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terça-feira, 31 de agosto de 2010 COMO FAZER, Turismo, Viagem | 05:59

Como economizar na compra de passagens aéreas

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A percepção sempre é de que o segundo semestre passa mais rápido do que o primeiro. E, conforme se aproxima o final do ano, cresce a vontade de fazer uma viagem de férias.

Para quem quer dar uma fugidinha no verão e economizar na passagem aérea, as recomendações dos especialistas são as seguintes:

Foto: Marcela Tavares

1 – Planejar-se para comprar com antecedência
O objetivo primeiro das companhias aéreas é pagar os seus custos com o voo. Por isso, dão bons descontos para os passageiros que garantem o seu lugar cedo. Depois que se atinge determinado nível de ocupação da aeronave, não interessa mais tanto assim oferecer bilhetes baratos –a meta se torna maximizar o lucro. Por isso, quanto antes se adquire a passagem, menor é o valor desembolsado. “E, dessa forma, é possível terminar de pagar o parcelamento antes, para começar a viagem com o limite do cartão de crédito totalmente livre para as despesas do passeio”, diz Bob Rossato, sócio-fundador da agência de viagens on-line ViajaNet.

2 – Ser flexível quanto a datas e horários
Os voos de maior demanda são os do começo da manhã (entre 7h e 9h) e do final da tarde (das 17h às 19h), preferidos para deslocamentos a negócios. Os das segundas-feiras e sextas também têm bastante procura, e, portanto, preços mais altos. Vale a pena mudar um pouco a programação da viagem –e renegociar com o chefe o período da folga no feriado– para evitar os intervalos de pico.

Os interessados em viajar no verão devem começar a se programar já (Foto: Getty Images)

3 – Fugir dos aeroportos centrais
Nas férias, o turista não tem tanta preocupação com horários, então pode despender um pouco de tempo se deslocando para um aeroporto mais afastado, onde as tarifas se encontrem convidativas. “E, geralmente, as empresas aéreas oferecem até um ônibus gratuito para levar os passageiros que moram nas cidades próximas”, lembra Rossato.

4 – Pesquisar bastante entre companhias e agências
Com o crescimento da economia brasileira, que fez aumentar o número de passageiros, e o acirramento da concorrência, existe uma enorme disparidade entre os preços. É essencial comparar.

5 – Ficar de olho nas características da passagem
Dentro de uma mesma classe, como a econômica, por exemplo, existem subdivisões de acordo com o tipo de bilhete. “Há passagens que são mais caras porque dispõem de serviços adicionais, como a possibilidade de cancelamento ou de adiamento da viagem. Quando opta por uma de preço menor, o turista precisa verificar se não ficará engessado demais”, frisa Claudia Abrahão, diretora executiva da agência de turismo Stella Barros.

6 – Considerar comprar o pacote que inclui hospedagem
As operadoras sempre conseguem das companhias aéreas bilhetes mais baratos para vender junto com o hotel e os passeios. Às vezes, o conjunto sai mais em conta do que cada item separado.

7 – Acompanhar as ofertas promovidas por meio das redes sociais
Praticamente todas as companhias e muitas agências de viagem têm perfis no Orkut, no Facebook e no Twitter, e realizam promoções-relâmpagos exclusivas para os usuários das redes. Esteja preparado –com o dinheiro ou o cartão reservado– para aproveitar.

LEIA MAIS:
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Como economizar com o hotel na viagem de férias
Intercâmbios esticam planos de pagamento de olho nas classes C e D

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , , , , ,

terça-feira, 20 de abril de 2010 Consumo, Turismo | 15:06

O que fazer se você não conseguiu voar para (ou da) Europa devido ao vulcão

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O caos aéreo que os brasileiros viveram há cerca de dois anos trasladou-se para a Europa. No entanto, ao contrário do que ocorreu por aqui, a causa não foi a ineficiência administrativa das autoridades, mas a erupção de um vulcão na Islândia. A poeira vulcânica em suspensão ameaça danificar as turbinas dos aviões, o que levou as companhias aéreas a cancelar milhares de vôos. O que fazer se você está numa das listas de passageiros prejudicados?

