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Posts com a Tag Projeções

segunda-feira, 3 de maio de 2010 Renda Fixa | 10:21

Especialistas esperam juro de 11,75% em dezembro, inflação e crescimento maiores

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Os especialistas do mercado financeiromantiveram inalterada em 11,75% sua projeção para os juros referenciais de dezembro deste ano. Segundo a pesquisa semanal Focus, divulgada todas as segundas-feiras pelo Banco Central (BC), esse é o prognóstico para a taxa Selic.

A Selic é muito parecida com a taxa dos Certificados de Depósito Interfinanceiro (CDI), que regulam os juros de mercado. Hoje, ela está em 9,5% ao ano, tendo sido elevada no dia 28 de abril dos 8,75% que perduraram desde 2008.

Os especialistas esperam que a economia brasileira cresça mais, mas com uma inflação mais acelerada. o crescimento da economia subiram de 6% para 6,06%. A perspectiva de inflação continua em alta, subindo levemente de 5,4% para 5,42%.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

segunda-feira, 12 de abril de 2010 Renda Fixa | 08:51

Expectativa de inflação sobe de novo, mas juros não a acompanham

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A pesquisa Focus, divulgada semanalmente pelo Banco Central do Brasil (BC), mostrou que os especialistas do mercado financeiro elevaram novamente a inflação prevista para 2010. Segundo a pesquisa, os profissionais consultados elevaram sua projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 5,03% há um mês para 5,29%.

Apesar de preverem uma inflação elevada, o mercado não acredita que o BC vai endurecer com os juros. A taxa prevista para o fim de 2010 permaneceu inalterada em 11,25% ao ano, 2,50 pontos percentuais acima dos juros atuais.

Como os juros deverão ficar estáveis, a expectativa do mercado é de uma economia crescendo mais: 5,60% em 2010, ante a expectativa de 5,45% de há um mês.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

quarta-feira, 7 de abril de 2010 Ações, Bancos, Crédito | 12:47

Ações de bancos devem subir 20% em 2010, avalia Barclays

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As ações dos bancos brasileiros têm um potencial de alta de 20% em 2010, devido à melhoria de seus números financeiros. A avaliação é de Roberto Attuch Júnior, principal executivo de análise de ações para a América Latina do Barclays Capital.

Segundo Attuch, em 2008 e 2009, os bancos – especialmente os estatais – ampliaram seus empréstimos para combater a crise. Essa ampliação obrigou as instituições financeiras a aumentar suas reservas para os eventuais calotes, tecnicamente chamadas de provisões contra perdas em empréstimos.

Em 2010, diz Attuch, o risco de calote será menor e os bancos deverão reduzir essas provisões, ao mesmo tempo em que vão emprestar mais dinheiro. “A melhora dos números deverá beneficiar os resultados e o preço das ações”, diz ele.

Notas relacionadas:

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010 Ações, Bancos | 15:30

O BB tem lucro recorde e as ações caem. Entenda o porquê

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O Banco do Brasil divulgou, nesta quinta-feira, o maior lucro da história dos bancos no Brasil. Em 2009 0 BB teve um lucro de cerca de R$ 10,1 bilhões, um aumento de 15% em relação ao exercício de 2008 . O lucro recorrente foi de R$ 6,63 bi, um aumento de 2% em relação a 2008.

Apesar desse resultado excepcional, as ações do BB estão caindo forte na Bolsa de Valores de São Paulo. No meio da tarde, os papéis estavam em baixa de 2,2%, a maior queda do setor bancário. O ìndice Bovespa, que mostra a média do mercado brasileiro, estava com uma baixa muito menor, de apenas 0,2%.

Como explicar que as ações caiam mesmo com bons resultados? “É um caso clássico de investidores que compram no boato e vendem no fato”, diz Clodoir Vieira, economista-chefe da corretora Souza Barros. Segundo o economista, em geral os investidores antecipam os bons resultados e, por isso, as ações sobem de preço. Quando o resultado é de fato divulgado, os investidores que compraram as ações vendem-nas com lucro, derrubando os preços.

Outro motivo, diz Vieira, é que apesar do número pujante, o resultado do BB não surpreendeu o mercado. Aqui, é preciso saber diferenciar o resultado recorrente do resultado não-recorrente.

Em português: o resultado recorrente é aquele que vem da atividade empresarial. O resultado não-recorrente é o que ocorre uma única vez. Por exemplo, uma empresa que fabrica parafusos e tem sua fábrica em um terreno extremamente valorizado pode receber uma oferta para transferir suas atividades para outro local e vender o terreno com um grande ganho. Esse ganho só ocorre uma vez – a empresa não vai vender outro terreno no ano seguinte – por isso é chamado de não-recorrente.

