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Arquivo da Categoria Cultura de rua

14/11/2009 - 08:50

Grafiteiros do mundo, uni-vos!

Nesse fim de semana rola, pela primeira vez no Brasil, o “Meeting of Styles”, um encontro de grafiteiros que reunirá os caras mais bacanas da cena nacional e internacional! A intenção dos realizadores é incentivar a arte na cidade e promover o intercâmbio cultural com diversos países.

Nesse encontro vão rolar ainda várias atividades culturais – apresentação de bandas, DJs, exposições, stands, pista de skate, quadra de street ball e distribuição de prêmios.

O Meeting of Styles surgiu em Wiesbaden, na Alemanha, após a queda do Muro de Berlim e fez parte da internacionalização do país. O encontro acontece 12 vezes por ano, cada edição em um país diferente.

Onde? Coordenadoria de Ações para a Juventude (Av Redenção, 271, Jardim do Mar, São Bernardo do Campo-SP), das 9h às 19h

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Cultura de rua, Eventos, grafite, street art Tags: , , , , , ,
12/11/2009 - 17:22

Espetáculo ao ar livre com boneco gigante d’OsGêmeos

Plasticens Volants

A companhia de teatro francesa Plasticiens Volants faz espetáculos com bonecos infláveis gigantes por todo o mundo desde a década de 70 e vem pela primeira vez fazer suas intervenções no Brasil. Para acompanhar esse evento, o grupo terá a participação especial da dupla OsGêmeos.

O espetáculo da vez se chama “O Estrangeiro” e transformará o famoso boneco amarelo da dupla num gigante inflável de 20 metros de altura! Enquanto os bonecos ganham vida, ainda rola o show do grupo Siba e a Fuloresta, vindo diretamente de Pernambuco. A participação especial é do Zeca Baleiro.

Onde? Vale do Anhangabaú, Centro
Quando? 13 de novembro, a partir das 18h30
Quanto? Grátis

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Cultura de rua, Eventos, street art, teatro Tags: , , , , , , ,
10/11/2009 - 14:09

Você sabe o que é uma zona autônoma da palavra?

O Zapeão da última noite: Emerson Alcade (Foto: Maitê Freitas)
O Zapeão da última noite: Emerson Alcade (Foto: Maitê Freitas)

Esse é o Zap!, um evento que acontece em todas as segundas quintas-feira do mês com batalhas de poesia – o poetry slam. Essa é a primeira iniciativa desse tipo no Brasil, rola em São Paulo e tem chamado atenção de muita gente.

O espaço é aberto para a poesia falada de pessoas de todas as idades, profissões, visões de mundo, anseios e crenças. O importante é trocar e respeitar as ideias que estão ali. A noite começa às 19h com uma projeção de filmes, depois disso rola o “Microfone Aberto”, momento em que podem ser declamadas (ou lidas) poesias e textos tanto autorais como de outros autores, mas às 21h é que o bicho pega: começa a batalha, o Slam!

As regras da competição são simples: (
1) Um poema (ou texto) por vez, devendo ser de autoria do poeta (podem ser lidos)
, (2) Sem acessórios, sem figurino, sem acompanhamento musical e (3) Os poemas devem ter no máximo 3 minutos (ou menos) mais 10 segundos de bônus. Após esse tempo a cada 10 segundos excedidos, um ponto é descontado.

Quem escolhe o melhor poema ou texto é um júri formado por cinco pessoas – sorteadas ou escolhidas na hora entre o público. As notas vão de zero a 10, sendo analisado o conteúdoe a forma como ele é apresentado. São três rodadas, três poemas diferentes e o esquema de “mata-mata”.

O que o vencedor ganha? Livros, cds e dvds! Quer mais o quê?

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Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Cultura de rua, Eventos, street art Tags: , , , , , ,
20/10/2009 - 12:59

Curativo com estilo

Sempre que você se machuca e precisa colocar um curativo sente que aquilo podia ser mais bacana? Tem vontade de desenhar e pintar aquele pedacinho de plástico bege? Pensando em pessoas como você, cheias de estilo e criatividade, está sendo lançado um curativo com imagens de arte independente.

A ideia é uma parceria da MTV e da Band-Aid e vem em caixinhas de 20 peças com grafites de elementos como videogames, cartoons e toy arts. A edição é limitada, unissex e trará nove estampas diferentes de dois artistas promissores.