Se você pensou no seu seguro viagem, esqueça. Os seguros cobrem acidentes e doenças, mas raríssimas são as apólices que protegem o passageiro de desastres naturais – e uma erupção, que foi a causa do problema, é um desastre natural. É preciso contar com a legislação local e com a política da companhia aérea.

No Brasil

Se você está no Brasil e vai para a Europa, a companhia aérea, mesmo que estrangeira, tem de se sujeitar às leis brasileiras. Ou seja, de acordo com o artigo 741 do Código Civil, em caso de cancelamento as empresas têm de fornecer alimentação, hospedagem, telefone e traslado, mesmo que não sejam as culpadas.

Se o passageiro concordar em viajar em outro voo no mesmo dia ou do dia seguinte, a empresa deverá oferecer assistência ao passageiro, proporcionando algumas facilidades como telefonemas, alimentação e, se for o caso, hospedagem e transporte aeroporto-hotel-aeroporto. Também é possível solicitar a devolução integral do valor pago pela passagem.

Onde reclamar? Segundo a Anac, a primeira queixa deve ser feita à própria companhia aérea. Se não der certo, o passageiro pode recorrer à Anac por telefone (0800 725 4445), pela internet(www.anac.gov.br/faleanac) ou nos 10 postos de atendimento da agência nos principais aeroportos.

A Tam informou que está remarcando, sem custo, as passagens de seus vôos partindo de São Paulo ou do Rio de Janeiro com destino a Londres, Paris, Frankfurt e Milão. A Lufthansa está fazendo o mesmo e, se o cliente não puder viajar, a empresa afirma que reembolsa a tarifa. Consultadas, Iberia, British Airways e Air France não retornaram.

Na Europa

Se o passageiro de uma companhia brasileira ou europeia não conseguir viajar, ele está sujeito às leis da Comunidade Europeia. As empresas são obrigadas a reembolsar integralmente o valor da passagem se o voo for cancelado. Elas também precisam fornecer acomodações, refeições e traslados para passageiros que não conseguem embarcar, e uma compensação financeira para atrasos superiores a cinco horas.

Se os passageiros não conseguirem embarcar, eles tem direito a compensações financeiras que variam segundo a distância a ser percorrida. Para voos de até 1500 quilômetros, o passageiro recebe 250 euros.

Para voos de mais de 1500 quilômetros dentro da Comunidade Européia e para voos entre 1500 e 3500 quilômetros para qualquer destino, a compensação sobe para 400 euros.

Finalmente, não embarcar em voos com mais de 3500 quilômetros garante ao passageiro uma indenização de 600 euros. A regulação também vale para voos fretados.

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  2. O que fazer em caso de falta de energia 1/2
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Autor: Claudio Gradilone Tags: , , ,

segunda-feira, 5 de abril de 2010 Casa própria, Consumo, Impostos | 19:54

Ônibus e IPTU elevam para 5,04% inflação prevista em São Paulo

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A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), ligada à Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo, elevou de 4,50% para 5,04% a inflação para o consumidor na cidade de São Paulo. As causas para a mudança no cálculo foram o reajuste de 17% dos ônibus e o aumento médio de 30% do IPTU, que foram decididos de uma só vez no início do ano e deverão pressionar bastante os índices.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fipe registrou um aumento de preços de 1,34% em janeiro, 0,64% em fevereiro e 0,34% em março. Segundo o economista Antônio Evaldo Comune, coordenador do IPC, a inflação prevista para abril será de 0,35%, e, se não houver novos aumentos inesperados de tarifas, Comune estima uma inflação mensal de 0,27% até o fim de 2010. Na ponta do lápis, isso indica uma inflação anual de 5,04%, a maior desde 2008.

