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25/08/2009 - 09:00

Fanzine gigante

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O artista Daniel Medeiros, mais conhecido como Boleta, um dos grafiteiros mais reconhecidos de São Paulo, leva o trabalho do seu novo fanzine, o Farda Branca, para o Espaço Aeiou. O artista adaptou as ilustrações em dois painéis com cerca de 36 metros quadrados cada. Essa é a primeira exposição individual do grafiteiro que também exibe mais de 70 desenhos inéditos, reproduzindo o processo de criação de um fanzine.

O Farda Branca é o quinto fanzine produzido pelo artista, que foi responsável também por “Banheiro dos Pixadores” e “Acid Visions”. A arte de produzir essas pequenas revistas está presente na vida de Boleta desde os anos 90, quando já admirava e consumia o tipo de informe.

A exposição tem a curadoria de Yara Barros.

Serviço
Quando? Até 16 de outubro; segunda a sexta das 10h às 18h e aos sábados das 10h às 13h
Onde? Espaço aeiou (R Fidalga, 548, Vila Madalena – São Paulo)
Quanto? Grátis

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Cultura de rua, Eventos, grafite, street art Tags: , , , , , ,
22/08/2009 - 08:45

Arte virutal

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Você sabe o que é um pixel? É um pontinho luminoso que existe nas telas dos monitores de computador, originário do sistema binário que transforma vários desses pontos em imagens. Hoje, alguns artistas estão utilizando esse sistema para fazer suas obras.

Não é foto, nem desenho, nem pintura, é o movimento “Pixelar”, uma expressão artística de vanguarda, que anda bem ao lado dos games e da imaginação. Sabe quando alguém diz: “Nossa, essa foto está pixelada”, como se fosse algo ruim? Para esses artistas é um enorme elogio!

Até o final do ano a Expo-Pixel Arte vai apresentar vários módulos de artistas, com discussões sobre tecnologia, educação e cultura digital. A primeira edição tem a participação do artistas alemães Eboy.

Serviço
Onde? Nave (R Uruguai 204, Tijuca – RJ)
Quando? A partir de 22 de agosto, de segunda a sexta das 11h às 17h
Quanto? Grátis

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Eventos, street art Tags: , , , , ,
13/08/2009 - 15:40

A tatuadora mais nova do Brasil

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O interesse pela arte milenar da tatuagem começou quando Brenda da Silva ainda era uma criança talentosa e já dava os seus primeiros traços precisos em um papel sulfite. Aos 12 anos, já tinha segurança suficiente para fazer um trevo de quatro folhas na perna do pai sem nenhum treino e, aos 14, já é considerada a tatuadora mais nova do Brasil, com direito a prêmio de tatuadora revelação na Convenção Internacional de São Paulo, promovida pelo tatuador Led’s.

O dom artístico foi herdado do pai, Ricardo João, dono do estúdio “Nova Era”, em Florianópolis. Talento é o que não falta, muito menos disciplina e vontade de aprender. “Sei que sou muito nova e tenho um longo caminho pela frente, mas pretendo estudar muito para me tornar uma tatuadora melhor a cada dia”, revela.

Na escola, os amigos admitem que gostam das três tattos que ela tem pelo corpo, mas dizem que jamais fariam. “Uma amiga contou que não gosta de gente tatuada. Eu avisei que se ela já quiser parar de falar comigo tudo bem, porque com certeza vou ser assim”, conta. Apesar de tanta habilidade para pouca idade, Brenda é tímida e não faz nenhuma questão de falar para os amigos da escola sobre seu trabalho. “As coisas acontecem naturalmente, não preciso ficar me exibindo”. Confira a entrevista exclusiva para o iG Street feita por telefone!


