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quarta-feira, 30 de junho de 2010 Seguros | 12:06

Seguro de veículo caro é o mal contratado, ensinam especialistas

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Não existe seguro dispendioso demais –o que acontece é que, na hora da aquisição, tanto a corretora quanto o motorista cometem uma série de erros que levam a uma elevação às vezes desnecessária do produto.

Antes de tudo, é essencial buscar uma seguradora e uma corretora idôneas e de competência reconhecida.

Para evitar gastos inúteis e obter o máximo do seguro que se está comprando, o cliente precisa ser absolutamente transparente no momento da entrevista para a contratação. Não adianta omitir as particularidades do uso do veículo a fim de gastar menos –como dizer que é somente o pai da família que usa o veículo se o filho jovem o utiliza sempre para ir à faculdade–, pois, no futuro, dependendo do julgamento da seguradora, a cobertura pode ser prejudicada em alguns incidentes.

O corretor também deve ser específico e cuidadoso ao recolher as informações.

“Freqüentemente, o cliente faz a cotação em 50 corretoras diferentes mas não presta atenção ao que o seguro oferece de fato, então acaba fazendo uma economia errada”, acrescenta Claudio Royo, sócio diretor da corretora Economize no Seguro.

É imensa a gama de mimos extras que as corretoras e seguradoras estão oferecendo aos clientes –por isso, o motorista precisa conhecer as opções disponíveis e exigir que a empresa da qual está adquirindo o seguro as inclua no pacote.

A Economize no Seguro, por exemplo, dá até assessoria jurídica no caso de uma colisão para que o cliente consiga recuperar a franquia negociando com o outro motorista. Outras empresas vendem à parte o seguro para a blindagem do carro, mais solicitado por quem tem modelos importados, e até alguns serviços para residência. Desconto no estacionamento, assistência 24 horas e guincho viraram itens de série –mesmo assim, o cliente deve ler todos os detalhes do contrato para ficar ciente das condições exatas e exceções.

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Seguros | 12:03

Reformulado, seguro de automóvel fica mais barato e acessível

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Com a facilidade para se obter um financiamento, o número de automóveis explodiu no Brasil nos últimos anos. Atualmente, contam-se cerca de 33 milhões de carros no país. No entanto, somente um terço desses possui seguro.

Falta de planejamento e de dinheiro explicam tal número. Mas, observando o mercado em outros países, as seguradoras estão reformulando os produtos para alcançar quem não quis ou não teve condições de adquirir a proteção.

A principal mudança está no foco da cobertura. A maioria das apólices cobre o veículo do contratante e danos a terceiros.

Se o carro é usado e custou R$ 10 mil, pode não valer mesmo a pena gastar R$ 3,5 mil com o seguro –mais fácil é comprar outro no caso de uma batida séria.

O que os motoristas não avaliam quando fazem essa conta, no entanto, é a parte do dano a outras pessoas. O brasileiro prefere confiar que o proprietário do outro veículo usará o seu próprio seguro para reparar eventuais amassados. Se o acidente envolve atropelamento ou qualquer tipo de ferimento, a figura muda completamente. O causador do evento pode ser processado em dezenas de milhares de reais.

É justamente a proteção nessas situações o principal objetivo dos novos seguros de automóvel que estão sendo lançados.

O produto é desmembrado e seus dois componentes são vendidos separados. Desembolsando até R$ 500 (geralmente, parcelados) ao ano, o motorista pode comprar uma apólice que o resguarda na eventualidade de danos corporais, materiais e morais em um acidente com uma cobertura de até R$ 100 mil.

“Nos EUA, 100% da frota é segurada, mas 75% somente no que diz respeito à responsabilidade civil. Só 25% dos usuários contratam apólices para o carro todo”, conta Paulo Umeki, diretor técnico da Liberty Seguros, uma das primeiras a oferecer o novo produto no Brasil.

Quanto mais caro o veículo, mais faz sentido adquirir um seguro completo. “A experiência do motorista também conta, afinal, quando o cliente já possui um certo relacionamento com a seguradora, ela o conhece, então é possível negociar melhor as condições e valores da apólice”, diz Umeki.

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , ,

sexta-feira, 30 de abril de 2010 Consumo | 20:00

Etanol permanece competitivo em oito estados, diz ANP

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A pesquisa mais recente da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostra que o motorista de automóveis bi-combustível tem mais vantagens se abastecer seu carro com etanol em oito estados – Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco, São Paulo e Tocantins.

Nesses estados, o preço médio do etanol é inferior a 70% do preço da gasolina, o que o torna uma alternativa mais barata que a gasolina.

