Amor e ódio pela internet em painel com usuários

A platéia de profissionais de internet do Web 2.0 Summit, em São Francisco, Estados Unidos, riu à vontade com a sinceridade de usuários convidados para um dos painéis desta sexta-feira. Os usuários que participaram do painel sobre a “geração esquecida” estão na faixa dos 40 anos. São pessoas que normalmente não são associadas ao perfil de usuário típico da internet.
Em resumo, há uma relação de amor e ódio dos usuários com a internet. Quase todos os usuários se dizem incomodados com o excesso de anúncios e a dificuldade de uso de alguns sites. Mas cada um também tem suas paixões. “Eu acho que deveria ter duas opções: quero ver anúncios ou não quero ver anúncios que funcionasse em toda a internet”. Quando perguntados se pagariam para não ver anúncios, quase todos disseram que sim. Alguns topam pagar de US$ 1 a US$ 10.
Ao mesmo tempo, os usuários dizem que não se imaginam vivendo sem internet. “É um estilo de vida”, disse um dos participantes. Um dos usuários afirma que não poderia viver sem o “Craigslists”, um site de anúncios gratuitos dos Estados Unidos.

O Brasil já poderia ter avançado muito se os que detem o poder de comunicação contribuissem em cobrar resultados, veja por exemplo como um mercado que cresce a cada dia exclui milhares de usuários mesmo em internet discada, pois o usuário de menos recursos tem que aguardar até a meia noite para poder utilizar, o governo já deveria ter ordenado que a internet fosse liberada como o é das 24 hs até as 6hs, para o período das 21 hs até as 8 hs, pois assim muito mais pessoas poderiam utilizar mais a internet, não vejo grande inteligência de quem opera neste mercado pois se possuissem já teriam feita grande pressão para que isso ocorresse. Imagina que a pessoa fica até as 24 hs aguardando para utilizar a internet isso é mediocre. Ninguem cresce em tecnologia se o governo não participar, deveria incluir no curriculo escolar disciplinas do tipo estudo de lógica e lógica de programação, que são fundamentais para formarmos programadores e analistas de bom nível. O que sobra nunca faz falta, principalmente conhecimento
Francisco José