No caso do BB, diz Vieira, o grande evento não-recorrente foi uma transação entre o banco e seu fundo de pensão, a Previ, maior fundo de pensão do Brasil. O banco havia separado recursos para pagar à Previ e a fundação refez seus cálculos e devolveu parte do dinheiro. No linguajar técnico, isso é uma reversão de provisão, que elevou o lucro do BB em R$ 2,3 bilhões. “Na ponta do lápis, o lucro foi de R$ 7,9 bilhões, mais ou menos dentro do previsto pelo mercado, ou seja, o resultado foi grande, mas não foi surpreendente”, diz ele.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , , ,

domingo, 31 de janeiro de 2010 Ações, Renda Fixa | 23:38

Como investir uma bolada de maneira simples?

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Quanto maior o capital disponível, mais liberdade tem o investidor. É possível optar por aplicações mais sofisticadas e calibrar cuidadosamente os riscos. Mesmo assim, é possível montar uma estratégia bastante eficaz sem abusar da complexidade.

Segundo Rogério Betti Marques, sócio da empresa independente de administração de recursos Beta Advisors, uma estratégia simples e prática é dividir os recursos em duas parcelas, uma com 75% do capital e outra com 25%.

Os 75% seriam destinados a aplicações de baixo risco que rendessem aproximadamente os juros de mercado, medidos pela taxa dos Certificados de Depósito Interfinanceiro (CDI). Bons exemplos são fundos DI ou de renda fixa com taxas de administração inferiores a 1% ao ano, ou Certificados de Depósito Bancário (CDB) com remunerações superiores a 100% do CDI.

“Essa taxa reporia as perdas com a inflação e manteriam um crescimento lento ao longo do tempo”, diz Marques. A principal vantagem é que o grosso do capital do investidor estaria protegido dos solavancos do mercado.

Os 25% restantes seriam destinados a aplicações arriscadas, como fundos multimercados que usassem derivativos e fizessem apostas em mercados futuros, juros e moedas. Outra alternativa é montar uma boa carteira de ações, com graus variados de risco. “Essa fatia seria destinada a fazer o capital do investidor crescer bem acima da inflação, mas correndo risco”, diz Marques.

Segundo ele, essa estratégia é mais segura do que tentar destinar toda a carteira do investidor a aplicações um pouco mais arriscadas. “Isso colocaria todo o patrimônio em risco, o que poderia provocar um prejuízo pesado em um momento de solavanco do mercado”, diz.

Pode parecer uma abordagem simplista, mas essa fórmula básica rendeu um prêmio Nobel de Economia a seu criador, o economista americano Harry Markowitz. Ele desenvolveu as primeiras teorias de gestão de portfólios e demonstrou que a melhor relação entre risco e retorno é obtida mesclando-se uma fatia de aplicações agressivas a uma carteira de baixo risco.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 Poupança | 10:42

O que esperar da poupança em 2010

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As cadernetas de poupança tiveram sua menor rentabilidade da história em 2009. Mesmo assim, quem investiu na poupança no ano passado ganhou mais do que quem investiu em 2008, segundo uma pesquisa da empresa especializada em informações financeiras Economática.

Absurdo? Não, apenas o resultado de uma inflação em queda. As cadernetas de poupança rendem 6,17% ao ano mais uma pequena remuneração de juros, de apenas alguns décimos de ponto percentual.

Em 2008, os juros estavam mais altos, mas a inflação medida pelo IPCA foi de 4,31%. Assim, o ganho da poupança sem contar a inflação foi de 7,09%. O ganho real foi de apenas 1,89%.

Em 2009, os juros e a inflação caíram. A rentabilidade nominal da poupança foi de 7,05%, menor que em 2008. No entanto, a rentabilidade real foi de 2,63%, maior do que em 2008.

E para 2010? Isso vai depender dos juros e da inflação.

Os juros devem ser um pouco maiores, em linha com os de 2010. Segundo a pesquisa Focus, realizada pelo Banco Central (BC) junto aos bancos, a expectativa do mercado é que a taxa Selic, hoje em 8,75% ao ano, encerre 2010 a 11%.

A inflação também deve ser um pouco mais alta do que no ano passado. Antônio Henrique Silveira, secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, disse que o IPCA de 2010 deve ficar perto de 4,5%, acima dos números de 2009.

Como a inflação deve subir, proporcionalmente, mais do que os juros, na ponta do lápis, a poupança deve ter uma rentabilidade real menor do que a de 2009. Ela continua sendo uma excelente aplicação para quem tem pouco dinheiro (ela é a melhor até 10 000 reais), pois é isenta de impostos e de taxas de administração.

Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 Fundos | 19:50

Quem ganhou com fundos em 2009 – e o que esperar em 2010

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Os fundos de investimento são um dos investimentos mais populares do Brasil, perdendo apenas para as cadernetas de poupança. Em 2009, os investidores ganharam ou perderam dinheiro dependendo do fundo que escolheram.

Quem investiu em ações de empresas pequenas listadas na Bolsa, conhecidas como “small caps” teve muitos motivos para sorrir. Na média, os fundos que investem nesses papéis renderam 122,5% no ano passado.

