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Posts com a Tag Inflação

quinta-feira, 29 de julho de 2010 Aluguel, Consumo, Imóveis | 12:24

Aluguel deve subir quase 6% em agosto e ainda mais até o final do ano

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Os contratos de aluguel que fazem aniversário em agosto podem ser reajustados em até 5,79%. Essa é a taxa acumulada nos últimos doze meses pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), medido pela FGV (Fundação Getulio Vargas), o indicador que costuma corrigir esse tipo de contrato.

O valor acumulado em doze meses pelo índice está atingindo o ápice do ano agora. No mês passado, estava em 5,17%; para os contratos com aniversário em junho, havia ficado em 4,18%.

No final de 2010, os analistas de mercado esperam que a taxa acumulada em doze meses ultrapasse os 8%, segundo a última edição da pesquisa Focus, realizada semanalmente pelo Banco Central.

A elevação dos índices de inflação é resultado do aquecimento da economia no país. Até meados de 2009, os reflexos da crise internacional ainda deixavam a atividade meio adormecida. Depois, entretanto, com o aumento do emprego e da renda, um novo ímpeto de consumo fez os preços subirem.

Agora, até já há alguns sinais de desaceleração, mas, como para efeitos de reajuste do aluguel considera-se todas as taxas dos doze meses anteriores ao aniversário somadas, os picos registrados no primeiro semestre ainda continuarão influenciando por algum tempo.

E a má notícia não acaba aí.

O momento também é bem ruim para negociar o valor do aluguel, segundo os especialistas.  ”Em determinadas regiões do país, como a capital paulista, por exemplo, a oferta de imóveis está muito pequena. Então, alguém que opte por sair da sua casa ou apartamento achando que o aluguel está caro corre o risco de não encontrar outro ou, pior, ter que aceitar um valor ainda maior”, alerta Roberto Akazawa, gerente de economia do Secovi-SP, o sindicato das empresas do setor imobiliário de São Paulo.

Para calcular em quanto o aluguel será elevado, basta multiplicar o valor por 1,0579, considerando que a taxa aplicada será a máxima permitida por lei, que é o total apurado pelo IGP-M em doze meses.

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segunda-feira, 19 de julho de 2010 Agenda da Semana, Investimentos, Mercado financeiro | 06:00

AGENDA DA SEMANA: Inflação e juros no Brasil estão no foco

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No mercado financeiro, o principal assunto da semana que se inicia é a inflação brasileira.

A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) hoje e o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) amanhã, quando também sai a prévia do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Mas esses indicadores não devem mudar a expectativa dos investidores quanto à decisão do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) sobre os juros. O palpite da maioria dos analistas é de que, na quarta-feira, a taxa Selic será elevada em 0,75 ponto percentual, para 11% ao ano. Aumentos dos juros são sempre recebidos com mau humor na Bolsa porque significam desaceleração da economia do país e, conseqüentemente, diminuição do lucro das empresas. Além disso, quanto mais a taxa básica sobe, mais interessantes ficam os investimentos em renda fixa, que dessa forma acabam roubando uma parte dos recursos colocados em ações.

Boa notícia será se algum membro do comitê votar por uma elevação menor desta vez. Enquanto aparecem os primeiros sinais de desaceleração da atividade no Brasil, alguns especialistas já começam a prever o fim do atual ciclo de alta da Selic para setembro ou outubro.

“As perspectivas para a economia do país no segundo semestre continuam bastante positivas, de qualquer maneira”, diz Inês Filipa, economista-chefe da corretora Icap Brasil. Por isso, os ativos locais estão ficando mais atraentes aos olhos dos estrangeiros. “No mundo globalizado, diversificar as aplicações vira palavra de ordem. Os países emergentes são favorecidos em um momento como este, no qual as nações desenvolvidas começam a experimentar certo desaquecimento. E é preciso entender a aceitar que, no curto e no médio prazo, o seu crescimento vai ser mais baixo mesmo.”

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 16 de julho de 2010 Consumo, Supermercado, Varejo | 12:28

Os preços no varejo estão caindo mesmo?

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Segundo medição da Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), os preços no varejo paulista recuaram, em média, 0,06% em junho. Em maio, tinham avançado 0,22%, e no ano acumulam alta de 1,62%.

No mês passado, os preços praticados nos supermercados caíram 0,71%. As maiores quedas foram verificadas em itens como adoçantes, legumes, leite e aves. Nas feiras livres, a redução foi de 2,94%.

