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domingo, 23 de janeiro de 2011 COMO FAZER, Planejamento financeiro | 05:59

Defina as suas metas financeiras para 2011

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Estabelecer prioridades é o primeiro passo para de fato cumprir aquela resolução da virada do ano de administrar melhor a vida financeira.

Mas determinar uma meta que funcione como estímulo e ainda balize as decisões que serão tomadas em 2011 também demanda bastante método:

1 – Tenha foco
Os seus propósitos precisam ser claros e específicos. Não adianta muito dizer apenas “sair do aperto” ou “viver melhor com o salário”. É preferível usar “eliminar as dívidas” e “poupar 10% da renda todo mês”.

2 – Escolha alvos relevantes e atingíveis
Cada um sabe o que é mais importante para si. A sua escala de valores ditará, então, as causas que estarão em primeiro lugar neste ano. “Todos queremos muitas coisas ao mesmo tempo, claro. Por isso é altamente recomendável hierarquizar os desejos, senão acabamos nos perdendo”, ensina Sabrina Sciama, gerente de relações corporativas do Brasil e responsável pelo programa “Finanças Práticas”, da instituição, que acaba de lançar o guia “50 dicas para cuidar da sua saúde financeira”, disponível para download no endereço http://www.financaspraticas.com.br/50ways_port.pdf.E é essencial ser realista no planejamento, para não desanimar pelo caminho. Por exemplo, trocar o encanamento e a fiação da casa inteira em três meses é complicado –mas aprontar a sala de visitas e o banheiro principal a tempo de comemorar o Dia das Mães parece factível.

3 – Mensure o objetivo
Significa traduzir o sonho em valores, para saber exatamente onde se está, onde se quer chegar e o tamanho dos passos para percorrer o trajeto. E a estimativa, realizada após bastante pesquisa, deve ser exata até os centavos.  

4 – Coloque prazos e divida-os em etapas
Os esforços requerem data para começar e para terminar. E o período tem que ser dividido em fases menores. Dessa maneira, fica fácil medir o progresso da missão e corrigir eventuais falhas. “Daí se consegue traçar um plano de ação. O melhor é inclusive colocar no papel, para favorecer o controle”, sugere Sabrina.

Conquistar o apoio da família para a missão é indispensável, pois será necessário fazer sacrifícios em determinadas áreas.

Você já decidiu as suas prioridades financeiras para 2011? Divida com os demais leitores!

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , ,

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010 COMO FAZER, Comportamento, Consumo, Crédito, Dívidas, Família, Investimentos, Planejamento financeiro | 05:59

16 atitudes para transformar sua vida financeira em 2011

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Curtir o salário, pagar todas as contas em dia, acabar com as pendências, começar a investir –administrar bem o seu dinheiro com certeza é parte da lista de desejos de muitos brasileiros às vésperas de começar um novo ano.

Para passar da promessa à ação e de fato mudar de vida em 2011, eis 16 ideias super eficazes:

1 – Tenha um grande objetivo
Começar a se organizar e poupar fica bem mais fácil quando existe um sonho que os recursos podem ajudar a tornar real, como a compra da casa própria ou uma viagem de intercâmbio cultural. Separar já no começo do mês os montantes destinados a formar uma reserva e só depois montar o orçamento da casa com o que sobra, e não o contrário, é uma estratégia que funciona bem.

Sugestões de Conrado Navarro, consultor do programa Consumidor Consciente, da Mastercard:

2 – Abandone o complexo de vítima
Muitas pessoas culpam o governo, os bancos, as lojas e a família pela sua realidade financeira ruim. A verdade, porém, é que os apertos são resultado da falta de planejamento e de más decisões tomadas. Assumir a responsabilidade por cada ato é fundamental para conseguir mudar.

3 – Tome pé da situação
Não é necessário adotar planilhas nem sistemas complexos. Em um singelo caderninho pode-se anotar, com rigor, todos os gastos da família. A contabilidade feita somente na cabeça engana.

4 – Automatize os investimentos
Não havendo o hábito de economizar uma parte das receitas da casa, programar aplicações para determinadas datas (por exemplo, o dia em que o salário cai na conta corrente) é a solução para evitar esquecimentos.