“Essas ações haviam caído demais em 2008 e apresentaram uma boa recuperação no ano passado”, diz Rogerio Betti Marques, sócio da Beta Advisors, empresa de avaliação de fundos e aconselhamento financeiro de São Paulo. “Isso mostra que quem investe em ações precisa ter uma perspectiva de longo prazo, escolher ações de empresas sólidas e esperar pelo menos três anos”, diz.

Para saber quais foram os melhores fundos e o que esperar para 2010, leia mais aqui

Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

terça-feira, 12 de janeiro de 2010 Consumo | 13:42

Etanol deverá continuar caro até abril

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O etanol só vai baixar de preço a partir de abril, quando a nova safra começar a ser colhida e moída pelas usinas. Essa é a avaliação do economista e consultor Julio Maria Borges, diretor da consultoria Job Economia e Planejamento, especializada no setor de açúcar e álcool.

Há duas justificativas para a recente alta nos preços do etanol, a alta dos preços do açúcar e o excesso de chuvas, diz Borges.

Começando pelo açúcar. A safra da Índia, o segundo maior produtor mundial de açúcar (o primeiro é o Brasil e o terceiro é a China) fracassou, o que provocou uma aguda falta do produto em todo o mundo. Como resultado, uma saca de 50 quilos de açúcar está cotada a R$ 70. “Esse é o maior preço em níveis históricos”, diz Borges. A alta dos preços  estimula as usinas a reduzir a produção de etanol e a elevar a produção de açúcar.

Em seguida, as chuvas.  A cana de açúcar acumula sacarose, que é extraída pela moagem, fermentada e destilada, produzindo o etanol.  A sacarose é solúvel em água, por isso ela se dilui quando chove em excesso. “O mês de janeiro está sendo muito chuvoso e o excesso de água reduz o teor de sacarose da cana e sua produtividade”, diz Borges.

Essas distorções só deverão começar a ser corrigidas em abril, quando começar a safra da cana em 2010. Até lá, os preços do etanol deverão permanecer nos patamares elevados atuais, segundo Borges. No entanto, ele descarta a hipótese de que os preços avancem muito mais. “O próprio mercado vai compensar a pressão de alta dos preços pela redução de demanda, pois mais motoristas vão passar a abastecer com gasolina.”

Notas relacionadas:

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  3. Etanol sobe 5,93% em uma semana
Autor: Claudio Gradilone Tags: , , ,

Ações | 12:10

Bovespa cai abaixo dos 70 000 pontos

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O Índice Bovespa iniciou a manhã em queda de 1,2%, a 69 600 pontos. Dois motivos explicam essa queda das ações.

O primeiro foi uma aceleração da inflação. A primeira prévia do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) mostrou um aumento de preços de 0,27% nos dez últimos dias de dezembro (o período de captação do IGP-M vai do dia 21 do mês anterior ao dia 20 do mês corrente). Inflação alta é má notícia, que justifica a elevação de juros, desacelera a economia e força a queda dos preços das ações.

O segundo é um movimento de realização de lucros. “As ações subiram quase 3% desde o início do ano e muitos investidores estão aproveitando para colocar esse dinheiro no bolso”, diz o chefe de mesa de uma corretora. Ele acrescenta que esse deverá ser o padrão do ano. “Como as ações estão caras, elas deverão apresentar altas de curta duração: o investidor compra, ganha um pouco, vende e recomeça.”

Notas relacionadas:

  1. O Índice Bovespa perto dos 70 000 pontos
  2. Dólar em leve alta, bolsa sustenta 70 000 pontos
  3. Índice Bovespa supera 71 000 pontos
Autor: Claudio Gradilone Tags: , , ,

terça-feira, 29 de dezembro de 2009 Ações | 19:17

Corretora Ágora eleva projeções para Petrobras e Vale

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A corretora carioca Ágora melhorou as projeções para Petrobras e Vale do Rio Doce, as duas ações mais importantes da bolsa. Para as duas empresas, a recomendação é compra.

No caso da Petrobras, o preço alvo para dezembro de 2010, segundo a Ágora, é de R$ 45,00, uma alta potencial de 22,7% em relação ao fechamento desta terça-feira.

A principal justificativa é que a produção média de petróleo no Brasil deve crescer 7% em 2010, atingindo 2,11 milhões de barris por dia. Entre 2009 e 2013, a expectativa da Ágora é que a produção cresça 7,2% ao ano. A corretora espera que a geração de caixa (ebitda) da Petrobras cresça 9,95 em 2010, para R$ 64,7 bilhões, e espera um crescimento de 5,5% no lucro líquido, para R$ 28,8 bilhões.

No caso da Vale, a Ágora espera um aumento de 19,2% nos preços em dólar do minério de ferro em 2010 e novas elevações em 2011. O novo preço alvo para Vale ON (VALE3) é de R$ 68,19, com uma alta potencial de 37%. Para Vale PNA (VALE5), o novo preço alvo é de R$ 59,29, com uma alta potencial de 40%

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  1. Entenda a alta das ações da OGX Petróleo
Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

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