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quarta-feira, 16 de março de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Direitos do consumidor, Investimentos, Mercado financeiro, Renda Fixa, Renda variável | 18:29

Operações não autorizadas e taxas de corretoras lideram reclamações sobre o mercado de capitais brasileiro

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A CVM (Comissão de Valores Mobiliários), órgão que regula e fiscaliza o mercado de capitas no país, divulgou nesta semana o balanço das reclamações apresentadas pelos investidores no segundo semestre de 2011.

No topo do ranking, com 179 registros, ficaram as queixas que dizem respeito à atuação das instituições financeiras. Entre os problemas relatados, há transações que não foram autorizadas, cobranças de taxas não permitidas pelo cliente e procedimentos que dificultaram o acesso a ofertas públicas de ativos.

Em segundo lugar, vieram questões relacionadas aos fundos de investimento: 93 denúncias.

“Todas as demandas foram verificadas caso a caso e, quando constatadas irregularidades, foram adotadas as medidas necessárias visando à correção ou à responsabilização do participante”, disse a CVM em comunicado ao público.

Por número de processos abertos, os bancos, corretoras e companhias abertas que fizeram mais descontentes na praça foram:

Bradesco – 44
Itaú Unibanco – 43
Banco do Brasil – 29
Um Investimentos – 27
XP Investimentos – 22
Santander – 15
TOV – 14
Ágora – 9
Petrobras – 7
Banif – 6
Laep – 6
Planner – 6

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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010 Bolsa de Valores, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 05:59

A diferença entre as corretoras de valores está nos serviços prestados

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Para entrar na Bolsa de Valores, é preciso abrir conta em uma corretora, a qual tem como função formalizar as ordens de compra e venda de papeis, atuando como intermediária entre as pessoas físicas e a BM&FBovespa.

Com o crescimento do número de interessados em colocar uma parte do seu patrimônio no mercado acionário, aumentou também a concorrência entre as instituições financeiras, que agora têm feito campanhas de várias maneiras para atrair novos clientes.

Mas o investidor deve fazer uma pesquisa e analisar as diversas opções antes de escolher o seu parceiro de negócios.

No que diz respeito à tecnologia disponível para transações, as corretoras se parecem bastante, é verdade. A diferença, porém, reside em um detalhe essencial para quem deseja aplicar na Bolsa e não é especialista: a assistência oferecida.

“A educação financeira está no centro do apoio que é preciso devotar ao iniciante”, explica Manuel Lois, diretor da corretora Spinelli. Porque, muitas vezes, é a simples curiosidade que leva o investidor à Bolsa. E, se ele não tiver um propósito firme para guardar o dinheiro e não entender bem os riscos que corre, pode ter surpresas ruins e acabar abandonando, traumatizado, essa modalidade de aplicação.   

Igualmente importante é o contato com os consultores da corretora. Mesmo utilizando o “home broker” (ferramenta que permite realizar operações pela internet), é essencial poder contar com a assessoria de especialistas que acompanhem os movimentos do mercado e orientem sobre a melhor hora de adquirir uma ação ou se desfazer dela. De tempos em tempos, os analistas costumam inclusive enviar relatórios dedicados a empresas e papeis específicos, assim como sobre as condições gerais da economia do país.

“O investidor deve conhecer bem a corretora e até encontrar pessoalmente, sempre que desejar, os profissionais responsáveis por assessorá-lo. A corretora, por sua vez, também tem que saber quais são os objetivos e limites de cada investidor”, diz Marcos Martins, diretor executivo da gestora de recursos Latinvest.  

A fim de fortalecer esse vínculo, algumas instituições realizam palestras e workshops periodicamente e abrem, ainda, salas especiais nos seus escritórios para que os clientes possam usar a sua estrutura de computadores, telefones e terminais de cotações e notícias para fazer os seus lances.

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sábado, 7 de agosto de 2010 Ações, Comportamento, Investimentos, Mercado financeiro | 05:59

Terceira idade responde por maior volume de transações na Bolsa

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Os investidores com idade a partir de 66 anos detêm o maior montante de recursos negociados na BM&FBovespa. Em julho, a carteira desse público somava R$ 38,57 bilhões, o equivalente a 37,23% do total. O número de clientes nessa faixa era de 64.326, o que significa que cada um possui em média R$ 599,6 mil aplicados no mercado de ações.

O estrato que concentra o maior número de investidores é o de 26 a 35 anos, com 159.794 clientes. Seu portfólio somava somente R$ 6,43 bilhões no mês passado –o que dá R$ 40,2 mil na média individual.

Naturalmente, o idoso tem um volume de dinheiro guardado maior do que os jovens, daí a diferença.

Ao contrário do que se imagina, porém, o investidor da terceira idade freqüentemente é bastante agressivo na administração do seu patrimônio na Bolsa de Valores.

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Ações, Comportamento, Investimentos, Mercado financeiro | 05:58

Investidor idoso desafia o risco da Bolsa

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A aplicação no mercado acionário é de alto risco. Por isso, os recursos colocados devem representar uma parte menor das economias da família e ficar aplicados por um prazo de médio a longo, ou seja, no mínimo três anos.

Esses são os principais dogmas da Bolsa de Valores. Pois uma parcela inesperada de investidores está a desafiá-los todos os dias.

“Ah, eu já passei por tantas coisas, não sei mais o que é medo. Se a gente teme viver, não sai de casa, não atravessa rua”, diz, com a voz cheia de bom humor, a carioca Myrian Branca Atalla, mais de 70 anos (é só o que revela).

Desde a década de 1970 Myrian aplica na Bolsa. Ganhou bastante, depois perdeu tudo, e hoje complementa o orçamento mensal com o que ganha realizando transações diárias. Passa praticamente todos os dias no escritório para pequenos investidores que a corretora XP Investimentos oferece –e trata como filhos os funcionários que a ajudam com as operações.

Myrian Atalla ao computador pelo qual realiza suas transações (Foto: Wagner Meier/Fotoarena)

“Essas salas são dominadas pelo público de idade mais avançada”, conta Rossano Oltramari, analista da XP Investimentos. “Chegam antes de a Bolsa abrir, lêem os jornais, acompanham os softwares de cotações, e cada um tem o seu lugar na frente do computador. Acabam criando uma turma, discutem sobre as empresas e tiram onda de quem acaso comprou um papel errado.”

O surpreendente dessa atuação tão entusiasmada dos idosos é que, segundo a cartilha básica da aplicação em ações, quem está aposentado ou prestes a sair do mercado de trabalho deve reduzir ou até eliminar a parcela das suas reservas colocada em renda variável, porque, se houver perdas, pode levar algum tempo para recuperá-las, e os investidores da terceira idade não possuem outra fonte de renda para cobrir o buraco.

Mas nem adianta dizer isso para eles.

O paulista Virgilino da Mota Leite Neto, 71, foi operador da Bolsa na década de 1960, e atualmente prefere comprar e vender opções, um mercado ainda mais volátil do que o de ações. “Eu também já perdi tudo e fiquei devendo. Porém conheço bem o negócio e tenho as minhas estratégias. Se alguma transação não deu certo, por exemplo, eu esqueço, não fico fazendo outras manobras para recuperar. Às vezes a gente acerta, às vezes não, é simples. Tem que ter é sangue frio”, ensina.

Para Paulo Levy, diretor da corretora Icap Brasil e responsável pelo seu sistema de home broker, o MyCap, a experiência explica tamanho desprendimento. “O investidor dessa idade sabe operar e montar uma boa carteira, então se sente à vontade. Além disso, muitas vezes está com a vida garantida, pensa mais em construir uma reserva para os netos”, diz. “E investir na Bolsa não significa, necessariamente, assumir uma posição de muito risco: escolhendo papeis de grandes empresas e que pagam bons dividendos, é possível obter rendimentos melhores do que na renda fixa.”

Comprar ações de companhias sólidas e que tenham uma política generosa de divisão dos resultados é o conselho dos especialistas para quem deseja começar a investir na Bolsa depois da aposentadoria. “Certamente essa não é o melhor momento de vida para começar a arriscar. No caso do investidor que nunca operou, é melhor buscar se proteger ao máximo”, frisa Levy.

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terça-feira, 20 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 18:36

Bolsa anuncia redução de lote dos fundos de índice

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Confirmando o que a Seu Dinheiro havia antecipado, a BM&FBovespa anunciou hoje que entra em vigor no dia 2 de agosto a redução do lote mínimo para compra de fundos de índice (também conhecidos como ETFs, Exchange Traded Funds).

Um fundo desse tipo é composto pelos mesmos papeis que fazem parte da cesta do índice acionário no qual ele é espelhado. Pode-se comprar um pedaço desse fundo na BM&FBovespa, como se fosse uma ação.

Antes, para aplicar no produto, era preciso adquirir ao menos cem cotas; a partir do próximo mês, esse valor será baixado para dez. No caso do fundo mais popular, que replica a carteira do Ibovespa –o pinrcipal índice de ações da Bolsa brasileira–, isso significa que o investimento mínimo cai de R$ 6,28 mil para R$ 628.

A intenção da BM&FBovespa, com essa mudança, é aumentar a negociação do ativo no mercado.

Atualmente, existem sete fundos de índice no país. Tal produto acaba funcionando como uma porta de entrada para o mercado acionário, pois permite que o investidor aplique na Bolsa sem ter que escolher uma ação específica –se colocou o seu dinheiro no fundo do Ibovespa, por exemplo, ele obtém o retorno médio do mercado, já que o fundo repete o portfólio desse índice.

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Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 17:27

COMENTÁRIO DE MERCADO: Ação da Vale leva Bolsa à segunda alta consecutiva

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Bolsa de Valores pequena é isso: hoje, a forte valorização de um único papel fez com que o principal índice do mercado acionário brasileiro registrasse a segunda alta consecutiva, de 1,84%, aos 64.462 pontos.

A ação PNA da Vale –que tradicionalmente é mesmo uma das de maior liquidez da Bolsa brasileira e hoje foi objeto de pouco mais de um terço de todas as negociações– avançou 6,03%, para R$ 40,82, principalmente devido à expectativa de aumento dos preços do minério de ferro no segundo semestre. Em evento realizado no Rio de Janeiro, o diretor de vendas para as Américas da mineradora, Cláudio Alves, disse acreditar em uma recuperação dos valores nos três últimos meses do ano. No momento, beiram os US$ 120 por tonelada, após terem se aproximado de US$ 190 por tonelada em maio.

Como os preços das ações da Vale se encontram relativamente baratos há algumas semanas por causa do desânimo que abateu a Bolsa ante as incertezas que cercam a economia internacional, os investidores aproveitaram essa boa notícia para comprar. Afinal, uma elevação dos preços do ferro indicaria também aquecimento da atividade em outros países, assunto que está no centro das preocupações neste momento.

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

Valorizações:

Bradespar PN: +6,23%
Vale PNA: +6,03%
Vale ON: +5,61%
Embraer ON: +5,51%
CSN ON: +5,11%

Quedas:

Rossi Residencial ON: -4,44%
MRV ON: -3,38%
Cielo ON: -2,43%
PDG ON: -2,15%
Redecard ON: -2,06%

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 19 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 17:56

COMENTÁRIO DE MERCADO: Não dá para comemorar ainda, mas alta da Bolsa é sinal positivo

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Depois de recuar quase 2% na sexta-feira, a BM&FBovespa subiu 1,54% hoje, para os 63.297 pontos, acompanhando o movimento das Bolsas americanas.

Com as quedas pronunciadas do pregão anterior, muitos papeis ficaram com preços atraentes, o que explica a elevação registrada nesta segunda-feira.

Não se deve enxergar nessa alta o início de uma tendência mais firme, porque as incertezas sobre o ritmo de crescimento da Europa, da China e dos EUA ainda são muitas. E o Brasil está no meio de um ciclo de aperto monetário, embora existam algumas indicações –como os dados que mostram arrefecimento da inflação e desaceleração da atividade– de que os aumentos de juros podem não ser tão fortes quanto se esperava.

Mas esses episódios recentes de valorização pontuais das ações de companhias brasileiras dão uma sinalização positiva: os investidores ainda se encontram otimistas quanto às perspectivas para os papeis em 2010, por isso buscam acertar a hora certa de comprar, imaginando que vão auferir bons ganhos até o final do ano.

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

Elevações:

Usiminas ON: +4,44%
Brasil Telecom PN: +4,18%
Cyrela ON: +3,64%
MMX ON: +3,5%
MRV ON: +3,16%

Quedas:

Braskem PNA: -2,05%
Net PN: -0,83%
Duratex ON: -0,59%
B2W ON: -0,45%
Cielo ON: -0,37%

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quinta-feira, 15 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 19:13

COMENTÁRIO DE MERCADO: Bolsa fica praticamente estável com temores sobre a China

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A BM&FBovespa fechou com elevação de 0,02% nesta quinta-feira, aos 63.489 pontos. Ontem à noite, a China divulgou que o seu PIB (Produto Interno Bruto) subiu 10,3% no segundo trimestre do ano, contra 11,9% no período de janeiro a março. Assim como as vendas do varejo e a produção industrial, cujas variações também saíram na quarta-feira, a economia chinesa avançou em um ritmo menor do que o esperado entre abril e junho.

Para os especialistas, esses são sinais de que a grande potência emergente está desacelerando, o que desanima os investidores, acostumados a acreditar que a China garantiria o crescimento mundial quando as nações mais ricas ficassem estagnadas.

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

Elevações:

Gol PN: +3,08%
ALL Unit: +2,87%
PDG Realty ON: +2,81%
JBS ON: +2,68%
Lojas Americanas PN: +2,56%

Quedas:

Redecard ON: -2,92%
CSN ON: -2,49%
Vivo PN: -2,38%
Usiminas ON: -2,33%
Brasdespar PN: -2,22%

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Ações, Educação Financeira, Investimentos, Mercado financeiro | 12:32

Com simulador, Bolsa quer atrair mais pessoas físicas para o mercado

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O novo simulador do mercado acionário lançado hoje pela BM&FBovespa é mais uma arma da Bolsa brasileira na sua campanha para fazer subir para cinco milhões até 2013 o número de investidores pessoa física que negociam papeis de empresas. Atualmente, eles são pouco mais de 500 mil.

Em setembro, deve entrar no ar em rádio e televisão no Brasil inteiro uma grande campanha publicitária para esclarecer melhor à população as funções da Bolsa e de que maneira a aplicação pode ser uma alternativa para a poupança de longo prazo.

Página inicial do simulador da Bolsa

O jogo virtual da BM&FBovespa, chamado SimulAção, vai distribuir prêmios como R$ 5 mil para serem investidor no mercado, iPods, iPhones e iPads para as categorias “geral”, “universitário” e “feminino”.

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quarta-feira, 14 de julho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 18:26

COMENTÁRIO DE MERCADO: Bolsa não consegue sustentar alta

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A BM&FBovespa voltou a cair nesta quarta-feira, depois de avançar mais de 1% ontem. O início da safra de balanços nos EUA e a esperança de que as empresas americanas apresentem bons resultados relativos ao segundo trimestre, animando os investidores, até ajudaram a Bolsa ontem, mas se mostraram insuficientes para dar a partida em uma tendência de alta firme.

A expectativa pela divulgação de indicadores sobre a economia da China –PIB (Produto Interno Bruto) do período de abril a junho, vendas no varejo e produção industrial–, ainda nesta noite, explica a cautela no mercado. O temor de desaceleração convive com o medo do desaquecimento desse país, que tem sustentado a economia mundial enquanto as nações mais desenvolvidas patinam.

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

Desvalorizações:

Usiminas ON: -4,12%
LLX ON: -3,24%
Usiminas PNA: -3,08%
Light ON: -2,65%
CCR Rodovias ON: -2,58%

Elevações:

Natura ON: +4,73%
Lojas Renner ON: +4,47%
Gafisa ON: +3,25%
MRV ON: +3,2%
Lojas Americanas PN: +2,46%

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