5 – Assuma o compromisso de fugir das dívidas caras
O cartão de crédito e o cheque especial são ferramentas bastante úteis, mas com indicações e formas de uso específicas. Rolar a fatura do cartão e deixar o cheque especial descoberto por descuido significa pagar juros altíssimos. Trocando tais débitos por outros mais baratos, como o empréstimo consignado, e proibindo-se de voltar a abusar deles, o consumidor já aprimora a qualidade das suas finanças.

6 – Dedique tempo para se educar e aprender a gerir o seu dinheiro
Em livros, jornais, sites, blogs e cursos especializados, pode-se obter muito conhecimento que auxilia na administração dos recursos e dos projetos. É ótimo entender, finalmente, o que o gerente do banco está dizendo e se sentir no controle.

7 – Pesquise preços
Vale a pena andar um pouco mais e não comprar no primeiro estabelecimento que aparece. De centavo em centavo, no final a diferença pode ser bem grande.

8 – Concentre-se na sua qualidade de vida
O dinheiro é um meio para se viver bem; não precisa, portanto, virar uma fonte de preocupações e problemas. Esse conceito é que se deve ter em mente na hora de estudar as maneiras de ganhá-lo e gastá-lo.

Sugestões de Mauro Calil, diretor do Centro Calil & Calil de Estudos e Formação de Patrimônio e autor do livro “A Receita do Bolo” (Clube de Autores):

9 – Saiba exatamente quanto você ganha
Geralmente, a contabilidade da casa contempla as receitas brutas de cada um dos membros, e aproximada –é nacional a mania de arredondar os valores para cima, em uma matemática torta pela qual começam os erros na administração dos recursos.

10 – Estude com cuidado suas despesas para realizar cortes e substituições
Examine com lupa cada gasto e avalie se existe alguma forma de reduzi-lo. O excesso pode estar escondido nos 200 canais da TV a cabo ou nas pizzas que substituem o jantar caseiro noite sim, noite também.

11 – Diminua os limites dos cartões de crédito para 50% da sua renda líquida e o do cheque especial, para 10%
 Trata-se de é uma tática para controlar a tentação de comprar mais do que se deve, comprometendo o orçamento da casa. Somando todos os cartões, o montante disponível para compras deve ser de, no máximo, metade das receitas da família. Afinal, além da fatura, outras contas devem ser pagas: energia elétrica, condomínio, aluguel… O cheque especial precisa ter apenas o tamanho adequado para cumprir a sua função, que é a de solucionar alguma emergência.

12 – Mantenha uma reserva de recursos para aproveitar as promoções
Ofertas de produtos que são muito demandados em casa (fraldas, material escolar, mantimentos etc) apresentam-se como uma ótima chance de economia. Por isso, é recomendável separar uma quantia do orçamento justamente para ser gasta quando aparecem essas boas oportunidades. Lançar mão do estratagema requer, entretanto, que o consumidor saiba exatamente quanto gasta com cada item, pois assim pode identificar bem as vantagens.

Sugestões de Cristiana Dias Baptista, planejadora financeira certificada:

13 – Planeje suas aquisições
É preferível poupar um pouquinho todo mês até ter dinheiro suficiente para comprar um bem do que parcelar. Mesmo sem juros, dividir o pagamento dá a falsa sensação de ter dinheiro sobrando.

14 – Não parcele compras que se repetem todos os meses
De nada adianta dividir despesas recorrentes, como as de farmácia e supermercado. Em pouco tempo, as parcelas vão se sobrepor, criando uma bola de neve.

15 – Evite ir ao shopping com a cabeça cheia
Problemas e estresse são péssimos conselheiros na hora de fazer compras.

16 – Espalhe pela casa avisos lembrando a si mesmo da sua decisão de cuidar das suas finanças
Como faz quem está de dieta, colocar no papel, ler, refletir e repetir as resoluções sobre dinheiro tomadas contribui para fixá-las e fortalecê-las internamente.

