteúdos.
- Ganho de participação de mercado dos produtos on line [nova mídia] contra os produtos off line [velha mídia] – grandes mercados a explorar.
- Guerra de aquisições crescente, fusões e aquisições de negócios emergentes.
- Alto nível da Web 2.0 continuará atraente.
- Momento do Software como Serviço (SaaS).
- Ganham impulso aparelhos novos com internet integrada.

Características da internet em alguns países, na lista de Mary Meecker:

- Brasil e Coréia do Sul são fortes em redes sociais, sites comunitários.
- Reino Unido é forte em publicidade on line.
- Alemanha forte em comércio eletrônico.
- China forte em games on line.
- Coréia do Sul forte em banda larga.
- Japão é forte no uso do celular como meio de pagamento.
- Filipinas forte em microtransações via SMS [mensagens por celulares]

Autor: Rafael Rigues - Categoria(s): Sem categoria Tags:
18/10/2007 - 15:44

Humilhação para Chris DeWolfe

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Nesta quarta-feira à noite (17/10) aconteceu a conversa mais aguardada do evento. Durante o jantar, o mega-empresário das comunicações Rupert Murdoch conversou com Chris DeWolfe, criador e comandante do MySpace.

De Wolfe (de camisa amarelo-ovo, pulseira e anéis) anunciou aqui ter acabado de renovar o contrato com a News Corporation de Murdoch para continuar à frente do MySpace por mais dois anos.

A pergunta desagradável veio do anfitrião, John Battelle, para DeWolfe:

“Como é vender 100% da companhia por US$ 580 milhões enquanto o Facebook vendeu apenas 5% da empresa por US$ 500 milhões?”

Foi bem antes, é verdade, em julho de 2005, que o MySpace foi adquirido pela News Corp. E o Facebook conseguiu a façanha dos cinco por quinhentos dois anos depois, quando o mercado já é outra coisa e os portais conseguem viver uma certa revigoração – bastante dela por conta da web 2.0.

O Facebook também tem conseguido outras façanhas. Como um crescimento acelerado se comparado, por exemplo, com o MySpace.

De junho de 2006 para junho de 2007, o MySpace pulou de 66,4 milhões de visitantes para 114,2 milhões. Os números são globais e o crescimento alcançou 72%. Enquanto isso, o Facebook cresceu 270% e saltou de 14,1 milhões de visitantes para 52,2 milhões. Ambos estão na ponta da audiência dos sites de relacionamento social (ou social network).

MySpace está chegando ao Brasil, em versão nacional. Foi a primeira grande investida de Murdoch na internet. Pelo jantar de ontem, o magnata da mídia, com 76 anos, a face já denotando a idade (coisa que não acontecia quando o vi pela primeira vez, no final dos anos noventa), mas com a mente rapidíssima, falou com segurança sobre tudo, tem todos os números na ponta da língua.

Convidado a dar três exemplos do que vai fazer com o recém-adquirido The Wall Street Journal (que ele declarou ainda não ter pago) ele explicou pretender torná-lo um jornal mais geral e menos focado apenas na economia. “Você quer matar o New York Times?”, perguntou Battelle. “Seria legal isso”, retrucou Murdoch.

Autor: Rafael Rigues - Categoria(s): Sem categoria Tags:
18/10/2007 - 15:05

Facebook é a estrela de evento de Web 2.0 nos EUA

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O site de rede social Facebook é a maior obsessão da conferência Web 2.0 Summit, que acontece esta semana em São Francisco, Estados Unidos. A empresa é citada em quase todos os painéis principalmente por causa do investimento de US$ 500 milhões feito pela Microsoft em troca de 5% de suas ações e da estratégia de permitir que desenvolvedores externos criem aplicativos que funcionam junto com o site de relacionamentos.

Na conversa pública de Mark Zuckerberg, fundador do MySpace, com John Battelle, organizador do evento e fundador da Wired, cerca de 20% da platéia de 800 pessoas se identificou como alguém que estava investindo em construir aplicações para o Facebook. O que espanta é que faz apenas seis meses que o site abriu o seu código para desenvolvedores externos. Segundo Zuckerberg, já existem 100 mil desenvolvedores de aplicações para o Facebook.

Com esse programa, o site conseguiu que desenvolvedores externos criassem gratuitamente novas funcionalidades que tornam o site mais interessante de usar.

O Facebook é um site do tipo Orkut, onde as pessoas podem montar sua rede de amigos. A diferença é que o site é focado em criar um mapa das relações sociais das pessoas mais próximo da realidade. O número de perfis falsos e ficcionais é menor do que em outros sites parecidos, como o MySpace e o Orkut. O segredo foi começar o serviço limitando a entrada a comunidades específicas, como alunos de algumas faculdades específicas.

