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16/09/2009 - 18:13

Mobilidade é street

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gincana

Mobilidade é uma das palavras mais faladas nos últimos tempos. O seu celular precisa ter, sua ideias também e é claro que se mover pelo mundo e conhecer coisas novas é algo extremamente desejável.

Juntando todas essas ideias, a quarta edição do Festival Internacional de Criatividade Móvel, o Mobilefest, vai unir jovens de São Paulo e Amsterdã por meio de celulares e GPS, para uma Gincana Global em parceria com o instituto holandês Waag Society. E isso é só o pré-lançamento do evento!

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Projeto Gincana Global
O que rola é assim, nos dias 17 e 18 de setembro você vai até o Museu da Imagem e do Som (MIS) para ter um workshop de criação de jogos educacionais – utilizando celulares e GPS (aquele sistema que mostra sua posição no globo, sabe?).

Os estudantes e professores brasileiros vão desenvolver jogos para os holandeses e eles farão jogos pra gente! Tudo vai ser baseados nos temas culturais de cada país e terminarão com a gincana em que, simultaneamente no dia 25, rola nos arredores do MIS, em São Paulo, e no Festival PICNIC, em Amsterdã.

Uma videoconferência vai dar tarefas para cada grupo e isso quer estimular sua reflexão sobre a pluralidade cultural e o papel do cidadão no mundo.

“Novos games urbanos: GPS e celulares na educação”
Depois do workshop, o diretor de desenvolvimento e estrategista de software do instituto holandês Waag Society, Ronald Lenz, vai ministrar um debate com especialistas brasileiros sobre as novas fronteiras da educação.

Serviço
Novos games urbanos: GPS e celulares na educação
Quando? 17 de setembro de 2009, a partir das 19h
Onde? Museu da Imagem e do Som (MIS)
Como? Inscrições grátis no site do projeto, mas as vagas são limitadas

Global Gincana
Quando? 17, 18 e 25 de setembro, a partir das 9h
Onde? Museu da Imagem e do Som (MIS)
Como? Inscrições pelo e-mail para educadores, professores e estudantes entre 13 e 17 anos da rede pública e privada com conhecimentos básicos do idioma inglês

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Aulas, Cultura de rua, Eventos Tags: , , , , , , , , , , ,
05/09/2009 - 08:45

Vida sobre Rodas

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O skate é o segundo esporte mais praticado no Brasil, perdendo apenas para o futebol, grande paixão nacional, mas há alguns anos o esporte não era visto com bons olhos e a fama de marginal andava lado a lado com o “carrinho”.

Algumas pessoas colaboraram para que a imagem do esporte e de quem o pratica pudesse melhorar e perder o estigma de “vagabundo”. Sandro Dias (o Mineirinho), Cristiano Mateus, Lincoln Ueda e Bob Burnquist foram, segundo o diretor do filme, Daniel Baccaro, os principais responsáveis pela mudança de postura em relação ao esporte.

Batemos um papo com os skatistas e o diretor do “Vida sobre Rodas”, o primeiro filme brasileiro sobre skate que tem previsão de estreia para o começo de 2010. Confira!

Não conseguiu assistir, vá para a TV iG!

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Cultura de rua, skate Tags: , , , , , , , ,
20/08/2009 - 13:43

Limpeza artística

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Algumas pessoas dizem que grafite é poluição visual, que suja a cidade e quem o faz está maltratando o local em que vive. Essas pessoas certamente não conhecem o artista brasileiro Alexandre Orion ou o projeto gringo Reverse Graffiti.

Os dois projeto têm a mesma ideia: limpar a cidade. Agora você fica sem entender como alguém pode limpar e fazer grafite ao mesmo tempo, certo? A gente explica!

Você encontra por aí muitas paredes imundas, túneis com sujeira acumulada há anos e lugares que ninguém “passa um paninho”. Esses locais são muito mais fáceis de serem encontrados do que você sonha!

O projeto brasileiro chama Ossario e teve início em 2006, no túnel que liga a Avenida Europa e a Cidade Jardim, em São Paulo. O artista fotografa cada passo do seu trabalho e, é claro, teve problemas com a polícia, afinal, como você vai explicar que está fazendo arte num lugar de total descaso com a limpeza por parte das autoridades?

