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Posts com a Tag Mercado

quarta-feira, 21 de julho de 2010 Investimentos, Mercado financeiro, Renda Fixa | 12:41

Com aumento da taxa de juros, é hora de investir em renda fixa

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A taxa Selic, que é determinada pelo Banco Central e serve de parâmetro para os juros praticados na economia brasileira, já subiu duas vezes neste ano, e espera-se que hoje o Copom (Comitê de Política Monetária) da instituição aumente-a de novo em 0,75 ponto percentual, para 11% ao ano. Para os analistas de mercado, uma nova elevação ainda deve ocorrer em setembro, de forma que a Selic alcance os 11,5% ao ano. No fim de 2010, pode estar em 12,5% ao ano.

A alta dos juros por si só já favorece os investimentos em renda fixa. Considerando que a Bolsa de Valores do país opera há semanas sem tendência definida e não se vislumbra sinais de que as incertezas que impedem o mercado de engatar um movimento de alta –principalmente as dúvidas que dizem respeito à desaceleração dos EUA, da Europa e da China– serão resolvidas tão cedo, colocar o dinheiro em aplicações que têm rendimento determinado parece uma alternativa ainda mais interessante, embora não seja possível prever com certeza qual será o comportamento dos juros nos próximos meses.

Os especialistas ensinam como aproveitar o momento para melhorar os ganhos da carteira de investimentos: leia aqui.

LEIA MAIS:
Estratégia para investir em renda fixa quando os juros sobem
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COMO FAZER: Investir em títulos públicos (pelo Tesouro Direto)
BC decide hoje nova taxa de juros

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Autor: Denyse Godoy Tags: ,

terça-feira, 20 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 18:36

Bolsa anuncia redução de lote dos fundos de índice

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Confirmando o que a Seu Dinheiro havia antecipado, a BM&FBovespa anunciou hoje que entra em vigor no dia 2 de agosto a redução do lote mínimo para compra de fundos de índice (também conhecidos como ETFs, Exchange Traded Funds).

Um fundo desse tipo é composto pelos mesmos papeis que fazem parte da cesta do índice acionário no qual ele é espelhado. Pode-se comprar um pedaço desse fundo na BM&FBovespa, como se fosse uma ação.

Antes, para aplicar no produto, era preciso adquirir ao menos cem cotas; a partir do próximo mês, esse valor será baixado para dez. No caso do fundo mais popular, que replica a carteira do Ibovespa –o pinrcipal índice de ações da Bolsa brasileira–, isso significa que o investimento mínimo cai de R$ 6,28 mil para R$ 628.

A intenção da BM&FBovespa, com essa mudança, é aumentar a negociação do ativo no mercado.

Atualmente, existem sete fundos de índice no país. Tal produto acaba funcionando como uma porta de entrada para o mercado acionário, pois permite que o investidor aplique na Bolsa sem ter que escolher uma ação específica –se colocou o seu dinheiro no fundo do Ibovespa, por exemplo, ele obtém o retorno médio do mercado, já que o fundo repete o portfólio desse índice.

LEIA MAIS:
Com redução de lote, fundo de índice fica mais barato
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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , , , ,

Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 17:27

COMENTÁRIO DE MERCADO: Ação da Vale leva Bolsa à segunda alta consecutiva

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Bolsa de Valores pequena é isso: hoje, a forte valorização de um único papel fez com que o principal índice do mercado acionário brasileiro registrasse a segunda alta consecutiva, de 1,84%, aos 64.462 pontos.

A ação PNA da Vale –que tradicionalmente é mesmo uma das de maior liquidez da Bolsa brasileira e hoje foi objeto de pouco mais de um terço de todas as negociações– avançou 6,03%, para R$ 40,82, principalmente devido à expectativa de aumento dos preços do minério de ferro no segundo semestre. Em evento realizado no Rio de Janeiro, o diretor de vendas para as Américas da mineradora, Cláudio Alves, disse acreditar em uma recuperação dos valores nos três últimos meses do ano. No momento, beiram os US$ 120 por tonelada, após terem se aproximado de US$ 190 por tonelada em maio.