O pai, Ricardo João, e Brenda

iG Street – Como surgiu o interesse pela tatuagem?
Brenda da Silva – Desde pequena, eu via meu pai tatuando e falava para ele que queria ser tatuadora. Ele disse que era melhor eu crescer para ver se era isso mesmo que eu queria. Quando eu fiz 12 anos, eu decidi que queria seguir essa profissão e, então, eu fiz a minha primeira tatuagem no meu pai.

iG Street – Você ficou muito nervosa na hora?
Brenda da Silva – Não, eu nem precisei treinar antes. Sempre que eu vou ao estúdio, eu fico observando meu pai e, talvez por isso, não surgiu nenhum nervosismo na hora. O desenho foi um trevo de quatro folhas, mas foi ele que escolheu o desenho.

iG Street – Quando você teve a primeira tattoo no corpo?
Brenda da Silva – Com 12 anos também. Meu pai fez, nas minhas costas, um tigre com uma anjinha sentada em cima.

iG Street – Quantas tatuagens você tem?
Brenda da Silva – Eu tenho três: duas nas costas e uma na perna. Nas costas, é aquele tigre com a anjinha, bem no centro das costas tem o nome do meu pai, Ricardo João, e na perna eu tenho uma fada. Sempre quis fazer o nome do meu pai, porque eu o amo muito; os outros eu escolhi porque gostei do desenho.

iG Street – Nós sabemos que o seu pai é tatuador, mas o que a sua mãe acha de todas essas tatuagens?
Brenda da Silva – Minha mãe trabalha no estúdio do meu pai e, apesar de ter duas tatuagens, não gosta muito. Ela sempre diz para eu pensar bem antes de fazer, mas eu gosto e é com isso que eu vou mexer.

iG Street – Você já trabalha com o seu pai?
Brenda da Silva – Não, eu ainda não trabalho no estúdio por causa da minha idade, só a partir do ano que vem. Mas, além do meu pai, eu já fiz tatuagem em sete amigos dele.

iG Street – Você pretende fazer faculdade?
Brenda da Silva – Eu estou na oitava série, mas vou completar todos os estudos, fazer faculdade e vários cursos relacionados à arte e ao desenho, que vão me ajudar a ser uma tatuadora melhor. Minha matéria preferida na escola sempre foi Artes.

iG Street – O que os seus amigos acham das suas tatuagens?
Brenda da Silva – Eu não fico me exibindo e nem fico falando por aí que sou tatuadora. Eles gostam, mas sempre falam que não fariam nenhuma porque elas são muito grandes.

iG Street – Como você se sente sendo a tatuadora mais nova do Brasil?
Brenda da Silva – Eu me sinto privilegiada. Eu sempre gostei de tatuagem! O engraçado é que desde que os tatuadores começaram a me reconhecer como a tatuadora mais nova do País, eu passei a gostar ainda mais. Tatuadores que eu nem conhecia vêm falar comigo e, assim, passei a conhecer o trabalho deles também.

iG Street – O que você faz para aprimorar sua técnica?
Brenda da Silva – Eu observo o meu pai e vejo os trabalhos dele. Ele me incentiva muito e me mostra algumas técnicas.

iG Street – Quando você percebeu que tinha mesmo o talento para desenhar?
Brenda da Silva – Desde criança, meu pai sempre disse que eu desenhava muito bem. No ano passado, eu fiz um curso de desenho que durou três meses e todas as vezes que meu pai participa de workshops, eu também vou.

iG Street – Existe algum receio das pessoas pelo fato de você ser muito nova?
Brenda da Silva – Tem gente que fica perguntando se eu estou calma ou se eu estou nervosa, mas eu nunca senti nervosismo!

iG Street – Mas rola algum preconceito?
Brenda da Silva – Eu acredito que não, mas quando surge algum problema na escola, a diretora sempre pensa que a culpa é minha por meu pai ser tatuado. Uma guria da minha classe – não posso entrar muito em detalhes – me provocava, mas como o pai dela a buscava todos os dias, a diretora não acreditava que, na verdade, era ela que me provocava. Então, meu pai teve que ir até a escola conversar com eles para pegar o boletim, ver quem tem as notas mais altas, quem provoca quem e, aí sim, a diretora percebeu que a guria era mesmo a culpada.

