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03/02/2009 - 15:59

Coisa de moderno?

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Você já deve ter visto por aí um monte de gente com bonés da New Era ou seus genéricos fazendo estilo moderno, do rap, do hip hop ou apenas underground, porém, o que você não sabe, é que a marca acabou de lançar uma nova linha em parceria com a Disney.

Os bonés agora têm a assinatura de seis artistas do Japão, EUA e Inglaterra –  Tenga One, Ewok, Rime, Chaz Bojorquez, Aroe Msk-Ha e Suiko One; que fazem parte do Bloc28 com mais seis outros nomes – e a cara do Mickey de jeitos que você nunca viu, mas vai adorar ver!

O modelo dos bonés é o 59 Fifty em couro e é um dos mais badalados na atualidade. São aqueles modelos que você vê o pessoal usando com selinho pra mostrar que é original, sabe?

 

Gostou da ideia da marca? Comente!

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Hip hop, Moda Tags: , , , , , ,
08/09/2008 - 00:32

Até daqui a dois anos!

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Ao som de E2 e U-Gueto, chegou ao fim a 1ª Bienal Internacional de Grafitti de Belo Horizonte – BIG: primeiro evento dedicado à arte do grafite no mundo! Em nove dias, milhares de pessoas visitaram as exposições, participaram do seminário, curtiram os vários shows e discotecagens e puderam ver artistas de diferentes lugares do mundo juntos numa só galeria. Além disso, workshops e intervenções urbanas também fizeram parte da grade de programação do evento.

Rui Santana, curador e respnsável pela organização da BIG, disse que a Bienal foi um acontecimento importantíssimo e histórico. “Nunca aconteceu nada assim no mundo. Fizemos um evento internacional, formamos um intercâmbio cultural com a mistura de diferentes nacionalidades, formações e estilos. A Serraria recebeu, em média, 3.000 pessoas por dia. Promovemos visitas monitoradas para alunos de diversas escolas públicas e privadas. Produzimos intervenções que viraram um registro na cidade”.

Glenio Campregher

A aceitação do público certamente foi muito positiva. O zigue-zague de pessoas pelo galpão da Serraria foi constante durante toda a duração da BIG. A importância desse evento deve ficar em destaque constante. Afinal, é uma oportunidade de se debater uma arte, de aumentar o conhecimento e fazer novas reflexões, que possam, ou não, vislumbrar novas direções. Passada a surpresa e a novidade da estréia, é fato que, daqui a dois anos, a Bienal Internacional de Graffiti de Belo Horizonte cravará seu espaço no circuito cultural da capital mineira. E que o exemplo seja seguido!      

Confira abaixo algumas imagens da exposição ‘Arte de Rua’, um dos destaques da Bienal, que mistura instalações, objetos e derivações. E os visitantes também puderam deixar seus registros nas paredes dessa galeria.

 

E fica a dica para que ainda não acessou o site do evento. Lá estão disponíveis várias outras fotos dos melhores momentos da BIG, o blog e um espaço interativo onde os internautas podem criar seus grafites e disponibilizá-los para visualização. Acesse www.bigbh.com.br e confira!

Até daqui a dois anos!

Autor: Redação - Categoria(s): Hip hop, bienal internacional de grafite, street art Tags: , , ,
06/09/2008 - 12:41

Intervenção urbana

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Uma das propostas da 1ª Bienal Internacional de Graffiti de Belo Horizonte, é promover intervenções pela cidade afim de fazer uma espécie de diálogo entre a arte, o espaço público e a própria Bienal. Como pôde ser aprendido nessa semana de seminários, faz parte da essência do grafite esse caráter de trangressão, em que o artista aproveita os espaços públicos e cria uma linguagem intencional para interferir na cidade.

Trabalhos de intervenção urbana foram feitos, e ainda estão sendo, durante todo o período do evento. Alguns pontos da cidade terão, para sempre, o registro da 1ª Bienal Internacional organizada para discutir os rumos dessa arte urbana.

Além dos espaços que já estavam marcados para as intervenções, como o muro que cerca a Serraria Souza Pinto e o muro do restaurante Pizza Sur, próximo à Praça da Liberdade e em frente ao Usiminas Belas Artes de Cinema, a organização conseguiu permissão para que os artistas pintassem os muros de uma antiga e enorme fábrica de tecidos da cidade, localizada no Bairro Renascença, e do galpão do Sistema de Limpeza Urbana (SLU).