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terça-feira, 14 de dezembro de 2010 Bancos, Consumo, Crédito, Dívidas | 15:30

Após renegociação, dívida com banco é congelada, mas não extinta

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Muitos correntistas que estão neste momento aproveitando o 13º. salário para renegociar as suas dívidas com bancos ficam surpresos ao descobrir que, se conseguem um desconto para quitar as obrigações atrasadas e encerrar a conta, o valor do abatimento continua constando do seu cadastro como uma pendência. Então, se no futuro quiserem (ou precisarem) voltar a se relacionar com tal instituição financeira, terão que pagar o resíduo.

Trata-se de prática antiga e comum das instituições financeiras. E essa é uma das condições a respeito das quais o cliente deve se informar bem quando fechar algum acordo do tipo para não ter uma surpresa desagradável depois.

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010 Consumo, Crédito, Dívidas, Educação Financeira, Planejamento financeiro | 13:54

Procon-SP começa hoje a ajudar os consumidores superendividados

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A Fundação Procon do Estado de São Paulo começa a receber hoje inscrições de consumidores que se encontram superendividados para participar de um programa especial de aconselhamento. Os objetivos são: ensiná-los a organizar melhor as suas finanças e ajudá-los na renegociação de todos os compromissos que deixaram de ser honrados.

O projeto, piloto, tem neste momento capacidade para atender 300 cidadãos.

Os interessados devem procurar os postos da entidade nos Poupatempos Sé, Santo Amaro e Itaquera levando documentos como comprovantes de renda da família e carnês e boletos atrasados.

A primeira fase do atendimento é de triagem. Os consumidores selecionados passarão, depois, por um encontro individual com um técnico do Procon-SP e deverão assistir a algumas palestras.

A última etapa é de audiências de conciliação do devedor com os seus credores, coordenadas pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, com a presença de um juiz que homologará os acordos.

Dependo do seu sucesso, a campanha poderá ser ampliada e estendida.

Se você está superendividado, leia aqui as orientações do Procon-SP para resolver o problema.

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sexta-feira, 29 de outubro de 2010 Comportamento, Consumo, Crianças, Família, Investimentos, Planejamento financeiro | 05:59

O melhor uso que se pode fazer do 13º. salário

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O melhor emprego que se pode dar à grana extra do 13o. salário depende da situação financeira do consumidor, ensinam os especialistas. “Geralmente, mesmo antes de chegar, o dinheiro já foi ‘gasto’, comprometido com as compras de Natal. Mas vale a pena refletir um pouco melhor para usufruir do máximo que essa renda extra oferece”, diz Wilson Pires, professor do curso de administração do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana).

Se a família está endividada, o mais indicado é quitar as pendências. No Brasil, os juros são muito elevados, e quanto mais o tempo passa, maior fica o débito.

Se a família não está endividada, pode separar uma parte para satisfazer seus desejos de consumo, completar a verba para os presentes, as ceias ou as férias. “Afinal, trabalha-se duro o ano inteiro, é importante ter o prazer de se recompensar”, considera Pires.

O planejador financeiro familiar Augusto Saboia sugere que se preste bastante atenção à qualidade desses gastos. “Comprar besteiras, mercadorias de má qualidade, é jogar o dinheiro fora, porque os itens acabam logo”, afirma. A fim de administrar melhor o montante destinado aos presentes, o consultor sugere colocar um limite total para essa despesa, elaborar uma lista dos amigos e familiares que serão agraciados e estabelecer uma ordem de prioridades, porque não é possível dar mimos caros para todos. E, com criatividade, consegue-se economizar e contemplar todos.

Mas poupar outra parcela dos recursos também é uma boa ideia.

Para quem não tem o hábito de investir, a caderneta de poupança e os fundos de renda fixa administrados pelos bancos são vantajosos. Mas é importante informar-se bem sobre as características de cada produto e fazer uma pesquisa entre todas as instituições que os oferecem para comparar as tarifas cobradas.

Tal reserva pode servir para objetivos de curto prazo –em janeiro e fevereiro vencem contas importantes, como o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e o material escolar–, de médio prazo, como realizar uma viagem ao exterior e custear os estudos dos filhos, ou para os de longo prazo –a aposentadoria principalmente.