iG Street – O que você acha do preconceito contra a tatuagem?
Brenda da Silva – Eu acho uma besteira! Todo mundo é igual, mas com gostos diferentes.

iG Street – O que o seu pai acha de você seguir a carreira de tatuadora?
Brenda da Silva – Ele acha muito bom, porque ele sempre quis ter um filho que seguisse o trabalho dele; mas, como eu sou mulher, ele não achou que eu fosse virar tatuadora. Quando ele descobriu, ele me apoiou muito. Já minha irmã quer ser veterinária.

iG Street – Em 2008, você ganhou o prêmio de tatuadora revelação na Convenção Internacional de São Paulo, promovida pelo tatuador Led’s. Como foi receber esse prêmio com tão pouca idade?
Brenda da Silva – No fim da convenção, eu tatuei meu pai. Além do trevo de quatro folhas, eu fiz três bonequinhos: duas meninas e um menino. As bonequinhas representam eu e minha irmã, e o menino, um futuro filho que vai nascer, não sei. Logo depois, eu vi que meu pai e o Led’s estavam cochichando em cima do palco e, no meio da premiação, chamaram o meu nome. Eu não esperava ganhar aquele prêmio, fiquei muito emocionada!

iG Street – Existe algum estilo de tatuagem que você goste mais?
Brenda da Silva – Eu gosto de desenhos bem femininos, como flor, borboleta, joaninha, fada…

iG Street – Qual é a importância do seu pai na sua carreira?
Brenda da Silva – Ele é uma referência, é meu ídolo e me ensina muito. Sempre que ele vai a alguma convenção, coloca trabalhos dele para concorrer. Quando eu tinha 12 anos, ele fez minha primeira tatuagem e ela foi inscrita em um concurso. Nos dias 21, 22 e 23 de agosto também vou concorrer, em Floripa, com a fada que ele fez na minha perna!

iG Street – Você pensa em fechar o seu corpo?
Brenda da Silva – Pretendo, sim! Não o corpo inteiro, mas boa parte dele.

Você já conhecia o trabalho da Brenda? Tem alguma tattoo? Opine!

Autor: Larissa Drumond - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , , , , ,
10/08/2009 - 12:42

Irmãos Campana reconhecidos mundialmente

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Se você é menina, o nomes Campana não é nada estranho pra você, afinal existe uma coleção daquelas sandálias de plástico que enlouquecem garotas com esse nome, já que foram assinadas por Fernando e Humberto Campana. Se você é menino e curte design, também já deve ter ouvido falar da dupla, umas das mais criativas do cenário nacional.

Os dois estão sendo homenageados com a maior exposição sobre suas obras. Onde? No Museu de Design Vitra, em Weil am Rhein, na Alemanha. Com o nome de “ANTIBODIES – Works by Fernando & Humberto Campana 1989 – 2009”, a mostra expõe peças produzidas em parceria desde 1989 até hoje – são móveis, luminárias e objetos de decoração que somam mais de 140 peças.

Materiais encontrados no dia-a-dia são matéria-prima para os trabalhos dos irmãos – ralos, mangueiras, alumínio, madeira, bambu, bonecas de pano, tecidos, espuma e nada que dê trabalho ser encontrado por aí.

O museu abriga as peças desde maio e tudo fica por lá até 28 de fevereiro de 2010, depois disso a exposição viajará pelo mundo durante cinco anos, mas o itinerário ainda não foi decidido.

Como ir pra Alemanha apenas para ver a exposição não é algo simples, você pode dar uma olhadinha na nossa galeria e aproveitar para conhecer o site dos Irmãos Campana.

