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Posts com a Tag Ibovespa

terça-feira, 5 de outubro de 2010 Ações, COMO FAZER, Fundos, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 13:06

Como investir em empresas estrangeiras na Bolsa brasileira

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A partir de hoje, o investidor brasileiro já pode aplicar em ações de empresas americanas como Google, Avon, Apple e WalMart.

Os papeis serão negociados na BM&FBovespa na forma de BDRs (Brazilian Depositary Receipts), um tipo de certificado de propriedade de tais ações, que ficam guardadas em bancos credenciados para essa função.

Mas o pequeno investidor pessoa física não poderá comprar esses BDRs  diretamente–terá que alocar os seus recursos em um fundo de investimento de cuja carteira tais papeis façam parte.

Então, para fazer a aplicação, basta procurar um banco comum ou uma administradora de fundos e perguntar sobre esse produto. O investidor não poderá escolher quais ações estrangeiras específicas farão parte da sua cota particular. Conforme a modalidade for avançando, entretanto, é provável que as instituições financeiras criem fundos privilegando algum BDR ou setor. Mas a lei estabelece um limite para a quantidade de ativos estrangeiros nos quais um fundo brasileiro pode colocar dinheiro: 20% do patrimônio no caso dos multimercados e 10% para os demais.

A Bolsa brasileira não sabe informar quais instituições financeiras já montaram fundos com BDRs para oferecer aos seus clientes.

Segundo a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), caso algum fundo já constituído resolva passar a incluir esses ativos no seu portfolio, precisa trocar o seu regulamento e o seu nome a fim de deixar clara a mudança. As alterações devem obrigatoriamente ser aprovadas pelos cotistas em assembleia geral.

Mesmo com intermediários e em uma parcela pequena, a BM&FBovespa diz que vale a pena o negócio, porque permite uma diversificação maior das aplicações. “O investidor no mercado acionário brasileiro corre o risco associado ao país. Agora, pode ter também o risco de outras nações, e isso é muito bom para a sua carteira”, explica Julio Ziegelmann, diretor de renda variável da Bolsa.

Sempre, antes de escolher um fundo, é importantíssimo se informar sobre as taxas cobradas, que costumam variar bastante entre os bancos.

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 24 de setembro de 2010 Ações, Impostos, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 12:23

Comprei ações da Petrobras –o que eu faço agora?

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A Petrobras informou, ontem, que vendeu R$ 120,36 bilhões em ações em uma oferta pública que os investidores esperavam há meses.

Segundo os especialistas do mercado financeiro, cerca de 400 mil pessoas físicas devem ter adquirido papeis, contando também as que utilizaram o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) na operação –essa alternativa só estava disponível se o investidor já tivesse lançado mão dos recursos para comprar ações da companhia em 2000.

Devido aos riscos envolvidos, a Bolsa de Valores é considerada uma aplicação de longo prazo, ou seja, as chances de ganhos são maiores se o dinheiro fica nos papeis por um certo tempo. Mas o investidor deve acompanhar de perto o seu patrimônio sempre.

Quem usou o FGTS para comprar os papeis precisa aguardar que a instituição financeira à qual solicitou a aquisição o avise sobre com quantas ações efetivamente vai ficar. Como a demanda foi muito grande, o volume será dividido entre os interessados.

“Depois, o investidor receberá, a cada dois meses, um extrato detalhado sobre esse fundo constituído de ações da Petrobras no qual colocou uma parte do saldo do seu FGTS. O documento mostra quantas cotas foram adquiridas e o montante”, explica Celso Zanin, superintendente nacional de desenvolvimento de produtos de ativos de terceiros da Caixa. No site do banco e da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) o cliente também encontra, todos os dias, o preço da cota naquela data.

Se achar que as ações vão cair e quiser voltar o dinheiro para a conta vinculada do FGTS, o trabalhador tem que esperar um ano pelo menos; pode, entretanto, sacar os recursos de acordo com as condições definidas por lei para resgate do próprio FGTS.  

Quem adquiriu ações pelas corretoras de valores tem, da mesma forma, que esperar que a instituição lhe avise (por telefone, email ou carta) a sua fatia no rateio, de acordo com o preço que havia se proposto a pagar e o valor de venda dos papeis definido pela companhia –o prazo máximo para a comunicação é o próximo dia 28. Não é possível desistir da transação. O débito dos montantes para efetivar a compra será feito no dia 29, na conta corrente do investidor.

A partir de segunda-feira, quando os novos papeis da Petrobras estreiam na BM&FBovespa, o investidor pode passar a negociá-los no mercado, vendendo quando achar que atingiu sua meta de valorização da carteira ou comprando mais caso acredite que as ações têm potencial de subir.

Primeiro, deve decidir se vai realizar as suas aplicações via “home broker” (sistema de negociação pela internet) ou se prefere ter um contato mais próximo com a corretora, telefonando aos operadores nos momentos em que quiser comprar ou vender ações.

