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Posts com a Tag Dívidas

terça-feira, 10 de agosto de 2010 Consumo, Crédito, Dívidas, Educação Financeira, Planejamento financeiro | 06:59

Funcionário pode reorganizar sua vida financeira com a ajuda da empresa

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Tudo começa com as dívidas em excesso, que levam à inadimplência. Aí, tem a perda da auto-estima, as dores de cabeça, de estômago, a insônia. A produtividade diminui violentamente e as faltas ao trabalho se multiplicam junto com o estresse e a irritabilidade. Toma-se crédito consignado, financiamentos da cooperativa, e tenta-se até conseguir empréstimos com os colegas, que também se vêm obrigados a comprar trufas, cosméticos e outros produtos. Como última saída, o pedido para ser demitido, na esperança de que as verbas rescisórias acabem com aquele tormento.

Esse é um roteiro ao qual as empresas assistem diariamente: os problemas financeiros atrapalham o desempenho e o desenvolvimento de muitos colaboradores.

Para impedir que essas preocupações acabem com a sua carreira, o funcionário tem somente uma opção: resolvê-las.

“O problema é que muita gente simplesmente acha que não existe solução. Mas é possível, sim, vencer essa batalha –e o sucesso depende apenas do empenho de cada um”, diz Reinaldo Domingos, consultor e autor do livro “Terapia Financeira” (Editora Gente).

Ser discreto a respeito das dificuldades é a primeira recomendação dos especialistas a quem se encontra nessa situação. Ficar reclamando ou comentando que as contas da família ficaram atrasadas prejudica a imagem do profissional, que parece desorganizado ou desleixado mesmo.

O passo seguinte é fazer um diagnóstico dos débitos e das pendências e também elaborar um orçamento da casa, listando em detalhes todas as despesas e receitas. Esse processo leva, no mínimo, um mês, durante o qual devem ser anotados todo e qualquer gasto.

Então chega a fase dos ajustes, de reduzir –apenas por um tempo determinado, até que se volte à normalidade– determinados gastos. Com a sobra do mês, vai-se quitando os débitos.

O empregador pode dar uma boa ajuda nesse ponto. O colaborador deve procurar o departamento de Recursos Humanos e expor a situação objetivamente, evitando se lamentar ou dizer que ganha pouco. Se não quiser falar com o seu chefe direto, nem precisa. Além de consultorias personalizadas que auxiliam o funcionário a se reorganizar e utilizar da melhor forma as ferramentas disponíveis, como adiantamentos de salário, as empresas agora oferecem programas de educação financeira. Trata-se de serviços que o colaborador não pode bancar se já está com um déficit de caixa.  

“As companhias estão preocupadas com a qualidade de vida dos empregados”, afirma Samuel Marques, professor que organiza cursos corporativos sobre finanças pessoais e investimentos. “Até porque o funcionário endividado está sempre insatisfeito com o que ganha e não reconhece o valor dos benefícios dos quais goza. Acaba mudando para outra empresa para ganhar R$ 100 a mais pensando que assim vai desatar o nó. O esforço conjunto do empregador e do funcionário a fim de reequilibrar a vida financeira do profissional resulta em benefícios para ambos.”

Em diversos casos, a melhoria nas pesquisas internas de clima organizacional é creditada à implantação desse tipo de projeto.

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Autor: Denyse Godoy Tags: , ,

quarta-feira, 4 de agosto de 2010 COMO FAZER, Comportamento, Consumo, Férias, Planejamento financeiro, Turismo | 05:59

Como consertar as contas da família na volta das férias

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Balanço das férias: lindas fotos com o Mickey Mouse na Disney, um bronzeado incrível do cruzeiro pelo nordeste brasileiro, dois alegres quilinhos extras graças às delícias da cozinha mineira… e uma conta gigante no cartão de crédito.

Sempre planejar com cuidado os gastos da viagem e se ater àquela programação é o ideal. Mas, depois que os exageros aconteceram, também não é preciso se desesperar. Com alguns ajustes, coloca-se o trem de volta nos trilhos.

“O mais importante é ser prático e encarar a realidade. Negar e postergar o problema é pior, porque aí vêm os juros, e as dívidas se multiplicam”, diz Caio Fragata Torralvo, especialista da equipe da consultoria Médico das Finanças.