A versão gringa rolou em São Francisco, num túnel da Broadway, no mesmo esquema de tirar a sujeira das paredes marcadas por antigas pinturas, sujeira e poluição. O projeto surgiu em 2008 com a união de um artista e um documentarista.

Reverse Grafite

Alexandre Orion

Curtiu a ideia? Alguém ainda pode dizer que grafite é sujeira? Comente!

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Cultura de rua, grafite, street art Tags: , , , , , ,
13/08/2009 - 15:40

A tatuadora mais nova do Brasil

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O interesse pela arte milenar da tatuagem começou quando Brenda da Silva ainda era uma criança talentosa e já dava os seus primeiros traços precisos em um papel sulfite. Aos 12 anos, já tinha segurança suficiente para fazer um trevo de quatro folhas na perna do pai sem nenhum treino e, aos 14, já é considerada a tatuadora mais nova do Brasil, com direito a prêmio de tatuadora revelação na Convenção Internacional de São Paulo, promovida pelo tatuador Led’s.

O dom artístico foi herdado do pai, Ricardo João, dono do estúdio “Nova Era”, em Florianópolis. Talento é o que não falta, muito menos disciplina e vontade de aprender. “Sei que sou muito nova e tenho um longo caminho pela frente, mas pretendo estudar muito para me tornar uma tatuadora melhor a cada dia”, revela.

Na escola, os amigos admitem que gostam das três tattos que ela tem pelo corpo, mas dizem que jamais fariam. “Uma amiga contou que não gosta de gente tatuada. Eu avisei que se ela já quiser parar de falar comigo tudo bem, porque com certeza vou ser assim”, conta. Apesar de tanta habilidade para pouca idade, Brenda é tímida e não faz nenhuma questão de falar para os amigos da escola sobre seu trabalho. “As coisas acontecem naturalmente, não preciso ficar me exibindo”. Confira a entrevista exclusiva para o iG Street feita por telefone!


O pai, Ricardo João, e Brenda

iG Street – Como surgiu o interesse pela tatuagem?
Brenda da Silva – Desde pequena, eu via meu pai tatuando e falava para ele que queria ser tatuadora. Ele disse que era melhor eu crescer para ver se era isso mesmo que eu queria. Quando eu fiz 12 anos, eu decidi que queria seguir essa profissão e, então, eu fiz a minha primeira tatuagem no meu pai.

iG Street – Você ficou muito nervosa na hora?
Brenda da Silva – Não, eu nem precisei treinar antes. Sempre que eu vou ao estúdio, eu fico observando meu pai e, talvez por isso, não surgiu nenhum nervosismo na hora. O desenho foi um trevo de quatro folhas, mas foi ele que escolheu o desenho.

iG Street – Quando você teve a primeira tattoo no corpo?
Brenda da Silva – Com 12 anos também. Meu pai fez, nas minhas costas, um tigre com uma anjinha sentada em cima.

iG Street – Quantas tatuagens você tem?
Brenda da Silva – Eu tenho três: duas nas costas e uma na perna. Nas costas, é aquele tigre com a anjinha, bem no centro das costas tem o nome do meu pai, Ricardo João, e na perna eu tenho uma fada. Sempre quis fazer o nome do meu pai, porque eu o amo muito; os outros eu escolhi porque gostei do desenho.

iG Street – Nós sabemos que o seu pai é tatuador, mas o que a sua mãe acha de todas essas tatuagens?
Brenda da Silva – Minha mãe trabalha no estúdio do meu pai e, apesar de ter duas tatuagens, não gosta muito. Ela sempre diz para eu pensar bem antes de fazer, mas eu gosto e é com isso que eu vou mexer.

iG Street – Você já trabalha com o seu pai?
Brenda da Silva – Não, eu ainda não trabalho no estúdio por causa da minha idade, só a partir do ano que vem. Mas, além do meu pai, eu já fiz tatuagem em sete amigos dele.

iG Street – Você pretende fazer faculdade?
Brenda da Silva – Eu estou na oitava série, mas vou completar todos os estudos, fazer faculdade e vários cursos relacionados à arte e ao desenho, que vão me ajudar a ser uma tatuadora melhor. Minha matéria preferida na escola sempre foi Artes.

iG Street – O que os seus amigos acham das suas tatuagens?
Brenda da Silva – Eu não fico me exibindo e nem fico falando por aí que sou tatuadora. Eles gostam, mas sempre falam que não fariam nenhuma porque elas são muito grandes.