Como os preços das ações da Vale se encontram relativamente baratos há algumas semanas por causa do desânimo que abateu a Bolsa ante as incertezas que cercam a economia internacional, os investidores aproveitaram essa boa notícia para comprar. Afinal, uma elevação dos preços do ferro indicaria também aquecimento da atividade em outros países, assunto que está no centro das preocupações neste momento.

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

Valorizações:

Bradespar PN: +6,23%
Vale PNA: +6,03%
Vale ON: +5,61%
Embraer ON: +5,51%
CSN ON: +5,11%

Quedas:

Rossi Residencial ON: -4,44%
MRV ON: -3,38%
Cielo ON: -2,43%
PDG ON: -2,15%
Redecard ON: -2,06%

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  1. COMENTÁRIO DE MERCADO: Bolsa tem segundo dia de alta
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  3. COMENTÁRIO DE MERCADO: Bolsa não consegue sustentar alta
Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 19 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 17:56

COMENTÁRIO DE MERCADO: Não dá para comemorar ainda, mas alta da Bolsa é sinal positivo

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Depois de recuar quase 2% na sexta-feira, a BM&FBovespa subiu 1,54% hoje, para os 63.297 pontos, acompanhando o movimento das Bolsas americanas.

Com as quedas pronunciadas do pregão anterior, muitos papeis ficaram com preços atraentes, o que explica a elevação registrada nesta segunda-feira.

Não se deve enxergar nessa alta o início de uma tendência mais firme, porque as incertezas sobre o ritmo de crescimento da Europa, da China e dos EUA ainda são muitas. E o Brasil está no meio de um ciclo de aperto monetário, embora existam algumas indicações –como os dados que mostram arrefecimento da inflação e desaceleração da atividade– de que os aumentos de juros podem não ser tão fortes quanto se esperava.

Mas esses episódios recentes de valorização pontuais das ações de companhias brasileiras dão uma sinalização positiva: os investidores ainda se encontram otimistas quanto às perspectivas para os papeis em 2010, por isso buscam acertar a hora certa de comprar, imaginando que vão auferir bons ganhos até o final do ano.

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

Elevações:

Usiminas ON: +4,44%
Brasil Telecom PN: +4,18%
Cyrela ON: +3,64%
MMX ON: +3,5%
MRV ON: +3,16%

Quedas:

Braskem PNA: -2,05%
Net PN: -0,83%
Duratex ON: -0,59%
B2W ON: -0,45%
Cielo ON: -0,37%

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Itaú Unibanco e Odontoprev têm melhor relação com investidores, diz revista

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , ,

Ações, Bancos, Governança corporativa, Investimentos | 17:01

Itaú Unibanco e Odontoprev têm melhor relação com investidores, diz revista

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O Itaú Unibanco foi escolhido pela prestigiosa revista internacional “Investor Relations Magazine” como a grande empresa de capital aberto brasileira que possui o melhor relacionamento com os seus investidores. Em 2009, a vencedora da premiação, que é anual, foi a Vale.

Na categoria companhia pequena e média, a Odontoprev levou dois prêmios nesta edição de 2010: melhor relacionamento e melhor profissional de relações com investidores, para José Roberto Borges Pacheco. No segmento de grandes empresas, Silvio Guerra, da Localiza, ganhou como melhor profissional.

Segundo comunicado distribuído à imprensa, o Itaú Unibanco credita o reconhecimento à “qualidade e à freqüência” com que realiza reuniões com analistas e acionistas.

Os vencedores são escolhidos por um painel de 250 investidores e especialistas apontados pela “Investor Relations Magazine”.

