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21/10/2009 - 11:09

Comma

comma

Quem são: Mini Lamers e Didi Cunha sozinhas são o Comma. Elas dividem os vocais de forma harmônica, Didi toca bateria e Mini toca violão. Elas estão juntas há cerca de três anos circulando pelo cenário independente de São Paulo, aperfeiçoando as músicas e testando seu repertório em pequenas apresentações. Seu primeiro álbum, Monkey, foi lançado em setembro deste ano e está disponível para audição na íntegra na página das meninas no MySpace.

O que fazem: canções sobre inadequação, relacionamentos, dores de amor em pleno verão inspiradas em filmes, literatura e situações cotidianas. Elas ficam na ponte entre o folk e o indie pop, com a musicalidade simples e a beleza frágil de ambos.

Para quem gosta de: Cat Power, Tegan and Sara

Ouvir: “Sad Summer”

Página oficial / MySpace: www.myspace.com/commabr

Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
07/08/2009 - 10:59

Owl City

Quem é: Alan Young vem do “meio do nada em Minnesota” e desde 2007 ele assina seu projeto musical como Owl City. Seus primeiros trabalhos foram gravados no porão da casa de seus pais e todas as suas músicas nascem de noites de insônia. Ele acaba de lançar Ocean Eyes, seu terceiro álbum, e o trabalho chegou à posição 27 da parada dos EUA.

O que faz: Young diz que escreve com o coração e, para ele, quem conhece suas músicas conhece os seus sentimentos mais íntimos. Sua música é imediatamente associada aos sons do Postal Service – eletrônica combinada com a sensibilidade e a glicose do indie pop. Synthpop fofo, eurodisco melancólico, Owl City é feito de batidas, sintetizadores e efeitos, mas não é para dançar. Se seus discos trouxessem uma bula, ela recomendaria o uso em dias bonitos de verão.

Ouvir: “Fireflies”

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Para quem gosta de: New Order, Postal Service, Acid House Kings

Página oficial: owlcitymusic.com

MySpace: www.myspace.com/owlcity

Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
31/07/2009 - 16:35

A Fine Frenzy

Quem é: Alison Sudol responde sozinha pelo A Fine Frenzy. A norte-americana de 25 anos cresceu em Los Angeles e diz que aprendeu a tocar piano sozinha. Filha de professores de arte dramática, ela tirou o nome para a sua banda de uma cena da peça “Sonho de Uma Noite de Verão”, de Shakespeare, e suas bandas preferidas cabem todas dentro do baú do indie pop, como Camera Obscura, Belle and Sebastian e Death Cab For Cutie. Ganhando popularidade, a ruiva de olhos grandes acaba de bater o número de um milhão de seguidores no Twitter.

O que faz: já abriu para Stooges e excursionou com Rufus Wainwright, mas é com cantoras como Tori Amos e Regina Spektor que Alison se relaciona. Ela é afinadíssima e varia deliciosamente do sussurro ao canto expansivo e seu pop adulto é puxado quase sempre pelo som do piano. Sua música madura contrasta um pouco com as letras ingênuas e o ar angelical de Sudol, sempre reforçado nas imagens de divulgação que parecem saídas de contos de fadas. Seu primeiro álbum, One Cell in the Sea, foi lançado em 2007 e lembra Coldplay e Keane tanto quanto remete a Joni Mitchell.O disco número dois (Bomb in a Birdcage) está pronto e chega ao mercado dia 08 de setembro. Seu primeiro single, “Blow Away”, já pode ser ouvido na página da ruiva no MySpace.

Para quem gosta de: Tori Amos, Regina Spektor, Camera Obscura

Ouvir: “The Minnow & The Trout”

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Página oficial: www.afinefrenzy.com

MySpace: www.myspace.com/afinefrenzy

Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
28/07/2009 - 14:45

Em tempo

Florence and the Machine

Florence and the Machine

Lacrosse

A “banda mais fofa da década” lançou seu segundo álbum, Bandages for the Heart, em maio deste ano. O disco não agradou tanto quando o primeiro, mas ainda vale uma ouvida.