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  2. O que esperar da inflação nos próximos meses
  3. Inflação prevista para 2010 avança para quase 5%. Juros vão subir
Autor: Claudio Gradilone Tags: , , ,

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 Consumo, Turismo | 16:16

Aproveite as promoções das passagens aéreas

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Nos dias que se seguem ao carnaval, as companhias aéreas costumam fazer promoções-relâmpago, oferecendo passagens a baixo custo. Segundo Marcos Arbaitman, principal executivo da agência de viagens Maringá Turismo, vale a pena aproveitar as promoções. “Os preços das passagens estão mais elevados do que em 2009″, diz ele. Arbaitman avalia que a demanda deverá permanecer aquecida, o que abre pouco espaço para as promoções.

Segundo ele, em 2009 as duas principais empresas aéreas, Tam e Gol, realizaram promoções bastante agressivas e descontos generosos para bloquear a entrada da Azul no mercado. Essa estratégia defensiva foi benéfica para o consumidor. “As tarifas ficaram baixas do início do ano até setembro, quando a política de descontos perdeu força”, diz Arbaitman. “Em 2010 até agora não houve grandes disputas.”

A recomendação,  portanto, é aproveitar as promoções, pois vai ser mais difícil achar passagens baratas.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: ,

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 Consumo | 14:25

O que esperar da inflação nos próximos meses

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Diversos institutos que se dedicam a analisar os preços com lente de aumento já perceberam que a inflação para os consumidores se acelerou bastante no início de 2010. O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-econômicos (Dieese) calculou a inflação na cidade de São Paulo. O maior aumento foi o registrado para os consumidores de renda média. Em janeiro, os preços para eles subiram 1,82%.

A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da Universidade de São Paulo, calculou a inflação de janeiro em 1,34%. Já a Fundação Getulio Vargas (FGV), ao calcular a variação dos preços no varejo também em São Paulo registrou uma inflação de 1,87%.

Segundo os técnicos desses institutos, há dois grandes motivos para a inflação ter subido tanto, não apenas em São Paulo, mas com reflexos mais ou menos parecidos para os consumidores de todo o Brasil.

Um deles são os transportes coletivos. Em São Paulo foram reajustadas as tarifas dos ônibus em janeiro. As tarifas do metrô foram reajustadas em fevereiro. Como o transporte coletivo é um item importante no consumo das famílias, um reajuste de tarifas tem um impacto significativo.

Outro motivo são as chuvas torrenciais do início do ano. A chuva em excesso estraga a produção de verduras e legumes, que também são relevantes na cesta de consumo das famílias. Pode ser que um consumidor desista de comprar alface ou tomate quando vê que os preços estão altos, mas mesmo assim os índices de inflação refletem esse aumento de preços.

O que esperar para os próximos meses? Segundo os técnicos dos três institutos, a inflação de 2010 será um pouco mais alta que a de 2009, mas não será explosiva. Ou seja, o aquecimento da economia e as chuvas do início do ano vão turbinar os índices. Os preços deverão subir mais do que os 4,5% da meta prevista pelo governo, mas não vão superar os 6% no ano, exceto se ocorrer alguma catástrofe.

O que fazer? Infelizmente, uma boa parcela do aumento está no item Transporte, que não tem substituição. Quem usa ônibus ou metrô para trabalhar todos os dias tem poucas alternativas e tem de pagar mais caro. Já o item alimentação é mais flexível, e a recomendação é pesquisar preços e substituir alguns dos itens mais salgados.

Notas relacionadas:

  1. A inflação e as tarifas de energia e telecomunicações
  2. Transporte e alimentos puxam a inflação em São Paulo
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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010 Dólar, Turismo | 18:10

O dólar subiu, é hora de comprar?