“No caso de decidir trabalhar sozinho, o investidor deve ter disciplina para conferir o comportamento dos seus papeis pelo menos duas ou três vezes por semana”, sugere Salomão Santos, diretor da gestora de recursos iCash Investimentos.

Essencial, mesmo, é conhecer melhor a empresa e o seu negócio, e ficar atento às notícias que dizem respeito ao mercado de petróleo.

Comprar uma ação é torna-ser sócio da companhia –como quando o cunhado pede uma graninha emprestada para montar uma oficina mecânica– daí a importância de estar sempre por dentro da sua estratégia e do seu desempenho. Afinal, além das eventuais valorizações na Bolsa, outra fonte de lucros com os papeis é a distribuição de dividendos, os resultados que a companhia obtém com a sua atividade. A política de remuneração aos acionistas é outra informação importante a buscar, portanto.

A corretora da qual se é cliente dá todas as orientações necessárias sobre a melhor hora de se desfazer das ações ou adquirir mais e fornece boletins de panorama do mercado acionário no Brasil e no mundo –depende, claro, dos serviços contratados, então é bom checar quais são as tarifas aplicadas.

Na opinião de Santos, a atual oferta da Petrobras é uma ótima chance para o pequeno investidor que não está muito familiarizado com o mercado acionário entender como funciona a Bolsa. “Aí, novamente, ele deve separar um tempo para operar, ler bastante, conversar com a corretora, tentar compreender como as notícias afetam os seus papeis”, afirma. “Ninguém sabe direito qual é o seu perfil –conservador, moderado ou arrojado– antes de começar a aplicar. O ideal é iniciar com uma parcela pequena das reservas da família, como 10%, e depois ir adequando a sua carteira aos seus objetivos.”

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terça-feira, 17 de agosto de 2010 Ações, Educação Financeira, Investimentos, Mercado financeiro | 14:45

Bolsa brasileira lança campanha educativa com Pelé

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A meta da BM&FBovespa é atrair cinco milhões de investidores pessoa física para o mercado acionário brasileiro até 2015, o que significa quase multiplicar por dez o número existente hoje.

Para dar impulso a esse projeto de popularização, a Bolsa brasileira está lançando uma grande operação de propaganda e esclarecimento que tem Pelé como estrela.

Pelé com o diretor-presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, durante a cerimônia de lançamento da campanha (Foto: Guilherme Lara Campos/Fotoarena)

As peças, que serão veiculadas em TV, rádio, jornais e cinema a partir de 8 de setembro –inicialmente, só nas cidades de Belo Horizonte, Campinas e Curitiba–, usam a carreira do ex-jogador para ilustrar os principais conceitos do investimento em Bolsa de Valores.

A campanha tem, como mote, a pergunta “Quer ser sócio?”. A partir daí, ensina que comprar uma ação de uma empresa significa tornar-se sócio dela. Na internet, o site http://www.quersersocio.com.br/ (no ar em 23 de agosto) apresentará didaticamente mais informações sobre o assunto.

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segunda-feira, 9 de agosto de 2010 Agenda da Semana, Ações, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 06:59

AGENDA DE MERCADO: De olhos bem abertos

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Nas últimas duas semanas, as Bolsas de Valores em todo o mundo preferiram ignorar as dúvidas que cercam o desempenho da economia global e aproveitaram os bons resultados anunciados pelas grandes companhias multinacionais como desculpa para subir. Porém, a temporada de divulgação de balanços já acabou, e nos próximos cinco dias, saem muitos indicadores importantes a respeito da situação dos EUA, da Europa e da China. Não será possível aos investidores fechar os olhos a esses números, que devem explicar mais sobre a desaceleração mundial que, queira o mercado ou não, já está em curso.

Amanhã, nos EUA, sai a pesquisa de confiança dos pequenos empresários, um setor bastante afetado pela última crise que ainda não se recuperou. O Fed (Federal Reserve, banco central americano) anuncia a sua decisão a respeito da taxa básica de juros do país. “A manutenção em 0,25% ao ano é amplamente esperada, mas o que interessa mesmo é o comunicado divulgado depois da reunião do comitê de política monetária. Os dados sobre o PIB [Produto Interno Bruto] do país, informados há alguns dias, mostraram a atividade mais fraca do que se imaginava, e agora existe bastante especulação em torno de novas medidas de estímulo. Talvez o documento dê alguma pista acerca desse assunto”, diz Marianna Costa, economista da Link Investimentos.

Na sexta, serão divulgados ainda indicadores de vendas do varejo americano, inflação e confiança do consumidor.

Esse dia reserva também os dados do PIB da Zona do Euro. Na terça, sai a inflação ao consumidor da região, e, na quinta, a inflação ao consumidor.

