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segunda-feira, 2 de agosto de 2010 Agenda da Semana, Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 06:00

AGENDA DE MERCADO: Animação na Bolsa tem bases frágeis

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Na semana passada, a Bolsa de Valores brasileira engatou uma série de dez altas consecutivas, feito não realizado desde 2003. Novas elevações podem ser observadas nos próximos dias, mas o investidor deve manter a cautela, pois ainda existem muitos motivos para preocupação no que diz respeito ao estado da economia mundial.

“Os balanços de grandes empresas relativos ao segundo trimestre continuam sendo destaque na agenda. Nos EUA, por exemplo, saem os resultados da Dow Chemical, da Mastercard e da Procter & Gamble. Números positivos têm animado os mercados. Entretanto, essas cifras dizem respeito ao passado, não falam nada sobre as perspectivas futuras”, alerta José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe da Fator Corretora.

É recomendável, portanto, prestar atenção aos indicadores macroeconômicos.

As pesquisas de humor dos gerentes de compras (chamadas PMI) na China saem hoje à noite e amanhã. Esses índices revelam quão otimistas os executivos se encontram, e constituem uma sinalização importante do ritmo dos negócios.

A taxa de empregos nos EUA, a ser divulgada na sexta-feira, também pode mexer bastante com as ações.

“Quem esqueceu que ainda pairam muitas dúvidas sobre uma desaceleração das maiores economias do mundo –a americana, a chinesa e a europeia– está correndo considerável risco. Basta lembra que o PIB [Produto Interno Bruto] dos EUA, informado na última sexta-feira, desacelerou, desautorizando essa festa toda que se está vendo”, pondera Gonçalves.

Sobre o Brasil, o indicador mais importante é o de produção industrial, que sai amanhã.

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , ,

quinta-feira, 29 de julho de 2010 Aluguel, Consumo, Imóveis | 12:24

Aluguel deve subir quase 6% em agosto e ainda mais até o final do ano

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Os contratos de aluguel que fazem aniversário em agosto podem ser reajustados em até 5,79%. Essa é a taxa acumulada nos últimos doze meses pelo IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), medido pela FGV (Fundação Getulio Vargas), o indicador que costuma corrigir esse tipo de contrato.

O valor acumulado em doze meses pelo índice está atingindo o ápice do ano agora. No mês passado, estava em 5,17%; para os contratos com aniversário em junho, havia ficado em 4,18%.

No final de 2010, os analistas de mercado esperam que a taxa acumulada em doze meses ultrapasse os 8%, segundo a última edição da pesquisa Focus, realizada semanalmente pelo Banco Central.

A elevação dos índices de inflação é resultado do aquecimento da economia no país. Até meados de 2009, os reflexos da crise internacional ainda deixavam a atividade meio adormecida. Depois, entretanto, com o aumento do emprego e da renda, um novo ímpeto de consumo fez os preços subirem.

Agora, até já há alguns sinais de desaceleração, mas, como para efeitos de reajuste do aluguel considera-se todas as taxas dos doze meses anteriores ao aniversário somadas, os picos registrados no primeiro semestre ainda continuarão influenciando por algum tempo.

E a má notícia não acaba aí.

O momento também é bem ruim para negociar o valor do aluguel, segundo os especialistas.  ”Em determinadas regiões do país, como a capital paulista, por exemplo, a oferta de imóveis está muito pequena. Então, alguém que opte por sair da sua casa ou apartamento achando que o aluguel está caro corre o risco de não encontrar outro ou, pior, ter que aceitar um valor ainda maior”, alerta Roberto Akazawa, gerente de economia do Secovi-SP, o sindicato das empresas do setor imobiliário de São Paulo.

Para calcular em quanto o aluguel será elevado, basta multiplicar o valor por 1,0579, considerando que a taxa aplicada será a máxima permitida por lei, que é o total apurado pelo IGP-M em doze meses.

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 19 de julho de 2010 Agenda da Semana, Investimentos, Mercado financeiro | 06:00

AGENDA DA SEMANA: Inflação e juros no Brasil estão no foco

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No mercado financeiro, o principal assunto da semana que se inicia é a inflação brasileira.

A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) hoje e o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) amanhã, quando também sai a prévia do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Mas esses indicadores não devem mudar a expectativa dos investidores quanto à decisão do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) sobre os juros. O palpite da maioria dos analistas é de que, na quarta-feira, a taxa Selic será elevada em 0,75 ponto percentual, para 11% ao ano. Aumentos dos juros são sempre recebidos com mau humor na Bolsa porque significam desaceleração da economia do país e, conseqüentemente, diminuição do lucro das empresas. Além disso, quanto mais a taxa básica sobe, mais interessantes ficam os investimentos em renda fixa, que dessa forma acabam roubando uma parte dos recursos colocados em ações.