No estado do Ceará a relação de preços torna indiferente a escolha do combustível.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: ,

quinta-feira, 29 de abril de 2010 Consumo | 10:00

Etanol é competitivo em oito estados

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A pesquisa semanal da Agência Nacional de Petróleo (ANP) mostrando os preços dos combustíveis no varejo mostra que o etanol é mais competitivo em oito estados: Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco, São Paulo e Tocantins. Nesses estados, o preço médio do etanol é inferior a 70% do preço da gasolina. Nos demais estados, o uso da gasolina é mais compensador para o motorista.

Os preços do etanol têm oscilado bastante nas últimas semanas devido a duas forças contrárias. O início da colheita da safra de cana, que ocorreu nos primeiros dias de abril, elevou a quantidade de etanol disponível no mercado e forçou os preços para baixo. Já a elevação dos preços do petróleo vem elevando os preços da gasolina e estimulando produtores e distribuidores a cobrar mais caro pelo etanol, elevando suas margens.

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  2. Etanol volta a ser competitivo em seis estados
  3. Etanol volta a ser mais competitivo em oito estados
Autor: Claudio Gradilone Tags: ,

sexta-feira, 9 de abril de 2010 Consumo | 18:41

Etanol volta a ser mais competitivo em oito estados

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A pesquisa semanal da Agência Nacional de Petróleo (ANP) com os preços dos combustíveis mostrou que os preços do etanol voltaram a ser competitivos em oito estados: Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins. Nesses oito estados, os preços do etanol estão, em média, abaixo de 70% dos preços médios da gasolina.

Em Pernambuco o uso da gasolina e do etanol é indiferente. Nos demais estados, a gasolina continua sendo mais vanjatosa que o etanol.

O cálculo da viabilidade de cada combustível é feito da seguinte maneira: considera-se que, na média, um litro de etanol consegue movimentar um carro por uma distância equivalente a 70% da distância que seria movimentada com um litro de gasolina. Assim, quando o preço do etanol está abaixo de 70% do preço da gasolina, ele é mais vantajoso do que a gasolina. Caso contrário, a gasolina é mais vantajosa.

No entanto, esse cálculo é apenas uma média geral. Para obter um resultado mais preciso, a recomendação dos especialistas é de medir o desempenho do seu carro tanto com a gasolina quanto com o etanol e calcular exatamente o desempenho com cada combustível.

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terça-feira, 6 de abril de 2010 Consumo | 18:34

O que fazer se o carro foi tragado pela enchente

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A enchente no Rio de Janeiro matou pessoas e provocou prejuízos materiais pesados, especialmente para os proprietários dos carros que foram tragados pela enxurrada. O que fazer nesses casos?

Segundo Marcelo Sebastião, diretor da Porto Seguro Auto, os prejuízos provocados por enchentes estão incluídos nos riscos básicos – que incluem roubo, incêndio e colisão – e são cobertos pelas apólices.

Se o custo dos reparos provocados pela enchente superar 75% do valor do carro, a seguradora considera que houve perda total. Em caso de alagamento do automóvel, o segurado deve entrar em contato com o corretor ou central de atendimento da empresa, solicitando um guincho para remover o veículo.

A seguradora também cobre os danos se o carro flutuar e colidir com outro veículo, muro, árvore ou poste. No entanto, esses serviços só valem se a proteção estiver escrita na apólice. Por isso, é preciso lê-la com cuidado – vale a pena investir tempo e ter muita paciência com as letras miudinhas.

A proteçao vale para todos os casos? Nem sempre. A seguradora não paga se houver o que é chamado, tecnicamente, de “agravamento de risco”. Traduzindo: o segurado tomou, deliberadamente, alguma atitude que aumentou o risco de submersão do veículo, como tentar atravessar um trecho alagado. Esse é um caso difícil de provar, mas a recomendação dos especialistas em seguros é evitar correr riscos.

“O motorista não deve nunca tentar atravessar um local alagado onde outros veículos falharam. Isso pode colocar a vida do condutor e dos passageiros em risco, dificultar o resgate e ainda inviabilizar o conserto do carro”, diz Sebastião.

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segunda-feira, 5 de abril de 2010 Consumo | 19:15

Governo zera imposto de importação do etanol

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A Câmara de Comércio Exterior (Camex) reduziu a zero o imposto de importação do etanol, que era de 20%. A decisão vale até 31 de dezembro de 2011.

Segundo a Camex, a decisão visa a facilitar a eliminação de barreiras tarifárias no mercado internacional de etanol. A decisão também vai tornar mais barato o produto importado, o que reduz a pressão de alta nos momentos de entressafra.

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sexta-feira, 2 de abril de 2010 Consumo | 17:00

Preço do combustível diminuiu em março, diz ANP

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As pesquisas da Agência Nacional de Petróleo (ANP) revelaram que o combustível ficou mais barato em março. Comparando-se os dados de março com os de fevereiro, nota-se que o preço médio do litro de gasolina para o consumidor caiu 1,11%, de R$ 2,673 para R$ 2,644. Em março, os motoristas da Paraíba foram os que, na média, pagaram mais barato pela gasolina, R$ 2,413 por litro. Os motoristas que pagaram mais foram os do Acre: R$ 2,966.