Autor: Rafael Rigues - Categoria(s): Sem categoria Tags:
17/10/2007 - 22:03

Web 2.0 e a batalha de Mark Zuckerberg

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Depois de uma manhã morna de workshops relatada pelo Caíque Severo logo abaixo, começou oficialmente na tarde de quarta-feira (20h no Brasil, cinco horas de fuso) o Web 2.0 Summit em São Francisco, na Califórnia, no Palace Hotel, fundado em 1875, histórico, uma vetusta construção no centro da cidade.

O hotel está repleto de profissionais da internet do mundo inteiro, cerca de 900 pessoas.

A delegação brasileira, com representantes do iG, da Globo.com. do UOL, do Buscapé e do IDG é a terceira entre as estrangeiras. São nove pessoas, número que fica atrás só dos ingleses e canadenses – conforme as contas de Silvia Bassi do IDG.

Essa participação talvez reflita a importância que o mercado brasileiro dá a isso que se convencionou chamar de web 2.0 e que o iG traduz muito bem com o seu conceito de protagonismo – o de facilitar ao internauta ainda mais o seu poder de fazer.

Tim O´Reilly, o primeiro a conceituar a web 2.0, e John Battelle, um dos fundadores da Wired, deram as boas vindas.

O´Reilly é um dos organizadores do evento. Battelle é um empreendedor, é jornalista e ficou muito conhecido ao publicar o livro: “The Search”, que tem como subtítulo algo assim: “Como o Google e seus rivais reescreveram as regras do negócio e transformam a nossa cultura”.

A primeira conversa foi com o jovem Mark Zuckerberg, fundador do facebook.com, o site de relacionamentos de maior sucesso na temporada e ainda em luta por achar o seu modelo de negócio.

Algumas perguntas de Battelle e as respectivas respostas de Zuckerberg:

Battelle: “Como vão as finanças?”

Zuckerberg: “Estão indo bem , quase prontas”.

Battelle: “Quanto tempo você dedica ao seu modelo de negócios?”

Zuckerberg: “Gasto muito tempo com o desenvolvimento do produto”.

Battelle: “Não foi isso que perguntei…”

Zuckerberg: “Eu não quero focar no meu modelo de negócio”.

Battelle: “Quantas pessoas trabalham na companhia?”.

Zuckerberg: “Mais de 300″.

Battelle: “Onde você vai estar daqui a um ano?”

Zuckerberg: “Acredito que teremos 700 funcionários.”

Battelle: “Você pretende inserir ad words e ad senses [ou seja, anúncios na forma de links patrocinados, linhas de texto que levam a algum site de serviço ou de produto, a publicidade popularizada pelos mecanismos de busca] no site?”

Zuckerberg: “Daqui a três meses eu poderei responder”.

Ou seja, Zuckerberg mantém firme a sua imagem de menino que não liga a mínima para os negócios – mesmo logo depois de ter vendido 5% do facebook.com para a Microsoft por US$ 500 milhões.

Autor: Rafael Rigues - Categoria(s): Sem categoria Tags:
17/10/2007 - 21:22

Evento nos EUA debate o futuro da Internet

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O Web 2.0 Summit, em São Francisco, Estados Unidos, começou fraco na manhã desta quarta com algumas apresentações de seus patrocinadores. O evento vai até sexta-feira e terá palestras dos principais líderes da internet atual, como Tim O’Reilly, um dos formuladores do conceito de web 2.0, John Batelle, fundador da Wired(juntos na foto), Rupert Murdoch, dono da News Corp, grande corporação de mídia mundial, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, um site do tipo Orkut, Steve Ballmer, CEO da Microsoft, além de outros fundadores de empresas como eBay, Skype, Joost, Twitter e MySpace.

Entre as palestras da manhã, um painel sobre publicidade on line não conseguiu apresentar muitas respostas sobre como a propaganda de marca vai evoluir em comparação com os anúncios em links patrocinados e outras mídias.

No painel sobre como financiar a produção de conteúdo de vídeo, alguns produtores de conteúdo citaram exemplos de campanhas bem sucedidas, como a da Nike no MySpace na qual a empresa de artigos esportivos conseguiu gerar 25 milhões de visualizações de um vídeo. Dessas, 21 milhões foram realizados fora da rede social. Ou seja, as pessoas encaminharam o vídeo para seus amigos.