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Eventos Tags: , , , ,
08/08/2009 - 08:45

Turnê da artista Tara McPherson

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Se você não a conhece, chega de perder tempo! Tara McPherson é uma artista plástica norte-americana com uma pegada alternativa em suas obras. Sua turnê brasileira passa por São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, para lançar o livro “Lost Constelations”.

Tara é da Califórnia, mas mora atualmente em New York. Por meio de seus desenhos a artista leva o público a um universo surreal particular. Suas pinturas e serigrafias são exibidas em galerias de arte pelo mundo inteiro.

Além de obras autorais, a artista já produziu posters para algumas bandas de rock – Beck, Melvins, TheHives, DepecheMode e Green Day. A primeira vez que ela esteve no Brasil foi em Janeiro, quando participou com dez telas na exposição Americana 2009 na Galeria Choque Cultural, em São Paulo.

Serviço
Onde? São Paulo – Choque Cultural
Quando? 8 de Agosto

Onde?Curitiba – Kitinete Bar
Quando? 10 de Agosto

Onde? Porto Alegre – Cabaret Do Beco
Quando? 13 de Agosto

Onde? Belo Horizonte – Quina Galeria
Quando? 15 de Agosto

Onde? Rio de Janeiro – La Cucaracha
Quando? 21 de Agosto

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Cultura de rua, street art Tags: , , , , , ,
06/08/2009 - 17:25

A arte em 3D de Julian Beever

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Você já teve a oportunidade de ver aqui no iG Street a arte 3D na calçada de Edgar Mueller. É espantoso como ele consegue fazer abismos parecerem tão reais aos nossos olhos e, para falar a verdade, dá até um medinho de pisar mesmo sabendo que não é de verdade, não é?

Desde a metade da década de 90, o inglês Julian Beever encanta as pessoas com sua habilidade e seu talento em fazer retratos de famosos, reproduzir obras antigas e, principalmente, nos enganar e divertir com seus desenhos bidimensionais que dão a ilusão de serem em 3D quando vistas de certo ângulo, fenômeno chamado ‘anamorfose’. O melhor é que Beever faz tudo isso no chão, usando apenas gizes coloridos – técnica que recebe o nome de ‘chalk art’.

Calçadas do mundo inteiro já receberam sua criatividade, como as do Reino Unido, da Bélgica, da Holanda, da Alemanha, da Áustria, da Dinamarca, da Espanha, dos Estados Unidos, do México, da Argentina e – olha só! – do nosso Brasil varonil, em dezembro de 2007.


Ficou curioso para saber que arte ele aprontou por aqui? Esta foto é do Parque da Redenção, em Porto Alegre, quando ele participou do “The Green Project Street Art” – evento organizado pela marca de whisky ‘Scotch Passport’ que reuniu os maiores nomes da arte urbana. Beever demorou três dias para concluir a obra, que deixou todos os brasileiros boquiabertos, mas sua visita ficou por conta apenas da capital do Rio Grande do Sul e de Curitiba. Será que ele volta para visitar outras partes do País? Estamos na torcida!

Para ficar mais fácil de entender como ele consegue fazer essas maluquices incríveis, assista ao vídeo abaixo! Primeiro, ele busca algumas referências para fazer o seu desenho – se for uma mulher, por exemplo, ele procura mulheres em recortes de revista, propagandas ou na própria internet – e faz o esboço em um bloco de notas. Quando ele dá uma espiadinha pela câmera fotográfica, é para calcular a perspectiva e a distorção que vai fazer você acreditar que o desenho é mesmo real; o resto é deixar a imaginação rolar solta. O melhor é que, no fim, o próprio artista costuma posar para as fotos e fazer uma verdadeira performance!

Se você não conseguir ver o vídeo, clique aqui!

Quer ver mais desenhos? Entre no site oficial. Você já conhecia a arte de Julian Beever? Deixe sua opinião!