Broken Records

Lançou no primeiro semestre o seu álbum de estreia reunindo algumas das canções já conhecidas e outras novinhas. Na estrada com uma agenda lotada de shows, o grupo foi escalado para tocar em alguns dos principais festivais deste verão britânico (Glastonbury, Reading e Leeds e T in the Park entre eles)

Glasvegas

Desde que quase tirou do Metallica o primeiro lugar da parada britânica com seu disco de estreia, o Glasvegas se tornou um dos queridinhos do rock britânico. Na semana passada, seu disco foi indicado ao Mercury Prize, o mais prestigiado troféu da música britânica. Ele concorre a melhor álbum do ano com Florence and the Machine, Friendly Fires, Kasabian, The Horrors e Bat For Lashes, entre outros.

Florence and the Machine

Lançou seu primeiro álbum, Lungs, em julho e recebeu elogios de toda a imprensa britânica. Como o álbum de estreia do Glasvegas, Lungs foi indicado ao Mercury Prize na última semana. Florence corre na frente como uma das favoritas. O vencedor será anunciado em setembro.

Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , ,
22/07/2009 - 11:40

Rosie and Me

Quem são: Alex Sousa morava no Rio de Janeiro e Rosanne Machado morava em Curitiba. Mesmo assim, a dupla deu um jeito de se conhecer e, à distância, dar a partida no Rosie and Me. A banda que escolhe a capital paranaense como base hoje lista mais dois integrantes oficiais: Guilherme Miranda (no baixo), Leandro Benyk (no violão) e Tiago Barbosa (na bateria). Grupo de poucos shows por enquanto, os curitibanos anunciam para “breve” o lançamento de seu primeiro trabalho, o EP “Bird and Whale”.

O que fazem: indie folk cantado em inglês e gravado da forma mais simples possível. A música do Rosie and Me ganha o ouvinte pela beleza e pela doçura e sai das caixas de som com uma placidez equivalente à presença aconchegante de um amigo querido. As músicas do grupo podem ser baixadas gratuitamente em sua página no Last.fm.

Para quem gosta de: Vanguart, Mallu Magalhães

Ouvir: “Old Folks (New Year)”

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Página oficial / MySpace: www.myspace.com/rosieandme

Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
16/06/2009 - 14:50

Arthur & Yu

Quem são: Arthur & Yu são os apelidos de infância de Grant Olsen e Sonya Westcott, dupla de Seattle. Tocando em pequenos clubes da região, o duo foi descoberto por um dos fundadores do lendário selo Sub Pop, que escolheu a banda para lançar seu novo empreendimento, o selo Hardly Art Records. In Camera é o nome da estreia da dupla em CD.

O que fazem: “O disco soa como ele foi gravado – eu e meu quarto e as coisas da minha casa” é como o multiinstrumentista e vocalista Olsen descreve In Camera. O disco de indie folk lo-fi pouco disfarça a nostalgia dos anos 1960 e 1970 e é acalentado por uma leve brisa americana que resgata as parcerias de Nancy Sinatra e Lee Hazlewood. As harmonias mesclam as vozes feminina e masculina de modo ao mesmo tempo terno e hipnótico e a produção enevoada, quase intoxicante, dá a Arthur & Yu uma melancolia afogada em drogas herdada do Velvet Underground.

Para quem gosta de: Nancy Sinatra e Lee Hazlewood, Velvet Underground & Nico, The Raveonettes

Ouvir: “There Are Too Many Birds”

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No Youtube: “Afterglow”

Página oficial / Myspace: www.myspace.com/arthurandyu

Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
17/02/2009 - 10:24

The Pains of Being Pure at Heart

Quem são: o nome parece de banda emo, mas a música não tem nada disso. The Pains fo Being Pure at Heart (as dores de ter um coração puro) é um quarteto de Nova York que, como as Vivian Girls, despontou este ano como parte de uma nova geração de noise-pop (ou sob o péssimo rótulo nugazers – novos shoegazers). A inocência e fragilidade de seu nome vêm direto do espírito de inadequação e imaturidade da geração C86. Com sua história começando em 2007, a banda acaba de lançar seu primeiro álbum.

O que fazem: shoegaze, ponto. Sem tirar nem por ingredientes estranhos à receita testada e aprovada no final dos anos 80, o grupo soma melodias pop, guitarras distorcidas, barulho, vocais menino/menina e letras sobre amores que machucam, medos do início da vida adulta e suicídio. Fechados em um estilo bem definido, eles já podem contar com um público apaixonado e fiel, mas, por outro lado, a falta de ousadia e inovação pode mantê-los restritos ao circuito indie indefinidamente. Eles não vão mover grandes plateias, mas podem animar pistas de dança em pequenos clubes em qualquer lugar do mundo.