Com uma reorganização financeira no retorno, lembranças das férias serão sempre agradáveis

O primeiro passo para botar ordem na situação é fazer um levantamento minucioso das contas a pagar nos dois meses seguintes. “Então, escolhe-se as prioridades, de acordo com o que é essencial para cada família. Se algum membro usa o carro para trabalhar, por exemplo, não é uma boa ideia atrasar a prestação do financiamento”, ensina Torralvo. “Outra orientação é dar preferência para as despesas que tenham custos financeiros –juros– maiores, como o cartão de crédito e o cheque especial. Não se deve deixar cortar a luz, o gás e o telefone em casa, porém isso só acontece depois de um mês e a multa é pequena comparando com as outras.”

Uma opção a considerar é a de fazer um empréstimo com juros mais baixos, como o consignado, a fim de cobrir o buraco. Nesse caso, é preciso prestar atenção para não assumir uma parcela que não cabe na renda da família. Quanto mais cedo for possível quitar o financiamento, melhor.

E nada de fazer sacrifícios extremos, senão aquelas férias tão sonhadas deixam um gosto amargo.

“Não é necessário pagar penitência e cortar tudo que dá prazer, os passeios, as refeições fora de casa, porque assim a vida perde o sentido. Tem que procurar o meio termo –em vez de jantar em um restaurante uma vez por semana, fazê-lo a cada quinze dias, com a consciência de que esse período mais apertado é passageiro”, frisa Torralvo.

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Autor: Denyse Godoy Tags: ,

terça-feira, 20 de julho de 2010 Crédito, Dívidas, Mercado financeiro | 11:46

Consumidor prefere cartão a cheque para poder rolar dívida

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Estatísticas divulgadas hoje pela empresa de análise de crédito Serasa Experian mostram que o consumidor está avaliando diferentemente a sua condição de crédito e a sua maneira de fazer dívidas.

Antes, até aproximadamente 2005, era bastante disseminado o uso do cheque pré-datado como forma de dividir o pagamento de compras. Mas a informação de que, entre janeiro e junho deste ano, a taxa de cheques devolvidos no país por falta de fundos ficou em 1,87% –a menor para um primeiro semestre em cinco anos, de acordo com a Serasa Experian– deixam claro que esse meio de pagamento está sendo menos utilizado.

A explicação para esse fenômeno está relacionada à disseminação do uso dos cartões, porém não por questões de praticidade e segurança, como se pode imaginar em uma primeira análise.

“O endividamento do brasileiro está aumentando, e o cidadão migra para as modalidades de crédito que lhe permitem rolar a dívida”, explica Carlos Henrique de Almeida, assessor econômico da Serasa Experian. “Usando o cheque, é preciso honrar o valor comprometido na data para a qual o documento foi dado. E, com o cartão de crédito, por exemplo, pode-se pagar só o mínimo e estender o parcelamento –no cheque, o comerciante oferece uma divisão em menos vezes também.”

O especialista alerta, porém, para o emprego de ferramentas de crédito que têm juros mais elevados, como é o caso do cartão de crédito –segundo pesquisa da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), a taxa média estava em 10,69% ao mês em maio. “Empurrar dívida com custo elevado definitivamente não é bom negócio”, diz Almeida.

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , ,

terça-feira, 22 de junho de 2010 Comportamento, Consumo, Crédito | 18:00

Brasileiro consegue aproveitar crédito sem se descontrolar

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Estatísticas divulgadas nesta terça-feira mostram que os temores de que o endividamento e a inadimplência poderiam explodir, no país, devido à recente diminuição do desemprego e ao aumento da renda não têm se justificado. Ao contrário, embora o atual momento de prosperidade favoreça o consumo, o brasileiro está dando mostras de que consegue aproveitar as condições favoráveis sem perder o pé da situação.

Segundo a Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), 42% das famílias paulistanas estão endividadas em junho –têm alguma compra parcelada ou empréstimo para pagar–, mas somente 13% estão com alguma conta atrasada.

Já a pesquisa da CNC (Confederação Nacional do Comércio) indica uma forte queda da parcela de famílias endividadas, de 58,7% em maio para 54% neste mês.

“O que se observa é que o número de endividados está recuando, mas os montantes das dívidas cresceram, porque, com mais dinheiro no bolso, os consumidores conseguem assumir mais compromissos financeiros”, diz Adelaide Reis, assessora econômica da Fecomercio. “Entretanto, as contas ficam equilibradas, até porque o brasileiro não quer perder o crédito que conseguiu.”