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Carla Barth é de Porto Alegre, mas vive em São Paulo. Faz esculturas e pinturas de um universo é habitado por seres fantásticos e oníricos. João Lelo é do Rio de janeiro. Cresceu viciado em videogames, desenhos animados e livros de fantasia. Seu trabalho é criar uma fusão dos mundos que admirava quando criança com a realidade do seu dia a dia.

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Cultura de rua, Moda Tags: , , , , , , ,
19/10/2009 - 15:54

II Mostra Cultural da Cooperifa

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Começa hoje a II Mostra Cultural da Cooperifa, unindo diversas expressões artísticas periféricas e nem tanto. Nos encontros você pode participar de debates, assistir a shows, filmes, teatro e dança. Escolhemos alguns destaques da programação que acreditamos ser o imperdível da Mostra.

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Kraft – Companhia Bambalina
Fantoches, linguagem teatral e a mistura com diversas vertentes da comunicação é o que cria o trabalho feito por essa companhia espanhola.

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Engajamento e revolta na ponta da caneta
Qual a hora e o lugar certo para mostrar sua revolta em relação a sociedade e aos processos vigentes? Essa é a discussão que eleva essa mesa a uma das imperdíveis do evento.

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A periferia se vê no cinema de periferia?
Cineastas e produtores discutem para quem são feitas as obras sobre periferia e quem é que se vê nas telas.

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É possível viver sem escrever?
Nomes importantíssimos da literatura contemporânea discutem o poder da escrita para facilitar a vida e o caminho não só na periferia.

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Arte de rua na periferia
Muito além do grafite e da pichação. Quais são as artes de rua que tomam conta das periferias?

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Música
Samba, soul, funk e rap encerram o evento em cinco horas de show!

A programação completa você confere no flyer do evento, aqui embaixo.

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Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Cultura de rua, Eventos, cinema, grafite, street art, teatro Tags: , , , , , , ,
13/10/2009 - 13:14

Aproveitando a paisagem urbana

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Arte de rua não é apenas modificar o que existe, a prova disso é o Trase, um artista de Cingapura que acredita ser ativista de arte de rua desde que começou a grafitar, em 1999.

O cara é artista em tempo integral e leva a arte a sério, buscando seu amadurecimento e crescimento. Depois de ganhar alguns prêmio e finalizar seus estudos, Trase tem exibido seu trabalho na Ásia, Alemanha e EUA.

Utilizando-se de sombras ou obstáculos que normalmente incomodariam os grafiteiros, o artista faz seu stencil participar da paisagem urbana como se sempre tivesse estado ali, no lugar escolhido para sua intervenção.

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Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Cultura de rua, grafite, street art Tags: , , , , , , , ,
06/10/2009 - 15:55

Corpo grafitado

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Gemma O’Brien é designer tipográfica e aproveita o blog For the Love of Thype para divulgar suas letras, formas e estilos. Este ano ela foi uma das palestrantes do evento Typo Berlin 2009, que reune os maiores nomes da tipografia mundial.

Antes da conferência, Mrs. Eaves, como é conhecida a artista, gravou um documentário sobre grafite. Se você pensa que a garota apoia a arte como ela é feita atualmente está muito enganado! O vídeo é parte da campanha “ Write Here, Right Now”, para que o grafite seja em lugares adequados.

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[Imagens: Alexander Blumhoff]

Na opinião de O’Brien, propriedades privadas de outras pessoas não devem ser alvo dos grafiteiros, o foco deve ser sua propriedade. No caso da artista, o corpo é a propriedade privada escolhida. Foram oito horas de escrita! Quer ver o vídeo?

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Cultura de rua, grafite, street art Tags: , , , , ,
30/09/2009 - 15:07

Grafite na praça

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O projeto Centro da Arte começou em agosto e realiza espetáculos usando como palco a própria rua. Nina Pandolfo é a atração do mês de outubro e recebe Finok para uma participação especial.

Nina é uma das mais importantes representantes da street art do país, trabalhando com pinturas em murais e telas, com látex, resina, plástico e tecido e sempre muitas cores. Nos dias 2 e 3 de outubro ela fará uma palestra sobre o tema que domina e fará uma demonstração, com a ajuda do artista gráfico Finok.

