Grafite X pixação
A tensão não muito bem resolvida entre grafite e pixação explodiu no último sábado, dia 6, em São Paulo. Um grupo de 30 auto-intitulados pixadores invadiu e pixou a galeria Choque Cultural, dedicada a expor e comercializar obras de arte urbana, especialmente grafite.
O grupo publicou fotos do ataque em uma página do Flickr. O texto que as acompanha descreve a ação como “protesto à (sic) comercialização, institucionalização e Domesticação da Cultura de Rua, por parte dos galeristas e do Poder Público”.
Mais do que uma discussão sobre o nome que deve ser dado a este tipo de intervenção urbana, o que está em questão é a legalidade ou não da forma de arte. O “convite” que chamava os invasores ao ataque à galeria termina com as palavras de ordem “arte como crime, crime como arte”. Esta e outras passagens do texto deixam claro que o grupo de pixadores considera a depredação ilegal da propriedade pública ou alheia como parte fundamental da arte urbana, e considera que seu uso lícito desvirtua o movimento.
A questão que continua sem resposta é a definição de arte urbana (seja ela chamada pixação, grafite, ou por qualquer outro nome): ela é definida por uma estética, pelo desrespeito à lei, pelo lugar onde é feita, por uma ideologia política…? Dê sua opinião.
Idiotice fazer issu neh, o grafite é uma arte,meu tem uns caras que são mto bom,eu um dia vi lah na freguesia um homem negro pintado no muro,parecia que era gente de vdd …que ele ia sair do muro..ainda entao akelas artes com cores,frases nossa muito boas,ao lado do shopping D tem bem do lado da escola tecnica federal …fizeram frases e desenhos lindos…
Agora esses rabiscos de preto na parede falando zobre familia Z/n loco é poko …para neh ..issu naum eh nada
Tenho um amigo que é muito radical e se diz a favor de cortar a(s) mão(s) de todos os pixadores. Sou mais moderado. Penso que a punição deveria ser feita com dedos: cortar (decepar) dois ou três na primeira pena e do restante, só nos casos de reincidência.
penso que o título da reportagem num reflete em nada a invasão. A batalha num é contra os grafiteiros e sim contra a comercialização da arte urbana.
acho válido eles vandalizaem o meio pra compará-lo à rua e chamar a atenção por isso, mas acho que se os responsáveis ouzassem sugerir alguma mudança cultural ou algo que o valha, eles devem assumir a autoria de seus atos e respondê-los em público.
Senão será uma arte ignorante e sem responsabilidades, feita por moleques. Um homem pensaria em outra maneira de abordar o assunto e, se não, deve assinar suas ações.
“Esta e outras passagens do texto deixam claro que o grupo de pixadores considera a depredação ilegal da propriedade pública ou alheia como parte fundamental da arte urbana”
Ah, então tá bom…
Respondendo a pergunta do texto acima, a pixação é definida por uma estética, pelo desrespeito à lei, pelo lugar onde é feita (quanto mais alto mais legal), sem nenhuma ideologia política, pelo codinome da pessoa que pixa ou pelo grupo que ela corresponde ou representa. O pensamento fundamental é que a rua não pode ser comercializada, assim, o graffiti e a pixação só existem por definição na rua, portanto… Fez-se da galeria a rua.
Rafa Pixabobo, você não passa de um babaca metido a contestador. A tua mediocridade e a de tua ganguezinha não tem limites. Além de tudo isso, você é um bosta de um covarde, pois só faz as tuas imbecis intervenções se estiver escorado por esse bando de marginaizinhos. Vai se tratar, cara ! Tá cheio de psiquiatra por aí que pode resolver os teus complexos egrilos mal resolvidos1
O mundo da arte agitou-se, nas últimas semanas, com 2 ações que causaram polêmica! Em Bogotá, um coletivo de artistas, defensores da arte livre e que pretendem lutar contra a “burocracia da arte” roubaram uma gravura do pintor espanhol Goya. No outro caso, em São Paulo, um grupo de 30 pichadores invadiram e picharam, do chão ao teto ,a galeria Choque Cultural, que se auto define como “uma galeria de arte contemporânea que dialoga com o underground”.
O grupo Comando Arte Livre S-11 (em referência ao dia 11 de setembro), que roubou a gravura “Tristes Pressentimentos”, alega que Goya rompeu, em seu percurso, com instituições, políticos e exploradores e por isso, a obra deve seguir para o povo que é excluído de exposições e não tem dinheiro para pagar entradas em museus. Já os organizadores da mostra afirmam que isso é balela e que Goya sempre foi burguês e não tinha esses conceitos em sua obra. O movimento “PiXação: Arte Ataque Protesto”, declarou em carta convite aos participantes que a ação é um “total protesto” contra a galeria, em virtude desta trabalhar com a “comercialização, institucionalização e domesticação da cultura de rua” e que a galeria não representa a cultura urbana da street art. A galeria entrou com uma representação na polícia alegando prejuízos entre dez e quinze mil reais.
Podemos refletir sobre a questão dos abusos de poder e discursos existentes, dos dois lados, nas entrelinhas dos fatos, tal como acontece contra a Pinacoteca do Estado, em fase terminal, no Palácio da Cultura. Podemos, à revelia, ocupar espaços de obras de arte com a política? Podemos impedir o acesso às obras dos artistas com valores para ingressos onerosos? Podemos criar mecanismos, discursos e estratégias para calar as opiniões contrárias? Podemos subverter um movimento de rua, de natureza urbana, acessível às massas e colocá-la no mesmo processo de exclusividade às minorias? Podemos nos aquietar diante de tudo?
