A Fine Frenzy
Quem é: Alison Sudol responde sozinha pelo A Fine Frenzy. A norte-americana de 25 anos cresceu em Los Angeles e diz que aprendeu a tocar piano sozinha. Filha de professores de arte dramática, ela tirou o nome para a sua banda de uma cena da peça “Sonho de Uma Noite de Verão”, de Shakespeare, e suas bandas preferidas cabem todas dentro do baú do indie pop, como Camera Obscura, Belle and Sebastian e Death Cab For Cutie. Ganhando popularidade, a ruiva de olhos grandes acaba de bater o número de um milhão de seguidores no Twitter.
O que faz: já abriu para Stooges e excursionou com Rufus Wainwright, mas é com cantoras como Tori Amos e Regina Spektor que Alison se relaciona. Ela é afinadíssima e varia deliciosamente do sussurro ao canto expansivo e seu pop adulto é puxado quase sempre pelo som do piano. Sua música madura contrasta um pouco com as letras ingênuas e o ar angelical de Sudol, sempre reforçado nas imagens de divulgação que parecem saídas de contos de fadas. Seu primeiro álbum, One Cell in the Sea, foi lançado em 2007 e lembra Coldplay e Keane tanto quanto remete a Joni Mitchell.O disco número dois (Bomb in a Birdcage) está pronto e chega ao mercado dia 08 de setembro. Seu primeiro single, “Blow Away”, já pode ser ouvido na página da ruiva no MySpace.
Para quem gosta de: Tori Amos, Regina Spektor, Camera Obscura
Ouvir: “The Minnow & The Trout”
Página oficial: www.afinefrenzy.com
MySpace: www.myspace.com/afinefrenzy
Autor: Juliana Zambelo - Categoria(s): Sem categoria Tags: Estados Unidos, indie pop, pop

A Fine Frenzy é ótimo, espero ansiosa pelo novo cd.
Bela dica.
Nada havver com seu post, mas… vc já escutou alguma coisa de uma banda pernambucana chamada protiferolis. Lançaram um disco agora pouco intitulado “PARE E SIGA”. ainda não ouvi nada de música além de um certo burburinho… Se vc já ouviu o q achou?
Acompanho a trajetoria dessa menina linda de voz angelical, nao e a toa que esta ganhando cada vez mais fas, seu jeito meigo e ingenuo tem esse poder de seducao, acabei de baixar o segundo CD e o considero orgasmático.