Em outro painel sobre empresas inovadoras, o representante da Topix, um site com notícias locais, contou que a audiência do site passou de 5 milhões para 12 milhões de usuários por mês depois que o site adicionou comentários às notícias.

O representante da Virgin Charter, Scott Duffy, contou que 40% dos vôos de táxi aéreo nos Estados Unidos no ano passado estavam vazios porque muitas vezes o cliente contrata apenas a viagem de volta. O mercado de táxi aéreo é muito pulverizado e a maioria das empresas não têm sistemas de reserva. A Virgin Charter pretende lançar em fevereiro de 2008 um site onde os viajantes podem postar os destinos para onde querem viajar e as pequenas companhias aéreas podem oferecer trechos.

Autor: Rafael Rigues - Categoria(s): Sem categoria Tags:
17/10/2007 - 14:50

Todas as notícias que merecem a web

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A cobertura do Web 2.0 vai começar fora do encontro que se inicia hoje em San Francisco, Califórnia.

Antes de chegar ao “summit” eu conheci, em Nova York, as novas instalações do mais respeitável representante da velha mídia, “The New York Times”.

Curiosidade: Times Square, talvez o cruzamento mais conhecido do mundo, oito em cada dez visitantes de Nova York passam por ali, se chamava Long Acre Square até 1904. O nome mudou quando um jornal se instalou no número 229 da rua 43, lado oeste, o New York Times. Daí para frente o lugar passou a se chamar Times Square.

Mas o mundo também mudou e até Times Square se renovou, ficou elétrica. E os jornais começaram a perder leitores.

Então o velho jornal decidiu se renovar.

Primeiro passo: vendeu o prédio da rua 43 e botou pra fora todos os móveis clássicos que havia por lá. Decidiu ser moderno em tudo: do prédio à informação.

Segundo sinal da modernidade: abriu gratuitamente todo o conteúdo opinativo e de arquivo bloqueado para não pagantes.

A publicidade on line deverá pagar a conta que hoje é responsável por apenas 8% das receitas totais do grupo, que somam US$ 3,3 bilhões.

A operação de renovação começou em 2001 com o planejamento do novo prédio para o qual o jornal inteiro se mudou este ano. Fica na mesma região, no número 620 da oitava avenida. Trata-se de um arranha-céu de 53 andares: The New York Times Building. O grupo ocupa 23 andares.

O arquiteto: Renzo Piano, 70 anos, o mesmo que desenhou o Centro Georges Pompidou, o Beaubourg, em Paris, e é reconhecido por seu gosto pela transparência, a mesma que perpassa este edifício e foi escolhida pelos proprietários do Times para definir o conceito de grupo: transparência e comunicação.

A transparência se fez com os vidros translúcidos que cobrem 100% das paredes externas e até parte do teto que cobre os três primeiros andares da base que se alongam na parte traseira do edifício.

Comunicação que se faz com ambientes abertos, sem salas, como que convidando as pessoas a se relacionarem inclusive pela disposição e facilidade de chegar às escadas, duas por andar, uma de cada lado, sem nenhuma separação aparente em relação aos andares, mas cuja porta corta-fogo é um achado na engenharia, porque forra automaticamente o chão em caso de fogo.

Há outras inovações, como os elevadores inteligentes cujo andar é escolhido antes de você entrar nele; o ar condicionado que sopra do chão para economizar energia ou as pequenas telas de LCD que mostram as centenas de fotos captadas a cada dia pelos fotógrafos do Times…

As cores combinam algumas paredes vermelhas e paredes bege, o chão tem carpete cinza e os móveis são marrom claro. Onde não há parede, há vidro, especialmente nas salas dos editores e salas de reunião. A própria sala do chairman e publisher Artur Ochs Sulzberger Jr, 56 anos, – filho do lendário Punch – é uma espécie de aquário sem água no décimo-quinto andar no qual se pode assisti-lo a trabalhar e onde trabalham, só no jornalismo, cerca de 1.000 jornalistas.

Sulzberger Jr. atesta: “Este edifício foi desenhado desde o solo até o alto para reforçar os valores da The New York Times Company. O plano aberto e a facilidade de comunicação, ambos verticais e horizontais, representam nossa cultura de colaboração e transparência. O brilhante design representa nosso compromisso com a inovação constante”.

No que toca à questão da informação, o conceito é que a empresa está voltada 100% para ela. O novo prédio prevê espaços para a tomada e edição de vídeos e gravações em geral.

Se a redação tradicional ocupa três andares, a redação do jornal na web já ocupa dois andares. Se a redação produz conteúdos que serão reempacotados pelo pessoal da web, todos já estão preocupados com conteúdo multimídia.