Rui Santana, curador e organizador da Bienal, disse que poder fazer isso é incrível! “Essas interveçoes são muito importantes e farão com que o evento fique marcado para sempre na história da cidade . A Serraria Souza Pinto é tombada pelo Patrimônio Histórico (é proibido qualquer tipo de alteração nas estruturas do local sem autorização prévia). É o registro de uma arte que não morre mais” – completou.

Quem quiser pode ver ao vivo a criação dessas intervenções. O muro da Serraria ainda não está finalizado e o trabalho na antiga fábrica de tecidos começou hoje. Quem não puder ir ver, pode conferir alguns clicks dos trabalhos na galeria abaixo. Mais fotos em breve.  

Crédito: Alan Terra

Outras informações no site www.bigbh.com.br

Autor: Redação - Categoria(s): Hip hop, bienal internacional de grafite, street art Tags: , , , ,
04/09/2008 - 19:20

A identificação de uma arte

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Identidade é o conjunto de caracteres próprios e exclusivos com os quais se pode diferenciar uma coisa de outra. Pessoas, animais, plantas e objetos inanimados possuem sua própria identificação. Obviamente, isso se dá da mesma maneira com os artistas: cada um possui seu estilo, sua marca, sua identidade; e repassam isso para as suas obras.

Com o tema “Grafite como identidade nos séculos XX e XXI”, o seminário realizado hoje na Serraria Souza Pinto trouxe à tona essa discussão. Foram convidados para falar ao público presente a artista plástica e arte-educadora, Julia Pontes; o professor da Universidae Federal de Minas Gerais (UFMG), Juarez Dayrell e o rapper belorizontino Renegado.

Julia, como artista plástica que é, salientou que o que forma a identidade de uma arte é o processo criativo e o projeto poético da mesma. Partindo desse pressuposto ela afirmou que, hoje, “as coisas estão misturadas. Grafiteiros e artistas pláticos formam um grupo só”. Isso talvez pelo fato de ela considerar que a construção da obra e de seu caráter poético, tanto nas artes plásticas quanto na grafitagem, partem de um mesmo pressuposto: a vontade de se expressar e se identificar.

O rapper Renegado vê o grafite como intervenção no espaço público, tanto em âmbito local como global. Ele frisou que o que identifica uma arte é a sua base. “Podemos alçar vôos maiores, mas é bom sempre mantermos nossa base identificatória perfeitamente cimentada, para que não venhamos a nos perder mais pra frente”. Tendo isso em mente, o rapper ainda alertou a platéia para um fenômeno que pode embaçar essa identidade: “Hoje em dia ocorre uma constante inversão de valores onde conceitos são desformatados por inteiro”. Daí é que parte a importância de se preservar as próprias bases.

O professor Juarez Dayrell fez um apanhado da história do grafite até o dia da constatação de sua própria identidade. “Nos anos 90 o grafite era algo totalmente marginal e hoje ocupa galerias de arte. É um salto qualitativo que demarca a identidade dessa arte”. Ele, assim como fez o Renegado, destacou o fato de o grafite acontecer aqui, como acontece pelo mundo afora. ”Apesar de se mostrar uma continuidade (daquilo que surgiu ou foi feito num outro lugar), o grafite, seja ele de onde for, também possui especificidade”; garantindo assim, mais uma vez, um status de identidade própria.

Essa questão da identidade dessa arte é uma discussão sem fim, pelo menos por enquanto. Afinal, que identidade é essa? Foi isso que todos ficaram se perguntando durante o debate, inclusive os próprios conferencistas. Tentando amenizar essa dúvida, o professor da UFMG completou, “eu vejo o grafite como uma fonte de formatação da identidade que, por sua vez, é uma coisa dinâmica, que vai se reconstruindo através da renovação”.      

Autor: Redação - Categoria(s): Hip hop, bienal internacional de grafite, street art Tags: , , , , ,
03/09/2008 - 20:42

Grafite, tatoo, design, publicidade e arquitetura

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O terceiro seminário da 1ª Bienal Internacional de Graffiti de BH levou muita gente à Serraria Souza Pinto, fazendo com que o seminário fosse o mais cheio de todos até agora. Para discutir sobre “grafite, tatoo, design, pubicidade e arquitetura” foram convidados o arquiteto e professor da Universidade Fumec (Fundação Mineira de Educação e Cultura), Flávio Negrão; o designer e também professor da mesma universidade, Eduardo Braga e o artista plástico Edmundo Bravo, o Didi. Também foi convidado o tatuador Leo Lobinho, que não compareceu.