Para quem gosta de: My Bloody Valentine, C86, Vivian Girls, The Soundscapes

Ouvir:  “This Love is Fucking Right”

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Página oficial: www.thepainsofbeingpureatheart.com

MySpace: www.myspace.com/thepainsofbeingpureatheart

Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
10/02/2009 - 16:20

Annuals

Quem são: vindo da remota Carolina do Norte (EUA), o Annuals é um sexteto liderado por Adam Baker. Formada por volta de 2004, em 2006 a banda já lançava seu primeiro disco, Be He Me, mas por muito tempo seu nome ficou restrito a blogs e sites independentes. O aumento da popularidade veio com o tempo, o trabalho e os shows de abertura para gente como Bloc Party e Flaming Lips. Such Fun, lançado no final de 2008, é seu segundo álbum e uma longa agenda de divulgação segue firme pelos próximos meses prevista para acabar no badalado festival South by Southwest.

O que fazem: o Annuals faz um indie rock bem norte-americano com cara dos anos 2000 descrito como pop orquestral, colorido e expansivo. Com um pouco da doçura e beleza melódica do indie pop do The Shins, mas buscando um tantinho da grandiosidade dos arranjos de canadenses do Arcade Fire, seu som é variado e surpreendente.

Para quem gosta de: The Shins, Death Cab For Cutie, Broken Social Scene

Ouvir: “Confessor”

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Página oficial: annualsmusic.com

MySpace: www.myspace.com/annuals

Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
16/01/2009 - 10:01

Alessi’s Ark

Quem é: Alessi’s Ark é apenas Alessi Laurent-Marke, uma garota pálida, de cabelos escuros e olhos tristes nascida em Londres há 18 anos. Aos 16, ela abandonou os estudos para seguir seu talento, mas prometeu aos pais que voltaria para a escola caso a carreira na música não desse certo. Parece que não será preciso.

O que faz: ela não tem o apelo pop de Kate Nash ou a crueza de Florence and the Machine. Ao contrário da maior aposta feminina da Grã-Bretanha para 2009, Alessi exala fragilidade e usa sua voz pequena e sua aparência angelical em favor de canções de ninar. Em seus arranjos, harpas, cordas e glockenspiel multiplicam o efeito etéreo. Influências de country music que lembram os trabalhos solo de Jenny Lewis (Rilo Kiley) e Isobel Campbell (Belle and Sebastian) aparecem em suas gravações mais recentes em troca da sonoridade folk e orquestral que prevalecia nas primeiras composições. O single “The Horse” saiu no final de 2008 pela EMI.

Para quem gosta de: Mallu Magalhães, Jenny Lewis, Joanna Newson

Ouvir: “The Horse”

Conexões: integrantes da banda Bright Eyes participaram das gravações do primeiro álbum de Alessi cuidando de produção e backing vocals. O disco, chamado Notes From the Treehouse, será lançado em março.

Página oficial / MySpace: www.myspace.com/alessisark

Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
18/12/2008 - 19:10

Crayon Fields

Quem são: tão longe de tudo, a Austrália é o tipo de lugar onde cabem muitos tesouros escondidos. Um dos atuais é o quarteto de Melbourne Crayon Fields, liderado pelo garoto Geoff O’Connor que canta e escreve todas as músicas.

O que fazem: dos quatro rapazes da banda, três usam óculos e todos, sem exceção, parecem ser do tipo mais tímido da festa. Ou seja, são material perfeito para o indie pop. Beach Boys, Zombies e toda aquela melancolia e sentimento de inadequação curtidos debaixo de sol enquanto as outras pessoas se divertem é o clima reinante. Há também uma atmosfera enevoada, como se as canções viessem de muito longe, bem no estilo dos ingleses do Clientele. Não é a reinvenção do pop, mas encanta. Eles lançaram sua estreia Animal Bells em 2006 e seu próximo álbum, All the Pleasures in the World, sai em março de 2009.

Para quem gosta de: Beach Boys, Zombies, Clientele

Ouvir: “Mirror Ball”

No Youtube: “Living So Well”

Página oficial / MySpace: www.thecrayonfields.com

Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
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