Mesmo o material exclusivo, aqueles furos que só apareciam no jornal impresso, já vão para a web antes de surgir a edição impressa.

O velho jornal impresso perde circulação e agora está na casa de 1,1 milhão de exemplares por dia da semana exceto aos domingos quando atinge 1,6 milhão de exemplares (já teve 1,7 milhão).

O site tem 1,6 milhão de visitantes únicos por dia.

Ao somar os leitores do jornal impresso e os da web, cuja sobreposição é de 16%, o alcance é de 4,1 milhão de leitores por dia, 14,6 milhões por mês de consumidores de notícias e de interpretações – agora também disponíveis gratuitamente na web.

O mais importante no que toca às difíceis relações entre as empresas da velha mídia e as das novas mídias é que esta antiga fortaleza da comunicação decidiu apostar na digitalização da informação e renovou-se inteira e completamente para tanto.

Se o lema do jornal impresso é o de que ali se publicam todas as notícias que merecem publicação, o lema foi transposto para a web e ali também estão todas elas – agora à disposição de todo o mundo.

Autor: Rafael Rigues - Categoria(s): Sem categoria Tags:
16/10/2007 - 17:41

Sistema operacional Leopard da Apple deve chegar em outubro

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A Apple divulgou hoje detalhes sobre o lançamento de seu novo sistema operacional (SO), o Mac OS X Leopard. A novidade deve chegar às lojas no dia 26 de outubro por US$ 129, com três meses de atraso. De acordo com release oficial da empresa, a decisão de adiar o lançamento do SO foi correta, pois a prioridade era o lançamento do iPhone.

O Leopard, que é a sexta maior atualização da empresa desde 2001, deve chegar ao mercado com mais de 300 recursos novos.

Confira a contagem regressiva no site da Apple

Autor: Rafael Rigues - Categoria(s): Sem categoria Tags:
11/10/2007 - 18:13

Estudantes brasileiros desbloqueiam iPhone após novo update

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“Somos os primeiros no mundo a desbloquear o iPhone na versão 1.1.1″, afirmou o estudante Breno MacMasi, em entrevista exclusiva pelo telefone. Aproximadamente, às 13h dessa quinta-feira, com a ajuda de Paulo Stool, ele voltou a desbloquear o iPhone utilizando uma técnica inédita.

“Fizemos um downgrade do aparelho de volta para a versão anterior e utilizamos nossos scripts de desbloqueio. Em seguida, entramos no site oficial e baixamos o upgrade para a versão 1.1.1, que travou todos os iPhones previamente alterados. O último passo foi hackear a ativação, simulada em um servidor nosso”, disse.

A dupla foi a primeira a desbloquear o dispositivo da Apple no Brasil, logo após seu lançamento, em junho.

MacMasi ainda afirmou que o desbloqueio do iPhone é totalmente legal. Mesmo assinando o contrato com a operadora, como a At&T nos EUA, o usuário é livre para atualizar o aparelho em qualquer lugar do mundo.

Os estudantes pretendem atualizar seu site com versões atualizadas do procedimento. Os interessados podem visitar o: www.desbloqueiobr.com.br.

Autor: Rafael Rigues - Categoria(s): Sem categoria Tags:
09/10/2007 - 16:10

Windows XP ganhará novo update

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Parece que o Vista não é o único sistema da Microsoft que vai ganhar um novo update. Uma nova versão do Service Pack 3 foi enviada à elite dos “testadores” da MS, o SP3 Build 3205.

Algumas das alterações no pacote vieram do Vista. Uma delas é o novo formato de ativação do produto, que não pede a chave d autenticação durante a instalação, além de uma nova proteção de acesso à rede que replica diversos recursos do Vista.

O novo update no sistema operacional é devido à extensão no prazo de vida do XP para junho de 98.

Autor: Rafael Rigues - Categoria(s): Sem categoria Tags:
05/10/2007 - 08:03

Censura: China bloqueia leitores RSS e feeds

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Uma das únicas formas de receber informações de sites bloqueados pelo governo chinês era via feeds RSS, agregados por serviços como o FeedBurner. A idéia era acessar esses sistemas para receber as notícias sem ter que passar pelos sites bloqueados.

Para acabar com “o problema” os responsáveis pelo bloqueio resolveram travar as URLs com “feeds”, “rss” e “blog” no endereço. A censura não termina.

Quer saber quais endereços estão bloqueados na china?

Acesse o site: www.greatfirewallofchina.org.

Autor: Rafael Rigues - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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