Boa notícia será se algum membro do comitê votar por uma elevação menor desta vez. Enquanto aparecem os primeiros sinais de desaceleração da atividade no Brasil, alguns especialistas já começam a prever o fim do atual ciclo de alta da Selic para setembro ou outubro.

“As perspectivas para a economia do país no segundo semestre continuam bastante positivas, de qualquer maneira”, diz Inês Filipa, economista-chefe da corretora Icap Brasil. Por isso, os ativos locais estão ficando mais atraentes aos olhos dos estrangeiros. “No mundo globalizado, diversificar as aplicações vira palavra de ordem. Os países emergentes são favorecidos em um momento como este, no qual as nações desenvolvidas começam a experimentar certo desaquecimento. E é preciso entender a aceitar que, no curto e no médio prazo, o seu crescimento vai ser mais baixo mesmo.”

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 2 de julho de 2010 Ações, Bancos, Investimentos, Mercado financeiro | 10:49

Novas ações do Banco do Brasil estreiam na Bolsa

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O presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, tocou o sino na abertura do pregão da BM&FBovespa nesta sexta-feira.

Hoje começaram a ser negociadas as novas ações do banco que foram vendidas na oferta pública que se encerrou no começo da semana.

Fachada da Bolsa decorada para a estreia das novas ações do BB

Ontem, o papel apresentou a maior alta entre os do Ibovespa, mas hoje, nos primeiros minutos de negócios, recuava 0,64%, para R$ 25,99. No lançamento, saiu a R$ 24,65.

A Bolsa brasileira operava em leve alta de 0,2%, a 61.355 pontos. Mas a expectativa é de que o movimento seja bem pequeno no mercado por conta do jogo do Brasil na Copa do Mundo.

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , ,

quarta-feira, 28 de abril de 2010 Crédito, Renda Fixa | 20:40

O que muda no mercado com a nova taxa Selic

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A elevação, pelo Comitê de Política Monetária (Copom) da taxa Selic de 8,75% para 9,5% ao ano mostra que o Banco Central ((BC) vai adotar uma atitude mais rígida em relação à inflação. As apostas do mercado financeiro para a reunião eram de um reajuste ou de 0,5 ponto percentual ou de 0,75 ponto percentual, que foi o que acabou se confirmando.

Os especialistas consideram a notícia positiva. “O aumento era esperado, e o fato de o Copom ter aumentado o máximo previsto indica que eles querem mostrar que estão vigilantes contra a inflação”, diz o economista-chefe de um banco internacional.

Na ponta do lápis, essa deve ser a primeira de uma série de aumentos que deverão levar os juros a 11,5% ao ano até dezembro. O mais provável é que o Copom eleve gradualmente as taxas em meio ponto percentual nas quatro próximas reuniões, para distanciar essas decisões politicamente explosivas das eleições.

A decisão deverá ter pouco impacto no mercado, pois já era bastante esperada. Se valer o escrito, a bolsa deveria cair na quinta-feira, dia 29 de abril. No entanto, um dia de cenário externo favorável poderá estimular as ações apesar dos juros mais altos. “Os investidores com certeza vão se tranquilizar ao perceber que o BC está sendo ativo”, diz o economista.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

segunda-feira, 26 de abril de 2010 Bancos, Crédito, Renda Fixa | 10:00

Mercado prevê inflação e crescimento maiores em 2010, o que eleva os juros

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A pesquisa semanal Focus, divulgada todas as segundas-feiras pelo Banco Central (BC), indica que os profissionais do mercado financeiro continuam corrigindo para cima suas apostas para a inflação e para o crescimento econômico em 2010.

Os prognósticos do mercado para o crescimento econômico de 2010 subiram de 5,8% para 6%. Há apenas duas semanas, as projeções eram de um crescimento de 5,6%.

As apostas para a inflação também subiram. Na pesquisa da semana passada, o mercado financeiro previa uma inflação de 5,32%, e esse percentual avançou para 5,41%.

Qual a importância desses números? Na ponta do lápis, eles indicam que a economia está aquecida demais. O aquecimento econômico é algo bom, pois aumenta o número de empregos e o nível da renda. No entanto, quando a economia cresce depressa demais, há problemas: os preços sobem muito rápido, há escassez de produtos e de matérias primas e, no caso do Brasil, as importações crescem demais, provocando um desequilíbrio da balança comercial e de pagamentos.

O remédio clássico para uma economia que vai muito rápido é elevar os juros, para reduzir o incentivo a investir e desacelerar o crescimento. Nesta semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) reúne-se para decidir sobre os juros referenciais da economia, hoje em 8,75% ao ano. Os prognósticos do mercado financeiro são de uma elevação de no mínimo 0,5 ponto percentual, para 9,25% ao ano, mas crescem as apostas de que a alta poderá ser até de 0,75 ponto percentual, para 9,50% ao ano.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

quarta-feira, 14 de abril de 2010 Fundos | 18:13

Investidor em fundos está pagando menos taxa de administração – e é mau negócio

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Um levantamento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a entidade que representa os bancos que administram fundos de investimento, mostra que os investidores em fundos seguros, como os DI e renda fixa, estão pagando menos pelos seus serviços. A taxa caiu de 1,31% para 1,15% entre 2005 e 2009. Na ponta do lápis, isso é um mau negócio para o investidor. Entenda o porquê.