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O dólar fechou nesta sexta-feira em alta de 0,85% a R$ 1,815. No mês, a moeda americana acumula um ganho de 3,7%, tornando-se, até agora, o investimento mais rentável do mês. É hora de comprar dólares para investir? Para os especialistas, não, pois não há nenhuma garantia de que o dólar continue em alta até o fim do ano.

Segundo Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da corretora Gradual, a recente alta do dólar decorre de um ajuste global dos preços das moedas. Nos últimos meses de 2009, muitos investidores apostaram em moedas de países que pareciam crescer mais do que os Estados Unidos. Entre essas moedas estava o real brasileiro.

No início de 2010, o mercado financeiro internacional refez suas contas para a economia da China, que não deverá crescer tanto quando se esperava no fim de 2009. Assim, os investimentos em outras moedas que não o dólar ficaram menos atraentes, o que diminuiu as vendas do dólar  no mercado internacional. A moeda americana se valorizou em todo o mundo, e o real não foi exceção.

Nas próximas semanas, porém, as expectativas dos especialistas são de que o dólar caia um pouco em relação ao real ou, na pior das hipóteses, continue onde está. Ou seja, não é negócio investir no dólar esperando uma valorização expressiva nos preços da moeda americana.

E quem for precisar de dólares, para uma viagem aos Estados Unidos, por exemplo? A recomendação dos especialistas é que as compras de moeda sejam feitas aos poucos, para que o turista não se arrisque a concentrar suas aquisições em dias de tensão.

Se a intenção for pagar as contas com cartões de crédito internacional, a recomendação é que o turista reserve um percentual de 5% do que iria gastar para cobrir eventuais altas do câmbio na hora de pagar a fatura.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

Crédito | 07:36

Dicas para usar bem seu cartão de crédito

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O cartão de crédito é um dos instrumentos financeiros mais versáteis à disposição do investidor. Não por acaso, havia 136 milhões de cartões em circulação no Brasil no

fim de 2009, e as estimativas são de que 153 milhões de cartões vão estar circulando no fim de 2010, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

As recomendações mais básicas para usar bem seu cartão são conhecidas:

- cuidado com os juros. O cartão é prático, mas essa praticidade tem preço, pois as taxas estão entre as mais altas do mercado financeiro, comparáveis às do cheque especial. “E a fatura sempre chega, pois os departamentos de cobrança não fazem greve”, diz William Eid Júnior, professor de finanças da Fundação Getulio Vargas.

- cuidado com a clonagem. Um cartão é um pedaço de plástico com uma tarja magnética, como a das fitas cassete ou das fitas de vídeo. Ou seja, fácil de ser clonada. Para evitar que seu cartão seja clonado, a regra é simples. “Nunca deixe que o cartão seja usado sem que você esteja olhando”, diz Eduardo Daghum, sócio da Horus, empresa especializada em segurança de cartões.

- controle seus gastos de perto. Não espere a chegada da fatura, que ocorre poucos dias antes do vencimento, para conferir o que você gastou.

Além dessas recomendações, os especialistas sugerem que o usuário de cartão de crédito escolha o produto mais adequado. Certos mimos oferecidos pelas administradoras, como por exemplo programas de milhagem aérea, não são úteis se o usuário do cartão não é do tipo viajante.

Autor: Claudio Gradilone Tags: ,

terça-feira, 5 de janeiro de 2010 Consumo, Turismo | 11:13

Desistiu de viajar para Angra? Não tem multa

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O turista que leu as notícias mais recentes e desistiu de passar alguns dias em Angra dos Reis – ou outro local turístico afetado por desastres naturais – pode receber o dinheiro de volta das operadoras de turismo.

Segundo o Procon de São Paulo, o Código de Defesa do Consumidor estabelece que o turista com viagem marcada para regiões afetadas por enchentes, deslizamentos e outras catástrofes naturais tem duas alternativas.

Ele pode alterar a data ou o local da passagem (claro, se houver diferença de preço ele terá de pagar) ou pode cancelar o contrato e receber o dinheiro de volta, sem multa.