A semana está repleta de indicadores chineses: índices de preços no varejo e no atacado amanhã, junto com produção industrial e balança comercial. “São dados dos mais importantes para guiar o humor dos investidores”, destaca Marianna.

Do Brasil, serão divulgados a pesquisa mensal de empregos e salário na indústria, amanhã, e a de vendas do comércio na quarta-feira.

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , ,

terça-feira, 20 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 18:36

Bolsa anuncia redução de lote dos fundos de índice

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Confirmando o que a Seu Dinheiro havia antecipado, a BM&FBovespa anunciou hoje que entra em vigor no dia 2 de agosto a redução do lote mínimo para compra de fundos de índice (também conhecidos como ETFs, Exchange Traded Funds).

Um fundo desse tipo é composto pelos mesmos papeis que fazem parte da cesta do índice acionário no qual ele é espelhado. Pode-se comprar um pedaço desse fundo na BM&FBovespa, como se fosse uma ação.

Antes, para aplicar no produto, era preciso adquirir ao menos cem cotas; a partir do próximo mês, esse valor será baixado para dez. No caso do fundo mais popular, que replica a carteira do Ibovespa –o pinrcipal índice de ações da Bolsa brasileira–, isso significa que o investimento mínimo cai de R$ 6,28 mil para R$ 628.

A intenção da BM&FBovespa, com essa mudança, é aumentar a negociação do ativo no mercado.

Atualmente, existem sete fundos de índice no país. Tal produto acaba funcionando como uma porta de entrada para o mercado acionário, pois permite que o investidor aplique na Bolsa sem ter que escolher uma ação específica –se colocou o seu dinheiro no fundo do Ibovespa, por exemplo, ele obtém o retorno médio do mercado, já que o fundo repete o portfólio desse índice.

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Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 17:27

COMENTÁRIO DE MERCADO: Ação da Vale leva Bolsa à segunda alta consecutiva

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Bolsa de Valores pequena é isso: hoje, a forte valorização de um único papel fez com que o principal índice do mercado acionário brasileiro registrasse a segunda alta consecutiva, de 1,84%, aos 64.462 pontos.

A ação PNA da Vale –que tradicionalmente é mesmo uma das de maior liquidez da Bolsa brasileira e hoje foi objeto de pouco mais de um terço de todas as negociações– avançou 6,03%, para R$ 40,82, principalmente devido à expectativa de aumento dos preços do minério de ferro no segundo semestre. Em evento realizado no Rio de Janeiro, o diretor de vendas para as Américas da mineradora, Cláudio Alves, disse acreditar em uma recuperação dos valores nos três últimos meses do ano. No momento, beiram os US$ 120 por tonelada, após terem se aproximado de US$ 190 por tonelada em maio.

Como os preços das ações da Vale se encontram relativamente baratos há algumas semanas por causa do desânimo que abateu a Bolsa ante as incertezas que cercam a economia internacional, os investidores aproveitaram essa boa notícia para comprar. Afinal, uma elevação dos preços do ferro indicaria também aquecimento da atividade em outros países, assunto que está no centro das preocupações neste momento.

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

Valorizações:

Bradespar PN: +6,23%
Vale PNA: +6,03%
Vale ON: +5,61%
Embraer ON: +5,51%
CSN ON: +5,11%

Quedas:

Rossi Residencial ON: -4,44%
MRV ON: -3,38%
Cielo ON: -2,43%
PDG ON: -2,15%
Redecard ON: -2,06%

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 19 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 17:56

COMENTÁRIO DE MERCADO: Não dá para comemorar ainda, mas alta da Bolsa é sinal positivo

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Depois de recuar quase 2% na sexta-feira, a BM&FBovespa subiu 1,54% hoje, para os 63.297 pontos, acompanhando o movimento das Bolsas americanas.

Com as quedas pronunciadas do pregão anterior, muitos papeis ficaram com preços atraentes, o que explica a elevação registrada nesta segunda-feira.

Não se deve enxergar nessa alta o início de uma tendência mais firme, porque as incertezas sobre o ritmo de crescimento da Europa, da China e dos EUA ainda são muitas. E o Brasil está no meio de um ciclo de aperto monetário, embora existam algumas indicações –como os dados que mostram arrefecimento da inflação e desaceleração da atividade– de que os aumentos de juros podem não ser tão fortes quanto se esperava.

Mas esses episódios recentes de valorização pontuais das ações de companhias brasileiras dão uma sinalização positiva: os investidores ainda se encontram otimistas quanto às perspectivas para os papeis em 2010, por isso buscam acertar a hora certa de comprar, imaginando que vão auferir bons ganhos até o final do ano.