iG Street – Como você se sente sendo a tatuadora mais nova do Brasil?
Brenda da Silva – Eu me sinto privilegiada. Eu sempre gostei de tatuagem! O engraçado é que desde que os tatuadores começaram a me reconhecer como a tatuadora mais nova do País, eu passei a gostar ainda mais. Tatuadores que eu nem conhecia vêm falar comigo e, assim, passei a conhecer o trabalho deles também.

iG Street – O que você faz para aprimorar sua técnica?
Brenda da Silva – Eu observo o meu pai e vejo os trabalhos dele. Ele me incentiva muito e me mostra algumas técnicas.

iG Street – Quando você percebeu que tinha mesmo o talento para desenhar?
Brenda da Silva – Desde criança, meu pai sempre disse que eu desenhava muito bem. No ano passado, eu fiz um curso de desenho que durou três meses e todas as vezes que meu pai participa de workshops, eu também vou.

iG Street – Existe algum receio das pessoas pelo fato de você ser muito nova?
Brenda da Silva – Tem gente que fica perguntando se eu estou calma ou se eu estou nervosa, mas eu nunca senti nervosismo!

iG Street – Mas rola algum preconceito?
Brenda da Silva – Eu acredito que não, mas quando surge algum problema na escola, a diretora sempre pensa que a culpa é minha por meu pai ser tatuado. Uma guria da minha classe – não posso entrar muito em detalhes – me provocava, mas como o pai dela a buscava todos os dias, a diretora não acreditava que, na verdade, era ela que me provocava. Então, meu pai teve que ir até a escola conversar com eles para pegar o boletim, ver quem tem as notas mais altas, quem provoca quem e, aí sim, a diretora percebeu que a guria era mesmo a culpada.

iG Street – O que você acha do preconceito contra a tatuagem?
Brenda da Silva – Eu acho uma besteira! Todo mundo é igual, mas com gostos diferentes.

iG Street – O que o seu pai acha de você seguir a carreira de tatuadora?
Brenda da Silva – Ele acha muito bom, porque ele sempre quis ter um filho que seguisse o trabalho dele; mas, como eu sou mulher, ele não achou que eu fosse virar tatuadora. Quando ele descobriu, ele me apoiou muito. Já minha irmã quer ser veterinária.

iG Street – Em 2008, você ganhou o prêmio de tatuadora revelação na Convenção Internacional de São Paulo, promovida pelo tatuador Led’s. Como foi receber esse prêmio com tão pouca idade?
Brenda da Silva – No fim da convenção, eu tatuei meu pai. Além do trevo de quatro folhas, eu fiz três bonequinhos: duas meninas e um menino. As bonequinhas representam eu e minha irmã, e o menino, um futuro filho que vai nascer, não sei. Logo depois, eu vi que meu pai e o Led’s estavam cochichando em cima do palco e, no meio da premiação, chamaram o meu nome. Eu não esperava ganhar aquele prêmio, fiquei muito emocionada!

iG Street – Existe algum estilo de tatuagem que você goste mais?
Brenda da Silva – Eu gosto de desenhos bem femininos, como flor, borboleta, joaninha, fada…

iG Street – Qual é a importância do seu pai na sua carreira?
Brenda da Silva – Ele é uma referência, é meu ídolo e me ensina muito. Sempre que ele vai a alguma convenção, coloca trabalhos dele para concorrer. Quando eu tinha 12 anos, ele fez minha primeira tatuagem e ela foi inscrita em um concurso. Nos dias 21, 22 e 23 de agosto também vou concorrer, em Floripa, com a fada que ele fez na minha perna!

iG Street – Você pensa em fechar o seu corpo?
Brenda da Silva – Pretendo, sim! Não o corpo inteiro, mas boa parte dele.

Você já conhecia o trabalho da Brenda? Tem alguma tattoo? Opine!

Autor: Larissa Drumond - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , , , , ,
06/08/2009 - 17:25

A arte em 3D de Julian Beever

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Você já teve a oportunidade de ver aqui no iG Street a arte 3D na calçada de Edgar Mueller. É espantoso como ele consegue fazer abismos parecerem tão reais aos nossos olhos e, para falar a verdade, dá até um medinho de pisar mesmo sabendo que não é de verdade, não é?