“Infelizmente, no Brasil as pessoas não têm o hábito de pensar no futuro. Porém, é preciso lembrar que a aposentadoria do sistema público não é suficiente para sobreviver”, frisa Saboia. “E a aposentadoria é o destino final de todo mundo.”

O que você vai fazer com o seu 13o.? Deixe um comentário!

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Quem tem direito ao 13º. salário e quanto deve receber

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As empresas e os governos devem pagar até 30 de novembro a primeira parcela do 13º. salário. “E é bom que os trabalhadores saibam quais são os seus direitos e como conferir os valores, pois, já que os departamentos de pessoal são informatizados e os sistemas de computador calculam os montantes automaticamente, às vezes os responsáveis não conseguem explicar”, diz Rosania de Lima Costa, especialista da consultoria Cenofisco.

Quem tem direito ao 13º. salário
- Trabalhadores regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), ou seja, com registro em carteira, de empresas de qualquer porte
- Empregados domésticos
- Trabalhadores avulsos, contratados por meio de sindicatos, como os portuários
- Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e da previdência pública estadual e municipal. Neste caso, o benefício se chama abono anual
- Trabalhadores rurais
- Trabalhadores com contrato temporário (proporcional ao período de atividade)

Qual é o valor a receber
Divide-se o salário de dezembro por 12 e multiplica-se pelo número de meses trabalhados no ano. Por exemplo, um empregado que ganha R$ 1.200,00 e está naquela empresa desde 1º. de janeiro precisa receber R$ 1.200,00 (brutos). Se o colaborador entrou somente em março, o montante a ele devido é de R$ 1.000,00 (brutos), o correspondente a oito meses de serviços prestados.
Desses rendimentos brutos, entretanto, são descontados, basicamente, a contribuição ao INSS e o imposto de renda. Mas as quantias, referentes ao valor total, somente são diminuídas da segunda parcela do 13º., a ser paga até 20 de dezembro. Tomando novamente o exemplo do funcionário que ganha R$ 1.200,00 e está na empresa desde o começo de 2010: a sua primeira parcela será de R$ 600 e a segunda, de R$ 600 menos todos os descontos.
A companhia também pode subtrair montantes relativos às faltas do empregado. Caso, em algum mês, o colaborador tenha se ausentado por mais de 15 dias, não recebe a fatia do 13º. relativa àquele mês (1/12 do salário).
Para os que fizeram hora extra ou recebem comissão, como os vendedores, é preciso calcular a média da renda durante todo o ano -essa é a soma correta.  

O que fazer se a empresa deixar de pagar alguma parcela
A providência a tomar é denunciar a companhia ao Ministério do Trabalho ou ao Ministério Público do Trabalho. O empregador é multado em R$ 170,26 por funcionário, e tal penalidade dobra em caso de reincidência. Caso a empresa decida pagar o 13º. salário em uma parcela única tem que fazê-lo até 30 de novembro, senão, para fins legais, considera-se que está atrasando –e o empregado deve receber correção.

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13º ajudará a segurar a inadimplência nos próximos meses

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Na semana passada, foram divulgados números sobre inadimplência do consumidor preocupantes: os atrasos no pagamento de compromissos cresceram 1,6% em setembro, a maior alta para esse mês desde 2000, quando o indicador foi criado pela empresa de análise de crédito Serasa Experian.

Mas a perspectiva para os próximos meses é um tanto tranqüilizadora, devido ao 13º. salário. “O consumidor sempre usa uma parte dessa receita extra –a primeira parcela, que é paga em novembro, por exemplo– para quitar as suas dívidas”, explica Luiz Rabi, gerente de indicadores de mercado da Serasa Experian.

Os acertos fazem parte da preparação para o Natal, pois não é possível obter crédito para novas compras sem acabar com pendências antigas.

E a situação da inadimplência depois de fevereiro vai depender justamente do comportamento do brasileiro durante o final do ano. Parcelamentos excessivos podem criar um grande problema em março, quando o orçamento já fica pesado por obrigações como o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), a aquisição de material e o saldo das férias no cartão de crédito.

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