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Arquivo da Categoria Mercado financeiro

segunda-feira, 28 de junho de 2010 Mercado financeiro, Poupança | 09:35

Loteria é o melhor lado da capitalização

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A imagem ruim que uma considerável parte dos consumidores tem dos títulos de capitalização possui duas explicações.

A primeira é histórica. Décadas atrás, os títulos não ofereciam correção monetária. Então, em tempos de crise e inflação elevada, viravam pó, deixando para os seus detentores o gosto amargo de perder todo o dinheiro.

A segunda vem da maneira torta como muitas vezes o título é vendido: empurrado pelo gerente do banco quando o correntista pede um empréstimo.

“Mas não haveria cerca 24 milhões de clientes de capitalização no país se fosse assim tão negativo”, pondera Rita Batista, presidente da comissão de produtos e coordenação da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

Para a entidade, as más impressões têm origem em um entendimento errado a respeito do instrumento. “Não se trata de um investimento, porque não paga juros”, explica Rita. “O uso correto é como uma forma de poupança programada, já que existe a obrigatoriedade de quitar um valor determinado todo mês. Ao final do período contratado, o consumidor recebe o seu dinheiro de volta devidamente corrigido mais a variação da TR (taxa referencial).”

A capitalização teria, então, uma função educativa, ensinando quem não costuma guardar dinheiro a ter esse hábito.

Embora as empresas que emitem os títulos afirmem que os prêmios devem ter uma influência menor, para o cliente, na decisão de contratar o produto, é a possibilidade de ser contemplado nos sorteios periódicos que atrai o consumidor.

E, na avaliação dos especialistas em finanças, encarar o título como uma loteria é de fato a melhor forma de compreender o produto.

Quem aposta toda semana os três joguinhos do volante na Mega Sena desembolsa R$ 24 por mês. Com aproximadamente R$ 20 já pode adquirir um título de capitalização, que lhe dá uma chance de uma ou duas em 100 mil –dependendo das características do produto– de ganhar, enquanto, na Mega Sena, a possibilidade é de uma em mais de 50 milhões.

“O brasileiro é sonhador, por isso essa parte lúdica do produto funciona”, concede Rita.

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Autor: Denyse Godoy Tags: ,

sexta-feira, 25 de junho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 18:00

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

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A Bolsa de Valores brasileira subiu 1,39% nesta sexta-feira, para 64.823 pontos.

As ações do índice Ibovespa que tiveram maior elevação foram:

LLX ON: +4,04%
MMX PNB: +3,88%
CCR Rodovias ON: +3,67%
Companhia Brasileira de Distribuição PNA: +3,22%
CESP PNB: +3,21%

E as maiores baixas foram:

Brasil Ecodiesel ON: -2,15%
Banco do Brasil ON: -0,99%
Lojas Americanas PN: -0,22%
Cosan ON: -0,18%
B2W ON: -3,09%

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Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 06:00

O fator Europa

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Depois de uma notável recuperação no período que sucedeu a crise, a BM&FBovespa estacionou perto dos 65 mil pontos há semanas e não consegue voltar a subir, apesar do ótimo desempenho da economia brasileira neste primeiro semestre e das perspectivas animadoras para o curto e médio prazo.

A principal explicação para o mau humor no mercado financeiro, que voltou a se manifestar nesta semana, está na crise da dívida na Europa, desencadeada pela Grécia no começo do ano, e nos temores das suas conseqüências para outros países, especialmente para os Estados Unidos.

A possibilidade de que alguns países europeus –como Portugal, Irlanda e Espanha, além da própria Grécia– não consigam honrar seus compromissos deu origem a uma nova crise de confiança em nível global exatamente no momento em que a tensão de 2007/2008 havia arrefecido, mostrando que a crise não tinha terminado.

O fator Europa resume as principais dificuldades que os países emergentes enfrentarão nos próximos anos: embora avancem internamente, essas nações terão no baixo crescimento das ricas um empecilho para passos mais largos.

Nas suas previsões sobre as empresas, os analistas de mercado têm dado cada vez mais destaque e peso para essa variável, já que os problemas no velho continente parecem estar longe de acabar. Nas decisões sobre suas aplicações, os investidores também precisam ficar atentos a esse cenário.

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quinta-feira, 24 de junho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 18:38

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

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A Bolsa de Valores brasileira teve queda de 1,88% hoje, para 63.936 pontos.

As ações do índice Ibovespa que apresentaram maior baixa foram:

Rossi Residencial ON: -4,13%
Telemar Norte Leste PNA: -3,93%
B2W ON: -3,87%
Cyrela ON: -3,69%
Petrobras PN: -3,51%

E as que mais subiram foram:

Brasil Ecodiesel ON: +3,37%
Copel PNB: +2,55%
Usiminas PNA: +1,99%
Eletropaulo PNB: +1,75%
Usiminas ON: +1,48%

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Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 17:47

Perspectivas para as ações da Petrobras

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O vai-não-vai do lançamento de ações da Petrobras para capitalizar a companhia, dando-lhe condições de explorar as reservas do pré-sal, está preocupando os pequenos investidores, que não sabem o que fazer diante das fortes oscilações das ações da empresa nos últimos dias.

As perspectivas para o papel no longo prazo continuam bastante positivas, dizem os analistas de mercado. “Existe uma tendência de elevação dos preços do petróleo ao longo dos anos”, diz Marco Saravalle, analista da corretora Coinvalores. “E as reservas do pré-sal são um ativo valiosíssimo. Em nenhum outro lugar do mundo espera-se encontrar jazidas desse tamanho.”

Até o final do ano, entretanto, o movimento das ações continuará testando o sangue-frio dos investidores.

O impasse sobre a nova emissão deve durar no mínimo até setembro. E os especialistas sugerem que, quando finalmente sair a operação, os pequenos investidores adquiram um pouco mais de papeis para ao menos manter a sua parcela de participação na companhia. Como o número de ações será expandido, quem não comprar mais terá a sua porcentagem diluída. Pelas contas dos analistas, o investidor vai ter que aumentar a sua fatia em 30% ou 40%.

“No curto prazo, o retorno da ação da Petrobras deve continuar abaixo da do índice Ibovespa, até porque o clima internacional ainda não está bom. A recomendação é de muita cautela”, frisa Saravalle.

“Somente quando houver uma definição sobre a operação e a própria exploração do pré-sal, como os preços dos barris, a oscilação pode diminuir”, completa Victor Figueiredo, analista do setor de petróleo da corretora Planner.

Ele lembra, ainda, que os resultados da Petrobras ficarão enfraquecidos até que a extração de óleo do pré-sal efetivamente comece –até lá, a companhia vai ter que investir pesadamente, mas o retorno só vem depois de 2014. “A fim de crescer, a companhia tem que aumentar os seus gastos com equipamento e pessoal. Os frutos demoram um pouco, porém”, explica Figueiredo.

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quarta-feira, 23 de junho de 2010 Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 17:58

Maiores altas e maiores baixas na BM&FBovespa

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A Bolsa de Valores brasileira subiu 0,54% hoje, para 65.160 pontos.

As ações do índice Ibovespa que apresentaram maior elevação foram:

Sabesp ON: +4,07%
Usiminas PNA: +3,83%
BM&FBovespa ON: +3,63%
MRV ON: +3,37%
Usiminas ON: +2,84%

E as que mais recuaram foram:

CCR ON: -2,76%
LLX ON: -2,25%
Petrobras PN: -2,09%
banco do Brasil ON: -1,91%
Petrobras ON: -1,86%

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Ações, Fundos, Investimentos, Mercado financeiro | 15:42

Fundos de índice são porta de entrada para a Bolsa

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Uma alternativa para quem quer investir na Bolsa de Valores mas não sabe por onde começar é o fundo de índice.

Um índice reúne, sob determinado critério, um certo número de ações negociadas na Bolsa. O mais famoso da brasileira é o Ibovespa, que congrega os 65 papéis mais negociados do pregão. A porcentagem que a Bolsa sobe ou cai todos os dias é obtida a partir de uma média da variação de cada uma dessas ações.

O fundo de índice replica a carteira do índice que serve de referência. Ou seja, comprar uma cota do fundo é como adquirir toda a cesta de ações que fazem parte do índice sem efetivamente possuir todos os papeis individualmente. O retorno oferecido por essa fatia é igual ao movimento do índice em determinado período, de alta ou de baixa.

Assim, o investidor não precisa conhecer profunda e especificamente as empresas e ainda tem o seu risco diluído: o lucro ou prejuízo que aufere é a média do mercado. Então, só é preciso saber de forma geral como está o clima na Bolsa no momento e as perspectivas para a economia mundial e local para fazer uma aplicação.

“Mesmo em carteiras mais sofisticadas o fundo de índice tem um papel importante: o de equilibrar o portfólio quando o investidor decide apostar em um setor específico. Ele pode comprar mais ações de empresas varejistas, por exemplo, por achar que esses papeis vão se valorizar, e adquirir cotas do fundo de índice para se proteger”, explica Saulo Mendes, diretor da BlackRock, gestora de seis dos sete fundos de índice que existem no Brasil atualmente. O outro foi criado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvivmento Econômico e Social).

Para comprar uma cota de um fundo de índice, o interessado deve procurar uma corretora devidamente credenciada pelo Banco Central. Atualmente, o valor mínimo de aplicação está perto de R$ 1,7 mil. Os montantes dependem do fundo escolhido.

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Autor: Denyse Godoy Tags: , , ,

Ações, Investimentos, Mercado financeiro | 11:44

Como participar de ofertas de ações

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Depois de um período de estiagem por causa da crise econômica internacional de 2007/2008, aos poucos as empresas voltam a fazer ofertas de ações na Bolsa de Valores.

O Banco do Brasil está com uma operação aberta até o começo da próxima semana e existe a expectativa de que outras grandes empresas, como a Petrobras, também lancem as suas até o final do ano.

É grande o interesse dos pequenos investidores por essa oferta do BB. Antes de comprar os papeis nesse tipo de operação, no entanto, é fundamental entender melhor a aplicação para evitar decepções e prejuízos futuros.

Primeiro, deve-se ter em mente que o investimento em Bolsa de Valores é considerado de alto risco, ou seja, apresenta uma possibilidade relativamente grande de perdas. Por isso, o dinheiro nela colocado deve ser uma parcela menor dos recursos que a família tem guardados, da qual não se vai precisar no médio ou longo prazo –um intervalo de pelo menos três anos.

Comprar ações de uma empresa significa tornar-se sócio dela. É mais ou menos como emprestar dinheiro para o cunhado abrir uma oficina mecânica –ninguém o faz sem uma grande dose de precaução. Então, deve-se buscar todas as informações possíveis sobre a companhia, a sua área de atuação e quais as suas estratégias para crescer e aumentar seus lucros, pois é desse resultado que dependem os ganhos dos acionistas.

Muitos desses dados estão contidos em um documento que se chama prospecto da oferta de ações, disponível no site da empresa que lançou a operação. O investidor precisa lê-lo com bastante cuidado.

Quando se tiver certeza de que deseja realizar a transação, o passo seguinte é procurar uma corretora de valores devidamente autorizada pelo Banco Central e abrir uma conta. A corretora é a intermediária entre o aplicador e a Bolsa, e executa as suas ordens de compra e venda de ações. O investidor pode também usar o “home broker”, que é um sistema de negociações pela internet oferecido pela corretora.

Uma vez acionista minoritário de uma empresa, o investidor tem que acompanhar sempre o desempenho da companhia –essencialmente, se está vendendo mais ou menos, e os rumos que deseja tomar— e a cotação dos papeis na Bolsa.

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