Os acontecimentos, antes de serem julgados como “atos criminosos” ou de “delinqüentes” que serão submetidos às punições existentes em lei, refletem, querendo ou não, uma agitação real contra a pressão de uma sociedade e um sistema corroído por contornos, discursos e conceitos que não seduzem mais as pessoas.
Vemos, cada vez mais, as inquietações transbordantes de muitos jovens que não se vêem representados ou com suas liberdades e direitos violentados, partindo para ações da mesma ordem, às vezes extremas, incoerentes, que beiram o vandalismo, mas que se traduzem na linguagem de sua verdadeira cultura urbana e geram debates acerca dos limites da privação, da burocracia e da convivência, trazendo à tona a voz livre que o poder tenta subjugar, como sempre foi em todos os tempos.
Primeiramente, o “pixo” é diferente do grafite, embora o conceito primordial dos dois seja o de ter de estar na rua, no ambiente urbano.
E diferente do que os pixadores pensam, o grafite não precisa necessariamente ser “depredação ilegal da propriedade”, até porque ele precisa de autorização, não se pode fazer um grafite enorme como os que vemos em lugares de destaque, se tiver que ser na surdina, são horas de trabalho, e também não acho que seja um problema uma exposição sobre grafite em uma galeria, a arte em sí, deve ser exposta, é essa sua finalidade, e não precisamos ir até Jerusalém para ver uma exposição sobre a época de Cristo, é para isso que servem exposições, contudo, o original estará sempre no lugar.
ai so graffitero e digoa arte do grffite e como se foze qualque otra so que no muro consigo faze qual que arte que artistas conhesidos decadas pasada fasia no muro e pixa vai fala serio ne sao bando de ganguis endiotas que querem se aparese eu conheso de versos grupos e grfe como os+im osrgs tga lixomania sustos entre otras gangues de pixadores e e ridiculo o que vcs fazem sei que comesa quando moleque para ganha respeito na quebrda mais isso nao e respeito e vira visio ao sepassa do tempo pois vc que senti adrenalina e quanto mais alto maio a drenalina pegando pico de cabesa para baixo vcs acha que isso e legal nao graffiti irmao e pra quem tem talento pichaçao nao evento um nome com uma letra da minha imaginaçao plonto ta feito que bosta sai dai iso naoe plotesto vcs querem se as ganguis mais conhesidas os lugare mais difiseis eu sei comoe a pixaçao pois ja falei com o jc lider d do grupo bomba city e ele me falo tudo que pega os ponty a pasta de folia como se fose uma coleçao de figuria mais de gangues de pichaçao com as grifese o nome do grupoe asinatura mano vcs sao organisados tem uma cutura emglobada na pixaçao sei que nuca vai acaba pois os muleque que se estrava sem o piçao vai pra este lado acupa diso sao dos pais do governo poisleva plogetos de arte mano tos falam mal do rap do graffiti e dos outros elemento do hip hop mais veja a prelcupaçao deles co a sociedade nem um politico te esa atitude com a periferia leva prgeto pra ladescubra os talentos deses pixadores pare se dedica em outa coisa e nao na pixaçao
mano ja dei aula de graffiti e sei do enterrese de muito deles para muda e aprende graffiti mais falta ensentivo
aiiiiiii eu acho que a pixação é uma arte
diferente do graffiti mais tambem é arte
independente da onde seja casa,muros,ruas,etc
o graffiti é uma arte liberal não uma arte
proibida por isso que é mais icentivada
pelas pessoas esse é meu comentario
falouuuuuuuuu
pra v66666666666
poderiam divulgar mais tarde um documentario mostrando táticas de grafite para iniciantes esse é o meu pedido
tem que matar esses fdp,fde,fdb………………………………..rsrsrsrssr………………………….
Ai , o “PIXO” é uma arte tbm , agente corre pelos nossos bandos ou grupos , ou tem pixador que pixa por ele mesmo , o seguinte , eu asho que deveriam respeitar mais nos pixadores , Num dizem que temos que apreden a conviver com as diferenças entaum taah , ai ! agente pixa mesmo e ja era deo mole agente eskala e manda nossa bandera laah é isso ai ! abraços a todos que são a favor dessa ARTE em sim !
sou a favor da pixação, como o graffiti tbm é uma arte mais só que menos favorecida por parte da sociedade, um vem do outro
graffiti e pixação tudo são como uma forma de liberdade de expressão..
*VIVA A PIXAÇÃO*
*FORMIDAVEIS*
axo esse negócio d pixação mto show…mas cm devida moderação…por q tem mtos q fazem isso cm intensão de sujar a cidade…
e essa parada nossa arte nao pode ser comercializada
nao so arte, mas tambem protesto pixar nao pode ser considerado crime,pois nao dao oportunidade aos grafiteiros desse mundo por isso vamos continuar mandando ,a matina e nossa companheira.somos os genios da arte .DIA V.l
muita fe pra todos os atistas da madruga
nossa arte nao pode parar,samos pichadores de dia e de noite