Confira a lista completa dos premiados:

Melhor relacionamento com os investidores – categoria grande empresa: Itaú Unibanco
Melhor relacionamento com os investidores – categoria pequena e média empresa: Odontoprev
Melhor profissional de relações com investidores – categoria grande empresa: Silvio Guerra (Localiza)
Melhor profissional de relações com investidores – categoria pequena e média empresa: José Roberto Borges Pacheco (Odontoprev)
Melhor departamento de relações com investidores gerido por CEO ou CFO: Roberto Setubal (Itaú Unibanco)
Melhor site de relações com investidores – categoria grande empresa: Vale
Melhor site de relações com investidores – categoria pequena e média empresa: Positivo Informática
Melhor governança corporativa: Natura
Melhor relatório anual: Vale
Melhor reunião com a comunidade de investidores – categoria grande empresa: Cemig
Melhor reunião com a comunidade de investidores – categoria pequena e média empresa: Minerva
Melhor conference call: Vale
Maior progresso em relações com investidores – categoria grande empresa: Gol Linhas Aéreas
Maior progresso em relações com investidores – categoria pequena e média empresa: Drogasil
Melhor sustentabilidade corporativa: Natura
Melhor relacionamento com o investidor individual: Petrobras

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AGENDA DA SEMANA: Inflação e juros no Brasil estão no foco

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Agenda da Semana, Investimentos, Mercado financeiro | 06:00

AGENDA DA SEMANA: Inflação e juros no Brasil estão no foco

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No mercado financeiro, o principal assunto da semana que se inicia é a inflação brasileira.

A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) hoje e o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) amanhã, quando também sai a prévia do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Mas esses indicadores não devem mudar a expectativa dos investidores quanto à decisão do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) sobre os juros. O palpite da maioria dos analistas é de que, na quarta-feira, a taxa Selic será elevada em 0,75 ponto percentual, para 11% ao ano. Aumentos dos juros são sempre recebidos com mau humor na Bolsa porque significam desaceleração da economia do país e, conseqüentemente, diminuição do lucro das empresas. Além disso, quanto mais a taxa básica sobe, mais interessantes ficam os investimentos em renda fixa, que dessa forma acabam roubando uma parte dos recursos colocados em ações.

Boa notícia será se algum membro do comitê votar por uma elevação menor desta vez. Enquanto aparecem os primeiros sinais de desaceleração da atividade no Brasil, alguns especialistas já começam a prever o fim do atual ciclo de alta da Selic para setembro ou outubro.

“As perspectivas para a economia do país no segundo semestre continuam bastante positivas, de qualquer maneira”, diz Inês Filipa, economista-chefe da corretora Icap Brasil. Por isso, os ativos locais estão ficando mais atraentes aos olhos dos estrangeiros. “No mundo globalizado, diversificar as aplicações vira palavra de ordem. Os países emergentes são favorecidos em um momento como este, no qual as nações desenvolvidas começam a experimentar certo desaquecimento. E é preciso entender a aceitar que, no curto e no médio prazo, o seu crescimento vai ser mais baixo mesmo.”

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  1. Tire suas dúvidas sobre a oferta do BB
  2. Novas ações do Banco do Brasil estreiam na Bolsa
  3. COMENTÁRIO DE MERCADO: Bolsa termina semana com alta de 3,33%
Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 16 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 19:30

COMENTÁRIO DE MERCADO: Com preocupações sobre EUA, BM&FBovespa cai quase 2%

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Novas evidências de que a economia americana se encontra em desaceleração derrubaram as Bolsas em todo o mundo nesta sexta-feira.

O Departamento do Trabalho dos EUA informou que o índice de preços ao consumidor apontou deflação de 0,1% em junho, contra 0,2% em maio e 0,1% em abril. O índice de confiança dos americanos na economia, medido pela Universidade de Michigan, desabou para 66,5 pontos em julho, o menor patamar em onze meses.

As perspectivas de que a economia mundial deve desacelerar nos próximos meses está desanimando os investidores. Assim, a Bolsa brasileira recuou 1,81% hoje, para 62.339 pontos.

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

Quedas:

JBS ON: -4,98%
Gol PN: -4,98%
Fibria ON: -4,12%
NET PN: -3,87%
Cyrela ON: -3,82%

Elevações:

Light ON: +0,85%
Souza Cruz ON: +0,84%
Ambev PN: +0,48%
ALL Unit: +0,47%
Transmissão Paulista PN: +0,42%

Notas relacionadas:

  1. COMENTÁRIO DE MERCADO: Bolsa brasileira retoma o mau humor
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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , ,

quinta-feira, 15 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 19:13

COMENTÁRIO DE MERCADO: Bolsa fica praticamente estável com temores sobre a China

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A BM&FBovespa fechou com elevação de 0,02% nesta quinta-feira, aos 63.489 pontos. Ontem à noite, a China divulgou que o seu PIB (Produto Interno Bruto) subiu 10,3% no segundo trimestre do ano, contra 11,9% no período de janeiro a março. Assim como as vendas do varejo e a produção industrial, cujas variações também saíram na quarta-feira, a economia chinesa avançou em um ritmo menor do que o esperado entre abril e junho.

Para os especialistas, esses são sinais de que a grande potência emergente está desacelerando, o que desanima os investidores, acostumados a acreditar que a China garantiria o crescimento mundial quando as nações mais ricas ficassem estagnadas.

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

Elevações:

Gol PN: +3,08%
ALL Unit: +2,87%
PDG Realty ON: +2,81%
JBS ON: +2,68%
Lojas Americanas PN: +2,56%

Quedas:

Redecard ON: -2,92%
CSN ON: -2,49%
Vivo PN: -2,38%
Usiminas ON: -2,33%
Brasdespar PN: -2,22%

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , ,

Ações, Educação Financeira, Investimentos, Mercado financeiro | 12:32

Com simulador, Bolsa quer atrair mais pessoas físicas para o mercado

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O novo simulador do mercado acionário lançado hoje pela BM&FBovespa é mais uma arma da Bolsa brasileira na sua campanha para fazer subir para cinco milhões até 2013 o número de investidores pessoa física que negociam papeis de empresas. Atualmente, eles são pouco mais de 500 mil.

Em setembro, deve entrar no ar em rádio e televisão no Brasil inteiro uma grande campanha publicitária para esclarecer melhor à população as funções da Bolsa e de que maneira a aplicação pode ser uma alternativa para a poupança de longo prazo.

Página inicial do simulador da Bolsa

O jogo virtual da BM&FBovespa, chamado SimulAção, vai distribuir prêmios como R$ 5 mil para serem investidor no mercado, iPods, iPhones e iPads para as categorias “geral”, “universitário” e “feminino”.

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , ,

quarta-feira, 14 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 18:26

COMENTÁRIO DE MERCADO: Bolsa não consegue sustentar alta

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A BM&FBovespa voltou a cair nesta quarta-feira, depois de avançar mais de 1% ontem. O início da safra de balanços nos EUA e a esperança de que as empresas americanas apresentem bons resultados relativos ao segundo trimestre, animando os investidores, até ajudaram a Bolsa ontem, mas se mostraram insuficientes para dar a partida em uma tendência de alta firme.

A expectativa pela divulgação de indicadores sobre a economia da China –PIB (Produto Interno Bruto) do período de abril a junho, vendas no varejo e produção industrial–, ainda nesta noite, explica a cautela no mercado. O temor de desaceleração convive com o medo do desaquecimento desse país, que tem sustentado a economia mundial enquanto as nações mais desenvolvidas patinam.

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

Desvalorizações:

Usiminas ON: -4,12%
LLX ON: -3,24%
Usiminas PNA: -3,08%
Light ON: -2,65%
CCR Rodovias ON: -2,58%

Elevações:

Natura ON: +4,73%
Lojas Renner ON: +4,47%
Gafisa ON: +3,25%
MRV ON: +3,2%
Lojas Americanas PN: +2,46%

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