Flávio Negrão é integrante de um projeto que procura transformar o lixo em objeto novamente utilizável, de diversas formas. Este trabalho é realizado na marcenaria da Asmare (Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Material Reciclável). Para isso, ele conta com a ajuda da galera do design e do grafite. “O projeto já existe há mais de três anos e é o único do Brasil a trabalhar com eco-design” – conta o professor. Ele ainda explicou que tudo o que é usado nas produções é previamente e “sustentavelmente” analisado. “É necessário avaliar o ciclo de vida dos materiais usados. Para onde vão as latinhas? As chapas? E as placas? Tudo isso tem de ser levado em consideração”. 

No âmbito da arquitetura, o professor observou que o grafite evoluiu muito em Belo Horizonte. “Hoje não é preciso pular o muro do trilho do trem para ver um grafite. A arte veio às ruas. Mas é preciso cautela, pois senão o grafite acaba por perder a sua essência ou então a cidade fica poluída” – termina.

No lado da publicidade, Didi explicou que “a propaganda se utiliza muito dos ícones do grafite para diferentes coisas”, e que, juntos, “colaboram para um resultado melhor”, atitude que ele enxerga como positiva. Em contrapartida, disse também que a propaganda possui muitas idéias que podem e devem ser usadas pelo grafite. “O grafite deveria sair de seu quadrado”.

Eduardo Braga deu uma pincelada no que diz respeito à relação do design moderno com o grafite, uma arte contemporânea. “Temos que ter um olhar amplo e trabalhar todos os sentidos em todos os seus significados”, frisou o professor.

No final, como em todos os outros seminários, a platéia pode debater a questão com os convidados. Hoje, a vontade de participar era tanta que, no meio da palestra, um espectador pediu a palavra. As discussões foram mais fervorosas e as discussões entre diversas opiniões durou um longo tempo. “Essa é proposta. Melhor água fervendo do que água morna” – comentou o organizador da Bienal, Rui Santana.

                                   

  

 

Autor: Redação - Categoria(s): Hip hop, bienal internacional de grafite, street art Tags: , , , , , ,
02/09/2008 - 11:30

A arte das ruas traz a voz do povo

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Ontem, ao som do Dj Fmx, enquanto aguardava o início do seminário – que se deu com um pequeno atraso por conta de problemas com um dos palestrantes, que foi prontamente substitído por Rui Santana -, resolvi conversar com algumas pessoas que apreciavam as exposições.

Desde o primeiro dia de Bienal, a diversidade do público me saltou aos olhos. Achei curioso, pois não sabia que o graffiti, essa provocativa arte comtemporânea, consegue agradar públicos tão distintos. 

Erik Alves, 21, estudante de Engenharia Ambiental, estava impressionado em ver como a arte do graffiti consegue expressar perfeitamente a voz de um povo. “Não digo que são pinturas engajadas, mas elas refletem uma realidade. Os artistas fazem críticas, apelos, dão conselhos, pregam a paz. Muito bacana isso. Nunca tinha visto obras como essas daqui. Aliás, o único contato que eu já tinha tido com o graffiti foi através das ruas mesmo”.

Inclusive, não é difícil encontrar leigos, nos que diz respeito ao graffiti, conferindo a Bienal. E disso se faz valer o objetivo de disseminar a arte para o maior número de pessoas possível. “A idéia de uma Bienal, gratuita ainda por cima, foi excelente. É só ver o meu caso: entrei sem nem saber onde estava pisando e agora estou saindo com uma visão totalmente diferente a respeito do graffiti” – completa Erik. 

Em outra parte do galpão da Serraria, um grupo de amigos se divertia com as obras. Rafael Silveira, 23, estudante de Design e aspirante a grafiteiro, disse que nunca viu uma coisa igual. “O trabalho desses artistas ficou espetacular. Quase não acreditei quando fiquei sabendo como isso tudo aqui foi feito!” As exposições foram erguidas em apenas três dias. Foram 134 artistas trabalhando sem parar, em condições que poderiam ser melhores. “Isso aqui tá incrível” – emendou Rafael.

Percebi que o som do Dj tinha parado. Satisfeito com as breves conversas que tive, fui me sentar para acompanhar o seminário. Algumas cadeiras ao lado, uma senhora também esperava. Me sentei ao lado dela e perguntei o que ela tinha achado das exposições. Sebastiana Fialho, 63, artista plástica desde os 27, me respondeu que tinha gostado muito. “Ainda não terminei de ver todos os corredores, mas até agora gostei muito do que vi”. A ocorrência de pessoas mais velhas visitando a Bienal é também uma constante. “Vai começar! Vamos ver o que essa galera mais nova tem pra falar” – finalizou Dona Sebastiana.      