Mas sempre há quem duvide dos números da inflação, dizendo que na verdade os preços estão subindo, e a um ritmo maior do que o mostrado pelo resultado das pesquisas.

Essa discordância se deve, primeiro, ao trauma da hiperinflação –muita gente que viveu a época do descontrole dos preços ainda não se acostumou com a estabilidade.

Além disso, a variação dos valores é sentida de forma diferente por cada família, porque a inflação é uma média: cada um presta atenção nos produtos que consome.

No orçamento das de classe mais baixa, por exemplo, a alimentação é o que pesa mais; então, aumentos ou diminuições de preços desses gêneros acabam sendo percebidos mais fortemente por tais consumidores. Da mesma forma, os estratos de renda elevados sofrem mais com reajustes nas mensalidades escolares.

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quinta-feira, 6 de maio de 2010 Casa própria | 09:03

Inflação da construção volta a subir em abril

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A Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgou, nesta quinta-feira, o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), o mais antigo dos índices de inflação calculado no Brasil.

O IGP-DI de abril registrou uma inflação de 0,72%, superior aos 0,63% registrados em março. A principal alta foi no Índice Nacional da Construção Civil (INCC), que reajusta os preços e as prestações dos imóveis em construção. O INCC de abril registrou uma variação de 0,86%, ante 0,75% em março.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: ,

segunda-feira, 3 de maio de 2010 Consumo | 09:01

Comida sobe menos e inflação para o consumidor recua em abril, diz FGV

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A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) desacelerou-se em abril. O índice subiu 0,76% em abril, abaixo dos 0,86% em março.

Segundo a FGV, a queda foi provocada porque os preços da comida subiram menos. A variação do grupo Alimentação passou de 2,36% na quadrissemana de até 15 de abril para 2,02% no indicador até 22 de abril.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

domingo, 2 de maio de 2010 Ações, BRICs, Dólar | 14:00

O que esperar dos investimentos para o que resta de 2010

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O ano de 2010 começou marcado por um forte otimismo. Os prognósticos de crescimento da economia faziam prever uma bolsa em forte valorização – falava-se em até 20%, o que representaria um índice Bovespa a 84 000 pontos – com inflação sob controle e dólar estável.

Os quatro primeiros meses do ano mostraram que as coisas não estão tão boas. A Bolsa acumula uma queda de 4% no ano, os índices de inflação estão em forte alta e o dólar mostra uma volatilidade acentuada.

O que aconteceu? Uma explicação simples é que o mercado está refletindo uma piora das condições econômicas nacionais e internacionais.

Começando pelo mundo: a crise europeia é muito mais grave do que parecia à primeira vista. Apesar de a Grécia ser um país economicamente sem importância, o buraco de suas contas é enorme. O pacote de ajuda da União Europeia e do FMI, fechado neste domingo, dia 2 de maio, é de US$ 160 bilhões, quase R$ 280 bilhões.

Ainda não é possível calcular se países como Portugal, Espanha, Itália e Irlanda vão precisar de dinheiro. Seus rombos são menores do que o grego, mas suas economias são maiores do que a da Grécia. Os especialistas temem que esses países também acabem precisando de dinheiro.

Independentemente do futuro, o caso grego já drenou US$ 160 bilhões de investimentos europeus. Esse dinheiro deixará de ser destinado ao consumo e ao investimento, reduzindo o ritmo econômico de uma região que é um parceiro comercial e de investimentos muito importante para o Brasil.

No Brasil também há problemas. A economia vem crescendo aceleradamente, o que é bom para as empresas e para as ações, mas esse crescimento já está refletido nas cotações. Além disso, o Banco Central – que elevou os juros de 8,75% para 9,5% ao ano na quarta-feira passada – deverá puxar as taxas para até 11,50% ou 11,75%. Na ponta do lápis, menos dinheiro para as empresas e menos combustível para a alta das ações. Com tudo isso, o cenário para os investidores piora.

O que fazer? A recomendação dos especialistas é cautela com as ações. Segundo Paulo Levy, da corretora MyCap, está difícil achar pechinchas na Bolsa. O investidor que quiser ganhar dinheiro com ações tem de ter paciência e pensar no longo prazo.