Serviço
Quando? 2 e 3 de outubro, às 12h30
Onde? CCBB – Praça do Patriarca (SP)
Quanto? Entrada franca

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Cultura de rua, Eventos, grafite Tags: , , , , ,
29/09/2009 - 15:34

Fernando Diass e o nanquim da realidade

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Fernando Diass é um daqueles brasileiros que resolveu buscar saídas fora do país. Nanquim e técnicas de wash no papel são as maneiras encontradas para traduzir seus desenhos inspirados pela natureza humana, que já foram comparados aos da revista New Yorker, na Parsons School of Design.

Batemos um papo com o artista que vem ao Brasil ainda este ano, sem data confirmada, para saber mais sobre sua trajetória e inspirações.

IG Street: Você acredita que a mudança do Brasil para NY abriu portas para o seu trabalho?
Fernando Diass: Acho que indiretamente sim. Sair do país pode ser um experiência solitária, mas com consequências muito positivas. Quando vim para Nova Iorque amadureci bastante, me vi livre de julgamentos e passei a ser mais sincero em relação aos meus objetivos, e isso transpareceu nos conceitos que eu crio. É como se eu tivesse aberto um canal direto entre minhas ideias e o meu trabalho. A mudança e as consequências que ela traz foram mais importantes do que o destino no processo de encontrar mais oportunidades.

É claro que NY tem grandes vantagens para quem quer desenvolver um trabalho criativo. Eu, por exemplo, gosto de explorar a natureza humana, e sempre começo um trabalho a partir de algo que observei ou que vivenciei. Como toda grande cidade, NY tem um trânsito constante de pessoas, mas com uma particularidade: a dificuldade com que as pessoas têm em encontrar privacidade. Tudo acontece nas ruas porque muitas vezes os apartamentos são pequenos, os espaços são limitados e na maior parte do tempo, anda-se a pé. Então por mais que você não queira, é difícil não estar presente na vida dos outros e vice-versa. No meu caso, isso é precioso.

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IG Street: Como você se inspira para os trabalhos? Como você escolheu a técnica utilizada?
Fernando Diass: Eu não sei se é exatamente isso que me inspira, mas eu ando por aí, frequento diferentes tipos de lugar e procuro conhecer o maior número e variedade de pessoas possível. Tento conversar e enxergar novas perspectivas. Até mesmo quando isso é uma experiência desagradável tento ser observador e absorver algo. Vejo muitos filmes, em média um por dia. Me envolvo com música, aliás, outra vantagem de NY – a cena musical é incrível. Mas no final das contas eu pareço não ter muito controle sobre inspiração, é como se eu só vivesse minha vida do único jeito que sei viver e ficasse esperando pelas ideias, sem pensar muito nisso. Elas simplesmente vêm.

Acho que a minha técnica surgiu naturalmente, a partir da necessidade de aprender sozinho a qualquer custo. A maneira como eu faço meus trabalhos é fruto do que eu pude observar, filtrar e absorver ao longo do tempo. Como sempre vou continuar observando, minha técnica nunca vai parar de mudar. Hoje meu trabalho é do jeito que é porque me parece apropriado para o que eu quero dizer. Mas é como uma união entre forma e conteúdo, no momento em que o conteúdo muda, a forma também vai mudar, e para isso vou precisar adaptar a técnica.

IG Street: O que significa pra você e o seu trabalho expor junto com o Fashion Week de Nova Iorque?
Fernando Diass: O Fashion Week de NY é um grande evento cultural que atrai muita gente interessante, especialmente para áreas como o Village e o Soho, onde estou mostrando meus trabalhos. A cidade se transforma e dá espaço para um exercício explícito de criatividade, envolvendo diversas formas de arte. Por mais que eu não esteja diretamente ligado à moda, poder participar disso de alguma forma é inspirador. É como se por uma semana, eu tivesse uma audiência muito especial.

IG Street: Quais são suas referências nacionais e internacionais?
Fernando Diass: Minhas referências estão na música, na literatura, no cinema e na pintura. Sei que isso é bem abrangedor e vago, mas é muito difícil ser específico, porque eu provavelmente estaria excluindo algo.