         

Autor: Redação - Categoria(s): Hip hop, bienal internacional de grafite, street art Tags: , , ,
31/08/2008 - 20:37

A arte que vem da rua

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Já é possível afirmar, mesmo sendo este apenas o segundo dia, que temos vários grandes talentos entre os grafiteiros que compõem as exposições. Vale a pena navegar por suas respectivas páginas no site da Bienal para conhecê-los um pouco mais.

Hoje, durante todo o dia, ao som das intervenções musicais de Danny e Dj Alex C, todos que compareceram à Serraria Souza Pinto puderam continuar apreciando os trabalhos de diversos artistas que estão expostos pelo grande galpão. Os shows musicais começaram no fim da tarde com as apresentações dos Titios do Samba, dando uma pausa no hip hop, e da banda Julgamento, com um rap de qualidade. Durante os intervalos o Dj Yuga e o Vj Gton ficaram encarregados de não deixar a galera desanimar.

Para quem ainda não foi - ou não poderá ir – conferir a 1ª Bienal Internacional de Graffiti de BH, segue abaixo uma pequena amostra do que pode ser encontrado por lá. Amanhã terá início a sequência de seminários diários, a partir das 16h.  

                                                         

Não deixe de conferir!

Autor: Redação - Categoria(s): Hip hop, bienal internacional de grafite, street art Tags: , , ,
30/08/2008 - 19:43

Começou!

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 BIG

Antes mesmo das portas da Serraria Souza Pinto se abrirem, um aglomerado de pessoas já esperava do lado de fora, numa tarde quente em BH. Poucos minutos após as 16h, o público foi autorizado a entrar no local. Apesar de pouco numeroso, esse grupo de pessoas parecia atraído pela novidade: a 1ª Bienal Internacional de Graffiti de Belo Horizonte.

Isso tudo pelo fato de o grafitti representar uma meneira moderna de se expressar, adotada pela maior parte do mundo. Essa juventude usa as ruas para se relacionar com a sociedade, contando com a força de uma arte. Apesar desse caráter jovem, foi possível observar que o graffiti atrai um público diversificado: os próprios jovens obviamente, os mais velhos e também as crianças. Constatação perfeita para desmoronar, cada vez mais, o preconceito que insiste em rodear os passos da juventude que se moderniza.

Em seu dia de abertura, a Bienal ofereceu aos adeptos do mundo do grafitti exposições de diversos artistas, misturados em temáticas relevantes em nosso cotidiano. Com os nomes de A Grande Arte, Diálogos Híbridos, Módulo Histórico e Arte de Rua, essa última com instaçaões e objetos, ambas procuraram reunir grafiteiros do Brasil e de outras partes do mundo para apresentarem ao público o grafitti como arte comteporânea, e não como pixação. Além disso, os grafiteiros se misturaram com artistas plásticos graduados numa  produção coletiva que mostrava claramente a perfeita mistura entre estilos tidos como diferentes. Creio que, no geral, o objetivo dessas exposições é mostrar à grande comunidade de espectadores uma visão mais ampla do universo do graffiti.

Além do passeio cultural pelas paredes grafitadas da estrutura armada, a galera também pôde conferir de perto alguns artistas mandando ver ao vivo! Quem ficou por conta de animar o povo durante toda a noite foram as artistas Maria Bragança e Aline Prado e o rapper belorizontino Renegado.

Amanhã, a partir das 9h, a casa estará aberta para visitação às exposições e, à noite, mais shows rolarão pra galera. Os seminários começarão na segunda-feira.

                                

Autor: Redação - Categoria(s): Hip hop, bienal internacional de grafite, street art Tags: , , ,
29/08/2008 - 19:53

Vai ser dada a largada!

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1 Bienal Internacional de Grafite

A primeira Bienal Internacional de Graffiti começa neste sábado, em Belo Horizonte, e promete movimentar o cenário cultural da cidade. Até o dia 7 de setembro, grafiteiros e artistas em geral devem passar pelo local. Segundo os organizadores, a proposta é promover discussões e reflexões sobre esse tipo de arte. Além das já esperadas exposições e intervenções, a bienal promove também workshops e seminários, que acontecem todos os dias.

Artistas internacionais como Faith, da África do Sul e Kress, Fate e Want, do Japão, também marcam presença no evento. Ao trazer grafiteiros de outros países, a bienal pretende destacar o que vem sendo feito no panorama mundial, principalmente quando o assunto é criatividade, identidade e cidadania. E como grafite é uma cultura de rua, mais de 300 artistas prometem invadir as ruas da capital mineira para realizar intervenções. 

Não dá para perder!

Bienal Internacional de Graffiti

Autor: Redação - Categoria(s): Hip hop, bienal internacional de grafite, street art Tags: , , ,
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