As aplicações de renda fixa deverão apresentar um rendimento melhor do que em 2009, mas as taxas mais altas vão compensar apenas parcialmente a inflação mais elevada e o aumento da mordida do Leão, que é calculado sobre a rentabilidade nominal.

No caso do dólar, a recomendação dos especialistas é cautela. Apesar de o calendário eleitoral ser muito menos turbulento do que em eleições anteriores – ninguém espera que Dilma Roussef ou José Serra realizem mudanças drásticas na economia – eleição e câmbio costumam ser uma mistura explosiva. Além disso, esse é um mercado para profissionais.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

terça-feira, 27 de abril de 2010 Casa própria | 08:28

Inflação da construção acelera para 1,17% em abril

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O Índice Nacional da Construção Civil – Mercado (INCC-M) da Fundação Getulio Vargas registrou uma variação de 1,17% em abril, mais do que o dobro dos 0,45% registrados em março. No ano, a alta acumulada é de 2,51% e em 12 meses o INCC-M registrou um aumento de 5,35% nos preços da construção civil. O INCC-M e seu índice-espelho, o INCC (que é calculado da mesma maneira, mas tem um período de divulgação diferente) são muito usados para reajustar prestações de imóveis em construção.

Segundo a FGV, a principal causa da aceleração do INCC-M foi o aumento dos custos da mão de obra, que subiram 1,73% em abril ante 0,40% em março. As matérias-primas subiram menos, mas também registraram uma aceleração dos preços em abril. A variação dos preços do material de construção foi de 0,65% em abril ante 0,40% em março.

Os resultados confirmam a disparada dos preços dos imóveis devido ao aumento da demanda e à maior oferta de crédito. Os preços dos imóveis na capital paulista subiram 40% nos últimos cinco anos, quase o dobro dos 22% registrados de inflação.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

segunda-feira, 19 de abril de 2010 Previdência | 12:28

Votação do reajuste dos aposentados fica para o dia 27 de abril

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A votação, pela Câmara dos Deputados, do reajuste das aposentadorias pagas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), marcada para esta segunda-feira, foi adiada para o dia 27 de abril. Devido ao feriado do Tiradentes, na próxima quarta-feira, os parlamentares resolveram enforcar a votação por mais uma semana.

o que está em discussão é o percentual de reajuste das aposentadorias. O governo, querendo manter os gastos sob controle, propõe um reajuste de 6,41%. Já a oposição defende um reajuste maior, que oscila entre 7% e 7,7%.

Pode parecer muito barulho por apenas alguns centésimos de ponto percentual. No entanto, o rombo mensal nas contas da Previdência estimado para o mês de março supera R$ 4 bilhões. Para o ano, o rombo pode chegar a R$ 50 bilhões. Meio por cento desse valor é R$ 250 milhões, muito dinheiro.

O novo cálculo do reajuste inclui não apenas a inflação do período mas também um percentual da variação do Produto Interno Bruto (PIB). Esse percentual está em discussão: para os governistas é 60% do crescimento, para a oposição oscila entre 80% e 100%.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

segunda-feira, 12 de abril de 2010 Renda Fixa | 08:51

Expectativa de inflação sobe de novo, mas juros não a acompanham

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A pesquisa Focus, divulgada semanalmente pelo Banco Central do Brasil (BC), mostrou que os especialistas do mercado financeiro elevaram novamente a inflação prevista para 2010. Segundo a pesquisa, os profissionais consultados elevaram sua projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 5,03% há um mês para 5,29%.

Apesar de preverem uma inflação elevada, o mercado não acredita que o BC vai endurecer com os juros. A taxa prevista para o fim de 2010 permaneceu inalterada em 11,25% ao ano, 2,50 pontos percentuais acima dos juros atuais.

Como os juros deverão ficar estáveis, a expectativa do mercado é de uma economia crescendo mais: 5,60% em 2010, ante a expectativa de 5,45% de há um mês.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

Consumo | 08:42

Feijão sobe 8,46% e faz inflação disparar em março

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Os preços do feijão carioquinha e do tomate fizeram a inflação disparar em março, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em março, segundo a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor subiu 1,40%, ante 0,90% em fevereiro.

Na ponta do lápis, a inflação ao consumidor acumulada em 12 meses é de 6,0%, muito acima da meta de 4,5% prevista pelo Banco Central.

Os maiores vilões da alta dos preços foram o tomate, que subiu 47,85%, e o feijão, que subiu 8,46% em março.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: ,

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