Para citar alguns exemplos: acho que Michelangelo Antonioni fez filmes incríveis como Blow Up, L’Avventura e La Notte, entre outros. Os cineastas franceses da Nouvelle Vague também. Admiro Jean-Luc Godard e François Truffaut. Masculin Féminin, por exemplo, é um estudo interessantíssimo sobre relações humanas. Eu poderia citar muitos outros.

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Gosto muito da literatura russa de Dostoiewski. Acho Crime e Castigo tão intenso que eu poderia fazer uma série extensa de trabalhos baseada no livro. Mikhail Bulgakow escreveu um livro muito interessante chamado The Master and Margarita, recheado de sátiras e humor negro.

Gosto também de Edgard Allan Poe, tenho um profundo interesse pelo misterioso e pelo oculto. Gosto do trabalho de James Joyce, e devo ter lido praticamente toda obra de Oscar Wilde. Estou tentando ler um livro chamado Infinite Jest, de um autor americano chamado David Foster Wallace. Digo tentando porque realmente não é fácil. O livro é tão denso, complicado e extenso que me faz pensar sobre obsessão, sobre realmente querer expressar uma ideia.

Gosto do trabalho do Max Ernst, Alfred Kubin, Goya, Tchelitchew, Edward Gorey, Francis Bacon, David Shrigley… Acho que eu devo ter absorvido muito do que sei de alguns desses artistas.
Na verdade acho que a minha lista de referências vai muito além, não sei nem porque citei cineastas em primeiro lugar… Só posso dizer que todo dia adquiro uma nova referência, conheço algo novo e aprendo mais.

IG Street: Você pode contar um pouco como se deu sua ligação com as artes visuais?
Fernando Diass: Eu não sei dizer exatamente como começou, mas provavelmente foi bem cedo. Minha avó, minha mãe e minha tia são artistas plásticas, talvez isso tenha despertado o meu interesse pelas artes visuais quando eu ainda era pequeno. Me expressar através do desenho e da pintura foi como que instintivo, desenhar era algo que eu simplesmente sabia fazer, sem nem saber como ou porque.

Para mim a estética é e sempre foi intrigante de maneira geral.

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Cultura de rua Tags: , , , , ,
16/09/2009 - 18:13

Mobilidade é street

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Mobilidade é uma das palavras mais faladas nos últimos tempos. O seu celular precisa ter, sua ideias também e é claro que se mover pelo mundo e conhecer coisas novas é algo extremamente desejável.

Juntando todas essas ideias, a quarta edição do Festival Internacional de Criatividade Móvel, o Mobilefest, vai unir jovens de São Paulo e Amsterdã por meio de celulares e GPS, para uma Gincana Global em parceria com o instituto holandês Waag Society. E isso é só o pré-lançamento do evento!

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Projeto Gincana Global
O que rola é assim, nos dias 17 e 18 de setembro você vai até o Museu da Imagem e do Som (MIS) para ter um workshop de criação de jogos educacionais – utilizando celulares e GPS (aquele sistema que mostra sua posição no globo, sabe?).

Os estudantes e professores brasileiros vão desenvolver jogos para os holandeses e eles farão jogos pra gente! Tudo vai ser baseados nos temas culturais de cada país e terminarão com a gincana em que, simultaneamente no dia 25, rola nos arredores do MIS, em São Paulo, e no Festival PICNIC, em Amsterdã.

Uma videoconferência vai dar tarefas para cada grupo e isso quer estimular sua reflexão sobre a pluralidade cultural e o papel do cidadão no mundo.

“Novos games urbanos: GPS e celulares na educação”
Depois do workshop, o diretor de desenvolvimento e estrategista de software do instituto holandês Waag Society, Ronald Lenz, vai ministrar um debate com especialistas brasileiros sobre as novas fronteiras da educação.

Serviço
Novos games urbanos: GPS e celulares na educação
Quando? 17 de setembro de 2009, a partir das 19h
Onde? Museu da Imagem e do Som (MIS)
Como? Inscrições grátis no site do projeto, mas as vagas são limitadas

Global Gincana
Quando? 17, 18 e 25 de setembro, a partir das 9h
Onde? Museu da Imagem e do Som (MIS)
Como? Inscrições pelo e-mail para educadores, professores e estudantes entre 13 e 17 anos da rede pública e privada com conhecimentos básicos do idioma inglês

Autor: Carol Patrocinio - Categoria(s): Aulas, Cultura de rua, Eventos Tags: , , , , , , , , , , ,
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