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Autor: Denyse Godoy Tags:

terça-feira, 4 de maio de 2010 Crédito | 17:00

Servidor público federal terá limite para tomar empréstimo consignado

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O Ministério do Planejamento vai endurecer as regras que permitem aos funcionários públicos federais tomarem empréstimos consignados. Hoje, os servidores não podem tomar empréstimos cujas parcelas a pagar excedam 30% do rendimento mensal. Apesar dessa proibição, porém, muitos servidores se endividam acima do permitido, simplesmente tomando empréstimos em vários bancos.

A partir de junho, os funcionários públicos federais que quiserem tomar um empréstimo consignado terão de se cadastrar em um sistema que vai monitorar os dados e informar o limite de crédito.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

sexta-feira, 30 de abril de 2010 Consumo, Crédito | 15:48

Nome não pode ficar sujo se o co-titular da conta emitir um cheque sem fundo, diz STJ

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) definiu que é ilegal inserir o nome de uma pessoa nas listas de inadimplentes porque o co-titular da conta emitiu um cheque sem fundos. Uma decisão da Terceira Turma do STJ condenou o Banco do Estado do Rio Grande do Sul, Banrisul, a pagar R$ 6 000 de indenização a uma cliente do banco. O nome da cliente foi inscrito nas listas de maus pagadores depois que a filha dela, que tinha conta conjunta com a mãe, emitiu um cheque sem fundos.

Ao contestar o Banrisul, a  cliente alegou que a sua inscrição no cadastro de proteção ao crédito seria ilegal, pois o correntista não pode ser responsabilizado pelos cheques sem fundos de outros correntistas. O argumento foi aceito pela relatora, ministra Nancy Andrighi que afirmou não estar previsto em lei a responsabilidade solidária entre os correntistas que tem conta conjunta.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: ,

quarta-feira, 28 de abril de 2010 Consumo, Crédito | 10:16

Entenda como funciona o cartão de crédito e o que vai mudar

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Cada vez que um consumidor paga uma conta usando um cartão de crédito, ele está movimentando uma enorme e complexa estrutura de informações e transações financeiras. Há várias empresas envolvidas:

- a operadora. Companhias listadas em bolsa como Redecard e Cielo gerenciam os milhões de transações todos os dias, transferindo dinheiro da conta dos compradores para a conta dos vendedores;

- a adquirente. É a companhia que cadastra os comerciantes para aceitarem os cartões

- a bandeira. São as companhias que cuidam da marca, divulgação, marketing e estratégia comercial do cartão.

Essas empresas estão intimamente ligadas aos bancos, mas não são bancos, por isso elas não se submetem às regras do sistema financeiro. A mudança em discussão deverá fazer com que toda essa estrutura complexa seja mais influenciada pelo Banco Central e o Ministério da Fazenda avalia que as novidades poderão ser aprovadas já em maio pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Toda essa mudança poderá levar a uma uniformização das regras e eventualmente a mais concorrência no setor, mas não vão levar a uma redução dos juros. Esses continuam sendo livres, e financiar as dívidas no cartão vai continuar a ser um mau negócio.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: ,

segunda-feira, 26 de abril de 2010 Bancos, Crédito, Renda Fixa | 10:00

Mercado prevê inflação e crescimento maiores em 2010, o que eleva os juros

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A pesquisa semanal Focus, divulgada todas as segundas-feiras pelo Banco Central (BC), indica que os profissionais do mercado financeiro continuam corrigindo para cima suas apostas para a inflação e para o crescimento econômico em 2010.

Os prognósticos do mercado para o crescimento econômico de 2010 subiram de 5,8% para 6%. Há apenas duas semanas, as projeções eram de um crescimento de 5,6%.

As apostas para a inflação também subiram. Na pesquisa da semana passada, o mercado financeiro previa uma inflação de 5,32%, e esse percentual avançou para 5,41%.

Qual a importância desses números? Na ponta do lápis, eles indicam que a economia está aquecida demais. O aquecimento econômico é algo bom, pois aumenta o número de empregos e o nível da renda. No entanto, quando a economia cresce depressa demais, há problemas: os preços sobem muito rápido, há escassez de produtos e de matérias primas e, no caso do Brasil, as importações crescem demais, provocando um desequilíbrio da balança comercial e de pagamentos.