A taxa de administração é o pedágio pago pelo investidor. É o item mais importante na escolha do fundo, porque ela incide sobre 100% dos recursos investidos. “A taxa de administração é mais importante até do que a alíquota de imposto de renda que o investidor paga”, diz o professor de finanças Marcos Crivelaro.

Assim, se o investidor aplicar R$ 100 000 em um fundo de renda fixa ele vai pagar, em média, R$ 1 150 de taxa de administração todos os anos. Esse pagamento é imperceptivel porque ele ocorre todos os dias – R$ 4,56 em cada um dos 252 dias úteis do ano. Em 2005, esse investidor pagaria R$ 1 310.

Por que isso é um mau negócio? Em 2005, a taxa média dos juros de mercado era de 19% ao ano. Ou seja, se investisse R$ 100 000 no início de 2004, o investidor teria ganho R$ 19 000 brutos. Pagando R$ 1 310 de taxa, sobrariam R$ 17 690, ou 93,1% do dinheiro. A taxa de administração “custaria” 6,9% do ganho.

Acelere para 2009. A taxa média dos juros de mercado caiu para 9,87% ao ano. Assim, os mesmos R$ 100 000 renderiam R$ 9 870. Desse total, R$ 1 150 seriam para pagar a taxa de administração. Ou seja, sobrariam R$ 8 720, ou 88,2% do total. A taxa de administração “custaria” 11,65%, quase o dobro do que custava em 2005.

O que fazer? Antes de escolher um fundo, faça a conta da taxa de administração, diz Crivelaro.

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  3. Brasileiros poderão investir diretamente em Wall Street
Autor: Claudio Gradilone Tags: ,

segunda-feira, 12 de abril de 2010 Renda Fixa | 08:51

Expectativa de inflação sobe de novo, mas juros não a acompanham

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A pesquisa Focus, divulgada semanalmente pelo Banco Central do Brasil (BC), mostrou que os especialistas do mercado financeiro elevaram novamente a inflação prevista para 2010. Segundo a pesquisa, os profissionais consultados elevaram sua projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 5,03% há um mês para 5,29%.

Apesar de preverem uma inflação elevada, o mercado não acredita que o BC vai endurecer com os juros. A taxa prevista para o fim de 2010 permaneceu inalterada em 11,25% ao ano, 2,50 pontos percentuais acima dos juros atuais.

Como os juros deverão ficar estáveis, a expectativa do mercado é de uma economia crescendo mais: 5,60% em 2010, ante a expectativa de 5,45% de há um mês.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

segunda-feira, 29 de março de 2010 Fundos, Wall Street | 16:52

Brasileiros poderão investir diretamente em Wall Street

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A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) está estudando autorizar que os investidores brasileiros possam investir em Wall Street sem ter de levar seu dinheiro para fora do Brasil. A alternativa é um instrumento que vem ganhando popularidade no mercado, os chamados fundos negociados em bolsa, conhecidos pelo nome inglês “exchange traded funds”, ou ETF.

Os ETFs funcionam como um fundo de investimentos, com a diferença que o investidor compra ou vende suas cotas que são negociadas em bolsa, em vez de investir no fundo por meio de um banco. Hoje, para aplicar em ações nos Estados Unidos, o investidor teria de enviar seu dinheiro para fora do Brasil e registrar-se como investidor em uma instituição financeira internacional, um processo complicado e acessível apenas para quem tem muito dinheiro.

A CVM vai colocar em discussão uma mudança na lei que permitirá que fundos que reproduzam o índice Standard & Poor’s de 500 açõs (S&P 500) sejam negociados na BM&FBovespa. Assim, o investidor poderá comprar ou vender essas cotas de fundo usando reais.

Ainda não está claro como pontos importantes como variações no preço do dólar vão afetar esse fundo. No entanto, a possibilidade de fazer investimentos internacionais oferece mais uma alternativa para os investidores.

Os ETFs vêm crescendo bastante, e vários deles foram lançados recentemente pela BM&FBovespa. Leia mais sobre eles aqui.

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  1. Bolsa brasileira lidera na América Latina
Autor: Claudio Gradilone Tags:

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 Poupança | 05:57

Rendimento da poupança em 19 de fevereiro

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As cadernetas de poupança com aniversário nesta sexta-feira, dia 19 de fevereiro, rendem 0,5414%.

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Autor: Claudio Gradilone Tags:

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