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28/07/2009 - 14:45

Em tempo

Florence and the Machine

Florence and the Machine

Lacrosse

A “banda mais fofa da década” lançou seu segundo álbum, Bandages for the Heart, em maio deste ano. O disco não agradou tanto quando o primeiro, mas ainda vale uma ouvida.

Broken Records

Lançou no primeiro semestre o seu álbum de estreia reunindo algumas das canções já conhecidas e outras novinhas. Na estrada com uma agenda lotada de shows, o grupo foi escalado para tocar em alguns dos principais festivais deste verão britânico (Glastonbury, Reading e Leeds e T in the Park entre eles)

Glasvegas

Desde que quase tirou do Metallica o primeiro lugar da parada britânica com seu disco de estreia, o Glasvegas se tornou um dos queridinhos do rock britânico. Na semana passada, seu disco foi indicado ao Mercury Prize, o mais prestigiado troféu da música britânica. Ele concorre a melhor álbum do ano com Florence and the Machine, Friendly Fires, Kasabian, The Horrors e Bat For Lashes, entre outros.

Florence and the Machine

Lançou seu primeiro álbum, Lungs, em julho e recebeu elogios de toda a imprensa britânica. Como o álbum de estreia do Glasvegas, Lungs foi indicado ao Mercury Prize na última semana. Florence corre na frente como uma das favoritas. O vencedor será anunciado em setembro.

Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , ,
17/02/2009 - 10:24

The Pains of Being Pure at Heart

Quem são: o nome parece de banda emo, mas a música não tem nada disso. The Pains fo Being Pure at Heart (as dores de ter um coração puro) é um quarteto de Nova York que, como as Vivian Girls, despontou este ano como parte de uma nova geração de noise-pop (ou sob o péssimo rótulo nugazers – novos shoegazers). A inocência e fragilidade de seu nome vêm direto do espírito de inadequação e imaturidade da geração C86. Com sua história começando em 2007, a banda acaba de lançar seu primeiro álbum.

O que fazem: shoegaze, ponto. Sem tirar nem por ingredientes estranhos à receita testada e aprovada no final dos anos 80, o grupo soma melodias pop, guitarras distorcidas, barulho, vocais menino/menina e letras sobre amores que machucam, medos do início da vida adulta e suicídio. Fechados em um estilo bem definido, eles já podem contar com um público apaixonado e fiel, mas, por outro lado, a falta de ousadia e inovação pode mantê-los restritos ao circuito indie indefinidamente. Eles não vão mover grandes plateias, mas podem animar pistas de dança em pequenos clubes em qualquer lugar do mundo.

Para quem gosta de: My Bloody Valentine, C86, Vivian Girls, The Soundscapes

Ouvir:  “This Love is Fucking Right”

Get the Flash Player to see the wordTube Media Player.

 

Página oficial: www.thepainsofbeingpureatheart.com

MySpace: www.myspace.com/thepainsofbeingpureatheart

Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
11/12/2008 - 10:39

School of Seven Bells

Quem são: baseado em Nova York, o trio School of Seven Bells nasceu nos bastidores de shows do Interpol formado por Benjamin Curtis (ex- Secret Machines) e as irmãs gêmeas Alejandra e Claudia Deheza (ex-On-Air Library!). Elogiada por Rolling Stone, Spin, Pitchfork e Guardian, a banda lançou em outubro seu primeiro álbum, Alpinisms.

O que fazem: o School of Seven Bells parece estar buscando um meio-termo entre psicodelia, globalização e futurismo. Tem momentos que remetem ao shoegaze e ao dream pop que compunha muito da sonoridade do Secret Machines, toques de Cocteau Twins, elementos eletrônicos, ambiências etéreas e vocais fantasmagóricos, referências latino-americanas e batidas tribais. Às harmonias vocais das meninas fica a tarefa de adoçar a receita e dar a liga.

Para quem gosta de: Cocteau Twins, Medicine, Secret Machines, M83

Ouvir: “Half Asleep”

O burburinho: “Nos seus melhores momentos, o School of Seven Bells sabe onde quer chegar e chega lá com graça e estilo de sobra” – Pitchfork Media

Página oficial / MySpace: www.myspace.com/schoolofsevenbells

Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
28/11/2008 - 09:40

The Soundscapes

Quem são: Raphael e Rodrigo Carvalho são irmãos nascidos em Maringá (Paraná) que vivem hoje autoexilados em Nova York. “Uma perda para o Brasil, um ganho para o Brooklyn”, já defendeu um site local. A banda foi formada em 2006 e vem construindo sua carreira com a paciência de quem conhece bem as etapas e obstáculos da cena independente, calos conquistados após diversas tentativas de viver de rock no Brasil. E nessa luta, guitarra e bateria são suas únicas armas.

O que fazem: é simples, o Soundscapes gosta de melodias e camadas de guitarra. Os meninos que tocavam covers de Pixies, Sonic Youth e My Bloody Valentine aos 14 anos cresceram com um gosto muito específico pelo indie rock dos anos 1990 e recuperam o clima daquela década com propriedade. Seu primeiro álbum, Freestyle Family, foi lançado em formato digital na última segunda-feira e deve ganhar o mundo em versão física no início do ano que vem.

Para quem gosta de: Sonic Youth, My Bloody Valentine

Ouvir: “Son of the Future”

No Youtube: “Here’s When”

Página oficial / MySpace: www.myspace.com/thesoundscapes

Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
16/09/2008 - 22:34

Glasvegas

Quem são: com sua cidade natal Glasgow no nome, o quarteto escocês Glasvegas lançou seu álbum de estréia na semana passada e ameaçou tirar do Metallica oprimeiro lugar entre os mais vendidos da semana. Um sucesso popular que pode parecer repentino, mas que vem sendo construído há mais de um ano com muito suor e hype e é mantido com o apoio quase histérico de grande parte da imprensa britânica, dos alarmistas ao racionais, dos sites independentes aos jornais mais sérios – do NME ao The Independent.

O que fazem: eles começam lá em Phil Spector e no pop ingênuo dos anos 60, passam por The Clash, apostam muitas fichas em Jesus and Mary Chain e incorporam o Interpol com toda essa bagagem nas costas. Algumas vezes soamsimples como puro Ramones, em outras se desmancham em dramaticidade e paisagens sonoras amplas, quase infinitas, ou se afogam em distorção. O sotaque escocês carregado beira o dialeto com letras com o olhar da classe operária enquanto a capa do álbum mostra uma cidade sem cores assombrada por um céu turbulento e opressor. Eles são tudo o que o claudicante revivalshoegaze precisava para chegar ao mainstream.

Para quem gosta de: Jesus and Mary Chain, Intepol, My Bloody Valentine, Editors

Ouvir: “Daddy’s Gone”, “Geraldine”

O Burburinho: “Glasvegas é a mais importante banda britânica que estreou este ano, assim com o MGMT é a banda americana mais importante – e a única dúvida é se se trata apenas deste ano ou de anos. O que leva o Glasvegas para outro nível são as letras que carregam um senso de realidade, uma autenticidade vista apenas superficialmente desde o Smiths”, The Independent

MySpace: www.myspace.com/glasvegas

Página oficial: www.glasvegas.net

Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
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