O remédio clássico para uma economia que vai muito rápido é elevar os juros, para reduzir o incentivo a investir e desacelerar o crescimento. Nesta semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) reúne-se para decidir sobre os juros referenciais da economia, hoje em 8,75% ao ano. Os prognósticos do mercado financeiro são de uma elevação de no mínimo 0,5 ponto percentual, para 9,25% ao ano, mas crescem as apostas de que a alta poderá ser até de 0,75 ponto percentual, para 9,50% ao ano.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

sexta-feira, 23 de abril de 2010 Bancos, Dívidas, Renda Fixa | 10:40

Os juros começam a subir na semana que vem

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Banqueiros centrais são profissionais contratados para falar pelas entrelinhas. Isso é uma necessidade do cargo: as decisões dos bancos centrais têm uma influência imediata sobre os mercados financeiros e qualquer declaração indicando uma decisão provoca, imediatamente, movimentos dos investidores que podem custar bilhões de dólares a quem perder. Por isso, cada vez que um presidente de banco central abre a boca, ele mede as palavras milimetricamente. O presidente do Banco Central do Brasil, Henrique Meirelles, é um mestre na arte.

Por isso é preciso prestar atenção às mais recentes declarações de Meirelles. Em diversos eventos, tanto em Brasília quanto em São Paulo e na Bahia, Meirelles tem feito vários comentários sobre a inflação. Para quem analisa com cuidado as suas declarações, isso é um sinal claro de que o Comitê de Política Monetária (Copom), que se reúne na próxima semana em Brasília, vai começar a elevar os juros para conter a inflação.

Todos os indicadores mostram que os preços estão subindo mais depressa do que o previsto, o que exige um endurecimento do Banco Central para impedir uma aceleração excessiva da inflação. “O BC deverá elevar os juros em 0,5% ou até 0,75%”, diz um gestor de fundos de renda fixa de um banco estrangeiro.

O que fazer? Quem precisa tomar dinheiro emprestado deve se apressar e contratar o financiamento antes da alta – desde que seja um financiamento a taxas fixas. No caso dos investidores, boa parte dessa alta já está refletida nos juros do mercado, ou seja, a situação não muda muito.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , , ,

quinta-feira, 22 de abril de 2010 Crédito, Impostos | 18:27

Quanto os bancos cobram para antecipar a restituição do IR

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Faltam apenas oito dias para o prazo final de entrega das declarações de Imposto de Renda da pessoa física. Depois de olhar as contas com cuidado e conferir os números, muitos contribuintes têm a grata surpresa. Misericordioso, o Leão promete devolver parte da mordida aplicada durante 2009, a chamada restituição do Imposto de Renda em algum momento no futuro.

Essa é a questão: esse “algum momento no futuro” é uma data incerta e não sabida, e o contribuinte em geral precisa do dinheiro logo. Pensando nisso, os bancos se oferecem para antecipar a restituição. Essa antecipação é na verdade um empréstimo, que é garantido pela promessa do governo de devolver o dinheiro cobrado a mais do contribuinte.

E se a restituição demorar? Os bancos são pacientes, mas essa paciência tem limites bem definidos. Os contratos de empréstimo têm prazo de vencimento, ou seja, o contribuinte terá de pagar a dívida até determinado prazo, mesmo que a restituição não tenha sido depositada pelo Leão.

Vale a pena? Na ponta do lápis, os bancos cobram de 2,65% a 3,45% ao mês – ou 36,9% a 50% ao ano – para antecipar esse dinheiro para você. É uma tarifa salgada, mas inferior a outros empréstimos disponíveis no mercado, como o cheque especial. “Os juros da antecipação estão em linha com os do crédito pessoal, por isso o cliente deve comparar as taxas antes de tomar sua decisão”, diz o professor de finanças Marcos Crivelaro.

A seguir, as condições de antecipação dos maiores bancos brasileiros:

BANCO BB Bradesco HSBC Itaú Unibanco Santander
% da restituição 80% 100% 100% NI 100%
Taxa máxima 2,65% 2,95% 2,99% 3,45% 2,75%
Valor mínimo NI NI R$ 300 NI R$ 100
Valor máximo R$ 20 mil R$ 20 mil R$ 30 mil R$ 12 mil NI
Vencimento 28/02/2011 NI 04/11/2011 23/12/2010 NI
NI = Não informado

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , , , ,

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