Autor: Larissa Drumond - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , , , , , , , ,
04/08/2009 - 17:13

Arte em bueiro

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Esse trabalho, além de ser uma forma de divulgar a arte em meio à paisagem cinza das grandes metrópoles, é “modificar o meio ao qual todos vivemos propondo um novo olhar e uma reflexão em cima de temas gerados pelo trabalho inusitado e criativo”, segundo o site da dupla responsável por obras incríveis.

Eles são o “6emeia” – Anderson Augusto e Leonardo Delafuente, o SÃO e o Delafuente, respectivamente – e moram no bairro da Barra Funda, em São Paulo. As obras podem ser encontradas em bairros como Bom Retiro, Santa Cecília, Higienópolis, Pacaembu, Campo Limpo e a própria Barra Funda.

Nossas fotos preferidas estão na galeria aí embaixo e as imagens de todos os trabalhos dos garotos podem ser vistas no Flickr da dupla.

Já tinha visto esse tipo de trabalho? O que achou? Comente!

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Sem categoria, grafite, street art Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
04/06/2009 - 15:44

Arte contra o cigarro

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Você que curte uma arte street, tem opinião formada e acredita num mundo melhor, já pensou em fazer algum tipo de arte contra o cigarro? Vários designers já pensaram nisso e deram sua contribuição antitabagista.

Você conhece alguém de street art que está fazendo sua parte? Dê uma olhada nas imagens e inspire-se!

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): street art Tags: , , ,
26/05/2009 - 16:44

O grafiteiro Eduardo Kobra participa da Casa Cor 2009

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O grafiteiro e muralista Eduardo Kobra fez duas participações especiais no evento Casa Cor São Paulo 2009. Para quem não sabe, a Casa Cor é o maior evento de decoração da América Latina, na capital paulista ele começa, oficialmente, hoje e vai até o dia 14 de junho.

Mas Kobra já deixou a sua marca por lá. Ele é o responsável pelo painel de 4,5 metros de largura por 15 metros de comprimento da loja do MAM (Museu de Arte Moderna), que ocupa o teto e a parede principal do local. O painel retrata a fachada do MAM e seus vidros refletindo o Parque Ibirapuera, com suas esculturas, árvores e prédios. O grafiteiro também pintou um mini cooper dentro do espaço do arquiteto Toninho Noronha.

Quem passar pela Casa Cor vai poder conferir esses dois trabalhos assinados pelo artista que é  também  autor do projeto “Muros e Memórias”, iniciativa que tem como objetivo principal transformar a paisagem urbana através da arte e resgatar a memória de São Paulo.

Leia mais sobre a Casa Cor 2009

Autor: Dani Barbosa - Categoria(s): street art Tags: , , , , , , ,
22/04/2009 - 15:50

Grafite, na teoria

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Se ainda existe alguma dúvida sobre a aceitação do grafite como arte, acabou agora! Amanhã, vai rolar uma palestra no MuBE – Museu Brasileiro da Escultura sobre o Grafite; impulsionada pelo sucesso da mostra “Graffiti Fine Art”, que vai até o dia 26 de abril.

A discussão trata da arte do grafite, seu impacto na sociedade e o atual cenário do mercado de arte no país. Os grafiteiros que estão expondo seus trabalhos no MuBE, o galerista e fundador da Galeria Choque Cultural, Baixo Ribeiro, o assessor da Secretaria Estadual de Educação do Estado de São Paulo e coordenador da Juventude da Prefeitura de São Paulo entre 2007 e 2008, Guilherme Aranha Coelho e o curador do MuBE, escritor e crítico de arte Jacob Klintowitz vão ministrar a palestra. 

Imperdível, né?!

Serviço
Onde? Museu Brasileiro da Escultura (R. Alemanha, 221, Jd. Europa – SP)
Quando? Quinta-feira, 23/04, às 20 horas 
Info: (11) 2594-2601
Entrada Franca

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): street art Tags: , , , , , ,
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