Desde a metade da década de 90, o inglês Julian Beever encanta as pessoas com sua habilidade e seu talento em fazer retratos de famosos, reproduzir obras antigas e, principalmente, nos enganar e divertir com seus desenhos bidimensionais que dão a ilusão de serem em 3D quando vistas de certo ângulo, fenômeno chamado ‘anamorfose’. O melhor é que Beever faz tudo isso no chão, usando apenas gizes coloridos – técnica que recebe o nome de ‘chalk art’.

Calçadas do mundo inteiro já receberam sua criatividade, como as do Reino Unido, da Bélgica, da Holanda, da Alemanha, da Áustria, da Dinamarca, da Espanha, dos Estados Unidos, do México, da Argentina e – olha só! – do nosso Brasil varonil, em dezembro de 2007.


Ficou curioso para saber que arte ele aprontou por aqui? Esta foto é do Parque da Redenção, em Porto Alegre, quando ele participou do “The Green Project Street Art” – evento organizado pela marca de whisky ‘Scotch Passport’ que reuniu os maiores nomes da arte urbana. Beever demorou três dias para concluir a obra, que deixou todos os brasileiros boquiabertos, mas sua visita ficou por conta apenas da capital do Rio Grande do Sul e de Curitiba. Será que ele volta para visitar outras partes do País? Estamos na torcida!

Para ficar mais fácil de entender como ele consegue fazer essas maluquices incríveis, assista ao vídeo abaixo! Primeiro, ele busca algumas referências para fazer o seu desenho – se for uma mulher, por exemplo, ele procura mulheres em recortes de revista, propagandas ou na própria internet – e faz o esboço em um bloco de notas. Quando ele dá uma espiadinha pela câmera fotográfica, é para calcular a perspectiva e a distorção que vai fazer você acreditar que o desenho é mesmo real; o resto é deixar a imaginação rolar solta. O melhor é que, no fim, o próprio artista costuma posar para as fotos e fazer uma verdadeira performance!

Se você não conseguir ver o vídeo, clique aqui!

Quer ver mais desenhos? Entre no site oficial. Você já conhecia a arte de Julian Beever? Deixe sua opinião!

Autor: Larissa Drumond - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , , , , , , , ,
04/08/2009 - 17:13

Arte em bueiro

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Esse trabalho, além de ser uma forma de divulgar a arte em meio à paisagem cinza das grandes metrópoles, é “modificar o meio ao qual todos vivemos propondo um novo olhar e uma reflexão em cima de temas gerados pelo trabalho inusitado e criativo”, segundo o site da dupla responsável por obras incríveis.

Eles são o “6emeia” – Anderson Augusto e Leonardo Delafuente, o SÃO e o Delafuente, respectivamente – e moram no bairro da Barra Funda, em São Paulo. As obras podem ser encontradas em bairros como Bom Retiro, Santa Cecília, Higienópolis, Pacaembu, Campo Limpo e a própria Barra Funda.

Nossas fotos preferidas estão na galeria aí embaixo e as imagens de todos os trabalhos dos garotos podem ser vistas no Flickr da dupla.

Já tinha visto esse tipo de trabalho? O que achou? Comente!

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Sem categoria, grafite, street art Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
21/05/2009 - 14:54

O primeiro mangá voltado para o público feminino deste ano chega ao Brasil

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Após ser publicado na Alemanha, na Austrália, no Canadá, na Coreia do Sul, na Espanha, nos Estados Unidos, na França, na Indonésia, na Itália, no México, na Nova Zelândia, na Tailândia e no Vietnã, o mangá shojo “Full Moon o Sagashite” – feito para meninas e assinado por Arina Tanemura – chega ao Brasil, com lançamento previsto para a próxima quarta-feira (27), nas principais bancas de todo o Brasil.

O mangá conta a história de Mitsuki Koyama, uma garota que sonha em se tornar uma grande cantora. Depois de descobrir que tem uma grave doença na garganta, se vê distante de seu objetivo. Mas, dois deuses da morte, chamados shinigamis, aparecem para garantir que ela realize seu desejo.

Ficou interessada? O livrinho, da editora JBC, custa R$ 10,90. Serão sete volumes ao todo, em formato tankohon (livro encadernado com lombada quadrada), com média de 200 páginas.

E aí, vai comprar?

Autor: Larissa Drumond - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , ,
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