A queda dos preços do etanol foi ainda mais expressiva. Na média, o litro ficou quase 2% mais barato em março em relação ao mês anterior. O preço médio para o consumidor caiu de R$ 2,093 o litro em fevereiro para R$ 2,054 em março. Como de costume, o etanol mais barato foi vendido nas bombas do Paraná, a R$ 1,627 o litro em média. O mais caro foi vendido no Acre, a R$ 2,054 em média.

Os preços do diesel e do gás natural veicular (GNV) ficaram estáveis

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Autor: Claudio Gradilone Tags: ,

sábado, 27 de março de 2010 Consumo, Crédito, Impostos | 10:37

Como aproveitar o IPI reduzido para os carros

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Este é o último fim de semana em que os automóveis contarão com o benefício fiscal da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Em 2008, para conter a pesada crise internacional, o governo federal diminuiu o IPI em quatro pontos percentuais, em média, sobre os automóveis. Os modelos populares, com potência até 1 000 cilindradas – chamados 1.0 – foram os mais beneficiados.

Agora, os preços vão subir. Uma pesquisa realizada pelo iG junto às revendedoras das principais marcas comercializadas no mercado brasileiro mostra que os preços dos veículos populares poderão ver seus preços subir assim:

- Fiat: os preços do Pálio básico poderão subir 7%. O modelo zero custa hoje cerca de R$ 26.000 e, em abril, o cliente poderá pagar até R$ 3.000 a mais.

- Ford: segundo a revendedora Caoa, o Ka básico custa hoje R$ 25.500 e, com a volta do IPI aos níveis pré-crise, os preços podem subir R$ 2.000, o suficiente hoje para pagar IPVA e licenciamento.

- GM: o Celta básico custo hoje algo em torno de R$ 20.000. Sem o IPI reduzido, o veículo a partir de abril estará R$ 900,00 mais caro.

- Volkswagen: o cliente que perder o IPI reduzido, em vez de pagar R$ 29.500 por um GOL básico, vai pagar R$ 30.700 ou mais, conforme os acessórios. Os carros da VW devem sofrer um reajuste entre R$ 1.000,00 e 1.200,00.

Sabendo disso, as montadoras prepararam artilharia pesada para este fim de semana. Não se espante se a publicidade ao longo de todo o fim de semana disser que os vendedores estarão a postos durante toda a madrugada para atender você.

Vale a pena correr? Sim. O IPI reduzido é uma boa vantagem financeira. Mas cuidado se você for comprar o carro financiado para aproveitar essa vantagem, pois o financiamento pode representar uma despesa financeira muito maior do que a economia devido à vantagem fiscal.

A maioria dos empréstimos para compra de automóveis inclui tarifas de cadastro, tarifas de análise de risco e outras taxas. A emissão de boletos, por exemplo, pode custar de R$ 6,00 a R$ 8,00 a unidade. Na ponta do lápis, um financiamento por seis anos vai onerar o comprador com R$ 576 só para a emissão de boletos – o que pode ser 25% do desconto obtido com o IPI reduzido.

Isso sem contar os juros. Se financiar o carro por mais de 36 meses, o comprador estará pagando o suficiente para levar dois carros se pagasse à vista. “Esse é um caso em que compensa muito guardar dinheiro e comprar à vista”, disse o professor de matemática financeira José Dutra Vieira Sobrinho ao iG no início do ano.

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Autor: Claudio Gradilone Tags: , ,

sexta-feira, 26 de março de 2010 Consumo | 18:37

Etanol volta a ser competitivo em seis estados

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Os preços do etanol continuam caindo. O combustível agora é mais competitivo que a gasolina na média em seis estados: Bahia, Goiás, Mato Grosso, Paraná, São Paulo e Tocantins. Nos demais 21 estados a gasolina continua a ser mais vantajosa para o motorista, segundo a pesquisa semanal da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Na média, os preços da gasolina subiram 0,3% na semana, e o litro está custando R$ 2,642 em média em todo o Brasil. Os preços do etanol caíram 2,3% em média na semana, e o preço médio do litro é de R$ 1,996.

O estado onde os combustíveis é mais barato é o Paraná, onde a gasolina custa R$ 2,378 e o etanol custa R$ 1,461. Os maiores preços são cobrados no Acre, onde o litro da gasolina custa R$ 2,953 e o litro do etanol custa R$ 2,488.

O etanol é mais compensador quando o preço por litro é inferior a 70% do preço por litro da gasolina.

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