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

Elevações:

Usiminas ON: +4,44%
Brasil Telecom PN: +4,18%
Cyrela ON: +3,64%
MMX ON: +3,5%
MRV ON: +3,16%

Quedas:

Braskem PNA: -2,05%
Net PN: -0,83%
Duratex ON: -0,59%
B2W ON: -0,45%
Cielo ON: -0,37%

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Ações, Bancos, Governança corporativa, Investimentos | 17:01

Itaú Unibanco e Odontoprev têm melhor relação com investidores, diz revista

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O Itaú Unibanco foi escolhido pela prestigiosa revista internacional “Investor Relations Magazine” como a grande empresa de capital aberto brasileira que possui o melhor relacionamento com os seus investidores. Em 2009, a vencedora da premiação, que é anual, foi a Vale.

Na categoria companhia pequena e média, a Odontoprev levou dois prêmios nesta edição de 2010: melhor relacionamento e melhor profissional de relações com investidores, para José Roberto Borges Pacheco. No segmento de grandes empresas, Silvio Guerra, da Localiza, ganhou como melhor profissional.

Segundo comunicado distribuído à imprensa, o Itaú Unibanco credita o reconhecimento à “qualidade e à freqüência” com que realiza reuniões com analistas e acionistas.

Os vencedores são escolhidos por um painel de 250 investidores e especialistas apontados pela “Investor Relations Magazine”.

Confira a lista completa dos premiados:

Melhor relacionamento com os investidores – categoria grande empresa: Itaú Unibanco
Melhor relacionamento com os investidores – categoria pequena e média empresa: Odontoprev
Melhor profissional de relações com investidores – categoria grande empresa: Silvio Guerra (Localiza)
Melhor profissional de relações com investidores – categoria pequena e média empresa: José Roberto Borges Pacheco (Odontoprev)
Melhor departamento de relações com investidores gerido por CEO ou CFO: Roberto Setubal (Itaú Unibanco)
Melhor site de relações com investidores – categoria grande empresa: Vale
Melhor site de relações com investidores – categoria pequena e média empresa: Positivo Informática
Melhor governança corporativa: Natura
Melhor relatório anual: Vale
Melhor reunião com a comunidade de investidores – categoria grande empresa: Cemig
Melhor reunião com a comunidade de investidores – categoria pequena e média empresa: Minerva
Melhor conference call: Vale
Maior progresso em relações com investidores – categoria grande empresa: Gol Linhas Aéreas
Maior progresso em relações com investidores – categoria pequena e média empresa: Drogasil
Melhor sustentabilidade corporativa: Natura
Melhor relacionamento com o investidor individual: Petrobras

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sexta-feira, 16 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 19:30

COMENTÁRIO DE MERCADO: Com preocupações sobre EUA, BM&FBovespa cai quase 2%

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Novas evidências de que a economia americana se encontra em desaceleração derrubaram as Bolsas em todo o mundo nesta sexta-feira.

O Departamento do Trabalho dos EUA informou que o índice de preços ao consumidor apontou deflação de 0,1% em junho, contra 0,2% em maio e 0,1% em abril. O índice de confiança dos americanos na economia, medido pela Universidade de Michigan, desabou para 66,5 pontos em julho, o menor patamar em onze meses.

As perspectivas de que a economia mundial deve desacelerar nos próximos meses está desanimando os investidores. Assim, a Bolsa brasileira recuou 1,81% hoje, para 62.339 pontos.

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

Quedas:

JBS ON: -4,98%
Gol PN: -4,98%
Fibria ON: -4,12%
NET PN: -3,87%
Cyrela ON: -3,82%

Elevações:

Light ON: +0,85%
Souza Cruz ON: +0,84%
Ambev PN: +0,48%
ALL Unit: +0,47%
Transmissão Paulista PN: +0,42%

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quinta-feira, 15 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 19:13

COMENTÁRIO DE MERCADO: Bolsa fica praticamente estável com temores sobre a China

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A BM&FBovespa fechou com elevação de 0,02% nesta quinta-feira, aos 63.489 pontos. Ontem à noite, a China divulgou que o seu PIB (Produto Interno Bruto) subiu 10,3% no segundo trimestre do ano, contra 11,9% no período de janeiro a março. Assim como as vendas do varejo e a produção industrial, cujas variações também saíram na quarta-feira, a economia chinesa avançou em um ritmo menor do que o esperado entre abril e junho.

Para os especialistas, esses são sinais de que a grande potência emergente está desacelerando, o que desanima os investidores, acostumados a acreditar que a China garantiria o crescimento mundial quando as nações mais ricas ficassem estagnadas.

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

Elevações:

Gol PN: +3,08%
ALL Unit: +2,87%
PDG Realty ON: +2,81%
JBS ON: +2,68%
Lojas Americanas PN: +2,56%

Quedas:

Redecard ON: -2,92%
CSN ON: -2,49%
Vivo PN: -2,38%
Usiminas ON: -2,33%
Brasdespar PN: -2,22%

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