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  1. Não conseguiu embarcar no avião? Dinheiro de volta!
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Autor: Claudio Gradilone Tags: ,

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 Consumo, Turismo | 18:28

Prepare-se para o reveillon de 2011

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O Ano Novo começou a apenas quatro dias. Esta segunda-feira, primeiro dia útil de 2010, pode ser dedicada a algo bastante útil, a preparação para o Ano Novo de 2011.

Pode parecer um ataque agudo de laborfobia (para evitar palavras como preguiça ou folga), mas na ponta do lápis faz muito sentido planejar tudo com tanta antecedência. Quem fizer as reservas de passagens e hotéis agora pode economizar até 50% da despesa.

Não é possível reservar exatamente para a virada do próximo ano, pois as operadoras, hotéis e companhias aéreas ainda não definiram quanto vão cobrar por seus serviços, mas já dá para ter uma ideia de que a economia é boa.

Quer ver? Um fim de semana no tradicional Copacabana Palace, provavelmente o hotel mais prestigioso do Rio de Janeiro, custa R$ 805 por pessoa no fim de semana entre 8 e 11 de janeiro, em um apartamento com vista para a cidade.

É possível reservar esse mesmo apartamento para o dia 9 de julho pagando R$ 583, uma economia de R$ 222, quase 28%. O Copacabana Palace não aceita reservas com antecedência de um ano, o máximo são seis meses, mas se a sua ideia for passar o reveillon em Copacabana compensa ligar para o Rio a partir de maio.

A mesma lógica vale para passagens aéreas. Uma passagem ida e volta entre São Paulo e Paris pela Air France custa R$ 4.064 no dia 8 de janeiro e R$ 2.193 no início de dezembro.A diferença é de 46%, quase a metade do preço. Essa tarifa refere-se a compras diretas, sem pacotes ou a intermediação de agências de turismo.

Quem quer enfrentar as restrições de segurança e a notória falta de polidez da imigração americana economiza ainda mais. Uma passagem entre São Paulo e Nova York custa R$ 6.293 no próximo fim de semana e R$ 2.603 no início de dezembro, uma economia de quase 59%.

Também é possível economizar nos pacotes turísticos. Um pacote da operadora CVC para quatro pessoas – dois adultos e duas crianças, uma de 7 e outra de 5 anos – para passar 11 dias em Orlando, Flórida, custa R$ 21 000 no dia 10 de janeiro e R$ 16.250 no dia 10 de março. É uma economia de R$ 4 750, cerca de 23%.

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  1. Não conseguiu embarcar no avião? Dinheiro de volta!
Autor: Claudio Gradilone Tags: ,

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009 Consumo | 15:02

Não conseguiu embarcar no avião? Dinheiro de volta!

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A Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR) do Senado aprovou, nesta quarta-feira, um projeto de lei que obriga as companhias aéreas a indenizar os passageiros que não conseguiram embarcar no avião devido ao cancelamento do vôo ou à venda de passagens além da capacidade do avião, o chamado overbooking.

O projeto aprovado na comissão do Senado também garante o o dinheiro de volta se o vôo atrasar mais do que quatro horas, e garante que o pagamento tem de ser feito na hora em que a companhia aérea comunicar formalmente o atraso ou o cancelamento do vôo ao passageiro.

O projeto de lei ainda depende de tramitação no plenário do Senado e na Cãmara dos Deputados, e depende da sanção do presidente para ser aprovado. Ou seja, não é uma proteção para quem está arrumando as malas para as férias de janeiro.

“O passageiro que for prejudicado por um cancelamento de vôo, overbooking ou atraso ainda terá de buscar seu ressarcimento na Justiça”, diz o advogado gaúcho Cláudio Candiota Filho, presidente da Associação Nacional em Defesa dos Direitos dos Passageiros de Transporte Aéreo (Andep).

Autor: Claudio Gradilone Tags: