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Posts com a Tag Liquidação

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011 Consumo, E-Commerce | 13:03

Aproveite a temporada de liquidações

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Foi dada a largada para as liquidações de início de ano. Costumava-se chamar essas grandes vendas de queimas de estoque, mas isso foi antes do espetáculo do crescimento da economia brasileira. Os varejistas dizem que praticamente não sobraram produtos do natal de 2010, por isso foi necessário criar novas promoções para atender o consumidor que costuma esperar janeiro para satisfazer os seus desejos.

O Extra, depois de um saldão realizado entre 26 de dezembro e 31 de janeiro, agora lançou uma campanha que oferece eletrodomésticos com descontos e parcelamento em até 18 vezes nos cartões de crédito da rede (a TV de 42 polegadas passou de R$ 2.100 para R$ 1.599, por exemplo) e redução de até 30% nos valores dos produtos de beleza. A empresa também sorteará entre os seus clientes viagens com acompanhantes com todas as despesas pagas para destinos como São Paulo, Recife, Salvador e Rio de Janeiro.

As condições são válidas para os estabelecimentos físicos e virtuais.

E na próxima sexta-feira, dia 7 de janeiro, o Magazine Luiza promove a sua tradicional “Liquidação Fantástica”, que leva os consumidores a passar a madrugada em filas na entrada das lojas. Os pontos da Grande São Paulo abrirão as portas às 5h, e os do interior, às 6h (não participam as do nordeste do país nem a gigante localizada na Marginal Tietê, na capital paulista). A empresa promete até 70% de abatimento nas mercadorias, e o comprador fica responsável por transportar as suas aquisições.

Enquanto durarem as vendas nos estabelecimentos físicos –até o final dos estoques–, o site do magazine estará fechado. Depois, reabre com novas ofertas.

Nas Casas Bahia, a liquidação também dá até 70% de desconto e permite que o pagamento seja dividido em até 24 vezes no cartão da loja ou 10 vezes nos demais. A promoção vale para toda a sua rede e deve seguir até o esgotamento dos estoques.

Fora esses varejistas, outras lojas na internet, de shoppings e de bairro promovem as suas liquidações. Fazer uma visitinha ao seu estabelecimento favorito neste momento, para garimpar, pode render boas pechinchas.

O ideal é que a verba destinada a essas compras tenha sido especialmente guardada ao longo dos meses, assim não é necessário fazer dívidas para usufruir das vantagens. E, tomando três precauções simples, dá para aproveitar bastante:  

1 – Faça uma lista, mesmo genérica, do que realmente está precisando
Consultando a relação nos momentos de maior euforia, evita-se o risco de levar para casa um multiprocessador de alimentos inútil ou o décimo par de tênis quando faltam sandálias no armário. Às mulheres, um alerta especial: resistam à tentação de comprar um vestido lindo dois números menor do que o seu, o último da arara, porque existe um plano de emagrecer cinco quilos nas próximas duas semanas.

2 – Pesquise os preços antes de mergulhar nas prateleiras
Não se deixe seduzir pelos números enormes que anunciam os descontos. Mesmo com a redução, o valor de determinado item ainda pode maior do que o encontrado na concorrência.

3 – Fique atento às condições dos produtos e da entrega
Às vezes, as mercadorias disponíveis são de mostruário ou de linhas em breve extintas pelos fabricantes, e o frete não é oferecido ou então custa muito caro.

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  1. Cuidados com as liquidações
  2. Grande liquidação de lojas virtuais dá descontos de até 50%
  3. Fique atento às promoções nas redes sociais
Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , , , ,

segunda-feira, 13 de setembro de 2010 Consumo, E-Commerce, Eletrodomésticos | 12:51

Grande liquidação de lojas virtuais dá descontos de até 50%

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As vinte maiores lojas on-line do Brasil realizam, até o próximo dia 17, uma grande liquidação na qual oferecem todos os tipos de produtos –eletrônicos, roupas, calçados, perfumes, maquiagem, CDS, DVDs, livros– com descontos de até 50%, frete grátis e possibilidade de parcelamento em doze vezes.

Esta é a maior edição da Detonaweb (www.detonaweb.com.br), realizada anualmente pelo comitê de varejo da Camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico). Antes, cada loja listava as ofertas no seu próprio site, mas desta vez as promoções estarão disponíveis no portal da campanha, para facilitar a comparação de preços.

A quem ainda tem medo de adquirir produtos no comércio virtual Gerson Rolim, diretor executivo da Camara-e.net, diz: “Hoje, comprar com o cartão de crédito na internet é mais seguro do que entregá-lo ao frentista do posto de gasolina”. Os cartões são a opção preferida em cerca de 80% de todas as transações no comércio virtual; 10% ficam com boleto bancário e outros 10%, com débito direto em conta corrente.

A expectativa da entidade é de que as operações realizadas na Detonaweb deste ano sejam 50% superiores às de 2009. As lojas não divulgam seus números; porém, no ano passado, o site da liquidação recebeu cerca de 700 mil visitantes em cinco dias.

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  1. Correção do IPI vai demorar um pouco para chegar aos preços dos móveis
  2. Banco Central vai regulamentar as tarifas dos cartões de crédito
  3. Internet é boa opção para vender o que está sobrando em casa
Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , , ,

terça-feira, 27 de abril de 2010 Consumo, Crédito | 18:29

Banco Central vai regulamentar as tarifas dos cartões de crédito

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Os cartões de crédito cobram não apenas juros que estão entre os mais altos do mercado, mas também cobram tarifas dos usuários dos cartões e das lojas que aceitam cartões na hora de cobrar. Essas tarifas agora estão na mira do governo.

Segundo o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, a cobrança de tarifas vai passar a ser regulamentada pelo Banco Central (BC). O governo já disciplina as tarifas bancárias, e agora deverá passar a orientar também as tarifas de cartão.

Segundo Barreto, o ministério vai enviar à Câmara dos Deputados um projeto de lei para regulamentar todo o setor de cartões de crédito, e não apenas as tarifas.

Há alguns anos o BC vem atuando com força no setor de cartões para tentar facilitar a vida dos consumidores e dos lojistas. Uma das maiores disputas foi a exclusividade das redes. Cada bandeira de cartão de crédito tem sua própria rede de processamento. Os terminais Visa não aceitam transações com cartões Mastercard, e vice-versa, o que obriga os comerciantes que não queriam perder negócios a arcar com o custo de dois terminais.

A intervenção do BC e das autoridades do direito econômico fez com que a exclusividade tenha hora para acabar: no início de junho de 2010, as empresas terão de processar transações de outras bandeiras em seus terminais, o que deve facilitar principalmente a vida do comerciante, que não terá de arcar com o custo de mais de um terminal.

Notas relacionadas:

  1. Medidas do Banco Central devem deixar o crédito mais caro
  2. Se o Banco Central elevar juros, o Banco do Brasil vai fazer o mesmo
  3. Quer reduzir as tarifas dos serviços? Pechinche
Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

sexta-feira, 23 de abril de 2010 Bancos, Dívidas, Renda Fixa | 10:40

Os juros começam a subir na semana que vem

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Banqueiros centrais são profissionais contratados para falar pelas entrelinhas. Isso é uma necessidade do cargo: as decisões dos bancos centrais têm uma influência imediata sobre os mercados financeiros e qualquer declaração indicando uma decisão provoca, imediatamente, movimentos dos investidores que podem custar bilhões de dólares a quem perder. Por isso, cada vez que um presidente de banco central abre a boca, ele mede as palavras milimetricamente. O presidente do Banco Central do Brasil, Henrique Meirelles, é um mestre na arte.

Por isso é preciso prestar atenção às mais recentes declarações de Meirelles. Em diversos eventos, tanto em Brasília quanto em São Paulo e na Bahia, Meirelles tem feito vários comentários sobre a inflação. Para quem analisa com cuidado as suas declarações, isso é um sinal claro de que o Comitê de Política Monetária (Copom), que se reúne na próxima semana em Brasília, vai começar a elevar os juros para conter a inflação.

Todos os indicadores mostram que os preços estão subindo mais depressa do que o previsto, o que exige um endurecimento do Banco Central para impedir uma aceleração excessiva da inflação. “O BC deverá elevar os juros em 0,5% ou até 0,75%”, diz um gestor de fundos de renda fixa de um banco estrangeiro.

O que fazer? Quem precisa tomar dinheiro emprestado deve se apressar e contratar o financiamento antes da alta – desde que seja um financiamento a taxas fixas. No caso dos investidores, boa parte dessa alta já está refletida nos juros do mercado, ou seja, a situação não muda muito.

Notas relacionadas:

  1. Inflação prevista para 2010 avança para quase 5%. Juros vão subir
  2. Juros começam a subir só em abril, dizem especialistas
  3. Se o Banco Central elevar juros, o Banco do Brasil vai fazer o mesmo
Autor: Claudio Gradilone Tags: , , ,

terça-feira, 13 de abril de 2010 Ações, Consumo | 19:30

Ações do Pão de Açúcar fecham em baixa de 4,7%

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As ações preferenciais do Pão de Açúcar fecharam em queda de 4,7% nesta terça-feira, dia 13 de abril, devido às notícias de que a fusão com a Casas Bahia poderá ser revista.

Boa parte da alta recente dessas ações foi justificada pelas notícias da fusão, anunciada no fim de 2009. No ano passado, as ações do Pão de Açúcar subiram 112%, bem mais que os 82% do Índice Bovespa, devido às perspectivas de elevação dos lucros com a fusão.

Por isso, as notícias de que o negócio tem problemas assustam os investidores. Um retrocesso nessa negociação poderá abrir um flanco muito grande para o Pão de Açúcar. Na hipótese – não confirmada – de o negócio ser desfeito, a Casas Bahia torna-se um alvo para algum gigante internacional, como Wal-Mart, ampliar pesadamente sua participação no mercado brasileiro. “O Pão de Açúcar melhorou muito seus resultados nos últimos anos, mas ele ainda não tem musculatura para concorrer com um gigante internacional”, diz um analista de uma corretora paulista. “A negociação com a Casas Bahia era uma garantia de liderança do mercado, e qualquer ameaça a esse negócio terá um impacto muito ruim sobre as ações.”

Notas relacionadas:

  1. Varejo é a aposta dos investidores para os próximos trimestres
  2. Ouro foi a melhor aplicação do 1º trimestre
  3. Por que as ações do Pão de Açúcar subiram 5% na semana
Autor: Claudio Gradilone Tags: ,

Consumo | 18:16

Como as negociações da Vale na China vão encarecer os eletrodomésticos

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Dois fatores devem elevar os preços dos eletrodomésticos. Um deles é o fim do benefício fiscal que reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a partir do fim de janeiro. Segundo uma pesquisa realizada pelo Sindicato dos Comerciantes do Rio de Janeiro, os preços das máquinas de lavar subiram 6,1% e os preços das geladeiras avançaram 3% em fevereiro, aumentos percebidos pelo consumidor no mês de março.

O outro fator que deve elevar os preços dos eletrodomésticos vem do outro lado do mundo e é uma novidade: a negociação entre a siderúrgica Vale do Rio Doce e seus principais clientes, as siderúgicas chinesas e japonesas.

Até 2009, o preço do minério de ferro era negociado uma vez por ano. A partir de agora, os contratos e os reajustes serão trimestrais, e os preços já subiram. Nas últimas semanas, a tonelada do minério de ferro no mercado internacional estava sendo cotada a US$ 180, maior nível em muitos anos. Esse preço poderá subir mais. As principais produtoras – Vale, Rio Tinto e BHP Billiton – têm endurecido à mesa de negociações.

A maioria dos eletrodomésticos têm pelo menos 50% de aço em sua produção e esse é um dos principais custos – a exceção são os eletroeletrônicos, em que o valor do metal é superado pelo preço dos componentes. Assim, o aumento do preço do minério de ferro vai elevar as cotações dos aparelhos eletrodomésticos.

Notas relacionadas:

  1. Quer crédito? Antecipe-se à alta dos juros
  2. Como aproveitar o IPI reduzido para os carros
  3. Como não gastar dinheiro demais com seu cartão de crédito
Autor: Claudio Gradilone Tags: , , ,

terça-feira, 6 de abril de 2010 Consumo, Crédito | 11:43

O que fazer quando querem que você pague pelo boleto de cobrança

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A Federação Brasileira das Associações de Bancos (Febraban) divulgou, na segunda-feira, uma nota reiterando algo que está no Código de Defesa do Consumidor: é ilegal que o prestador de um serviço ou vendedor de um bem cobre pela emissão do boleto bancário.

Segundo o Código, o cliente não pode ser cobrado pela cobrança. No entanto, essa prática é muito comum no sistema.

O que fazer? Segundo o Procon de São Paulo, o cliente que se sentir lesado tem de formalizar sua reclamação junto ao prestador do serviço, conhecido como cedente – o nome está claramente indicado no boleto. Se isso não resolver, a solução é procurar um órgão de defesa do consumidor, como o próprio Procon, ou um advogado.

O problema, aqui, é  relação entre o custo e o benefício. Muitos prestadores de serviços contam com o fato de que nem todos os consumidores têm tempo e disposição para enfrentar esse processo para evitar um pagamento de poucos reais, o que acaba tornando essa cobrança, embora ilegal, um fato consumado.

Notas relacionadas:

  1. Saiba calcular quando compensa pagar à vista
  2. Espere para fazer empréstimos, taxas vão cair mais em 2010
  3. Cobrar por emissão de boleto é ilegal, adverte Febraban
Autor: Claudio Gradilone Tags: , , ,

sábado, 27 de março de 2010 Consumo, Crédito, Impostos | 10:37

Como aproveitar o IPI reduzido para os carros

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Este é o último fim de semana em que os automóveis contarão com o benefício fiscal da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Em 2008, para conter a pesada crise internacional, o governo federal diminuiu o IPI em quatro pontos percentuais, em média, sobre os automóveis. Os modelos populares, com potência até 1 000 cilindradas – chamados 1.0 – foram os mais beneficiados.

Agora, os preços vão subir. Uma pesquisa realizada pelo iG junto às revendedoras das principais marcas comercializadas no mercado brasileiro mostra que os preços dos veículos populares poderão ver seus preços subir assim:

- Fiat: os preços do Pálio básico poderão subir 7%. O modelo zero custa hoje cerca de R$ 26.000 e, em abril, o cliente poderá pagar até R$ 3.000 a mais.

- Ford: segundo a revendedora Caoa, o Ka básico custa hoje R$ 25.500 e, com a volta do IPI aos níveis pré-crise, os preços podem subir R$ 2.000, o suficiente hoje para pagar IPVA e licenciamento.

- GM: o Celta básico custo hoje algo em torno de R$ 20.000. Sem o IPI reduzido, o veículo a partir de abril estará R$ 900,00 mais caro.

- Volkswagen: o cliente que perder o IPI reduzido, em vez de pagar R$ 29.500 por um GOL básico, vai pagar R$ 30.700 ou mais, conforme os acessórios. Os carros da VW devem sofrer um reajuste entre R$ 1.000,00 e 1.200,00.

Sabendo disso, as montadoras prepararam artilharia pesada para este fim de semana. Não se espante se a publicidade ao longo de todo o fim de semana disser que os vendedores estarão a postos durante toda a madrugada para atender você.

Vale a pena correr? Sim. O IPI reduzido é uma boa vantagem financeira. Mas cuidado se você for comprar o carro financiado para aproveitar essa vantagem, pois o financiamento pode representar uma despesa financeira muito maior do que a economia devido à vantagem fiscal.

A maioria dos empréstimos para compra de automóveis inclui tarifas de cadastro, tarifas de análise de risco e outras taxas. A emissão de boletos, por exemplo, pode custar de R$ 6,00 a R$ 8,00 a unidade. Na ponta do lápis, um financiamento por seis anos vai onerar o comprador com R$ 576 só para a emissão de boletos – o que pode ser 25% do desconto obtido com o IPI reduzido.

Isso sem contar os juros. Se financiar o carro por mais de 36 meses, o comprador estará pagando o suficiente para levar dois carros se pagasse à vista. “Esse é um caso em que compensa muito guardar dinheiro e comprar à vista”, disse o professor de matemática financeira José Dutra Vieira Sobrinho ao iG no início do ano.

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  1. Consumidor vai pedir menos empréstimos – saiba como ganhar com isso
  2. Inflação prevista para 2010 avança para quase 5%. Juros vão subir
  3. Correção do IPI vai demorar um pouco para chegar aos preços dos móveis
Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

sexta-feira, 26 de março de 2010 Casa própria, Consumo | 17:24

Correção do IPI vai demorar um pouco para chegar aos preços dos móveis

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A mudança na alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre móveis vai demorar um pouco para ser sentida pelo consumidor. O governo federal reduziu de 10% para zero o IPI sobre os móveis em novembro passado, e essa oportunidade se encerraria na próxima quarta-feira, dia 31 de março. No entanto, nesta sexta-feira, o ministério da Fazenda informou que as alíquotas de diversos produtos vão subir para cerca de 5%, percentual inferior à vigência anterior.

Na ponta do lápis, o consumidor ainda tem vantagens em comprar móveis agora. Segundo um empresário do setor em São Paulo, muitas redes de varejo e indústrias moveleiras aproveitaram a janela de tributação mais baixa para reforçar estoques e ampliar as encomendas. Os móveis faturados durante a vigência do IPI reduzido poderão ainda aproveitar a alíquota baixa.

Não por acaso, as redes de varejo já se comprometeram a manter os preços baixos enquanto durarem os estoques. O grupo Pão de Açúcar informou, em nota, que manterá os descontos enquanto durarem os estoques. Outras redes de varejo como a paulista Marabraz, fizeram declarações semelhanetes.

O que fazer? Não precisa correr para trocar os móveis da sala, pois os itens com preço baixo ainda deverão rechar os estoques por mais algumas semanas.

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  1. Cuidados com as liquidações
  2. Procurar preços compensa? Um depoimento
  3. Quer crédito? Antecipe-se à alta dos juros
Autor: Claudio Gradilone Tags:

quinta-feira, 18 de março de 2010 Consumo, Crédito | 10:00

Quer crédito? Antecipe-se à alta dos juros

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O Comitê de Política Monetária (Copom) confirmou as projeções do mercado financeiro e manteve os juros estáveis em 8,75% ao ano. Para os especialistas, a esperada alta de juros começa apenas na próxima reunião, marcada para o fim de abril. Só então o Comitê deverá começar a elevar os juros para fazer frente à aceleração da inflação, avalia Sílvio Campos Neto, economista-chefe do Banco Schahin.

Enquanto os juros não sobem, o consumidor deve aproveitar para contratar empréstimos. Segundo Miguel de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a alta prevista para a taxa Selic deverá elevar os juros do crédito a partir do próximo mês.

Enquanto isso não ocorre, os bancos e financeiras continuam disputando acirradamente a clientela, ou seja, a oferta de crédito permite taxas um pouco menos salgadas.

No entanto, valem as recomendações de praxe: ao tomar dinheiro emprestado, nunca deixe as prestações superarem 30% da sua renda mensal, ou você poderá ter problemas de inadimplência.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

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